quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A equipe

Você sabe quem está produzindo o jornal Unicom deste semestre?

Se você vem acompanhando os posts aqui no blog e é da Comunicação Social da Unisc, já deve ter visto algumas carinhas conhecidas nas fotos postadas aqui no blog, mas, se não viu, não se preocupa não, vou "matar" a sua curiosidade =D.

Foto: Fábio Goulart                                 
Equipe linda do Unicom Medos 2015/2

Ah, e fica ligado que logo, logo faremos o lançamento desta edição que está recheada de novidades. Mas, enquanto ela não chega, se aprochega aqui e embarca nesse barco com nós. 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Marcando presença

Boa noite, leitores! =)
A noite de terça-feira foi produtiva: além das camisetas, também recebemos os bottons! A responsável pela produção foi a Luana Ciecelski. Ficaram muito legais, não é?!

Eu já garanti o meu. E você, quer também? 

Então, continue ligado no blog para saber a data de lançamento do jornal. Além dessa, estamos preparando muitas surpresas para esse evento! 



Depois das fotos, o boneco

Não existe jornal impresso sem um boneco. É quando os editores decidem que espaço cada matéria vai ocupar e onde vai cada uma delas.

Na aula de hoje, além das fotos a turma conheceu o boneco elaborado pela editora Heloisa Correa e a editora de arte Évelyn Bartz. De agora em diante, tudo é correria de fechamento.



Fotos da turma

E aí pessoal, tudo bem? Aqui quem vos fala é o Guga. Ficam aqui os registros das fotos de hoje à noite. Tirar fotos no fundo infinito, sempre é uma ótima experiência. Além de deixar o nosso Unicom Medos mais carismático, para nós, foi pura diversão!

Abraço a vocês, caros leitores.



Chegando aos "finalmentes"


Estou super ansiosa pelo lançamento do nosso Unicom, o Unicom Medos. Hoje recebemos a nossa camiseta, a minha ficou um pouco grande, mas mesmo assim está linda, o pessoal caprichou. Também foi nesta oportunidade que tiramos as fotos para o jornal. Foi uma folia, achei muito divertido essa parte, tirou um pouco o stress que eu estava sentindo nas aulas nas ultimas semanas. 

Mas falamos do jornal. Ainda não contei sobre o que é a minha matéria, agora que já não é mais segredo vou falar sobre. Escolhi o tema “medo do escuro” porque foi algo que senti por muito tempo, e na verdade, sinto até hoje. Falei com crianças e também procurei uma pessoa adulta para contar como é sentir esse pavor, independente da idade. 

Agora precisamos nos mexer e tocar o barco, ou melhor, tocar o jornal. E como sou revisora do impresso, fico por aqui, e boas leituras pra mim.

Muitas poses, muitas caras e bocas, tudo por um jornal perfeito!


Habemus camisetas

A noite dessa terça-feira, 29 de setembro, foi de distribuição das camisetas do Unicom Medos.
Pretas, com carinhas de pavor brancas, elas já estão circulando pelos corredores da Unisc. 

Confere um pouco do que foi a folia:

Fotos Luana Ciecelski                                         
A Pâmela adorou a camiseta do Unicom Medos

Xiiiiii... e se não servir? Serve, sim, professor Demétrio
A Evélyn Bartz fez a distribuição


Outra novidade da noite foi que o professor Demétrio, que havia quebrado o braço direito durante as férias de julho, tirou a tipoia e já está escrevendo no quadro outra vez. A letra, infelizmente não é muito melhor do que aquela feita com a mão esquerda (Hahaha. Brincadeira professor)

Eis a prova

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A espera ...

Pensar em uma reportagem, pesquisar sobre o assunto e montar o esqueleto dela com as fontes. Ver se conhecemos os possíveis entrevistados ou se vamos precisar ir atrás, pesquisar mais um pouco e se familiarizar com eles. Conseguir a forma de contato (e-mail, telefone, endereço), entrar em contato e marcar a entrevista. Tudo isso, visto de fora, pode parecer tarefa fácil, mas dá um trabalho danado!

