terça-feira, 31 de agosto de 2010

Aulinha das revisoras - Ed. IV

Livro: O que as mulheres conversam no banheiro

Pesquisando sobre os mistérios do que as mulheres conversam no banheiro, encontrei um livro.

A autora, Rosangela Ojuara, conta tudo, pois todos os assuntos que poderiam ser tratados numa mesa de bar, no trabalho, ou em casa são levados para o banheiro, talvez porque dentro deles exista algo de proibido, de intimidade, de sigilo e de impudor...

Fica a sugestão para quem gosta de investir em leituras descontraídas.

Difícil... muito difícil...


Nossa! Fazia tempo que eu não 'apanhava' tanto para escrever um texto. No dia a dia da redação, o sentimento de 'ou vai ou racha' faz com que a gente produza matérias em série, muitas vezes, preenchendo um modelo básico que nós mesmos criamos e que já é automático na hora de escrever.

Mas o Unicom é diferente. É especial. As inúmeras conversas em sala de aula sobre o nosso tema - que é muito difícil - fez com que a insegurança estivesse presente em todo o processo. 'Isso aqui está bom?', 'O leitor vai achar interessante?' e 'Eu não estou caindo no senso comum?' eram algumas frases que ecoavam o tempo inteiro na minha cabeça.

Atualmente, aguardo o veredicto da nossa subeditora, a Rochele. Espero que ela, assim como nossos futuros leitores, curtam a história dos meus três cases - Carla, Gil e Sueli.

De resto, agora é aguardar os textos de toda a turma, para darmos sequência na confecção deste nosso Unicom!

domingo, 29 de agosto de 2010

As diferenças entre homens e mulheres em vídeo

Pessoal, estou postando esse vídeo que ilustra o que escrevi no meu último post, sobre as diferenças entre os homens e as mulheres. Vale a pena conferir, é muito bom!

Reflexão sobre as entrevistas


Os momentos em que passei durante as minhas entrevistas para a reportagem do Unicom foram muito especiais. As histórias contadas se refletiram em algum momento já vivenciado por nós mulheres. São vontades, admirações, paixões, hobbys e acontecimentos que nos remetem para um universo não tão igual mas parecido.

Viver cada momento, usufruir de cada instante e aproveitar a cada oportunidade me faz refletir como cada pessoa, sendo homem ou mulher, é importante neste mundo. E poder ter este contato com personagens de histórias reais é muito valioso e gratificante, principalmente para nossa profissão.


Descobrir coisas diferentes, mas que estão relacionadas com o cotidiano, me faz pensar o quanto o jornalismo é rico, uma riqueza de conhecimento, de descobertas e, principalmente, de relacionamento com as pessoas. Agradeço por fazer parte disso.

Um ótimo domingo.

By Patricia Barreto

Imagens/Créditos: Maurício Trindade e Andrea da Veiga

sábado, 28 de agosto de 2010

Histórias de esmaltes,...

Nas últimas semanas me diverti buscando informações e diferentes cases sobre os esmaltes. E já na minha primeira entrevista constatei que daria para transformar a pauta em um texto muito legal (afinal, os leitores do Unicom merecem todo o nosso carinho!).

Dei muitas risadas com minha primeira entrevistada que me falou da sua paixão não só por esmaltes, mas também pela vida... Aos 59 anos , Eloá se diverte com as suas histórias e inusitadas experiências. Suas unhas coloridas já fizeram muito sucesso e hoje atrai até alguns fãs!!

Bom,..vou deixar para contar essa e mais algumas histórias na minha matéria, que já está quase ficando pronta...

Abraços e bom final de semana!!!

Sobre o seminário de jornalismo

Pessoal, escrevo para dizer que foi muito boa a estada em Florianópolis, por ocasião do I Seminário Nacional de Ensino do Jornalismo, onde defendi o trabalho "Uso de Plataformas analógicas e digitais na prática de jornalismo-laboratório", com base nas experiências deste blog e do Unicom.

