domingo, 27 de abril de 2014

Estou curiosa

Além de nervosa agora estou também curiosa. Curiosa para ver a capa, tocar nas folhas e sentir o Unicom Separações em mãos. Será um momento de muita alegria e que nunca vai se separar de mim, das minhas lembranças e do meu coração. Que ele chegue logo!

sábado, 26 de abril de 2014

Programete #3

E vem aí a terceira edição dos Programetes, dessa vez com a produção do Fábio Felicio  e participação da Andressa Bandeira e da Vania Soares. A edição é de Bianca Cardoso. Escuta aí....

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Valeu a pena?

Sim, valeram a pena os dias de trabalho e de cansaço. Valeram a pena todos os passos pelo caminho traçado. Cada momento vivido nessa louca correria em busca de um objetivo em comum, valeu a pena! E agora é necessário seguir em frente, buscar nossos objetivos com muito esmero e dedicação, para encontrar o novo. Mais um dia terminando, mais um etapa vencida, com ou sem dificuldade, o que importa é o resultado. Que venha o próximo Unicom!!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O arquivo pdf

O final de semana chega depois de uma semana de pura felicidade em relação ao Unicom. Ao ver as páginas na parede a sensação foi boa, mas como fiquei em Santa Cruz para aproveitar e adiantar trabalhos nada poderia ser melhor do que acordar no domingo de sol e ser surpreendida por um arquivo pdf lindo, esperando para que seja novamente revisado. Afinal, nunca é tarde para revisar.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

É chegada a hora

O Unicom já tem cara, já tem corpo e conteúdo - de qualidade. É tão bom ver o trabalho tomando forma, fincando lindo, crescendo! Hoje a equipe do Unicom 2014/1 vivenciou um grande momento. Foi a hora da verdade: colocamos todas as páginas diagramadas na parede da sala. Editores, revisores, repórteres, produtores, o editor-chefe, enfim, todos olhamos o Unicom de frente. Olhamos, fizemos ajustes, concordamos e discordamos em vários itens. A edição que foi para a parede não foi a mesma que saiu. Essa, é melhor do que a outra e vai melhorar, ainda mais, quando for a edição final. Enquanto os novos ajustes são feitos pela diagramadora, nós aguardamos, ansiosos, pois sabemos que está chegando a hora. A hora do Unicom sair da sala de aula e tomar os corredores do curso de Comunicação Social da Unisc. Se na semana passada já faltava pouco, agora então...



Camisetas...

A manhã de hoje foi repleta de correções e revisões nas páginas do Unicom, mas a maior surpresa foi a chegada das camisetas. Ficaram lindas :D



Dever cumprido

Quando a turma "pega junto", cumpre prazos e tem muitas ideias o resultado chega no dia do fechamento da edição.

Programete #2

E vem aí a segunda edição dos Programetes, dessa vez com a produção da Andressa Bandeira  e participação do Fábio Felicio e da Vania Soares. A edição é de Bianca Cardoso. Escuta aí....

Dead line!

Chegamos ao fim da linha.

No quadro da sala está escrito: Fechamento (mesmo) do Unicom.

O editor suspira e nos cobra a revisão final do nosso jornal.

Os colegas estão preocupados e 'ouriçados'

É apenas o teste inicial do que nos espera quando o negócio for pra valer.

É o apaixonante jornalismo, seja no impresso, no rádio, na Internet ou na TV.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Uma experiência única

Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também define-se o jornalismo como a prática de coletar, selecionar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de comunicação. Através da disciplina de Produção em Mídia Impressa que tem por objetivo contribuir para a formação acadêmica no sentido de aperfeiçoar as técnicas de redação jornalística por meio de atividades semelhantes às desenvolvidas no dia-a-dia de um jornal, tivemos a oportunidade de produzir nosso primeiro jornal em equipe. A partir desta experiência aprimoramos na prática os conhecimentos teóricos, adquiridos no decorrer da nossa vida acadêmica, entendemos o processo de produção de jornal-laboratório, planejamos a produção, produzimos matérias de acordo com as regras do jornalismo impresso desde a elaboração da pauta, passando pela ilustração até o texto final, incluindo reportagens especiais, entrevistas e cobertura jornalística, planejamos e executamos a edição e a diagramação. Enfim, após o empenho de toda a galera nosso jornal experimental está prestes a ser distribuído.

