quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Festiiiinha....
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Alunos da Unisc participam do Altas Horas
Um grupo de 30 alunos do curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul participa do programa Altas Horas que vai ao ar deste sábado (5/11) à noite. Eles estão em São Paulo desde a quarta-feira para as gravações do programa da Rede Globo comandado por Serginho Groisman. A viagem de estudos envolve observar os bastidores do programa e a forma como ele é feito.

O Altas Horas é transmitido na madrugada de sábado para domingo e terá como atrações desta edição a apresentadora Marília Gabriela, a cantora Daniela Mercuri e o piloto Rubinho Barrichelo. Além dos convidados, que são entrevistados pelo apresentador, o programa tem música, com a banda que anima o Altas Horas, e quadros dos quais a platéia, formada por jovens, participa.
Esse é o terceiro ano que os estudantes de Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Produção em Mídia Audiovisual viajam ao centro do país para acompanhar gravações de programas de televisão nacionais. Nos anos anteriores, o grupo foi ao Programa do Jô e ao Altas Horas. Na viagem deste ano, acompanham o grupo dois professores, Mônica Pons e Jair Giacomini, e um funcionário da Unisc Tv, Hélio Brixius.

O Altas Horas é transmitido na madrugada de sábado para domingo e terá como atrações desta edição a apresentadora Marília Gabriela, a cantora Daniela Mercuri e o piloto Rubinho Barrichelo. Além dos convidados, que são entrevistados pelo apresentador, o programa tem música, com a banda que anima o Altas Horas, e quadros dos quais a platéia, formada por jovens, participa.
Esse é o terceiro ano que os estudantes de Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Produção em Mídia Audiovisual viajam ao centro do país para acompanhar gravações de programas de televisão nacionais. Nos anos anteriores, o grupo foi ao Programa do Jô e ao Altas Horas. Na viagem deste ano, acompanham o grupo dois professores, Mônica Pons e Jair Giacomini, e um funcionário da Unisc Tv, Hélio Brixius.
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O mel que ainda existe na ex-capital
Caros colegas!!!!
Abaixo, na integra, a entrevista feitas com o extensionista da emater e um dos idealizadores da apicultura em Candelária Sanderlei Pereira, que fala mais a respeito do projeto idealizado no inicio dos anos 90, onde foi introduzido o mel como um produto simbolo e que tinha o objetivo de ser uma identificação para o municipio de Candelária, que no período foi considerada a Capital Estadual do Mel.
Após, com o casal Pedro e Adilice Ulmann, residentes na localidade de Roncador, na região serrana do município, onde eles falam a respeito da produção de mel que a familia vem realizando atualmente, sendo este um dos inumeros exemplos de pequenas propriedades do interior que ainda enxergam na produção de mel como uma alternativa extra de renda.
Abaixo, na integra, a entrevista feitas com o extensionista da emater e um dos idealizadores da apicultura em Candelária Sanderlei Pereira, que fala mais a respeito do projeto idealizado no inicio dos anos 90, onde foi introduzido o mel como um produto simbolo e que tinha o objetivo de ser uma identificação para o municipio de Candelária, que no período foi considerada a Capital Estadual do Mel.
Após, com o casal Pedro e Adilice Ulmann, residentes na localidade de Roncador, na região serrana do município, onde eles falam a respeito da produção de mel que a familia vem realizando atualmente, sendo este um dos inumeros exemplos de pequenas propriedades do interior que ainda enxergam na produção de mel como uma alternativa extra de renda.
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Participação?!?!?!??!?
Diariamente venho olhar esse blog. E todos os dias, com o perdão da redundância, tenho uma certa decepção. Explico-lhes o porquê: O número de postagens do blog do Unicom, em comparação aos outros semestres, é extremamente menor. O que isso representa? Falta de interesse, e não há outra expressão para definir isso. Que me perdoem os que fazem postagens regularmente, mas não podia deixar de apontar o lapso que insiste em saltar aos olhos.
Não consigo entender, francamente! Somos jornalistas - interessados na divulgação de informações nos mais variados meios - ou profissionais de um único veículo, ou seja, capengas?
Com a crescente de tecnologia é praticamente impossível não vislumbrar as variadas possibilidades, e a internet aparece como ferramenta indispensável para o exercício do jornalismo.
Se não tem o que copiar, crie!
Se não tem o que criar, busque!
Se não tem o que escrever, desista do jornalismo!
Grande abraço
Não consigo entender, francamente! Somos jornalistas - interessados na divulgação de informações nos mais variados meios - ou profissionais de um único veículo, ou seja, capengas?
Com a crescente de tecnologia é praticamente impossível não vislumbrar as variadas possibilidades, e a internet aparece como ferramenta indispensável para o exercício do jornalismo.
Se não tem o que copiar, crie!
Se não tem o que criar, busque!
