sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Unicom impresso!

A versão "palpável" do Unicom já está disponível na Coordenação do Curso!

Foto: Demétrio Soster/Facebook

A primeira edição do Jornal Unicom deste semestre já foi impressa e pode ser retirada na Coordenação do Curso de Comunicação Social. O tema é Profissões Invisíveis. Em breve, disponibilizaremos o jornal em PDF.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dia de avaliação

A noite de quarta-feira foi de avaliações coletivas e individuais sobre o processo produtivo do jornal Unicom. Colocamos as cartas na mesa para discutir nossos erros e acertos. As colocações foram feitas pelos alunos, conforme os cargos exercidos, e pelo professor, que também atuou como editor-chefe. Essas lições serão levadas para a próxima edição do nosso jornal-laboratório, que já está sendo produzida. 
 


 
O resultado da edição temática 2011/2 do Unicom – sobre Profissões Invisíveis – poderá ser conferido já na próxima semana. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Organização Unicom - edição multitemática

Funções definidas.
Let's work!


Tem mais trabalho

Matérias prontas. Fotos bem produzidas. Capa super bacana. Páginas diagramadas. O trabalho está pronto! Que nada! Tem muito trabalho pela frente!

A nossa tarefa de revelar o visível inclui também a apresentação do nosso jornal-laboratório que está de logo novo. O que será que o 'povo' pode esperar para o lançamento? Huumm, é esperar para ver! Hoje à noite será o momento de afinar tudo para mais esse grande momento.

E não pára por aí! A segunda edição, esta que será de multitemática, já está em construção. Hoje também vamos dar o ok para as pautas e o trabalho continua a todo vapor. Grande momento de aprendizado, de experiência prática para a somar em nossa (futura) vida profissional.

Mais uma vez os leitores não vão perder por esperar.

Até mais!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A face invisível da matéria - PARTE 4

Achei que tu fosses mendiga
“A ONG que procurei em busca de um protagonista para minha matéria do Unicom atua em Venâncio Aires há mais de 40 anos. A entidade não investe em publicidade e pouco divulga suas ações. Por isso, é comum os pedintes baterem a porta da entidade em busca de comida e roupas. No meu caso, foi só eu tocar a campainha que Dona Elsida atendeu e disse em meio a um sorriso: ‘Querida, comida e roupas é só a partir das 8 horas’. Embora os pedidos fossem constantes e a maioria dos ajudados soubesse o horário de atendimento da instituição, ter alguém tocando a campainha às 7h30 da manhã só poderia ser pelo mesmo motivo de sempre: buscar ajuda. ‘Achei que tu fosses mendiga’, respondeu ela após ouvir o motivo da minha visita.”
Cristiane Inocêncio


Pimenta nos olhos dos outros
Quando ficou definido que o Jornal Unicom deste 2011/2 seria sobre profissionais "invisíveis", logo soube que não precisaria ir longe para ter a pauta. Bastava conversar com meus colegas, técnicos de áudio da emissora de rádio que trabalho. Era a certeza de ter um assunto interessante e de estar fazendo justiça, digamos assim, com gente que faz um trabalho tão bom e, de fato, quase ninguém conhece. Na hora de buscar ganchos, pensei em perguntar sobre um dia de um deles fazendo transmissão de futebol ou festa no interior. Ou sobre alguma ocasião de tormenta em que a rádio saiu do ar e tudo deu errado. Nem precisei. Enquanto refletia, um destes meus colegas teve de sair do seu dia de folga - que já era uma segunda-feira - para tomar banho de chuva e consertar alguns equipamentos que queimaram por conta de um temporal, tirando o sinal do ar.
Geferson Kern