Dois Unicom em um semestre

No começo pareceu difícil quando soubemos que iríamos fazer duas edições do jornal laboratório da disciplina Produção em mídia impressa, em apenas um semestre.   Fiz a Revista Exceção e precisei de apenas uma reportagem.  Porém, até o momento fiz três entrevistas  e todas elas foram muito gratificantes. Não foi  nada difícil, pelo contrário, aprendi bastante na busca pelas fontes, ao fazer as fotos e com as trocas de ideias junto a turma e professor. Agora já me preparo para a segunda edição, pautando e produzindo, para em breve largamos mais uma tiragem deste que é o melhor jornal universitário do Brasil o UNICOM.

Preocupações

Aquilo que já me preocupava desde o primeiro dia se tornou realidade na primeira versão da minha reportagem. Não estou acostumada a fazer textos literários e isso apareceu ali, em uma matéria redondinha. Começo, meio e fim mas sem a parte dos detalhes mínimos.

Que a bolsa estoure

Eu já participei da produção de outras edições do Unicom por causa da A4 - Agência Experimental de Comunicação. Porém, desta vez, fazendo o Unicom da disciplina, parece tão diferente. Criar um jornal com tantas mãos e com uma manhã por semana dedicada, exclusivamente, para isso, é excitante. Não tem como não pensar a todo momento no nascimento do nosso filho. Eu quero pegá-lo no colo. E, diferente da maioria das outras gestações, não vejo a hora dos outros poderem segurá-lo também.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Quase lá!

Hoje pela manhã foi dia de produção, revisamos os textos e a diagramação. O Unicom separações 2014 está chegando galera. Entre as diversas reportagens, confiram a que preparei especialmente para você! "Um passado que deixou marcas"

Vídeo do Programete

E o vídeo do 1º Programete do Unicom Separações está pronto. A produção é da Vania Soares, com a participação da Andressa Bandeira e do Fábio Felicio. As imagens da Ana Cláudia Müller e a edição, de Bianca Cardoso. Confere aí...

Trabalhando...

Hoje pela manhã nossa aula de Produção em Mídia  Imprensa foi super produtiva. Gravamos mais um programete para o blog, a Bianca está a mil editando o vídeo e toda a turma fez fotos para o expediente. Abaixo uma provinha da produção.

Saudades...

Como nosso assunto é separação, a palavra saudade está muito próxima e tem a ver com os textos do primeiro Unicom. Vale ler um trecho de um pensamento da escritora Clarice Lispector.

A Copa das Copas

A Copa do Mundo está aí. Paralelo ao jornal Unicom, estou trabalhando na construção de um suplemento da Copa do Mundo de 2014.

O material tem 24 páginas e traz a história de todas as Copas, os campeões, vices, seus artilheiros, os craques, curiosidades, os convocados de Felipão, os modernos estádios, entre outros destaques.

O Brasil busca o hexacampeonato mundial e mais, tenta a afirmação após as duas tentativas frustradas de título em 2006 e em 2010. Joga ao lado do torcedor brasileiro.

A última e única vez que isso ocorreu foi em 1950, no inesquecível Maracanazo, com vitória do Uruguai, de virada, sobre o Brasil, na maior decepção de todas as competições até então realizadas.

Como diz o slogan adotado pelo governo de Dilma Rousseff para promover o sucesso do evento, todos nós esperamos a "Copa das Copas".

Reportagens regadas de emoções

Para fazer o Jornal Unicom precisei ir em busca de cases que tinham se dedicado por longos num mesmo trabalho. E achei. Pessoas que trabalham 30, 28, 26 e 14 anos em áreas como educação, comunicação e agricultura.Ouvir estas histórias foi muito emocionante, em algumas vezes tive que disfarçar minha emoção e claro, que ao digitar e ler o texto em voz alta, não fiquei indiferente aos seus relatos.Agora é aguardar e conferir as reportagens, que antes de ser um trabalho de jornalismo, tem sentimentos de uma aprendiz de  repórter.