Basicamente porque pude observar, na troca de experiências entre os que participaram do evento - pesquisadores da Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Tocantins -, que estamos no caminho certo quando o assunto é exercício da convergência jornalística, em especial o uso de plataformas analógicas e digitais na prática de jornalismo-laboratório.

O Seminário também foi interessante porque dele nasceram algumas iniciativas, tais como provocarmos, os professores, um maior contato, via sites e blogs, entre alunos de instituições diferentes e que estejam cursando disciplinas com o perfil da nossa.

Falarei mais sobre isso na semana que entra, em aula.

A foto abaixo, de Carlos D'andréa, registra o momento da apresentação.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Conversando sobre estética

A reportagem que estou realizando é sobre maquiagem definitiva ou mocropigmentação. Gostei muito do assunto e estou adorando desenvolver o trabalho, pois, para mulheres, é sempre interessante falar de estética.

Além de entrevistar uma profissional que aplica a maquiagem definitiva, conversei com uma pessoa que utilizou a técnica a mais de 20 anos (foto ao lado) e ainda hoje continua retocando a aplicação.

Conheça mais sobre o assunto e os entrevistados na próxima edição do Unicom.

Clube da Luluzinha, conhece?

Não estou falando de filme, novela, minissérie ou qualquer obra de ficção. Existem grupos de mulheres que se reúnem frequentemente. No clube que conheci há presidente, vice, carterinha de associada, regras e até mensalidade. Sabe onde? Aqui em Santa Cruz do Sul. O nome é Clube da Luluzinha mesmo. Descobri em virtude de uma reportagem que fiz sobre a amizade para a Unisc TV.

Ontem fui ao encontro mensal delas fazer entrevistas e imagens. Foi bastante divertido. Fazem parte do clube oito mulheres de idades variadas. Maridos e filhos são proibidos. O encontro é feito sempre na casa das integrantes e até o dono da casa tem que cair fora. O momento é delas. Não pode ter espião. O que elas fazem? Conversam, colocam as fofocas em dia, bebem, comem, dançam. Além disso, se alguma está com problemas todas consolam.

O engraçado é que olhando de fora o encontro delas, pude notar uma característica própria de nós, mulheres, tão comentada pelos homens, mas que eu achava que era invenção deles. Sim! Nós falamos todas ao mesmo tempo e nos entendemos. Enquanto o cinegrafista fazia as imagens eu observava, é quase inteligível se não fosse cômico. Mas o que interessa é que a gente se entende.

Quanto ao clube, as meninas estão de parabéns pela organização e, principalmente, pelo sentimento de amizade verdadeira que demonstraram. Saí de lá renovada. Até me deu vontade de montar um clube desses...quem sabe?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Um grande desafio

Como diz o professor Demétrio, durante as aulas de Produção em Mídia Impressa, fazer estas reportagens para o Unicom é um grande desafio para todos nós. Já estou "quase" terminando a minha reportagem. Sinto a cada frase, a cada parágrafo que fazer esta reportagem realmente me faz passar por diversos obstáculos.

Para começar a primeira frase já encontrei as primeiras dificuldades, por onde iniciar, que caminho seguir agora que já tenho todas as repostas, como escrever o que estou pensando para que meu leitor entenda? Mas consegui sair destes primeiros obstáculos. O negócio é relaxar e colocar a cuca para funcionar.

Bem, só queria deixar isso registrado e desejar um bom trabalho para todos os colegas.

By Patricia Barreto

Crédito da foto: Marciano Rehbein

Situação inusitada

Na ausência,
um grande sentimento surge, tornando-me enfraquecida.

Sinto-me triste, ingênua.
Tudo culpa da minha mediocridade.
Totalmente fraca!

Não compreendo o porque de nós termos que passar por isso.
Jamais saberão o que é sentir essa situação inusitada.

Dias difíceis,
pressão, supervisão, incômodo total.
Sem liberdade.
A convivência é difícil,
não há como compreender.
A TPM é um horror!

Bolsa feminina: lar fora do lar

Quando somos criança a única bolsa que carregamos é a da escola e lá normalmente há somente os materiais escolares.

Quando ficamos mais jovens parece quea bolsa passa a ser algo indispensável nas nossas vidas.