A face invisível da matéria - PARTE 3

Um senhor de cabelos branquinhos
“Precisei mudar o foco da minha pauta aos 45 minutos do segundo tempo. Havia sido definido que eu entrevistaria a pessoa que corta a grama do estádio Edmundo Feix. Ok. Quando fui atrás da sugestão veio a surpresa: quem cortava a grama do estádio era a mesma pessoa e máquina que cortam a grama do cemitério-parque de Venâncio Aires. Cheguei a me arrepiar. Então tive que pensar em outro assunto e cruzei com o senhor velhinho Não está claro do Guarani. Pois bem, em um sábado de manhã, único dia que posso dormir até mais tarde, dia frio, estava eu em um campo de futebol seguindo um senhor que estava pintando as linhas do gramado. Foi nesse momento que me dei conta que ele tinha todo o valor no contexto do tema do Unicom. Ali estava o meu profissional invisível.”
Vanessa Behling


João precisa se proteger
“Já pensou em ter que olhar todos os dias para um mural com as fotos das pessoas que você não quer encontrar na rua? Elas são sinal de perigo. Pois é, o transportador de valores - na matéria identificado apenas como João - passa por essa situação. Confesso que fiquei um tanto preocupada com a matéria; preparei uma série de perguntas já imaginando que não teria resposta para muitas delas, afinal, João precisa se proteger e uma das maneiras é falando pouco da sua profissão. João já era meu conhecido, sei do seu trabalho e dos cuidados que tem. O que eu não poderia imaginar é que quando eu chegasse em sua casa encontraria a porta aberta e ele dormindo sentado no sofá da sala. Já pensou se eu fosse uma das figuras do mural?”
Jaqueline Lara

A face invisível da matéria - PARTE 2

“Eu não gosto disso, tá?”
“Tentem imaginar a cena: ao ficar frente de frente com minha fonte, disparei: ‘Fernando, preciso de uma entrevista contigo’. Ele não esboçou grandes reações, mas respondeu: ‘Não Deka, eu não gosto disso, tá?’. Tá!? Tá, nada! Ele não tinha compreendido que ele já era o meu case do Unicom e que, demorasse o tempo que fosse, eu iria convencê-lo. Fui então buscar um copo de cerveja. Voltei e continuei: ‘O Unicom é temático. E o tema tem tudo haver com o que tu faz.’ Ele olhou para baixo, entrelaçou as pernas, cruzou as mãos, voltou o olhar para mim e continuou: ‘Hum’. Respirei fundo, tomei mais um gole da cerveja e continuei: ‘Não é nada demais. Tu nunca me disse, o que exatamente tu faz lá?’. Ele riu (sim, ele riu) e foi neste momento que, sem ele perceber, estava me contando tudo sobre sua rotina como diplomata.”
Andréia Bueno


Perto da calculadora, longe da lupa
“Sempre quis saber de onde surgiu a minha vontade de seguir carreira no Jornalismo. Sou filha de uma contadora e de um marceneiro e irmã de uma engenheira. Números e cálculos, claro. E as letras? E a curiosidade? Dia desses, conversando com a Marlise – também conhecida como minha mãe - descobri que ela queria ser investigadora. Detetive, sabe? Por coincidência, a profissão que escolhi para abordar na matéria. Durante a juventude, os livros de romance e suspense despertaram-lhe o instinto investigativo. Em sua imaginação habitavam perseguições, esconderijos e descobertas. No entanto, a imaginação de minha mãe passava longe da realidade da época. O fato dela ter saído de casa – e mudado de cidade - para estudar já era um diferencial e tanto. No fim das contas, acredite: ela se formou em Ciências Contábeis. Perto da calculadora, longe da lupa.”
Marília Gehrke


Ninguém deixa rastros
“A preparação da minha pauta foi bastante tensa, mas conseguir carta branca para entrevistar meu personagem compensou a incerteza inicial. Embora não tenha sido possível acompanhar de perto toda rotina de trabalho, por questões de privacidade, pude conhecer pessoalmente os bastidores de um motel. As coisas acontecem de forma rápida para que funcione tudo perfeitamente. Ninguém deixa rastros. Durante a conversa com o personagem, tive que me esconder diversas vezes atrás de folhagens, ou dentro do carro, e permanecer com olhos fechados. Apesar da timidez do entrevistado, fui quebrando o gelo e consegui desvendar detalhes interessantes para revelar aos leitores do Unicom. O maior prazer em trabalhar com o jornalismo é exatamente isso, conhecer histórias e personagens que jamais seria possível em outra profissão.”
Michelli Jülich

