quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Segundo Unicom do Semestre 2011-2

Eis a segunda edição do Unicom - jornal-laboratório do Curso de Comunicação da Unisc - deste semestre.

Trata-se do segundo esforço dos alunos da disciplina de Produção em Mídia Impressa no sentido de resolver, em todas as instâncias, duas edições de nosso jornal-laboratório.

Aos meus olhos, uma vez mais um esforço digno de nossa atenção, por bom.


O primeiro jornal você acessa por aqui.

Os trabalhos estão encerrados

Com este post dou por encerradas as atividades da disciplina de Produção em Mídia Impressa do segundo semestre de 2011.

Ano que vem tem mais.

Boas férias a todos.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cristina foi à Grécia

Em outras oportunidades, já relatei aqui, no blog, algumas experiências de Cristina Butzge – a rainha que nunca perdeu a majestade –, protagonista da minha reportagem para a edição multitemática do Unicom neste semestre que está acabando.

No ano de 1999, ela foi eleita Musa do Turismo de Candelária e posteriormente conquistou os títulos de Miss Turismo RS e Miss Turismo Brasil. Na fase internacional do concurso – Miss Tourism Of the Planet –, Cristina ficou entre as cinco finalistas. A disputa foi realizada na Grécia.
 
 

Cristina, que é advogada, me contou que foi uma sensação única conhecer o berço da Democracia, além de visitar as cidades históricas do país. Na viagem à Grécia, Cristina esteve acompanhada por sua mãe, a Daguimar. Elas ficaram por lá durante 30 dias.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A hora é agora!


Olá galera!!! o fim de semestre está próximo e com ele, a sensação de missão cumprida. A primeira edição do jornal ficou linda e a segunda vai ficar mais ainda!!! Muitas surpresas o aguardam nas páginas do Unicom. Muitas histórias contadas de forma única, com o olhar de cada um. Toda a trajetória de um semestre nas entrelinhas de cada reportagem. Sei que pareço um tanto quanto melancólica, mas tenho uma razão para isso: esta é a minha última aula de impresso.

No próximo semestre é só mais algumas cadeiras e formatura!!! Mas, de todas as disciplinas feitas ao longo do curso, com certeza a produção do jornal Unicom vai ficar pra sempre em minha memória, pois me proporcionou muitos aprendizados.

Ao mestre e aos colegas, agradeço desde já, a parceria, os risos, a dedicação, a amizade, as noites de quarta-feira, o trabalho em equipe e a colaboração de todos. Valeu galera!!!

Aos que ainda passarão pela disciplina, aproveitem... mas aproveitem muito mesmo, pois quando a disciplina acabar, vão se lamentar, assim como eu, por não ter participado mais, se doado mais, vivido mais cada momento. A hora é agora!!!!



Cheiro de Unicom no ar

Pois é galera, semestre terminando e aquela loucura tomando conta de grande parte dos acadêmicos. E com nós, da Produção de Mídia Impressa não seria diferente. Depois de produzir as duas edições do Unicom deste semestre estamos correndo para deixar o Unicom Multitemático prontinho e fresquinho para vc saborear durante as férias. A diagramação, das reportagens que estão muito interessantes, cada uma com suas curiosidades, está praticamente concluída. Então na última semaninha de aula, não esqueçam de passar na coordenação do curso e retirar a edição que está muito legal. Rumo a premiação no Set Universitário da PUC 2012.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pipoca fora da panela

No momento em que vimos a primeira edição do Unicom quase finalizada à espera da impressão, começou a se pensar no segundo jornal-laboratório. Pois bem! Milhares de ideias pipocaram. Várias com grande possibilidade de dar certo, outras com uma pitada de insegurança. Mas nessa altura do campeonato, as dúvidas só servem pra atrapalhar.
Algumas dessas 'pipocas', nos quarenta e cinco do segundo tempo saltaram fora da panela. No meu caso, uma pauta que foi amadurecendo durante duas semanas, no dia em que de fato cairia do pé em uma cestinha bem macia, acabou caindo no chão. Entendem? Não rolou.
Para meu imenso desespero e também minha felicidade e surpresa, outra história, com personagens diferentes, tema diferente, tudo diferente..apareceu. No jornalismo, nem toda pipoca fica dentro da panela...mas quem disse que isso é ruim?

Depoimentos da Equipe do UNICOM- parte II

Confira mais depoimentos sobre a produção das duas edições do UNICOM 2011/2, com comentários do professor Demétro Soster. 


sábado, 3 de dezembro de 2011

O versátil

No próximo Unicom, uma das matérias trata de um alegre alegretense (mil perdões pelo trocadilho) chamado Geraldo Andrade. 50 anos, sem filhos e três profissões: advogado, professor e narrador de futebol.

