quarta-feira, 25 de junho de 2014

C/c: Final de semestre

Não preciso nem dizer que final de semestre sempre é aquela correria, né? É, e dessa vez não foi diferente. Corre-corre pra terminar a mono, estudar para duas provas no mesmo dia, fazer aquela foto bacana pra matéria, terminar aquele outro artigo, ler o livro para a resenha. Ufa! E nessa rotina, poucas vezes paramos pra descansar e assim pensar sobre as coisas que estamos fazendo.


Noviciando

Neste último post sintetizo minhas experiências, na produção das reportagens, em duas imagens:

terça-feira, 24 de junho de 2014

Alunos das escolas municipais de Rio Pardo conhecem o Unicom

Esta acadêmica distribuiu alguns exemplares do Jornal Unicom para seus amigos e uma delas foi a professora de Língua Portuguesa Cláudia Guterres, aluna da Unisc que levou as edições da Revista Exceção e também o Unicom Separações para trabalhar em sala de aula.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Estigma de vice

Na coluna bissemanal que escrevo no jornal Folha do Mate, por muitas vezes me deparo com críticas e elogios. No espaço de sábado, destaquei a passagem do Guarani de Venâncio Aires na era profissional e a sua frustrante batalha na busca pela conquista de um título estadual.

Escrever é terapia

Alguns dias atrás, mesmo com os inúmeros trabalhos, provas e demais afazeres comuns no fim de semestre, reservei um tempo para buscar, sem pretensão alguma, alguns arquivos antigos em meu computador. Nessa onda de procrastinar, encontrei um pequeno texto escrito por mim em 2012. Na época, já havia ingressado no curso de Jornalismo e minha paixão por este mundo só crescia. Hoje, dois anos depois, relendo o texto, percebi que concordo com tudo que a Luísa de 2012 escreveu - o que, diga-se de passagem, é raro, afinal, mudo de ideia há cada instante. O texto falava sobre escrever. Paixão que mantenho desde a infância. Pode parecer óbvio, e é: escolhi o Jornalismo porque amo escrever. Trabalhar na televisão ou no rádio não são minhas prioridades - mas também não descarto tais possibilidades. Eu quero mesmo é escrever. Quero dar sentido ao fatos e colocar no papel o que aconteceu, o que eu vi, o que eu senti.

Aprendizado que fica

Mais um semestre chega ao fim. Para mim, agora, só faltam mais dois antes da formatura. Chego ao 7º semestre do curso com a impressão de que o mundo me espera. E, mais do que isso, de que os últimos três anos foram apenas o começo. Este semestre, em especial, me dei conta, de vez, de que não é brincadeira. Eu vou ser jornalista. Vou colocar no papel aquilo que o mundo quer - ou não - ler. 

Miúdos congelados de um texto - Parte II

[...]Os acumuladores são, segundo a doutora em psicologia, Roselaine Ferreira da Silva, pessoas que guardam objetos de maneira excessiva, ocupando todo ou quase todo o espaço do local onde vivem.

domingo, 22 de junho de 2014

Ensaio

A fotografia me fascina e me estagna de tal forma que sinto até cheiro e sabor olhando para elas. Apesar dessa paixão desenfreada, ainda não domino as técnicas para um bom retrato.

O cemitério mais famoso do mundo pela arte

Já havia postado no blog, sobre a arte que estava presente no Cemitério dos Machado, em Santa Emília, no interior de Venâncio Aires.Estive no local para a produção do Unicom. No entanto, há um lugar muito mais famoso e que é visitado por milhões de pessoas por ano, em virtude da arte cemiterial: é o cemitério Père Lachaise em Paris, na França. O local possui esculturas, túmulos decorados, mausoléus e criptas em diferentes tamanhos. A perfeição nas esculturas é uma das marcas registradas.

Um pouco de história do design

A história do design é muito mais interessante do que imaginava. São tantos pequenos detalhes que dão características as épocas de criação de cada um. Isso chama atenção no livro Layout: o design da página impressa, de Allen Hurlburt.  Vai da raízes do design até a percepção de Gestalt. É complicado fazer o registro das formas de arte que servem como inspiração para os designers. As referências que na maioria das vezes são usadas, surgem por osmose na cabeça do designers e não com explicações que deem uma ideia do que realmente representam.

Angustia

Fim de semestre. O corre corre na finalização dos trabalhos se intensifica. É nessa época que sempre temos o mesmo pensamento: PORQUE NÃO FIZ ISSO ANTES?! Pior ainda, é quando se tem as tarefas domesticas atrasadas assim como os trabalhos acadêmicos.

Há três semanas, o prof. Luiz Araujo deu a tarefa: fazer uma reportagem que abordasse a Copa 2014. Na mesma semana corri atrás das fontes e dos cases. Boa parte deles já me responderam. Estou com o trabalho praticamente pronto. Só que a mania de procrastinar - aprendi essa palavra há pouco tempo. Acho ela legal, por isso, já usei ela em duas postagens - as tarefas insiste em tomar conta do cenário. E agora tenho um dilema... Cortar grama ou finalizar o texto?