Uma sensação indescritível quando a fonte te responde e combina o dia e horário; quando tudo dá certo. Mas, quando a fonte não topa ou não responde, bate um desespero, uma tristeza, mas, bola para a frente. A tarefa é encontrar uma nova fonte e não deixar a reportagem cair.

Depois de tudo certo, as entrevistas com as fontes realizadas e o material para a reportagem em mãos, hora de colocar tudo no papel e escrever – essa é a melhor parte -. Chega o momento de organizar as informações, pensar em título, em como começar, no lead e ler e ler de novo e de novo e de novo. Revisar, revisar, revisar até estar perfeito – ou o mais próximo possível-.

Ver a reportagem pronta e dar o toque final gera uma sensação de felicidade e alivio. Conseguir cumprir os prazos e metas e dar o seu melhor, é isso que nossa turma está fazendo com esta edição do Unicom. Alguns detalhes aqui, outros ali e ele está tomando forma.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Dá medo crescer?

Quando somos crianças, tudo é doce e as únicas preocupações são com as cores dos lápis, canetinhas e giz de cera que escolher para pintar o desenho. Nessa fase, é natural temer o que não existe, como os monstros. No entanto, é nela que aprendemos o limite do que pode ou não. Caso contrário, não saberíamos que pular de um lugar muito alto pode machucar, ou, então, que é possível ser atropelado ao atravessar a rua, sem olhar para os dois lados antes.

O tempo passa, crescemos e amadurecemos. Tornamo-nos adultos e chega a hora de realizar escolhas. Na próxima edição do Unicom, você vai conferir a história de um casal que contou alguns de seus medos e desafios. Alguns já foram enfrentados e superados e outros, bom só lendo a reportagem você vai descobrir.


 Foto: Pâmela Caporalli                                            
Um casal e vários desafios

Tem um novo Unicom chegando!

Feito o texto, hora de passar pela revisão e fazer os últimos ajustes. Cortar uma frase aqui, acrescentar outra ali. Ler e reler algumas tantas vezes e deixar a reportagem da melhor maneira possível.

Hora de escolher as fotos, de dar o toque final. Um misto de nervosismo e ansiedade me consome, sabe? Nervosismo por querer terminar logo e ver tudo prontinho e ansiedade pra ver como ficará a edição do Unicom. E uma coisa eu já adianto: vem muitas novidades por ai! Será um jornal reformulado e pensado por toda a turma.
Mas enquanto ele não chega, vou te contar outra coisa: escrever sobre medos, me fez pensar e refletir profundamente sobre os meus. Afinal de contas, muitas vezes confundo medo com insegurança e agora, depois de conversar com várias pessoas e realizar algumas leituras, o assunto ficou mais claro.

E você, do que tem medo? Já parou para refletir sobre isso?

Por mais que seja estranho, o medo nos faz parar e refletir sobre a vida e sobre nós mesmos, ele pode nos impulsionar ou nos parar. A escolha é nossa.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Uma questão de crença

O que as pessoas faziam quando não havia a ciência para dar a elas explicações sobre as coisas da vida e do mundo? 

Eram os deuses, os mitos e as religiões que cumpriam esse papel. E se eles não ofereciam as melhores explicações, elas ao menos ofereciam um conforto, uma esperança, uma forma de entregar nas mãos de algo não tão humano aquilo que elas não conseguiam resolver. 

Atualmente com a existência da ciência que nos dá o porquê das coisas, surgiram também os psicólogos e as mais diversas terapias que nos ajudam a enfrentar as dificuldades, os problemas e os medos. No entanto, ainda assim a religião não deixou de ter seu papel na sociedade. Não deixou de atrair pessoas. Não deixou de confortá-las em situações que a ciência ainda hoje não consegue explicar direito ou nas situações que a ciência explica, mas não resolve.