Se não tem o que escrever, desista do jornalismo!
Grande abraço
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Professor da Unisc integra direção da SBPJor
O professor do curso de jornalismo da Unisc Demétrio de Azeredo Soster foi eleito membro do conselho administrativo da Associação Brasileira dos Pesquisadores de Jornalismo (SBPJor) para a gestão 2009/2011. A eleição foi realizada na sexta-feira, 27, pouco antes do encerramento do 7º Encontro Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo (7º SBPJor), na Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Cerca de 300 pesquisadores compareceram ao encontro. “É uma honra, como professor, pesquisador de jornalismo e jornalista, integrar o corpo diretivo-organizacional de uma entidade com a relevância da SBPJor”, salienta o professor da Unisc.
Componentes da nova diretoria

Foto oficial da nova diretoria; Soster está ao centro, de camisa laranja
A SBPJor agrega estudiosos de jornalismo e tem como propósito atuar em conjunto com todas as demais associações científicas, acadêmicas ou profissionais já existentes. É o caso da Intercom, Compós, Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Federação Nacional de Jornalistas, International Communication Association, International Association for Mass Communication Research, Sociedad Ibero-americana de Periodistas en Internet e ALAIC. Já o encontro anual da SBPJor consolidou-se como o principal fórum brasileiro para a discussão acadêmica do jornalismo como campo científico. Atualmente a SBPJor tem mais de 300 associados. Metade deles são doutores, vinculados a mais de cem instituições brasileiras, dos Estados Unidos, França e Portugal.
A Unisc tem estado presente nos encontros da SPBPJor, realizados sempre em um Estado diferente (o próximo será o Maranhão), desde a sua fundação por meio da apresentação de trabalhos dos professores da comunicação. Ou, ainda, pelo lançamento de livros editados pela Edunisc e dirigidos ao campo do jornalismo, como ocorre há quatro anos. Na quinta, por exemplo, Demétrio de Azeredo Soster realizou sessão de autógrafos do livro Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009), organizado em parceria com Fernando Firmino da Silva, na SBPJor. “Com isso, projetamos nossa universidade em nível nacional e damos mais amplitude ao trabalho que realizamos”, afirma Soster.
Confira abaixo a composição da nova diretoria da SBPJor:
Presidente: Carlos Eduardo Franciscato (UFS)
Vice-Presidente: Beatriz Becker (UFRJ)
Diretora Científica: Cláudia Quadros (UTP)
Diretora Administrativa: Kenia Maia (UFRN) Diretora Editorial: Tattiana Teixeira (UFSC)
Conselho Administrativo: Demétrio Soster (UNISC) Márcia Franz Amaral (UFSM) Victor Gentilli (UFES)
Conselho Científico: Alfredo Vizeu (UFPE) Antonio Hohlfeldt (PUCRS) Christa Berger (UNISINOS) Fernando Resende (UFF) Iluska Coutinho (UFJF) José Luiz Aidar Prado (PUC-SP) Rogério Cristofoletti (UFSC)
Componentes da nova diretoria

Foto oficial da nova diretoria; Soster está ao centro, de camisa laranja
A SBPJor agrega estudiosos de jornalismo e tem como propósito atuar em conjunto com todas as demais associações científicas, acadêmicas ou profissionais já existentes. É o caso da Intercom, Compós, Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Federação Nacional de Jornalistas, International Communication Association, International Association for Mass Communication Research, Sociedad Ibero-americana de Periodistas en Internet e ALAIC. Já o encontro anual da SBPJor consolidou-se como o principal fórum brasileiro para a discussão acadêmica do jornalismo como campo científico. Atualmente a SBPJor tem mais de 300 associados. Metade deles são doutores, vinculados a mais de cem instituições brasileiras, dos Estados Unidos, França e Portugal.
A Unisc tem estado presente nos encontros da SPBPJor, realizados sempre em um Estado diferente (o próximo será o Maranhão), desde a sua fundação por meio da apresentação de trabalhos dos professores da comunicação. Ou, ainda, pelo lançamento de livros editados pela Edunisc e dirigidos ao campo do jornalismo, como ocorre há quatro anos. Na quinta, por exemplo, Demétrio de Azeredo Soster realizou sessão de autógrafos do livro Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009), organizado em parceria com Fernando Firmino da Silva, na SBPJor. “Com isso, projetamos nossa universidade em nível nacional e damos mais amplitude ao trabalho que realizamos”, afirma Soster.