Miúdos congelados de um texto - Parte I

[...] Riba, apelido de um andarilho, também lamenta a separação dos filhos. Ele tinha emprego e casa. Foi apresentado ao crack por um amigo. Experimentou pensando que seria homem suficiente para controlar seus impulsos. A pedra acabou quebrando a hombridade do senhor de 42 anos, mas com aparência de um ancião de cento e poucos anos. Riba não sabe muito bem como tudo aconteceu. Quando percebeu, estava

Ilustração

Já estou com o friozinho na barriga. Nervosa e ansiosa para ver o nosso jornal pronto. Mesmo com o processo de produção a caminho de sua reta final, ainda me surpreendo com detalhes que surgem em minha querida matéria. Por ter escolhido não utilizar foto, optei por uma ilustração. Mas não uma simples ilustração. Eu queria algo que expressasse exatamente o sentimento de minhas fontes. Nesse momento surge a ideia. Entro em contato, explico o quero e em menos de uma semana recebo o resultado. Sinto-me realizada ao ver que a ideia deu certo. Mas fico surpreendida com a emoção que senti ao ver a imagem. Me questiono: como uma criança consegue expressar tanto sentimento em um simples desenho? E mesmo sem resposta, desejo ser grata pelo aprendizado que esse processo tem me concedido, e principalmente por ter uma família ao meu lado.


terça-feira, 15 de abril de 2014

Nervosa


Estou começando a ficar nervosa. Friozinho na barriga e curiosidade tomam conta de mim. Será que vão gostar? Será que ficou bom? Tá muito grande? Muito curta? O que vão achar, céus? Espero que gostem porque valeu a pena. 

Valeu a pena escrever cada linha da reportagem e contar a história de que espero ninguém se separe. A história que acaba para sempre voltar a começar. Sempre que alguém abrir um Unicom Separações. Sempre que alguém dedicar um tempinho para se separar do mundo ao seu redor e ler.
                                                                                      Confira aqui o começo dessa história. 
Foto: Andressa Bandeira.                






Na reta final

Reportagens: OK. Revisão: OK. Fotografia: OK. O nosso jornal já passou pela gestação e está pronto para nascer. Não, espera, ainda faltam duas partes. A diagramação, que vai deixá-lo lindo - como se fosse filho do Brad Pitt - e, finalmente, o parto. O nascimento do nosso, tão esperado filho!

Eu não me separo!

Agora mesmo havia um debate aqui sobre o que as pessoas não se separam. Eu me pus a pensar... Obviamente, os primeiros pensamentos remetem às pessoas em que somos apegados. Nossa família, nossa mãe, pai, irmãos, avós, tios, amigos, namorado(a). Depois os animais de estimação: cães, gatos, peixes, periquitos. Não necessariamente nessa ordem, cada um com suas prioridades....
Mas ao parar para pensar, realmente, do que não me separo nunca, objetos eu quero dizer, percebi algo. Existem inúmeros, que não somente eu, mas provavelmente muitas pessoas, não se separam. Meu notebook, por exemplo, levo-o comigo para a Unisc, para meu trabalho, uso-o diariamente em casa. Quando vou viajar levo-o, mesmo que não tire ele da mala para nada. Tem também o celular, o meu é bem velhinho, mas que para quem tem um bom, provavelmente  desempenha as mesmas funções do meu notebook. Outros objetos dos quais nunca me separo: minha carteira, meus fones de ouvido... Em janeiro de 2012 ganhei uma tornozeleira, um presente simbólico, mas que nunca mais tirei e está ali quietinha na minha canela desde então. Talvez o mais importante objeto do qual eu nunca me separo: a minha aliança! Presente do meu querido namorido, e que só sairá dali, quando outra estiver por vir, uma dourada e que irá para a mão esquerda. 
 E há apenas mais um, do qual eu nunca gostaria de me separar, mas muitas vezes, preciso. Não poderia chamá-lo de objeto, ele é bem mais do que isso, ou ao menos simboliza muito mais. E mesmo quando não estou ao seu lado, lhe levo comigo no coração. Meu fiel companheiro, querido e amado. Com quem compartilho minhas lamúrias e meus momentos de alegria: Meu lindo violão...



É isso minha gente! E vocês? Do que nunca se separam?



