terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Confira o nosso novo site

A edição do segundo semestre do Unicom ficará marcada para a história do Curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Além de abusar nas pautas que foram relacionadas a grupos, os alunos optaram por fazer uma renovação tanto na diagramação do jornal impresso, quanto no online. Visto que os meios estão em convergência e hoje muita coisa gira no universo online. Então foi criado um site novo, onde os repórteres contaram um pouco de como foi viajar no jornal laboratório, relatando as suas experiência e desafios. No novo site também será disponibilizada a versão online das reportagens que foram publicadas no Unicom impresso.

Confira clicando aqui!





domingo, 10 de julho de 2016

A audiodescrição do Unicom Marginais está no ar!

Olá, galera! Tudo Certo? Já estão aproveitando as férias? Na tarde deste domingo, 08 de julho 
de 2016, em que o sol e as nuvens carregadas travam uma grande batalha, o grupo 
responsável pela audiodescrição da edição “Marginais”, do nosso querido jornal  Unicom, tem a 
honra e o imenso prazer de, finalmente, anunciar que os trabalhos estão concluídos. 

Em 2016/1, os acadêmicos Daniel Heck, Dóris Konrad, Fernando Franco e Marcel Lovato foram os
responsáveis por tornar a versão audiodescrita uma realidade. A atividade foi feita entre maio, 
junho e a primeira semana do presente mês e envolveu diversas etapas como a idealização 
da estrutura, produção dos roteiros, gravações e edição dos arquivos.

Nesse semestre, além da coordenação do professor Demétrio de Azeredo Soster, o processo 
contou com a participação efetiva da jornalista Daiana Carpes, precursora da prática na 
Universidade de Santa Cruz do Sul. Além disso, efeitos sonoros e uma leitura ainda mais
detalhista estão entre as novidades. Convidamos todos vocês a ouvirem agora o resultado 
desse gratificante e agregador trabalho: 


sexta-feira, 8 de julho de 2016

O que você pensa sobre o Unicom? Turma realiza pesquisa de opinião.

Três alunos da disciplina de Produção em Mídia Impressa (2016/1) desenvolveram uma pesquisa opinativa sobre as edições passadas do Unicom.

O intuito era oportunizar que a opinião dos leitores - e não leitores - do Unicom fossem levadas em consideração durante a produção das próximas edições.

A pesquisa foi divida em duas enquetes: uma quantitativa, no ambiente online, e outra qualitativa, realizada presencialmente com estudantes do campus.

Tivemos um bom número de desenvolvidos - cerca de 90 pessoas - e o resultado foi satisfatório. No período de 23 de março a 09 de junho, a pesquisa quantitativa recebeu 80 respostas.

Além de questões sobre conteúdo editorial e qualidade fotográfica, outros pontos citados para adaptação e ajustes foram a divulgação e diagramação do jornal.

Você pode conferir os resultados da pesquisa quantitativa aqui.

A novidade no trabalho de pesquisa desta edição ficou por conta da parte qualitativa, que coletou dados de alunos do campus por meio das interações grupais em discussão sobre os tópicos.

Com os resultados, os pesquisadores concluíram, de modo geral, que o Unicom se sobressai nas temáticas, mas precisa de ajustes na parte de divulgação.

Confira os resultados da qualitativa aqui.



terça-feira, 5 de julho de 2016

As lendas merecem destaque...

Existem inúmeras lendas que nós reverenciamos todos os dias... Seja no esporte, ou em outra área específica, como Gabriel Garcia Marquez, com a sua obra prima, 100 anos de solidão. Um ídolo no meio jornalístico, seja apresentador ou narrador, como Sérgio Chapelin e Luciano do Valle, cada um tem uma inspiração por alguém importante ou reconhecido.

No meio esportivo, muitos escolheriam Pelé, Zico, Rivellino, que inspiram tantos jogadores a fora, eu resolvi escolher o senhor e mestre Hélio Gracie, com sua história e filosofia de vida mostrada em um documentário que compartilharei com vocês.
Hélio Gracie criou o jiu jitsu brasileiro, hoje tão famoso nas artes marciais do mundo, virou instinto de defesa pessoal para inúmeras pessoas e atletas.