Nelas carregamos todas as coisas que achamos importantes e que às vezes não se terá utilidade nenhuma, mais tudo precisa estar estar ali.

A bolsa feminina é uma maneira de, nós mulheres modernas, nos sentirmos seguras.

É uma espécie de "armário" e que se lá dentro estiver tudo que precisamos, ficamos preparadas para enfrentar o mundo inteiro.

Normalmente as meninas começam a utilizar bolsas quando são crianças para guardarem os seus brinquedos e, às vezes, maquiagem, batom, esmalte, entre outros. Geralmente, a bolsa se torna indispensável já na adolescência. É a partir daí que não conseguimos mais viver sem esse objeto tão cobiçado por todas as mulheres existentes no planeta terra.

A bolsa feminina é um enigma para os homens. Eles não entendem porque nós mulheres precisamos de uma bolsas tão grande e para eles somente de uma carteira é suficiente para guardar tudo.

A mulherada carrega, em média, cerca de 67 itens dentro de uma única bolsa. Lá se encontram itens como: carteira, caneta, clips, batom, maquiagem, bala, dinheiro, cartão de crédito, escova de cabelo, lenços de papel, presilhas, laçinhos, chaves entre outros.

Com o passar do tempo e a idade das mulheres vai aumentando a quantidade de tens também aumenta. A bolsa de uma única mulher pode ser o esconderijo para diversas objetos . E o mais engraçado é que dentro daquela bagunça conseguimos viver muito bem e só nós encontramos o que precisamos.

Não dá nem para ladrão conseguir roubar uma bolsa de mulher.

É difícil ser multimídia

Com o gravador, as câmera de fotográfia e vídeo em mãos, sai a repórter apressada. Os passos rápidos tornam a bolsa dos equipamentos que carrega, mais pesada. O celular, que serve de relógio ela esqueceu, mas sabe que não está atrasada.


Está quente. A baixa umidade do ar dificulta a respiração, mas não é possível caminhar mais devagar. Não pode deixar a fonte esperando. Finalmente, chega ao local combinado para a entrevista. O lugar é uma livraria famosa da cidade. Recheada de pessoas que gostam de livros e de um bom café.

A entrevistada chega. A repórter explica o foco da reportagem. Diz que está produzindo uma matéria impressa, mas que vai usar recursos multimídias para exercitar a convergência proposta na disciplina.

A entrevista começa. A foca atrapalhada não sabe o que faz primeiro. Se grava o áudio, anota, faz imagens ou fotografa. Decide que a melhor opção é gravar em áudio a entrevista. As fotografias podem ser feitas depois. Mas as imagens em vídeo?

Cuidadosamente, a repórter pega a câmera e começa a gravar. Faz de tudo para que a fonte não se sinta constrangida. Isso não acontece. Em contrapartida, constrangidos ficam os clientes da livraria que deixam de passar perto da nossa mesa, com receio da “aparecer na TV”.

Depois de mais de uma hora de entrevista, chega o momento de fotografar. A repórter não sabe qual o melhor ângulo e por isso tenta obter imagens de todos possíveis. Mas aí é a vez da fonte se constranger com a situação. A entrevistada pede que a repórter pare com os flashs. Ela obedece.

Apesar dos contratempos, a foca sai feliz da entrevista. A fonte rendeu. Mas, a repórter chega a uma conclusão: é difícil ser jornalista multimídia estando sozinho...

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Diferenças entre homens e mulheres

Sim, elas existem! Quando falamos na diferença entre homens e mulheres a polêmica corre solta. Mas dois pontos possuem maior destaque: razão e coração.

Diversas pesquisas já foram realizadas abordando o tema homens e mulheres no requisito inteligência. Alguns estudiosos alegam que essa diferença é genética, mas para outros existem muitos fatores por trás disso, um deles é o comportamental. A psicologia popular estabeleceu uma grande diferença entre os sexos: homens pensam mais rápido, possuem um raciocínio matemático acelerado, já as mulheres são melhores com as palavras e agem com o coração. Os dados são baseados em estatísticas que mostram que as mulheres são mais velozes no quesito raciocínio verbal. Para os homens... É... Hã... Dizem que são mais hábeis no teste de habilidade espacial. Mas convenhamos: com certeza, somos mais inteligentes que eles, concordam meninas?