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Nasceu...

Foram horas e horas de dor e angústia, um aperto no peito, a sensação de que eu precisava dizer algo, mas ainda não sabia bem o que queria dizer...


fonte:google.com

Conversei com inúmeras pessoas, ouvi histórias, escutei a vida inteira de algumas pessoas em alguns minutos. Vi o pranto, vi as lágrimas, mas também vi sorrisos.  Haviam cicatrizes que não estavam completamente curadas e outras que há muito estavam deixadas de lado, escondidas nas profundas gavetas da memória, e do coração. Me emocionei, foi lindo. Era tanta informação que demorei a processar. Foi difícil organizar tudo em algumas linhas. Escolhi as histórias, aliás, tive que escolher, por mim colocaria todas, acho que daria um Unicom inteiro, mas precisei conter-me. Escolhi as que mais mexeram comigo. Não digo que eram as mais bonitas ou mais especiais, todas eram vidas, todas mereciam algumas linhas, mas precisei escolher. Foi um trabalho árduo, mas consegui. 
Depois de escolher quais histórias eu queria contar veio a parte mais difícil, resumi-las. Ou melhor, cortá-las. Resumi-las parece algo muito fácil e bonito. O que eu fiz foi terrível, mas claro, por uma boa razão, precisava fazer, caso contrário meu texto ficaria extenso demais. Então peguei todos aqueles relatos, todas aquelas alegrias e tristezas, todos aqueles detalhes e os transformei em um texto. Texto? Não é bem um texto, está um pouco diferente, o formato, eu quero dizer. Mas ainda assim faz o principal, conta uma história, opa, uma não, várias.
Depois de enxugar os relatos e guardar somente aquilo que mais importava, joguei as palavras no papel: de início saíram meio tortas, embaralhadas, não sabiam bem o que faziam ali, mas reorganizei-as. Algumas foram embora irritadas, outras vieram animadas por poderem participar. No final, pareciam que tinham nascido para estarem ali. E eu quando as vi, todas em ordem, todas combinando umas com as outras, não aguentei e tive que mostrá-las a outra pessoa. Que por sorte também gostou, que coisa mais linda, foi uma festa! 
Agora que está tudo pronto, só falta esperar. Elas estão ansiosas, só o que pensam é em sair daquela tela e irem parar no papel. As palavras, quero dizer. Não aguentam tanta espera. Nem eu. Quero vê-las impressas, abraçadas ao papel, agora é tudo em que posso pensar...

Depois de muito sofrimento, finalmente nasceu...




Direto da redação

O Unicom é um jornal laboratório produzido pelos alunos da disciplina de Produção em Mídia Impressa. O tema da primeira edição de 2014 é separações! E você, alguma vez já parou para pensar do que você não se separa? Fiquem ligados está rolando uma enquete no mural do bloco 15 para saber sua opinião. Participem! Além disso, logo, logo o Unicom está chegando, com histórias que vão surpreender você!

O primeiro Programete

E já está pronta a primeira edição do Programete do Unicom Separações. A produção é da Vania Soares, com a participação da Andressa Bandeira e do Fábio Felicio. Edição de Bianca Cardoso. Ficou muito bacana, vale a pena conferir... Ouve aí!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Novas possibilidades

“Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder. Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos. Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.” (Paulo Coelho) Sendo assim, muitas vezes para mudarmos precisamos fazer escolhas. Essas escolhas podem gerar algum tipo de separação. Deste modo, o termo separação não pode ser associado a algo negativo, pois é através dela que surgem novas possibilidades.

Todo dia é dia de separação

Está rolando em algumas salas e laboratórios do bloco 15 de Comunicação Social (claro) um cartaz que faz o seguinte questionamento: Você se separou de quem hoje? Nosso tema do Unicom deste semestre é sobre separação das mais diversas. Mas no decorrer do semestre começo a entender que todo dia é dia de separação. Da nossa cama, da nossa caneca do café, dos nossos filhos, do conforto e aconchego do nosso lar e outros acessórios. E a conclusão que cheguei é que a vida é feita de separação a cada minuto, a cada hora, a cada dia, mês e anos somos afastados daquilo que gostamos. E a rotina  impede de refletirmos sobre estes momentos de desagregação.Se ligue na próxima edição do Unicom para saber mais sobre este tema que promete.Até breve...

