quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Unicom no rádio

As edições do Unicom de 2012/2 ganharão um grande aliado. A partir da próxima semana irá ao ar pela Rádio A4, o Programa do Unicom. Os áudios contarão todo o processo de produção dos jornais desse semestre, numa espécie de making of, trazendo depoimentos dos alunos e do professor e contando todos os desafios que existem na hora de definir as pautas, buscar as fontes, produzir as matérias e fotos e pensar na diagramação. O programa irá ao ar todas as sextas-feiras, das 18h40min às 18h50min, com reprises em outros dias e horários. A produção será desta que vos escreve, Berenice Bohnen. Segue abaixo a chamada do programa, fiquem ligados!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Política na rede

Galera, bisbilhotando no Facebook para me atualizar sobre utilidades e inutilidades públicas (gosto de chamar assim), encontrei essa imagem compartilhada:


A imagem já teve muitos compartilhamentos. Bem que tentei levantar um número exato, mas, como ela foi postada nos álbuns de vários perfis, ficou difícil. No perfil "Vote nulo", até o momento desta postagem, havia 4.383 compartilhamentos!

Anotação do diário:
Ainda não sei bem o que fazer com isso, no entanto, quis compartilhar aqui no blog.
Ficam as perguntas: qual é a cara da política que, conforme a imagem, precisa ser mudada? Será que o voto nulo é a solução?

É hora de estarmos atentos às redes sociais. Podemos encontrar muita coisa que pode nos servir de inspiração por lá!

Cristiane.

Compromisso com "seu tempo e sua gente'"


Que falar de política é difícil e desafiante é consenso desde nossa primeira reunião de pauta. A pulga atrás da orelha que nos cutuca desta vez é outra. Afinal, como vamos fazer um Unicom sobre política atraente, criativo e marcante? No livro “A prática da reportagem”, do Ricardo  Kotscho, encontrei um trecho que tem relação direta com o momento e o desafio que estamos vivendo. Não é uma receita pronta. Longe disso. Mas vale a pena dar uma espiada:

“Pode-se fazer uma reportagem de mil maneiras diferentes, dependendo da cabeça e do coração de quem escreve,  desde que essa pessoa seja honesta, tenha caráter, princípios.  Não, não estou falando da tal "objetividade jornalística", da "neutralidade" do repórter, essas bobagens que inventaram para domesticar os profissionais que não se dobram aos poderosos de plantão, porque têm um compromisso maior com seu tempo e sua gente. Esse compromisso é que tem de nortear sempre o nosso trabalho - o resto a gente vai aprendendo com o tempo. O leitor tem o direito de saber o que pensa, de que lado que está aquele que escreve - é uma informação a mais para que ele possa tirar suas próprias conclusões”.

Quando defendemos – nossa equipe e o Ricardo Kotscho – essa transparência entre leitor, repórter e o produto que se pretende alcançar, não estamos falando de levantar bandeiras partidárias ou apoiar candidatos. Significa que devemos esclarecer a importância que percebemos no assunto política, para escolher ele como tema do nosso jornal-laboratório.

Independente das particularidades de cada um, uma coisa é certa: estamos do lado de quem quer que a comunicação seja, realmente, uma ferramenta de desenvolvimento para a sociedade. Queremos estimular a reflexão sobre a política e saber qual é a cara dela para pessoas diferentes. O convite para nos acompanhar nesse processo e ver o resultado final, está feito.

Juliana

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Toda política tem cara de política?

 
Delimitamos, ontem, a angulação e a tonalidade que terá a primeira edição do Unicom 2012/2.

Qual é a cara da política?

A política pode ter muitas caras. Minha sugestão de pauta ainda está em período de incubação. E aquela política sem cara de política?

- Isso não é hora de ser sensível – diz o editor.
- Não é sensibilidade. É dúvida.