Para dar uma amostra do trabalho do dito cujo, pensamos em trazer para o blog uma cópia de um longo processo penal, ou então um plano de aula para a 8ª série. Mas pareceu mais fácil e atraente postar um gol na voz de nosso personagem.

Segue, no link abaixo, a narração de Geraldo Andrade para um gol da final do Campeonato Gaúcho de Futsal de 2010. O tento é o primeiro da Assoeva, de Venâncio Aires, na vitória por 3 a 2 sobre a ACBF, de Carlos Barbosa. Como diriam pelas bandas de onde ele veio: de arrepiar o pêlo.

Professor-advogado-narrador Geraldo Andrade e o primeiro gol de Assoeva 3x2 ACBF, pelo Estadual de Futsal 2010.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Mascote será novidade do próximo UNICOM

Muitas surpresas estão reservadas para a segunda edição do Unicom deste semestre, o mascote do jornal é uma delas. A ideia da turma foi concretizada a partir dos traços do colega, Pedro Dreyer, o Guga, que deu forma ao quero-quero que será lançado nessa edição como mascote e ficará como marca do jornal para as próximas.  No vídeo, Guga explica como criou o mascote:



De volta às colunas sociais

Ainda que não more em Candelária, a sempre rainha da Femel, Cristina Eliza Butzge, recebeu uma homenagem da família que reside no município.

Cristina completou 33 anos no dia 15 de novembro. Uma foto dela com o filho Antônio José foi publicada nas Sociais de Candelária, veiculada na quinta-feira passada no jornal Gazeta do Sul.


Durante a juventude, quando participava ativamente dos concursos de beleza e cultura, ela era figura certa nas sociais da Gazeta.

Desta vez, Cristina voltou às sociais em razão de seu aniversário. A diferença do início dos anos 90* para cá é que agora tem um filho e é protagonista de outras conquistas, principalmente profissionais.

* As fotos geralmente eram publicadas na coluna do Ike.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Modelo e atriz?!

Falta pouco para a impressão da nova edição do Jornal Unicom, enquanto isso, aproveito para mostrar um pouco mais da minha personagem. Entre os trabalhos que a modelo internacional figurou, um clipe do cantor israelense, Yasar, na musica Hayirdir insallah.

Ana Paula Schuster, antes de se tornar modelo, participava do teatro da escola, foram três anos dedicados a atividade, que lhe proporcionou postura, criatividade e desenvoltura. "O teatro ajudou a trabalhar minha timidez", revela. Graças a esse diferencial, Ana, foi escolhida como figurante principal desse clipe, confira:


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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Amor e ódio

É isso que existe entre Frabrício Carpinejar e a sua namorada Cinthya Verri. Nesta edição do Unicom, eu vou contar como é a relação entre um dos maiores poetas da atualidade e a sua musa. As peculiaridades, as mentiras e a troca de afeição que existe entre a dupla estarão expostos em uma entrevista sincera com quem acorda todos os dias ao lado do Carpinejar.

Você quer? Eu também

E a galera já espera ansiosa a próxima edição do Unicom que a turma de Produção em Mídia Impressa 2011/2 está produzindo. Se eu, que faço parte da turma, estou super ansiosa para ver o trabalho pronto, imagina quem só ouve comentar as histórias da produção.

Você quer uma edição recehada de conteúdo e de belo visual? Eu também. E o Unicom multitemático tem tudo para corresponder às expectativas. Hoje à noite a turma começa a revisão das páginas diagramadas. A equipe também está programando um vídeo contando sobre a produção das duas edições do Unicom e os bastidores desse trabalho de garimpar informações e produção de texto e imagens. E, de novo, eu digo: vale a pena esperar para 'saborear' mais um Unicom! Você que já fez parte da produção sabe do que estou falando! E quem se prepara para esse desafio e muito aprendizado também! Até mais!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Garota de programa por vocação

Encontrar pelo país, pelo Estado, pela cidade meninas que vendam o próprio corpo em troca de recompensa financeira, não é lá tão difícil assim. No entanto, encontrar alguma que assuma o que faz e que goste da profissão, é bem complicado, ou era! Na segunda edição do Unicom você vai conhecer um pouco mais sobre uma jovem que além de levar a vida fazendo programas, diz amar o que faz!!Não perca!

Quem nunca quis ser jogador de futebol?