A face invisível da matéria - INÍCIO

É complicado escolher qual a melhor face do jornalismo: da apuração à redação, todos os momentos exigem muito do repórter, e são todas muito prazerosos. Para a produção do jornal que você tem em mãos não foi diferente. O desafio de transformar histórias de pessoas invisíveis em reportagens veio acompanhado por situações pitorescas e reações inesperadas. Os bastidores das nossas matérias mostram como o fazer jornalístico pode ser sedutor e surpreendente. E, principalmente, como este processo pode se transformar em uma rotina de aprendizado. Depois de receber alguns “nãos”, ou de trocar o rumo de algumas pautas, trazemos ao leitor um jornal cheio de personagens singulares. Confira o caminho de incertezas e descobertas que os repórteres passaram para chegar até aqui.
Jeniffer Gularte


Minha escolhida começou a rir
“Antes de ir às ruas em busca da protagonista da minha reportagem, já imaginava que não seria apenas mais uma pauta em minha vida, simplesmente por se tratar de uma procura diferente: eu não estava indo atrás de informações exatas para compor uma matéria. Na verdade, minha missão era encontrar uma pessoa com histórias que surpreendessem. Ao avistar de longe uma mulher de um 1,3 centímetros de altura, percebi que ali estava uma personagem que seria no mínimo curiosa para o meu trabalho. O que eu não esperava era o modo como ela recebeu o convite para ser a protagonista da minha matéria. Minha escolhida começou a rir, afirmando que deveria se tratar de uma ‘pegadinha’. A surpresa foi seguida de uma das conversas mais impressionantes que eu podia ter tido e também uma das mais demoradas para ter início.”
Maiara Halmenschlager


Aquilo cortava meu coração
“Descobri que trabalhar em pet shop dá trabalho, mas que pode ser muito engraçado. Acompanhar a rotina do profissional foi uma experiência maravilhosa, presenciei cenas impagáveis. A cachorrada briga com vidro de perfume, vomitando e faz até as necessidades enquanto é secada. Um dos momentos mais graciosos foi quando a minha personagem abria os nós de um cãozinho poodle. Ele gritava, enquanto a minha expressão era de pena. No pet shop, todos me olhavam, riam e, ao ver minha reação, diziam: “Calma, não estamos machucando ele”. Mas, afinal, como queriam que eu ficasse? Aquilo cortava meu coração. É, caros leitores, ossos do ofício.”
Daiane Kalsing

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Na Malhação e em breve no UNICOM

A primeira edição do semestre do Jornal Unicom foi finalizada hoje. Em breve, eu digo muito em breve (agora é questão de semanas) vocês vão poder conferir as reportagens feitas pela galera de Produção em Mídia Impressa.

Como se não bastasse a euforia de ver o jornal com cara de jornal, e poder afirmar: "pode enviar para impressão, está pronto", hoje também tivemos um segundo momento especial durante a aula, fizemos a segunda reunião de pauta.

Sim, já começamos a pensar na próxima edição do Unicom. Se a primeira foi temática, a segunda vai abordar os mais diversos assuntos, e nesta "vibe" tivemos toda liberdade para pensarmos em algo que realmente queremos escrever sobre.

Não pude evitar em pensar em um guri que conheci alguns meses atrás, aqui em Santa Cruz do Sul, que se encantou pela cidade e para minha surpresa (e alegria, porque o cara é gente boa e merece!) está na novela jovem da Rede Globo, a Malhação.

Pedro Bernardo, ou Pedrinho do Cavaco: é esta a pauta que eu quero!