As informações acima são baseadas em estatísticas reais, mas é apenas uma média. Pode ser que essas diferenças variem de homens para homens e de mulheres para mulheres. Há fatores determinantes que podem influenciar nessas diferenças. Genética, predisposição, facilidade maior para uma coisa e outra, determinação cultural etc. Claro que se praticarmos com frequencia atividades ligadas aos raciocínio, podemos ser tão boas nesse quesito quanto eles, mas eles... ahh... eles nunca serão tão bons no quesito emoção quanto nós, mulheres. Isso eu não tenho dúvidas.

Assim ficaria perfeitamente ilustrado o ditado popular "os homens pensam com o corpo e as mulheres com o coração":Quer mais informações sobre as mulheres? Ficou curioso? Em breve no Unicom.

Amanhã estreia Aulinha das Revisoras



A partir de amanhã até terça-feira da semana que vem, será postado aqui no blog o programete Aulinha das Revisoras. As acadêmicas Diana e Cristiane, responsáveis pela revisão do Unicom, vão dar dicas de texto e orientações gramaticais aos repórteres.

As gravações foram feitas na terça e na quarta-feira. E as meninas se puxaram na hora de decorar o texto. Desenvoltura em frente à câmera não faltou. A colega Diana teve que gravar na frente da sua turma de Leitura e Produção de textos III, com a presença do professor Elenor Schneider acompanhando tudo. Que responsa hein!

A produção do programete foi de Diana de Azeredo, Cristiane Lautert, Ana Flávia Hantt , Emilin Grings e Gabriela Vaz. As imagens foram feitas por Élio Brixius e Luis Habekost. A edição ficou por conta de Emilin Grings.

Então, acompanhe diariamente o nosso blog e fique sabendo um pouco mais de português.

Veja mais fotos no Flickr.

Créditos das fotos: Emilin Grings e Gabriela Vaz

Teleweb do Unicom Ed.II

Será que essa turma é feita somente por mulheres? Assista a segunda edição do nosso teleweb.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Radioweb Unicom Ed. I

Primeiro Radioweb produzido na disciplina. A repórter Patrícia Barrero entrevista Ana Flávia Hantt, Rochele Conrad e Demétrio Soster. O assunto é a próxima edição do Unicom - Coisas de Mulher

As bolsas e o universo feminino

As bolsas podem ser dos mais variados tamanhos, formatos e cores. No universo feminino elas são indispensáveis. E não são apenas as mulheres adultas que amam tanto esse acessório, as meninas estão cada vez mais cedo procurando as que se encaixam melhor com seu estilo e humor.

E neste contexto é que fiz minha segunda entrevista para a reportagem do Unicom “Coisas de Mulher”. Minha fonte é uma menina de nove anos, a Luíza. Meiga e simpática, ela me concedeu uma entrevista, junto com sua mãe Andrea, na tarde de sábado em seu apartamento.

O que ela me contou?? Muitas coisas interessantes, que você pode conferir em outubro na próxima edição do Unicom.

Até mais!

By Patricia Barreto

Expectativas Teleweb Ed. I


As expectativas dos alunos da turma de Produção em Mídia Impressa para a primeira edição do Unicom deste semestre.

Vaidade no campo


Mais um domingo que acordo antes de o sol se levantar - digo mais uma vez porque, quem tem filhos, sabe do que estou falando: soneca prolongada no final de semana é algo que não existe.

"Madrugada" adentro fui para o interior da cidade de Sinimbu - que fica há cerca de 20 quilômetros de Santa Cruz - descobrir mais sobre mulheres vaidosas no campo. Sim, porque vaidade não é exclusividade das moçoilas da cidade, com perdão da rima improvisada.

Subir o morro, desviar da briga de gansos, "pedir licença" aos bois que teimam em não sair da frente da porteira e se obrigar a pular a cerca, no sentido literal, fazem parte da nada mole vida de um repórter.