A minha reportagem da segunda edição do Unicom deste semestre está nas mãos da revisora e da editora. Ao apurar dados, histórias e cases me senti, de certa forma, com o dever cumprido, não com a disciplina (ainda), mas sim, com quem vai ler, pois é tão comum termos priminhos, afilhados, sobrinhos, irmãos, conhecidos de onde moramos, seja qual for a cidade, que sonham em ser jogadores de futebol e consequentemente ser um Neymar da vida, com fama e dinheiro. Ao entrevistar alguns avaliadores tive a confirmação da dificuldade que é dispensar um garoto de 10 anos de am time por não corresponder às expectativas. Então, é sobre isso que fala minha reportagem. Sonhos, dificuldades, escolhas que fazem de um menino um futuro jogador de futebol. Posso dizer que gostei do resultado. E sei que você também vai gostar.

A divertida tarefa do repórter


Eu não sei se já falei isso, mas o mais legal de ser repórter é ter com esta profissão a autorização para ser curioso, para perguntar, perguntar e perguntar.

Como se não bastasse este simples fato de conhecer histórias incríveis de pessoas iguais à você, depois ainda, é preciso se deleitar ao papel, usar e abusar da ecsrita e da critividade para contar aquilo que você acabou de escutar, e apostar no detalhe, na imagem, ou na fonte que você escolheu para atrair o leitor.
Não é o máximo?

Veja bem, na primeira edição deste semestre eu conheci mais sobre o Nandinho, um diplomata brasileiro que, mesmo exercendo um cargo de grande importância não deixou de lado as manias de guri. Agora, nesta edição, eu tive a oportunidade de conversar (por skype) durante horas com o ator global, que está na noela Malhação Conectados, Pedro Bernardo, ou, Pedrinho do Cavaco, como eu o conheci (na foto à direita). O guri, mesmo com toda a fama que começa a aparecer e tendo como seu padrinho nada mais e nada menos do que Milton Nascimento é gente boa pra caramba. Dispôs de horas de seu dia para responder às intermináveis perguntas da repórter aqui. Durante a entrevista rolou até música ao-vivo (ele queria mostrar a música de seu CD que foi lançado no início deste ano, "Química do Amor"). O complicado foi resumir a história de Pedro Bernardo em 4 mil carcateres.

Depois de feita a reportagem sobre o astro teen, pude ainda me divertir contando (aos futuros leitores) sobre como os cães são tratados nos Estados Unidos da América. Nas férias de julho eu vistei o estado de Nova Iorque, Connecticut e Califórnia, registrei o que vi por lá e conto tudo para vocês na próxima edição do Unicom. O tratamento dos cãezinhos, acreditem, é de dar inveja!!!

Bom, agora, aqui na aula, ou melhor, na redação do jornal, o momento é de correção.
Cada um se encarrega de corrigir um texto (que não seja o seu, é claro).
Então, ao trabalho, por enquanto é tudo que posso contar!

See ya!

Só pra dar um gostinho...


Este é só uma partezinha do que vem por aí na matéria do Unicom...
Uma caverna de Sal...????

Mãe de Miss

Daguimar Evanir Butzge, mãe de Cristina Eliza Butzge - a rainha que nunca perdeu a majestade - sempre acompanhou a filha nos concursos de beleza. É sobre essa experiência de ficar nos bastidores e torcer por Cristina que Daguimar fala nos vídeos.  





Coroas, faixas e vestidos

Como já disse em outra postagem, minha reportagem para a edição multitemática do Unicom é sobre uma rainha que nunca perdeu a majestade devido à não-realização de um evento para o qual ela foi escolhida soberana.

Cristina Eliza Butzge ganhou vários títulos, com direito a coroas e faixas. Confiram, no vídeo, o que representam essas conquistas.



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ouçam: falta espaço

Alguém tem medo de cemitério?
E de não ter lugar para morrer, já pensou nisso?



Os personagens da próxima edição do Unicom contam um pouco sobre a falta de espaço nos cemitérios.
Não percam a edição impressa!

Você tem onde cair morto?

Você já parou para pensar no lugar do seu último descanso?

É, isso mesmo! a pergunta é séria!

Pensar que não se tem onde cair morto, nem de longe, é engraçado! E por mais estranho que pareça, tem gente que pensa cedo nisso para não ter problema depois do último suspiro.


Ser coveiro não é para qualquer um, nem mesmo é um sonho de profissão. É coisa que poucos querem e poucos sabem fazer direito. Talvez por isso na pequena Vera Cruz seu Kappke e seu Zingler trabalhem há mais de 25 anos no serviço.

Na próxima edição do Unicom você vai conhecer um pouco da história desses dois trabalhadores e também um pouco do problema que se esconde atrás da morte. Não perca!