Reprodução/Instituto Humanitas Unisinos                                          


Em relação ao  tema do Unicom, o medo, não é diferente. As religiões estão ali para ajudar a quem quiser combatê-los através dessa opção. Se ajudam ou não ajudam é uma questão de crença, de opinião, de experiência. No entanto, que são uma opção, e uma opção ainda muito buscada é inegável.

Como essa ajuda acontece? Como os religiosos dizem que essa ajuda acontece? 

Isso você descobre logo, logo. No próprio Unicom.

Textos prontos, é hora de revisar

Vencidas as etapas de elaboração da pauta e produção de texto (e fotos, claro), começamos hoje uma nova fase no processo de produção de mais um Unicom, o jornal-laboratório de Jornalismo da Unisc. O momento é de revisar todas as matérias, ajustar, reescrever, ajustar novamente...

Ainda ao longo da semana começa a diagramação para que, na próxima aula, venha o temido fechamento, seguido da revisão final e coletiva, claro. No início de outubro o primeiro Unicom da turma estará pronto. Mas logo depois vem a produção do segundo.

Tô com diarreia!

Olá, caros leitores do Blog do Unicom

Gostaria de compartilhar com vocês a minha ansiedade para ver a nossa edição pronta. Sou suspeito pra falar, mas essa temática que escolhemos é fantástica. Tenho certeza de que irão gostar.

Não estou aqui para falar sobre qual vai ser o assunto da minha reportagem porque é surpresa, assim como todas as outras matérias da nossa equipe, que está tão empolgada quanto eu. Todos nós trabalhamos incessantemente para fazer desta edição uma daquelas que serão memoráveis no Hall da Fama do Unicom.

Bom, mas, então, por que eu vim aqui?

Como o Unicom é um jornal-laboratório, tudo o que é feito nele é à base de experimentação. Pois bem, minha reportagem trabalha elementos fotográficos e vídeo. Agora fica a dúvida: como vou fazer isso numa mídia impressa? A resposta, vocês verão em breve!

Enquanto isso, o nervosismo toma conta do meu intestino! 

Até logo!

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Fazendo o Unicom

Definido o tema, hora de começar a pensar em pautas. Neste momento, surgem muitas dúvidas referentes ao ângulo, à tonalidade e a própria forma da narrativa em si. O tema é o medo, tema esse tão abrangente e tão estrangulador ao mesmo tempo. Assunto que necessita uma vasta pesquisa e uma reflexão, não só referente ao medo em si, mas também em relação ao ser humano. Em relação à pessoa que sente.
Depois de pesquisar e refletir veio o lapso: o que o futuro nos reserva? Será que nós fazemos escolhas certas? Como estaremos daqui a alguns anos? Vamos viajar, casar, ter filhos? E o trabalho, será que vamos estar em algum jornal, revista, portal da internet, rádio ou televisão? Vários questionamentos me vieram em mente, nesta hora percebi que havia encontrado a minha pauta, ou será que foi ela quem me encontrou?
Definido o “tema”, começa a busca por fontes, a entrevista com pessoas, com várias pessoas, a seleção do material recolhido e a busca por mais informações. Depois, vem a parte que eu particularmente mais gosto: chega a hora de colocar no papel a futura reportagem, momento de organizar dados, hierarquizar fontes e escrever.

Tem um novo Unicom vindo por aí e o resultado dessa reportagem você vai conferir nele. Fique ligado e não perde essa!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Sobre a sensibilidade com a fonte


Foto: Paola Severo
O que faz um jornalista, quando no meio de sua entrevista, a emoção se torna forte demais para a fonte? Como estudante, minha primeira reação foi recuar, dar um momento para o entrevistado se acalmar. Digo que não tem problema, que podemos terminar a conversa em outro dia, que podemos mudar de assunto. Nesse momento, seu Ludovicus, de 84 anos de idade, sorri um sorriso triste e me diz: "mas eu preciso te contar, tem tanta coisa que nunca disse para ninguém."