Sua grande filosofia é que a técnica domina a força, e isso motivou as pessoas a praticarem essa arte suave, e assim aprimorando a sua defesa. O Jiu-Jitsu motivou alguns atletas fracos fisicamente, a derrotarem oponentes bem mais fortes, por meio de novas técnicas.

Segue abaixo o documentário e uma frase do mestre Hélio Gracie (1913-2009):

O Jiu-Jitsu que criei foi para dar chance aos mais fracos enfrentarem os mais pesados e fortes”



segunda-feira, 4 de julho de 2016

O Mochilão sai em mais uma jornada

Com o final do semestre terminando e o nosso próximo jornal Unicom ficando logo pronto, gostaria de mostrar de onde tirei algumas informações para produzir a matéria sobre Fellipe Faria, o jornalista que em 2011 decidiu largar tudo para dar uma voltinha nesse mundo tão grande. 

Em minha matéria, citei o blog de Fellipe, O Mochilão. Lá, é possível encontrar o registro de cada lugar onde ele ficou, narradas de uma forma muito cativante e interessante, mostrando as curiosidades de cada país e a experiência de quem conseguiu botar em prática o seu sonho.

Quando entrevistei o Fellipe, ele havia me dito que não havia viajado mais, e por isso o blog já não era abastecido por um bom tempo, apenas mantinha o blog para ajudar pessoas que gostariam de ler as suas dicas de viagem. No entanto, o Mochilão teve um post novo, e nele, Fellipe conta que saiu em viagem novamente. Desta vez, vai para o Japão. Serão 15 dias em que ele passará por Tokyo, Kyoto, Osaka, Hiroshima e o Monte Fuji.

Vale a pena acompanhar os passos dele, e ir lendo sobre as excentricidades desses lugares que um dia poderemos ir também, quem sabe. 

Aqui, você pode acessar o blog O Mochilão: https://omochilao.com/


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Ser jornalista é: ver pauta em todo lugar

 Dia desses estava lendo o texto Ser jornalista: Não é uma questão, é uma certeza escrito pela, então, estudante de jornalismo, Andressa Galiego. O texto, dentre outras coisas, dizia que diferentemente de outros ofícios, um profissional de jornalismo não deixa de sê-lo aos finais de semana ou aos feriados, pelo contrário, aproveita esse tempo para adquirir mais algum conhecimento sobre qualquer assunto, já que deve saber um pouco de tudo, embora nunca esteja totalmente informado.

É verdade, de fato. Mas o que ocorre, também, é que o jornalista vê uma possível pauta em todo o lugar. Qualquer coisa pode virar um texto. Até mesmo um diálogo. Aliás, depois da criação das redes sociais, como gostam de escrever os diálogos do cotidiano, esses jornalistas…

E, não surpreendentemente para mim, me vi ultimamente em várias situações dignas de uma nota. Que renderiam um bom comentário ou uma boa crônica. Passei um mês sem celular e não vejo a hora de escrever sobre essa experiência. E é assim que acontece. Situações que todo mundo passa, acontecimentos que todo mundo vê, mas que só um foca, com seu jeitinho todo especial de transportar o universo da ponta da caneta para o papel, consegue descrever e incrementar a tal ponto de o fato se tornar de interesse universal.

Porque ser jornalista é diferente. A gente respira jornalismo até quando está dormindo. Aliás, acho que o sonho da noite passada rende uma crônica...

Escolhas determinam resultados

E para a última edição do UNICOM deste semestre senti a necessidade de escrever sobre um assunto que gera bastante polêmica e divide opiniões: padrões de beleza. O gancho para minha matéria é tatuagens. Meu case: Aíscha Garcia, princesa da Oktoberfest de Santa Cruz do Sul.  

Optei por usar uma linguagem mais literária para tornar o assunto envolvente, não tão duro, nem tão óbvio. Parti da ideia de que a narrativa construida dessa forma discute o que pretendo, mostrando que muito além de uma pessoa ser ou não tatuada, magra, gorda, loira ou morena, existem outras coisas que determinam quem realmente somos. 
Além da Aischa, conversei também com o tatuador dela, Maiquel Moraes. O que me possibilitou uma angulação mais abrangente. 