Como tratar uma política feita fora dos “padrões convencionais”? Como falar sobre uma política feita com votação e representação, sim, mas que não está na câmara de vereadores, na prefeitura ou no senado? Grêmios estudantis, diretórios acadêmicos e até mesmo associações de moradores são formas de política. Mas será que isso é claro para quem está neste meio? Será que todos - os representantes e os representados - têm consciência de que isso é política também?

Dúvidas, dúvidas, dúvidas. São elas que movem o mundo. E são elas que, sem dúvida, vão fazer com que a nossa edição do Unicom tenha muito a dizer. 

Cristiane.

Política de desafio

Desafio. Escolhido o tema e a angulação é hora de fazer acontecer as matérias propostas e mostrar o que aprendemos até então no Curso de Comunicação Social da Unisc, dando sequência nas edições e consequentemente, se assim for merecido, nas premiações do Jornal Unicom.
Para quem acompanha o Blog do Unicom, vem matérias excelentes e histórias interessantes pela frente. Este é apenas o início de um semestre cheio de desafios. Fique ligado nos canais de divulgação do Jornal do Unicom e acompanhe o processo que nós, os alunos do Curso de Comunicação da Unisc, em conjunto com o professor Demétrio, produzimos mais uma edição do premiado Jornal Unicom!


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Um desafio e tanto


Confesso que saí um pouco decepcionada da última aula. Mesmo tendo levantado o dedo na hora da votação, talvez por ter levado em conta os pontos positivos abordados pelos colegas, eu continuava com a mesma ideia no pensamento: “poxa, justo quando chega a minha vez de fazer o Unicom ele será sobre política?”. Não gosto do assunto, nem de ler e muito menos de escrever e, sei que a grande maioria dos leitores do Unicom são como eu. Mas no ônibus, a caminho de casa, cheguei à conclusão que teremos um desafio e tanto nesse semestre. Teremos que achar uma forma de escrever sobre política, para quem não gosta de política e, o melhor, superar a ideia que temos desse assunto, descobrir que ele não é o bicho de sete cabeças que julgamos.
Então colegas, preparados para o desafio? Teremos muito trabalho, mas tenho certeza que no final colheremos um belo resultado!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Porque política não precisa ser uma coisa chata

Imagem retirada daqui
Teve debate. Os vários temas escritos na lousa branca pareciam olhar para a turma e perguntar:
- E aí, qual vai ser?
O tema política – polêmico – entrou na discussão. Teve defesa de ideias. Teve análise. Teve contrariedades. Teve votação.

- Eu não gosto de política.
- Política é um assunto muito batido!
- O pessoal não vai querer ler sobre isso.
- Mas pode ser uma boa...

Pode ser uma boa.
O tema é desafiador, sim, mas a proposta não é essa num jornal-laboratório? Não é agora a hora de sermos desafiados a escrever sobre um assunto evitado por muitos, abominado por outros, adorado por alguns?
Durante a discussão, me veio à memória a definição de “informação” – lá dos ensinamentos de Tecnologias da Mídia. O termo moderno “informação” tem em sua origem a palavra latina informatio, que designa a ação de fabricar, moldar, instruir e representar.
Que responsabilidade!
'Bora exercer o “social” da Comunicação?

Cristiane Lautert Soares

Política

Já temos o tema do jornal Unicom. Política: uma editoria fácil de resolver se pensarmos no que acontece dia a dia na política brasileira, mas nós temos que deixar de lado o casual e estipular uma pauta desafiadora, diferente. Então gente, pensamos juntos. Vale lembrar que precisamos pensar nas sugestões de pautas e ao meesmo tempo como vamos resolver a matéria, inclusive no que tange as imagens. Se for trabalhar com foto, capriche, e no caso de ilustrações, temos ver quem vai fazer e até quando. E assim começamos a viver a expectativa para mais uma edição temática do Unicom.

Adriano Marcos Ellwanger

Palavra do profe

Os trabalhos do semestres 2012-2 estão abertos também por aqui, moçada. É fazer acontecer, então.