... (reticências)

A divisão não é fácil. Afastar-se da zona de conforto nem sempre é um retiro tranquilo. Na vida, fica marcada a divisória deste afastamento. Aí temos uma secessão, ou seja, o antes e o depois do desmembramento. Mas, essa cerca que invade e nos separa da rotina é necessária.  Pois ela aguça, reinventa, traz a evolução dos sentidos. Assim, um novo horizonte surge e a partição já não é lembrada.

Então, fica a dica: Nem toda SEPARAÇÃO é ruim

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Minhas separações

Pensando no questionamento "Você já se separou hoje?" percebi que já me separei de muitas coisas na vida. Me separei dos meus dentes de leite, das minhas barbies e dos episódios de Power Rangers. Me separei das minhas meias coloridas até os joelhos e de um razoável número de cachorros e gatos que tive. Me separei do meu pai e dos meus avós. Também me separei do meu colégio e dos grupos de dança e teatro que fazia parte. Me separei da ideia de morar em outra cidade para cursar Jornalismo. Dentre essas e outras tantas separações pude concluir uma coisa: o quanto elas fazem a gente amadurecer, independente da amplitude de cada uma em nossas trajetórias. E para quem se perguntou do que eu me separei hoje, já sei responder: me separei das ideias guardadas na mente e vim aqui escrevê-las.



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Guerra e separação

Sou uma pessoa apaixonada por cinema e música. Vejo que amo muito mais  'Hollywood'. Meus preferidos são os longas de suspense, terror e drama. Os filmes de guerra costumam ser cheios de emoções e com cenas fortes. A separação aparece em muitos deles. São os judeus separados dos alemães, são filhos separados de pais....

Além do céu e da terra

Em outro momento, um dos post teve como tema o que o Espiritismo e a Umbanda pensam sobre a separação pela morte. Há cerca de 20 dias, entrevistei o pároco da Igreja Católica de Venâncio Aires, Marcelo Carlesso. O meu objetivo era saber como o Catolicismo explica as separações das pessoas por meio da morte que é tão temida. Como muita calma, falou de forma clara e precisa que há o corpo físico e o eu que é formado pela maneira que pensamos e agimos.

O lado espiritual!

A separação vai muito além de um divórcio. Quando a gente pensa na palavra, geralmente, esse significado é vem na mente da gente. Ela também é explicada pela religião. Isso mesmo, porque quando as pessoas partem do plano terreno há a separação do corpo e da alma.

Dia produtivo

A manhã da última quarta-feira 09 de abril foi muito produtiva para a turma de Produção em Mídia Imprensa no laboratório de informática.  Os alunos estavam a mil na finalização dos textos para o jornal laboratório Unicom. Os revisores, a diagramadora, a editora e os repórteres passaram a manhã bastante afoitos e animados com as produções. Nosso Unicom Separações está tomando forma. Aguardem.




Na rua, na chuva, na fazenda ou no laboratório de rádio

Unicom é texto, é fotografia, é ilustração, é blog, e é também áudio. Além das edições com audiodescrição, neste semestre, a publicação temática também está nas ondas do rádio. Vania Soares, Fábio Felicio, e eu, Andressa Bandeira, estamos encarregados de produzir programetes sobre o primeiro Unicom de 2014.

Ousar é permitido

Me apegar com a matéria já é normal. Sempre acontece. Talvez isso aconteça com todos repórteres que, realmente, gostam da pauta. E, sobretudo, ficam feliz em contar histórias. Independente da história. O ato de escrever já é, por si só, recompensador. Mas, ousar ao escrever pode ser mais excitante do que se imagina.

Oportunidade

Já pensou que bacana ver o teu texto publicado?
