A crase da discórdia

Quando escrevemos, inevitavelmente nos deparamos com algumas dúvidas, seja na reforma ortográfica, seja no uso da pontuação, hifens, verbos ou a crase, que elegi como o principal assunto deste post. Vale a observação desta regra, que tem o poder de quebrar a cabeça de muita gente. 

sábado, 21 de junho de 2014

A primeira vez a gente nunca esquece

Mesmo quem não curte muito futebol deve ficar atento aos jogos da Copa do Mundo. É quase inevitável ficar de fora desta 'festa' devido ao bombardeiro diário de informações, seja na TV, rádio, jornais e mídia online. Aproveito o espaço do Blog para contar sobre a minha Copa inesquecível.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Princípios básicos do design

E foram duas semanas de diagramação diária. No mínimo umas 7 horas dedicadas as páginas do Unicom. Isso ainda é pouco, poderia ter sido mais? Sim, alguns dias e noites foram só na frente do computador. Chá, Coca-Cola, chimarrão, café, bolachas, chocolates tudo para manter a concentração e a atenção nos detalhes. Como falei em meu último post, segue mais uma dica de livro aos que se interessarem por diagramação, planejamento gráfico ou até mesmo para tirar algumas dúvidas pequenas em relação a trabalhos simples. Esse é quase uma bíblia para os interessados no assunto. Apresento-lhes Design para quem não é designer, de Robin Williams.

A famosa audiodescrição... Parte 2

Você que ainda não viu a primeira parte da audiodescrição ela está aqui. Agora escutem a segunda parte do jornal em áudio...

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Papel x digital

A leitura é essencial na vida das pessoas e são inúmeras as pesquisas que dão conta dos benefícios dela. A tecnologia também trouxe novas formas de leitura: pelo computador, celular, tablets.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O nascer de uma reportagem


O cheiro adocicado da uva japonesa denuncia a chegada à casa de Irsi Leonita Franz, no interior de Santa Cruz do Sul. Árvores altas – atingem até 12 metros de altura, têm frutos marrons e que, por ficarem bem no topo do pé, passam despercebidos pela maioria. Discretos e pouco conhecidos, assim como o trabalho desenvolvido por dona Irsi na pequena localidade de Linha Felipe Néri, 2ª distrito do município. 

O barato da conotação

Não estou enchendo linguiça. Mas já enchendo, achei interessante compartilhar este texto como exemplo de conotação, já que eu curto muito essa parada.

A águia que quase virou galinha


Era uma vez uma águia que foi criada num galinheiro. Cresceu pensando que era galinha.
Era uma galinha estranha (o que a fazia sofrer).
Que tristeza quando se via refletida nos espelhos das poças d'água - tão diferente!
O bico era grande demais, adunco, impróprio para catar milho, como todas as outras faziam.

Arte nas sepulturas


Ao me dirigir até o Cemitério dos Machado no interior de Linha Santa Emília em Venâncio Aires para fotografar o cenário para a segunda edição do Unicom, me surpreendi. O motivo de minha surpresa foi a arte que existe nas sepulturas. Sim, existe arte nesse local, por incrível que pareça.

A famosa audiodescrição... Parte 1

Há 17 anos Unicom é impresso. Centenas de histórias são escritas, lidas e relidas a cada ano que passa. Personagens de todas as regiões aparecem e dão a cada uma das edições, um pouco mais de vida. O Unicom nasceu para ser diferente, é isso que ele vem buscando a cada semestre, durante a disciplina de Produção em Mídia Impressa. Foi pensando nisso que surgiu a audiodescrição. Pensando naqueles que não podem acompanhar a versão impressa do jornal-laboratório. Desenvolvida semestre antes, a ferramenta possibilitou a participação de um novo público. Aqueles que antes não podiam ler essas histórias, agora podem viajar nas páginas do jornal e conhecer todos os detalhes da edição. Agora o Unicom Separações também pode ser ouvido.

Um experiência diferente

Nunca pensei que seria tão bacana editar um áudio de quase três horas, mas foi. Quando me dispus a participar da produção da audiodescrição do jornal Unicom Separações não imaginava também que seria tão trabalhoso, mas recompensador. Eu e as colegas Maria Regina Eichenberg e Vânia Soares fizemos essa parte tão importante e enriquecedora do jornal. Elas dividiram todo ele e intercalaram explicando e descrevendo o que havia nas páginas, além de lerem (e como leram) todas as reportagens completíssimas. Foi preciso algumas tardes no estúdio, muita paciência, voz e um tantinho d'agua apenas para gravar nada mais nada menos do que quarenta, quarenta(?) sim! Quarenta páginas de puro talento, modéstia beeeem a parte!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Não procrastine este post!