Uma lição que prova a máxima de J.R.R. Tolkien, que diz que "nem todas as lágrimas são um mal". Certas vezes as lágrimas da fonte provam apenas a necessidade de uma matéria sensível e a confirmação tão desejada de que esta história merece, sim, ser contada.

Com carinho ouvi a história deste senhor, que se emocionou muitas vezes durante nossa conversa. Você conhecerá a história dele na próxima edição do jornal Unicom.

Estudante de Jornalismo tem que estudar

Jornalista com 45 anos de experiência, o cachoeirense Alexandre Garcia iniciou sua carreira ainda criança como ator infantil na Rádio Independente de Lajeado. Oficialmente, no entanto, seu primeiro emprego como repórter foi no Jornal do Brasil, veículo pelo qual atuou como correspondente nos países vizinhos Argentina e Uruguai.
Foto: Fernando Lima                                         
Alexandre Garcia sentado em frente a casa de sua irmã, em Santa Cruz do Sul

Posteriormente, Garcia passou pelo cargo de porta-voz oficial da Presidência da República durante o governo de João Batista Figueiredo e foi o assessor de comunicação responsável pelo anúncio do fim da ditadura militar no Brasil. Depois de trabalhar pela TV Manchete durante boa parte da década de 1980, foi chamado para atuar junto às redações da Rede Globo em Brasília, 1988, onde permanece até hoje.

Atualmente, o jornalista que se formou pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre, é comentarista de política e segurança pública no Bom Dia Brasil e escreve para 22 jornais no mundo todo e, apesar da agenda apertada, Alexandre de vez em quando tira uma folga para vir até a região dos Vales para visitar familiares que ainda moram por aqui.

Foi o que aconteceu no último fim de semana.

Entre um passeio para rever amigos e comprar um vinho daqui, "porque em Brasília não se encontra vinhos tão bons" e o compromisso de levar os pais, ainda vivos, para a casa onde moram atualmente em Lajeado, Alexandre deu uma dica rápida e bem humorada aos estudantes de jornalismo da Unisc.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Mais uma vez em pauta: A descriminalização da maconha

Um tema sempre interessante para o jornalismo, e que volta a ser pauta de reportagens, é a descriminalização da maconha - ou seja, não penalizar o consumo, tirando o usuário da esfera da Justiça e da polícia. Ontem foi a vez do Fantástico produzir uma reportagem sobre o tema – Assista aqui. 
Em dezembro de 2013, o Uruguai aprovou um projeto de Lei para regulamentar a produção e a venda da cannabis, tornando-se o primeiro país a legalizar toda a cadeia de produção da droga. Em novembro de 2012, os estados norte-americanos de Washington e Colorado já tinham legalizado a venda sob licença, a posse e uso por maiores de 21 anos. No Brasil, o projeto de lei da descriminalização ainda está em processo de votação.

Agora é só aguardar... Nesta semana, teremos mais notícias sobre o resultado da votação, mas é importante ficarmos atentos, pois toda a forma de diminuir o tráfico de drogas é bem vinda. Quanto ao uso medicinal da maconha, ou de um dos principais componentes, o canabidiol, os debates prometem intensificar, pois psiquiatras, médicos e leigos divergem sobre o tema. Minha sugestão de leitura relacionada ao assunto é um livro escrito por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto sobre o uso medicinal do canabidiol, o abuso da droga e o medicamento:

Curiosidade: Idade Média, o tempo do medo

Durante as leituras do semestre como forma de preparação para a próxima edição do Unicom, ou mesmo durante as pesquisas feitas para escrever as reportagens do jornal-laboratório, algumas curiosidades são encontradas. Uma delas, talvez um pouco óbvia para quem lembra do conteúdo de história do Ensino Médio, mas ainda assim interessante de saber, é sobre como a população no período histórico denominado Idade Média vivia atormentada pelo medo.