Pela intensa rotina de gravações que ele está tendo pensei que seria meio impossível achar o Pedro on-line para lhe propor a entrevista, mas, ao contrário, ao chegar em casa ele estava no Facebook, on-line e logo me respondeu. Ele topou fazer parte do próximo UNICOM.

Sobre o que vamos falar? Como será feito? Hummm, surpresa, só posso antecipar que ele foi receptivo à ideia, obviamente o melhor está por vir....

Por enquanto, fiquem com o vídeo do Pedro Bernardo que mandou o recado para galera do Unicom (notem que está algo super improvisado, foi gravado com uma câmera digital nada profissional, mas está valendo) !!!!!


video


See Ya,
Deka Bueno

sábado, 15 de outubro de 2011

Rotina da minha protagonista

Pra ir deixando os leitores do Unicom com água na boca e ainda mais curiosos, lanço aí um vídeo que fiz enquanto acompanha a rotina da protagonista da minha matéria.

No outro, a própria Neusa, conta em sua palavras como é a rotina de uma rádio-táxi. Lembrando que a produção do Unicom ta na fileira e o material ta quase indo pra gráfico. Enquanto isso, confere aí.


domingo, 9 de outubro de 2011

Ilustre invisível

Se me permitem, uma musiquinha para alegrar o domingo. O que isso tem a ver com o Unicom? Bom... já que falamos de "profissões invisíveis", vamos ouvir a banda de um guitarrista que por muito tempo trabalhou como músico de estúdio. Ou seja, ele gravava um monte de coisas legais nos discos de grandes artistas da época, mas ninguém sabia quem era ele.


"Antes do Led Zeppelin, o guitarrista Jimmy Page foi um prolífico músico de estúdio, participando das gravações de dezenas de músicos de estilos diversos. Durante os anos em que esteve no Led e depois do encerramento da banda, participou ainda de gravações com outras dezenas de músicos e bandas."

fonte: Whiplash!


Tio Jimmy sabe das coisas!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Bastidores - fotos do expediente

Olá, pessoal!

Estamos trabalhando na produção de fotos para o expediente do Unicom.

Que tal acompanhar os bastidores?


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Está no forno

A noite de ontem foi de muito trabalho para a equipe do Unicom temático deste segundo semestre. A edição está "no forno".

É, isso mesmo!

Depois de muito trabalho de produção de textos, fotografias, uma super produção para a capa, ontem o núcleo de PP começou a entregar as primeiras páginas diagramadas com a nova logotipia e esboçando a proposta de um novo layout para as páginas.

Agora, intensifica-se o trabalho de revisão.

Quem está esperando a nossa promessa de revelar o visível, com certeza também vai encontrar um Unicom muito bem preparado em termos de conteúdo e visual.

Falta pouco!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Radioweb Unicom

Olá pessoal! Selecionei um trecho da conversa que tive com o profissional "invisível" escolhido para minha reportagem. Leandro e Castro, o leiteiro, fala sobre a sua rotina de trabalho. Confere aí!


Fique ligado no blog do Unicom que logo voltarei com mais detalhes da conversa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A arte de revelar o ser humano

A jornalista Eliane Brum é expert na arte de revelar o que há de mais peculiar no ser humano.


A leitura de seus livros - entre eles A Vida que Ninguém Vê - auxilia na construção de um texto informativo com aspectos literários.

domingo, 2 de outubro de 2011

E quando ela não vem...segure-se quem puder

Mais que dona de uma profissão invisível, a minha personagem, por aqui...é imprescindível.
Já imaginou uma casa enorme, e cheia de mulher dentro? É bagunça na certa! No domingo, único dia de descanso da "tia", eis como fica a cozinha:

...é carregador de bateria de notebook, leiteira, azeite, talheres e parte do liquidificador em cima do balcão, uma pia cheio de louça suja...e por aí vai. Segure-se quem puder e reze na hora de procurar por um copo ou algo do tipo, pois provavelmente, estará no meio disso tudo!