Um ano, se não for bissexto, tem 365 dias. Cabe a cada um saber interpretar esses 365. Para muitos são apenas números. Mas que tal vermos como 365 oportunidades, 365 desafios, 365 dias de aflição, ou até, 365 dias de muita emoção. Vivemos em uma sociedade ditadora. Como assim? Isso mesmo... ditadora. Ela dita as ordens; dita tendências; dita condutas; dita o momento. Embora ela seja constituída de milhares de cabeças pensantes. 

Apenas um registro!

 Todos nós somos produtores de cultura, as pessoas se empregam em práticas que não somente reproduzem os repertórios culturais, mas também são capazes de modifica-los e adapta-los, conforme passam pelos fatos ou eventos que constituem a vida humana já que “toda manifestação cultural não pode ser entendida fora do contexto no qual é representada, percebida e interpretada”. (Joanne Martin, 1992).

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Páginas na parede

Hoje foi mais um dia decisivo na produção do Unicom. Depois de revisões e mais revisões a quarta-feira não poderia ser diferente: todas as páginas diagramadas foram para a parede e, para não perder o costume, revisamos tudo.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Sobre ser revisora, repórter e estudante

Além de produzir reportagens, cada aluno da disciplina de Produção em Mídia Impressa também ganhou funções extras neste semestre. Durante a produção do primeiro Unicom, assumi a responsabilidade de ser subeditora ao lado da Eduarda. Agora, na segunda edição, me arrisco a atuar como revisora. O ofício, porém, tem características um tanto peculiares. Ter um certo "poder" sobre os textos alheios é um tanto desafiador. Erros não podem passar despercebidos, assim como alterações muito grotescas não devem ser feitas. É preciso ter um equilíbrio entre o olhar de revisora e a emoção de leitora.]


domingo, 8 de junho de 2014

Hormônio do amor

A produção do segundo Unicom se encaminha para a reta final. A sensação, mais uma vez, é de que estamos dando o máximo de si para que tudo saia da melhor maneira possível. Às vezes, infelizmente, não alcançamos os objetivos aos quais nos propomos. Porém, mesmo assim, a vontade de que tudo dê certo permanece insistente. Nesta edição, o tema que optei por abordar trata de questões acerca de direitos. Direitos da mulher, direitos da mãe, direito da vida.

Para dar uma pequena prévia sobre o que se trata, recomendo que assistam o pequeno documentário "Hormônio do amor", disponível no YouTube através deste link: https://www.youtube.com/watch?v=1IpalnozYKc

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Emoção e áudiodescrição

Quando o UNICOM nasceu, o primeiro ato de todos que fizeram parte deste processo, foi ler o jornal do início ao fim. E dai, as preferências; qual o melhor texto,a melhor diagramação, enfim. Mas, quando partimos para  a áudiodescrição,  no momento da leitura em voz alta, a fala ficou embargada, o peito apertado e em alguns paragráfos, as lágrimas.  Hoje, se fosse resumir o nosso jornal laboratório UNICOM em uma só frase, diria: EMOÇÃO.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pronomes de tratamento

Você, senhor, são duas palavrinhas conhecidas e que fazem parte do nosso cotidiano, sempre que conversamos ou escrevemos para alguém. Como jornalistas, o uso dos chamados pronomes de tratamento são frequentes. Afinal, a cada entrevista, seja ela pessoalmente ou por e-mail, telefone,  Facebook, Skype, elas são empregadas para se dirigir a uma pessoa.
Geralmente, o você e o senhor são os mais usados, pois não são todos os dias que ouvimos um rei, uma princesa, um reitor, um sacerdote ou um papa. Mas se eles existem, devem ser adotados, tanto como forma de tratamento, mas acima de tudo, por respeito a função, cargo, título que ocupa.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Amor...

Falar de amor é algo muito prazeroso. Pelo menos para mim. Sempre gostei muito de escrever e conversar sobre sentimentos, ainda mais quando se trata do amor.  Quando se fala em amor, logo nos vem a mente casais apaixonados, ou filhos e pais. E isso é uma ótima demonstração desse sentimento. Porém o amor vai muito além desses fatos. O amor é uma sensação que surge por diversos motivos. As pessoas podem se apaixonar por coisas que para nós aparentam ser estranha. E podem demonstrar esse sentimento de formas variadas.

Para se inspirar

Música sempre vale a pena. Para ouvir sozinho, para ouvir acompanhado. Para cantar, dançar e, também, para se inspirar.  Música pode ser inspiração para viver e também para escrever, que muitas vezes é o viver de alguém.  Alguém como eu. Que vive de escrever emocionalmente e pretende fazer isso profissionalmente. Escrever é uma alegria, uma diversão, um passatempo e logo, ou até já, uma profissão.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Jornalista e o dicionário

Um dos melhores amigos do Jornalista é o dicionário. Ninguém sabe tudo e as dúvidas sobre uma palavra, tanto de escrita como significado, não podem 'pairar' pelo texto de um repórter. Não é a toa que existem dicionários específicos, pensando, inclusive, nas editorias ou assuntos pré-determinados. A economia, o esporte, política, jurídico são alguns exemplos. O próprio Jornalismo tem seu vocabulário organizado em ordem alfabética.