Divulgação: História do Mundo                                         
População acreditava que mulheres e homens, mas principalmente mulheres, sofriam influências do mal


Esses medos, de uma forma geral, estavam muito ligados à religião. Todas as pessoas possuíam, segundo os estudos do historiador Jean Delumeau, um medo terrível de tudo o que estivesse associado ao mal, como por exemplo, o diabo, as bruxas e os demônios sexuais, como os Incubus e Sucubus.

O pesquisador explica que a religião se utilizava de muitas "historinhas" para tentar guiar e manter a população por um caminho religioso. Esses contos, que envolviam o diabo e seus ajudantes, dentre eles as bruxas, acabaram entrando no imaginário da população e serviam de explicação para todas as coisas ruins que aconteciam.

Muitas coisas terríveis foram feitas durante a Idade Média por causa desse "agente causador do medo", um exemplo, é a caça às bruxas, a instituição do Tribunal do Santo Ofício que ganhou força especialmente porque se disseminou como sendo um combate ao mal.

Reprodução/Wikipedia                                                                 
O Malleus Maleficarum foi um livro escrito para ajudar os inquisidores a
julgarem quem eram as bruxas e demais seres endemoniados

Sabe-se, no entanto, que o próprio Tribunal do Santo Ofício acabou se tornando fonte de medo em muitas comunidades, em especial para o sexo feminino, pela prática de torturar mulheres e queimá-las vivas - entre outras sentenças - sem ter prova de "crime", que nesse caso era o pacto com entidades diabólicas. 

Mas nem só de medos imaginários foi feita a Idade Média. O medo de doenças, que naquele período não possuíam qualquer tratamento adequado, também era real e estava sempre presente. Um exemplo disso é a Peste Negra, ou Peste Bubônica, uma doença que rapidamente evoluiu para uma pandemia no século 14 e que dizimou entre 25 e 75 milhões de pessoas, o que corresponde a mais ou menos um terço da população europeia do período. 

Reprodução/Ciência Hoje                                       
Quadro do francês Michel Serre (1658-1733) mostra Marselha, na França,
durante a epidemia de Peste Negra em 1721
A própria peste, juntamente com as constantes guerras, a caça às bruxas, a perseguição aos Judeus e uma degradação da sociedade em comparação com o que já havia sido em tempos antigos, serviu de base, sustentou o medo, inclusive da morte, e fixou esse sentimento de forma tão forte na população que algumas das crenças ainda hoje não foram totalmente superadas. 

Quer saber mais sobre essa história toda? Basta procurar o livro História do Medo no Ocidente de Jean Delumeau.


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Entrevistado dá dica de leitura

Entre as entrevistas que estão sendo realizadas para a próxima edição do Jornal Unicom, uma delas aconteceu no início dessa semana com o advogado e espírita Jorge Reis. No total, foram cerca de 50 minutos de entrevista. Nesse período foram discutidos diversos assuntos, nunca deixando de lado o tão misterioso tema, que ainda não pode ser divulgado. Entre esses assuntos estavam dicas de livros.

Um dos livros que Jorge sugeriu foi o Conflitos Existenciais, obra escrita pelo espírito de Joana de Ângelis e psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco. A obra, além de tratar de forma aprofundada sobre o tema que a galera do Unicom está trabalhando, também fala, segundo Jorge, de diversas questões que envolvem o lado psicológico do ser humano, e por isso é uma boa leitura para quem busca conhecer mais a si mesmo.

Reprodução/Les Édition Philman                                                
Livro traz explicações para questões psicológicas que fazem parte da condição humana 

O livro foi lançado em 2007. Jorge esclareceu que essa não deve ser vista apenas uma obra espírita, mas como uma obra que ajuda os seres humanos a lidarem melhor com suas vidas, com os desafios, com os problemas, com as expectativas e também com os medos. 

Na biblioteca da Universidade de Santa Cruz o livro está disponível na seguinte localização: 133.93 A582c 2007-4.ed

Eu vou buscar essa leitura, e vocês?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Para fazer um bom Unicom é preciso...

Quem dá a dica é a jornalista Vanessa Kannenberg, que participou da produção de duas edições do Unicom no primeiro semestre de 2010 (com destaque ao temático sobre hábitos). Além de textos, Vanessa fez também o projeto gráfico.