A matéria nem saiu ainda nessa edição mas a contar pelas pessoas e veículos que já me procuraram, ela promete render grandes discussões. Estou feliz por isso.



E agora?

Agora que o fim do sétimo semestre do meu curso de jornalismo na Unisc está bem perto de chegar, é um dos momentos em que paro, e analiso: olha só onde eu cheguei, mais uma guria de cidadezinha pequena que sai do seu lugar de conforto pra tentar ser alguém na vida. Se eu tinha certeza que queria essa profissão? não, e ainda não tenho. Onde eu cheguei até agora pode não parecer muito aos olhos do mundo profissional, mas me traz o sentimento de ter tentado algo que eu imaginava não conseguir. 

A preocupação dos pais na hora em que um filho conta que quer seguir em um mundo tão incerto e perigoso como é o jornalismo, me fez parar pra pensar se era aquilo mesmo que eu achava que poderia ser, algo um tanto quanto inalcançável. Inalcançável em termos de salário, pois para fazer sucesso nessa carreira não é fácil e nem bonito as vezes. Quando não se tem ideia do que cursar, é algo que nos faz escolher entre jornalismo e o mais sugerido pelos pais: direito.

Mesmo assim, como uma adolescente que "nasceu de humanas" e que gostava da ideia de algo que me tirasse da rotina, escolhi o jornalismo. É o que me traz ao recente ponto da questão que é o lugar e situação em que me encontro. Assumo que gosto da ideia de ser jornalista. Me agrada pensar que passo a impressão de uma pessoa que "aguenta" a profissão, uma corajosa. 

O que eu sinto quando vejo minha matéria publicada no Unicom Marginais é gratificante. Eu quero mostrar para os meus pais, para os meus amigos, para minha irmã e minhas professoras. E quero que saibam que eu tenho um motivo pra me orgulhar, mesmo sendo um trabalho de faculdade. Esse é apenas o começo sabe? Agora eu vi que eu consigo gostar da minha escrita, gostar de ter um "tipo" de escrever ou me portar diante a câmera. Eu posso ler literatura, criar ídolos jornalistas e escritores e me basear neles, me inspirar neles.

Além de ser uma escritora, eu posso ser quem eu quiser! Espero profundamente que nosso diploma seja um dia obrigatório, pra mostrar que jornalista se molda dentro de entendimentos teóricos sim, e que a prática da faculdade só tende a trazer melhores profissionais.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Nos páreos de Cachoeira

Naquela tarde de domingo, o tempo estava instável em Cachoeira do Sul. Havia chovido durante parte do dia, mas alguns raios de sol  ainda se esforçavam para ultrapassar as barreiras impostas pela nuvens.  A tarefa para o referido dia era produzir uma reportagem para a segunda edição do jornal Unicom. Para isso, voltei a um local que fez parte da minha vida em diversos dias dominicais da infância: o Hipódromo do Amorim.

Lembro-me de ir ao  local - conhecido também como "prado" -  com meus pais  para assistir às corridas, comer pipoca e me divertir, mesmo sem entender  praticamente nada sobre o funcionamento daquele espaço. O retorno foi marcado por uma nostalgia, mas o sentimento foi temporário, já que havia um trabalho a fazer. Em um tempo marcado pelo encerramento das atividades de jockeys club Brasil e Rio Grande do Sul  afora, o Hipódromo do Amorim resiste com firmeza, apesar de dificuldades que volta e meia insistem em aparecer.

O público do passado era enorme. Com o tempo, deixou de assistir aos páreos, mas agora está retornando. Grandes espetáculos estão voltando, entende-se corridas e mais corridas. Consequentemente, as apostas também.  Seja qual for o valor, é a sorte que recebe a chance de mostrar o seu poder. E desta forma, gerar renda, lazer  e alegria. Ou então, descontentamento e prejuízo. É um universo mágico, marcado pela valiosa preservação cultural.  E o contexto completo dessa história você vai conferir na próxima edição do jornal Unicom. Em breve, nas suas mãos!