Escolha certa

Muitas vezes as escolhas que fizemos nos levam a caminhos desconhecidos. Arriscar-se, sair do óbvio e ir além amedronta. Por vezes, causa desespero. Mas recompensa. Afinal, quem seremos se não nos aventurarmos em busca do novo? Não poderemos chegar a lugar algum se não dermos o primeiro passo. Poderia falar por horas sobre o motivo destas afirmações, mas prefiro não divagar. Quando defini o tema da minha reportagem, senti um misto de agonia, ansiedade e entusiasmo. Sabia o que havia pela frente, mas não sabia onde chegaria com aquilo. Estava revirando um assunto delicado, muito próximo e, mesmo assim, distante de mim. Conhecia a história, mas não tinha certeza se poderia contá-la. Enfim, pude. E contei.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

7 de abril, Dia do Jornalista


Gabriel García Márquez: "Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte".

Feliz Dia do Jornalista!

























Dica de filme

De que a vida é feita de separações, nós já sabemos. Mas de quais tipos estamos falando? Essa edição do Unicom, pretende abordar as separações diferentes, aquelas que podem acontecer de uma hora para outra, sem aviso, sem pedir licença ou que podem levar dias e até mesmo anos para se concretizar. Das mais sutis até as que deixam marcas profundas.

Uma entrevista diferente!!

Eu fico super feliz quando entrevisto uma pessoa importante e conhecida que não faz parte das pautas do dia a dia. E para o Unicom que vai abordar o tema separação, eu pude viver isso! Uma das entrevistadas que vai aparecer em uma das matérias será a atriz norte-americana, Christine Elise McCarthy! Ele ficou super conhecida no papel de Kyle no filme 'Brinquedo Assassino 2' de 1990.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

A história de Henrique

Ontem tive a oportunidade de conhecer o Henrique. De cara pude ter uma noção de que se tratava de uma criança doce: amável, abraçava o avô, Hugo, o tempo inteiro. Sorria quando via algo que o agradasse. Ficava faceiro diante dos brinquedos que ocupavam um dos cantos do shopping. Comia seu jantar com tranquilidade, a menos que algo mais atrativo passasse diante de seus atentos olhos azuis. Entretanto, quem avista de fora - sem prestar atenção - não percebe o que realmente acontece no universo do pequeno Henrique.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Quase lá

Falta uma semana para a entrega das reportagens para a revisão. Enquanto isso os repórteres finalizam os textosm diagramação começa a trabalhar e o pessoal da produção continua com as atividades, que são muitas. Resumo da história: ainda temos muita coisa pela frente para deixar essa edição do Unicom digna de muitos leitores!



Trechos da reportagem Era cedo para dar adeus...


"Levou todas as lembranças em apenas uma caixa. Antes de sair dali, com as recordações nas mãos, e a sala vazia, parou por alguns instantes para se despedir em silêncio daquela sala que ali viveu tantas emoções. Olhou para a janela e se lembrou de quantas coisas passaram por aquela aresta. Olhou os fantoches e enxergou cada momento dividido entre ela e seus pequenos, os livros expostos na estante, cujas muitas mãozinhas os tinham tocados".


"Ficaram seqüelas. Seqüelas muito fortes que não sei se  apagarão”  


"A notícia foi dada de forma fria e direta; sem muitas explicações. Fui separado daquilo que mais gostava de fazer".

Trechos dos tres entrevistados. Aguarde. 




O difícil é começar...

Sentei diante do computador. Acabara de ouvir as fontes, agora seria a hora perfeita - pensei. Olhei para aquela tela toda em branco, comecei a tropeçar pelo teclado. Escrevi meu nome, escrevi a disciplina, escrevi o nome das fontes, pensei, pensei. Nada saía, nada. Passaram alguns minutos,  abri o facebook, quando dei por mim, já haviam passado algumas horas. Nada.

Fonte: google.com

O que fazer quando você quer dizer algo mas não sabe o que é? Organizei-me, conversei com duas ou três pessoas que me deram dicas de como começar. Ou melhor, ordenei as histórias na minha mente, decidi o que eu queria contar. Sentei novamente diante da tela em branco, pus os fones de ouvido e comecei a transcrever todos aqueles relatos que ouvi. Depois separei tudo que havia de melhor, e antes que pudesse perceber já tinha a tela cheia de anotações, ideias, e já estava tudo lá.
Voltei ao texto, reli, fiz ajustes, troquei palavras, reli, gostei...
Agora é só esperar e confirmar se eu realmente consegui contar uma história, ou melhor, quatro histórias!