Após passagem pelo Portal Gaz, onde produzia conteúdo diário exclusivamente para a plataforma digital, ela trabalha em Zero Hora desde 2012. Começou como correspondente em Santa Cruz do Sul e, no ano passado, foi convidada a integrar a equipe de foco digital na redação em Porto Alegre. Além da cobertura factual, diária, Vanessa produz especiais como este, sobre violência nas escolas.

Para fazer um bom Unicom é preciso...


...Vontade. Pode parecer clichê ou óbvio, mas acho que essa palavrinha aí vale tanto para o Unicom quanto para qualquer atividade dentro do Jornalismo. A palavra “laboratório” já indica que o jornal é algo experimental, que está sendo testado. Então não dá pra se mixar! Tem que se desafiar a escrever, a diagramar, a fotografar, a pautar, a editar. Tudo sem deixar de ser fominha, claro. Mas a vontade te leva a fazer mais, a ir adiante e chegar mais preparado no mercado de trabalho. Sem contar que experimentar mais de uma função pode proporcionar novas aptidões e levar a descobrir novas vontades.

No papel, no digital: Vanessa Kannenberg reporteando
pelo Rio Grande (foto de Tadeu Vilani/acervo pessoal)

domingo, 6 de setembro de 2015

Um novo aprendizado, um novo projeto, um novo tema, um novo Unicom

A "equipe de reportagem" está super pilhada e já trabalhando nas reportagens que vão rechear este Unicom. Sem nenhuma pretensão, é possível garantir que vale a pena acompanhar as postagens aqui do blog e, assim que sair do forno, adquirir uma via impressa. Esta postagem, especialmente, é para instigar um pouquinho mais a curiosidade dos leitores. Portanto, aqui vai algumas dicas sobre o tema e também alguns lances do que está acontecendo nos bastidores.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Nova coleção de livros infantis conta histórias de mulheres reais

Você, assim como eu, certamente nasceu em uma época em que os livros infantis eram de histórias sobre super-heróis e de princesas. Histórias como a Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Cinderela, Batman e Robin Hood, foram contadas por muitas gerações. Todas as meninas em suas brincadeiras se imaginavam princesas, e os meninos pensavam ser super-heróis que iriam salvar o mundo.

Recentemente, a editora argentina Chirimbote, lançou dois livros sobre histórias de mulheres reais. São livros infantis, pensados e ilustrados para atrair o olhar das crianças e dos jovens. Um deles conta a história da pintora mexicana Frida Kahlo, o outro conta a da cantora e compositora chilena, Violeta Parra. São narrativas de mulheres reais que, ao invés de trazerem aventuras de príncipes, super-heróis e princesas, contam de uma forma divertida as histórias de “super mulheres” de verdade.

O nome da coleção dos livros infantis é Antiprincesas, e se você não conhece a história delas ou lembra vagamente do que estudou sobre elas no ensino médio, essa é uma boa oportunidade para descobrir e relembrar um pouco do trabalho dessas mulheres.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Beltrame, secretário de Segurança do Rio, fala com exclusividade para o Unicom

O secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, conversou por telefone com o repórter Régis de Oliveira Júnior. Gaúcho de Santa Maria, Beltrame mudou a política de segurança do Rio. Em 2007, assumiu a Secretaria a partir da indicação do então ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

ONG orienta moradores sobre direitos em abordagens policiais

Moradores de comunidades cariocas estão recebendo esclarecimentos sobre os direitos do cidadão com relação aos procedimentos das polícias dentro das favelas. A iniciativa é da organização não governamental (ONG) Redes de Desenvolvimento da Maré, em parceria com a Anistia Internacional e Observatório de Favelas. 

A campanha “Somos da Maré e Temos Direitos” foi motivada após denúncias de moradores que sofreram abordagens policiais abusivas. Até o final deste ano, cerca de 16 comunidades do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, vão receber o projeto.