Porém todo esse esforço foi recompensado: ouvi belos depoimentos, histórias engraçadas e saí de lá renovada para mais uma semana de muito trabalho.


Em tempo: é claro que a repórter também participou do "teste de qualidade" das frutas colhidas pela dona Neida, minha entrevistada. Sacrifícios aos quais nos submetemos, jornalistas! Ossos do ofício.


Créditos foto: Carla Conrad

domingo, 22 de agosto de 2010

Beleza e modernidade


Vaidade sim é coisa de mulher. Mulheres fazem coisas absurdas e inimagináveis em busca de mais beleza. Você pode dizer que ela esta mais bonita que a Miss Brasil que não adianta. Ela continua achando que pode melhorar a sua aparência.

Um dos focos de concentração da mulher no que se refere a sua beleza é o próprio rosto. Nesse caso o espelho é o melhor amigo e a maquiagem pode ser considerada sua companheira inseparável. Descobriu-se uma forma de facilitar a vida da mulher moderna, através da maquiagem definitiva. Assim não há necessidade de passar horas na frente do espelho retocando as sobrancelhas, o olho e o lábio.

Abraços.

Ah, se os banheiros falassem!!!

Boa noite colegas.
Em meio aos momentos tristes nos últimos dias, consegui me distrair ontem, quando acompanhei uma das minhas fontes (que adora festa e quase todos os finais de semana vai para a balada). Ufa...não sou muito de festa...mas pensei que desta forma posso expressar detalhes sobre os mistérios das mulheres juntas no banheiros, ops, nos VC´s" (assim que estava identificado) femininos...foi extraordinário, maravilhoso...minha fonte e suas amigas foram muito parceiras...todas queriam falar...e ficaram curiosas sobre o que eu estava fazendo ali...fotos, anotações, etccccccccc...na quinta a noite agendei o bate papo com a segunda fonte. Trata-se de uma senhora que limpa banheiros em dias de festa e passa as noites lá, limpando e é claro de "bituca ligada"...estou anciosa para saber o que vai me contar...
Abraços.
Até +.

Amizade por acaso

Existem pessoas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado em nossas vidas. Algumas permanecem durante tempo ao nosso lado, porém, sempre existem aquelas que passam voando. Amigos sinceros e verdadeiros. Mas também existem aqueles amigos não muito sinceros, e nem muito verdadeiros. Inimigos? Ou apenas sem personalidade?

Amigos são peças raras. Digo, amigos verdadeiros. Amigos de confiança. Uma amizade leva séculos para construir e apenas um segundo para se "quebrar". Mas nada é impossível, se a amizade é bela e significativa, porque não tentar reconstruir?

Muitas vezes esquecemos que somos seres humanos passíveis de erros; esquecemos que nossa passagem aqui na Terra é única e rápida; esquecemos que vivemos não só a base de alimentos, mas também vivemos a base de sentimentos. Digo, sentimento verdadeiros: amor, compaixão, sinceridade, humildade, carinho, fé, entre outros.

Cada ser humano que passa em nossa vida, é único. Sempre acaba deixando um pouco de si e leva um pouco de nós também. Independente do que nos aconteceu (coisa boa ou ruim) algum aprendizado se teve, ou não? Nada acontece por acaso!

Bom final de semana para todos.

Abraços.

sábado, 21 de agosto de 2010

A Primeira Entrevista

Quem nunca quis usar o sapato de salto alto da mãe?Ou comprar vários pares de sapatos em liquidação? Ou até mesmo guardar para sempre aquele que foi usado em uma ocasião mais que especial?

Bem, a minha fonte contou diversas histórias ontem à noite quando fiz uma visita ao seu apartamento. Estou muito feliz com este segundo contato com minha primeira fonte da reportagem para o Unicom “Coisas de Mulher”. A Débora e sua família me receberam muito bem em seu lar, até tomei um delicioso chimarrão.

Agora, é trabalhar muito a cuca para colocar no papel tudo que ela me contou...acho que vocês vão gostar de ler!

Bem, termino por aqui, não posso contar tudo né!?
Aguardem e confiem!