Confira abaixo a composição da nova diretoria da SBPJor:
Presidente: Carlos Eduardo Franciscato (UFS)
Vice-Presidente: Beatriz Becker (UFRJ)
Diretora Científica: Cláudia Quadros (UTP)
Diretora Administrativa: Kenia Maia (UFRN) Diretora Editorial: Tattiana Teixeira (UFSC)
Conselho Administrativo: Demétrio Soster (UNISC) Márcia Franz Amaral (UFSM) Victor Gentilli (UFES)
Conselho Científico: Alfredo Vizeu (UFPE) Antonio Hohlfeldt (PUCRS) Christa Berger (UNISINOS) Fernando Resende (UFF) Iluska Coutinho (UFJF) José Luiz Aidar Prado (PUC-SP) Rogério Cristofoletti (UFSC)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sobre o CVV
Nesta edição do Unicom minha matéria é sobre um assunto muito sério. Vou mostrar o perfil de quem trabalha no Centro de Valorização da Vida, o CVV. No texto, você também poderá ler sobre como funciona a entidade, quantas pessoas frequentam o local, além de outras observações.
Se você precisar de ajuda, ou souber de alguém que precise, indique: 3717 3285. Horários: de segunda a sexta-feira, das 16h às 23h. Domingo das 16h às 20h.
Separei dois vídeos do You Tube que falam sobre o CVV. Confiram.
Se você precisar de ajuda, ou souber de alguém que precise, indique: 3717 3285. Horários: de segunda a sexta-feira, das 16h às 23h. Domingo das 16h às 20h.
Separei dois vídeos do You Tube que falam sobre o CVV. Confiram.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Vamos soltar a cachorrada na próxima edição do Unicom
Revisão
Olá colegas!
Hoje é dia de revisar o Unicom e por isso precisamos da presença de todos vocês!
Não faltem!
Até a noite...
Hoje é dia de revisar o Unicom e por isso precisamos da presença de todos vocês!
Não faltem!
Até a noite...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
DICAS II
Olá amigos/colegas!
A segunda começa com outras dicas para a confecção de uma boa reportagem:
- Pesquise, pesquise e...pesquise: A pesquisa é, sem dúvida, o componente mais importante de uma reportagem que mereça o próprio nome. Isso vale, também, para entrevistas. Você iria para uma "conversa" com o presidente dos Estados Unidos sem o mínimo de conhecimento sobre ele? Muitos apostam na sorte, mas isso não vale para bons jornalistas, que devem antever o máximo que puderem. Sempre haverá alguém querendo te "enganar", porém, se souber do que se trata, é bem mais difícil "passar a conversa".
- Como crítica que sou, enquanto leitora, fico boquiaberta quando encontro uma reportagem sem foco. O que quero dizer com isso? Uma matéria interessante, ao contrário do que se prega no jornalismo, não precisa de dezenas de fontes. Citações entre aspas não são textos paralelos.
Ex: Porque colocar que a "boca de fumo" está naquela casinha amarela em frente à casa verde? O repórter precisa dizer isso, não a fonte - salvo em casos de extrema necessidade. E quem disse isso? Neste caso, com certeza, a informação deve seguir seu fluxo normal (?).
Era isso...
Ps: Não se faz um bom repórter dentro de uma redação. A rua é o começo (ou o final) de tudo. Sensibilidade é "carta na manga" e, como não temos modelos fixos a seguir, usemos de toda a criatividade que temos.
Saia do armário, pelo menos como profissional.
A segunda começa com outras dicas para a confecção de uma boa reportagem:
- Pesquise, pesquise e...pesquise: A pesquisa é, sem dúvida, o componente mais importante de uma reportagem que mereça o próprio nome. Isso vale, também, para entrevistas. Você iria para uma "conversa" com o presidente dos Estados Unidos sem o mínimo de conhecimento sobre ele? Muitos apostam na sorte, mas isso não vale para bons jornalistas, que devem antever o máximo que puderem. Sempre haverá alguém querendo te "enganar", porém, se souber do que se trata, é bem mais difícil "passar a conversa".
- Como crítica que sou, enquanto leitora, fico boquiaberta quando encontro uma reportagem sem foco. O que quero dizer com isso? Uma matéria interessante, ao contrário do que se prega no jornalismo, não precisa de dezenas de fontes. Citações entre aspas não são textos paralelos.
Ex: Porque colocar que a "boca de fumo" está naquela casinha amarela em frente à casa verde? O repórter precisa dizer isso, não a fonte - salvo em casos de extrema necessidade. E quem disse isso? Neste caso, com certeza, a informação deve seguir seu fluxo normal (?).
Era isso...
Ps: Não se faz um bom repórter dentro de uma redação. A rua é o começo (ou o final) de tudo. Sensibilidade é "carta na manga" e, como não temos modelos fixos a seguir, usemos de toda a criatividade que temos.
Saia do armário, pelo menos como profissional.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Diários de rural
Você já se imaginou, em algum momento, jogando tudo pro alto, abandonando aquele seu chefe chato que não sabe fazer outra coisa a não ser te infernizar, dando adeus para a parada do ônibus lotada em que você precisa estar pontualmente para não se atrasar, e, que muitas vezes te dá uns banhos de goteira ou até mesmo largar a rotina de novela das oito de Helena's e Zé Mayer's para viajar pelo mundo, sem lenço, sem documento, num sol de quase 300?
