quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Anistia Internacional alerta para número de mortes provocadas por policiais

Há mais de 30 anos os excessos cometidos por policiais nas ruas são denunciados pela Anistia Internacional. Um relatório divulgado pela organização critica a impunidade no Brasil. Intitulado de “Você matou meu filho!”, o levantamento aponta que entre 2005 e 2014, a polícia matou 5.132 pessoas na cidade do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Hiroshima, um livro sobre a essência jornalística

Você provavelmente já deve ter ouvido falar do jornalista que nasceu na China, John Hersey, e já estudou sobre as histórias das Guerras Mundiais na escola. No livro Hiroshima, Hersey conta a história de seis sobreviventes ao ataque da primeira bomba atômica da história das guerras.
Ele nos dá a oportunidade de conhecer a história do atentado a partir de relatos de pessoas comuns. Nenhum dos personagens era celebridade, alguém da alta sociedade ou artista. Os seis  eram cidadãos normais, que estavam em sua vida cotidiana e que sentiram na pele os efeitos devastadores da bomba.

O livro não apenas conta a vida dessas pessoas, ele contextualiza. Fala sobre suas profissões e a razão pela qual elas estavam em determinado lugar quando a bomba explodiu, além de mostrar a distância que cada um estava do centro da explosão.

Aprendendo sobre diagramação




Optei em trabalhar na diagramação do nosso jornal laboratório, portanto resolvi estudar sobre o assunto. Particularmente, desde cedo comecei a fazer alguns trabalhos nessa linha. Em casa, quando tinha 16 anos, ajudava meu pai na diagramação de livros apenas para aprender a mexer nos programas. Agora, com 23 anos, depois de apenas ter trabalhado no PageMaker 6.0/6.5, ter que utilizar o InDesign CC 2014 é um desafio (não sou patrocinada pela adobe, quero deixar claro).


A edição, diagramação e o design de conteúdo não é algo que se pensa no fim da produção. Se fosse apenas colocar textos e fotos em lugares aleatórios (como às vezes pode parecer), seria fácil. Porém, não funciona assim.

Para fazer um bom Unicom é preciso...

O segundo ex-colega convidado a dar dicas para um bom Unicom é Sancler Ebert (foto abaixo). Ele também participou da famosa edição do "Como você vê sua cidade?" e sempre foi muito engajado com as coisas multimídia do jornal-laboratório. Foi um dos primeiros alunos a comprar pra valer a ideia deste blog. Não por acaso que, após passar por Portal Gaz, Gazeta do Sul e ZH (rolou também um intercâmbio no meio do caminho), Sancler acabou enveredando para o ramo de imagem e som. Atualmente faz mestrado na área na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Para fazer um bom Unicom é preciso...

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Para melhores reportagens ambientais

Sendo o Unicom um jornal experimental que permite a exploração de diversas pautas, sobre variadas temáticas e ângulos, não é incomum que reportagens publicadas nele tratem sobre o meio ambiente, preservação da fauna e da flora, proteção de animais, etc.

Da mesma forma, diversos veículos de comunicação espalhados pelo país também tratam desses assuntos e muitas vezes possuem até editorias onde as questões ambientais são abordadas de forma mais aprofundada.

Para fazer um bom Unicom é preciso...

Com o tema definido e as pautas fervilhando, é hora de começar a dar forma a mais um Unicom, o jornal-laboratório do curso de Comunicação Social da Unisc. Serão dois no semestre: um temático e outro não.

Edições muito bacanas já foram lançadas, mas uma das mais emblemáticas - sempre usada como exemplo em sala de aula - é a número 1 do primeiro semestre de 2008. A capa era um mosaico de fotos de pessoas "comuns" de Santa Cruz e, no lugar da manchete, uma pergunta: Como você vê sua cidade?

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Reunião de pauta: a escolha do tema

Na primeira aula de Produção em Mídia Impressa desse semestre o Professor Demétrio deu aos alunos a primeira de uma série de missões que eles  terão ao longo do semestre: pensar em temas para a primeira edição do Unicom, das duas que serão produzidas. Então nos flagramos pensando que escolher um tema não é difícil, mas exige certa reflexão.

A primeira dúvida que surgiu, foi com relação ao agradar.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Narcoditadura: o caso Tim Lopes

Passados doze anos, a história de Tim Lopes, contada pelo jornalista Percival de Souza no livro Narcoditadura, segue atual, visto que pouquíssimas coisas modificaram-se na conjuntura catastrófica da segurança pública no Brasil. 

Percival foi atrás de uma temática que algumas pessoas sabem a fundo e como consequência apresenta um livro com o DNA do narcotráfico no nosso país. Como são os tentáculos do autoritarismo que o mercado das drogas nos determina, expondo a verdade nua e crua.