By Patricia Barreto

Fonte/imagem: Maurício Trindade

Comprar sapatos é coisa de mulher

Todo mundo sabe que comprar sapatos é coisa de mulher. Claro que este consumo varia muito entre o universo feminino, pois umas compram o necessário, outras compram moderadamente e algumas exageram na dose.

Hoje, existem no mercado diversas marcas, cores e modelos. Muitas vezes não se sabe nem o que comprar, mas a verdade é que o sexo feminino é completamente atraído por eles. Pode ser mania, hobby, fascínio, alienação, compulsão, capricho ou exagero, mas a questão é que as mulheres simplesmente adoram sapatos.

Leiam a matéria do Portais da Moda e saiba o que será tendência na coleção de calçados femininos na Primavera/Verão 2010/2011

By Patricia Barreto

Fonte/imagem: site de imagens free

Como as elas se viravam sem absorvente?

Anúncio antigo do absorvente Modess

Toda mulher, quando está naqueles dias, é melhor não contrariar. Claro que sim, homens! E não estou falando da TPM. O assunto é o período menstrual. Período, este, que é marcado por muita cólica, dor de cabeça e desconforto. Afinal, ninguém quer cometer a gafe de ficar com a calça manchada de sangue.

Por isso é fundamental ir ao banheiro frequentemente, e estar sempre munida de absorvente. Por falar em absorvente, como será que as mulheres faziam quando ele ainda não tinha sido inventado?

Segundo dados do Museu da Menstruação (acreditem isso existe!), Estados Unidos, na Antiguidade, as mulheres usavam chumaços de lã para conter o fluxo. Já na África eram rolinhos de grama, enquanto as gregas revestiam ripas de madeira com camadas de retalho. No Japão, elas se viravam confeccionado canudinhos de papel. Essas invenções eram intravaginais. Por isso, era melhor deixar um pedacinho para fora a fim de facilitar a retirada.

Na Idade Média, a opção era por toalhinhas higiênicas, que de higiênicas só tinham o nome, pois eram feitas de restos de tecido. Não raro, o seu uso provocava surgimento de coceiras, assaduras e irritações no corpo.

Somente no século 19 é que começaram as pesquisas para o desenvolvimento de um produto descartável para “aqueles dias”. A Alemanha foi o primeiro país a ter o absorvente descartável, o Hartmann’s. No Brasil, o produto chegou em 1933. Com a marca Jhonson&Jhonson, o famoso Modess fez sucesso por aqui.

Nessa época já tinha sido inventado o absorvente interno que chegou no Brasil somente na década de 70. Aqui o primeiro produto dessa linha tinha como marca O.B (nome que vem da expressão alemã ohne bine que sigfinica algo como “sem toalha”).

Então mulheres nada de reclamar do período menstrual. Afinal temos o nosso fiel escudeiro, o absorvente. Como vimos: RUIM COM ELE, MUITO PIOR SEM ELE.

Tudo resolvido

Como havia falado na última postagem, minha reportagem estava sem foco. Não sabia qual o melhor gancho para abordar a pauta. Eis que na aula tudo se resolveu. Apresentei aos colegas os pontos mais interessantes da minha pesquisa. Assim encontramos a pauta certa. Só que ficou decidido que eu precisaria de três fontes. Ah, e a matéria devia estar pronta até dia 29/08.

Bateu o desespero. Sou muito ansiosa e gosto de me programar com antecedência, principalmente quando o que está em jogo é fazer um bom trabalho, ou seja, sou metódica. Passei o resto da aula pensando em cases. Na hora da saída, já tinha dois. Maravilha!

Hoje de manhã, fui fazer uma matéria para a Unisc TV e, conversa vai conversa vem, encontrei o último case que precisava. Foi mais rápido do que previ. As entrevistas estão todas marcadas para a semana que vem. Se Deus quiser, na quarta-feira à noite estarei com tudo em mãos. Aí é sentar e escrever, escrever, reescrever...

Quanto a minha matéria, o assunto é desesperador para nós mulheres, já os homens vão adorar. Ainda bem que os tempos mudaram...

Ficaram curiosos? ADORO.