...Eu vou? será que vou?
Pois é. Bem que todos gostariam. Bem que eu, você, eles gostariam, mas... mas...
Muitos são os motivos que nos alienam: a família, o trabalho de 40,60,70 horas semanais, o projeto para o mestrado,as roupas penduradas no varal e também penduradas algumas contas.
Apesar de todos os apesares, existem pessoas que se encorajam e preferem viver o que de mais diferente a vida lhes possa ser. É o caso de Carlos e Inajara, um jovem casal santacruzense de vinte e poucos anos que vendeu tudo, até as panelas do armário para percorrer a patagônia, e o melhor: de rural 1960. E, que vocês irão conhecer na segunda edição do Unicom, claro!!!
Depois de conversar com eles, muitas coisas me fizeram refletir e, inclusive, sobre o que realmente importa na vida. Será que é a peleia diária por um lugar ao sol, ou uma conta recheada de rúpias no fim do mês? ou seria aquela Luis Vitton linda (mas que você só pode comprar da 25 de março, porque ela custa uns 500 tustões!)
Já dizia Nizan Guanaes, publicitário conhecido no Brasil todo (foi ele quem inventou os ursinhos da Parmalat) que quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.
Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.
Então, bora lá sonhar. Não precisa nem cruzar o Pacífico com uma câmara de pneu.
Basta apenas valorizar o que é realmente importante.
Aliás, o que é realmente importante mesmo?
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Foto da capa
Galera, está reservado o estúdio para a produção da foto da capa. É amanhã (sexta-feira), à partir das 19hs no Laboratório de Fotografia do curso.
Abraços!!!!
Abraços!!!!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
E vem aí o Guasqueiro
Pois é moçada...todo mundo tá se puxando aí na segunda edição do Unicom desse semestre. Eu já estou com a matéria pronta. Nesse edição que está por vir, vou contar a história de Guilherme, que é Guasqueiro em Santa Cruz. Mas você sabe o que é um Guasqueiro e de onde veio isso? Então confere abaixo que o Guilherme vai explicar.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Todos atentos...
Como sabem, amanhã é a data limite para entrega de matérias. Todos sabem, também, que não tem conversa com editora chata hehe...Portanto, é de suma importância que, aqueles que não entregaram na aula passada, o façam nesta terça-feira. Não haverá mais prazo, pois estamos no limite de tempo.
Numa redação comum, por certo, os editores pediriam as reportagens para ontem. Precisamos exercitar a capacidade de criarmos algo legal em um curto período de tempo, pois é isso que o mercado de trabalho quer e cobra.
Dica da editora: Existem pessoas que pegam uma pauta e vão fazendo entrevistas sem rumo. Uma boa reportagem é feita a partir de pesquisa e planejamento. Muito além de contar histórias, precisamos mostrar que, em determinado assunto - embora já amplamente debatido - existe sempre algo novo e de interesse público.
Explico-me com um exemplo: Bom, digamos que você foi escalado para fazer a cobertura de uma enchente. Chuvas torrenciais sempre rendem pautas, mas a maioria se mostra pouco criativa quando elabora a matéria. Uma simples descrição/observação pode fazer a reportagem se tornar muito mais atrativa. É o seu testemunho que dará vida à matéria, caso contrário ela morre na casca, como qualquer literatura rápida e banal.
A partir de hoje, todos os dias postarei algumas dicas úteis em termos de reportagem. Professor Demétrio, me corrija se eu estiver errada.
Grande abraço, amigos
Numa redação comum, por certo, os editores pediriam as reportagens para ontem. Precisamos exercitar a capacidade de criarmos algo legal em um curto período de tempo, pois é isso que o mercado de trabalho quer e cobra.
Dica da editora: Existem pessoas que pegam uma pauta e vão fazendo entrevistas sem rumo. Uma boa reportagem é feita a partir de pesquisa e planejamento. Muito além de contar histórias, precisamos mostrar que, em determinado assunto - embora já amplamente debatido - existe sempre algo novo e de interesse público.
Explico-me com um exemplo: Bom, digamos que você foi escalado para fazer a cobertura de uma enchente. Chuvas torrenciais sempre rendem pautas, mas a maioria se mostra pouco criativa quando elabora a matéria. Uma simples descrição/observação pode fazer a reportagem se tornar muito mais atrativa. É o seu testemunho que dará vida à matéria, caso contrário ela morre na casca, como qualquer literatura rápida e banal.
A partir de hoje, todos os dias postarei algumas dicas úteis em termos de reportagem. Professor Demétrio, me corrija se eu estiver errada.
Grande abraço, amigos
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