Quando o amor se corresponde

Iracema, aos 57 anos, carrega consigo uma bagagem cheia de lembranças de um amor eterno. Canceriana, se considera romântica e prestativa. Com um começo de relacionamento bem diferente dos atuais, deu um tiro no escuro e encontrou seu verdadeiro amor.

Em uma época em que não existiam computadores, redes sociais e e-mails, surgiu um amor a primeira carta. Isso mesmo, correspondência, dessas que se coloca selo e é entregue por carteiros. Mas a história dela, apesar de linda, não teve um final tão feliz.

Ficou curioso? Aguarde a próxima edição do jornal Unicom e confira essa e muitas outras histórias legais.

Vamos fazer um churrasco ??


A próxima edição do Unicom vais ser bem temperada e de peso, só de sal 1,5 toneladas.
Imagina quantos quilos de carne bem salgadinha daria para assar em uma super churrasqueira com todo esse sal. Pois é, mas essa montanha de sal ou melhor, caverna de sal, não faz parte de nenhum churrasquinho de final de semana. É um tratamento poderoso indicado por médicos para quem sofre de doenças respiratórias. Quer saber como tudo isso funciona?? não perca a próxima edição do Unicom...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

UNICOM nas mídias sociais

Para tornar o Unicom mais acessível estamos expandindo nossa comunicação nas mídias sociais. Através delas você será informado das novidades relacionadas a produção de reportagens para cada edição, além disso, poderá trocar ideias e compartilhar leituras.

Acompanhe as nossas mídias e curta o jornal laboratório produzido com muita criatividade pelos alunos do Curso de Jornalísmo Unisc.


Contamos com o seu clique!

Uma Modelo Sem Escalas


Ana Paula Schuster, minha entrevistada para a reportagem do próximo UNICOM, segue sua carreira de modelo internacional há 10 anos. Ana é uma das modelos de sucesso que não são famosas, mas garantiu bons cachês e uma bagagem de muito aprendizado. Sua persistência e dedicação renderam-lhe a conquista de um passaporte cheio de carimbos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Esquenta a água e prepara o mate

O chimarrão é a marca de todo bom gaúcho
A bebida mais conhecida do Rio Grande do Sul, representante de nossa tradição, não poderia faltar na entrevista para a construção da minha matéria para esse Unicom. O chimarrão. Afinal, conversa vai,conversa vem e a cuia acompanha.

Minha conversa com o homem de bombacha e lenço, foi marcada por boas risadas, um gostoso chimarrão e muitas histórias de amor e orgulho pelo estado. Amor que surge na infância e constrói o homem gaúcho.

Esquenta a água e prepara o mate, pois o próximo Unicom daqui a pouco sai do forno.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quando a saudade chora

Ingrid chora ao lembrar da saudade da filha toda vez que ela parte
Em entrevista para a reportagem do próximo UNICOM, Ingrid Schuster, disfarça lágrimas com um sorriso, emociona-se só de lembrar cada partida de sua filha, a modelo Ana Paula Schuster. "Além de ficar longe de mim, nunca sabia por onde ela andava". Apesar de ser muito apegada a filha, sempre apoiou a modelo na sua  carreira internacional.

Ana, conforme a mãe, demorava a dar noticias, "as vezes ela some até 15 dias". Ingrid é mãe da personagem real da minha reportagem sobre a nada mole vida de modelo internacional.

Eterna soberana

A pauta que escolhi para desenvolver na edição multitemática do Unicom é sobre uma rainha que ostenta o título há 17 anos. Cristina Eliza Butzge, hoje com 32 anos, foi eleita soberana da 2ª Festa Estadual do Mel (Femel), em Candelária, no ano de 1994. Quer saber por que ela nunca perdeu a majestade? Então não deixe de conferir essa e outras conquistas de Cristina no próximo Unicom.


Coroas conquistadas por Cristina durante sua carreira


Por enquanto, confira alguns retratos da visitação à casa dos pais de Cristina. Atualmente ela reside em Porto Alegre, mas muitas lembranças permanecem no lugar onde passou sua infância e juventude.


Vestidos utilizados por Cristina na divulgação da Femel


Orgulhosa, Daguimar observa o retrato da filha, que hoje mora em Porto Alegre

Faixas conquistadas durante os concursos em que participou

Além de faixas e coroas, Cristina ganhou distinções enquanto cidadã

Em breve, postarei vídeos dessa visita. 

Créditos
Fotos: Marília Gehrke
Colaboração: Daguimar Evanir Butzge, mãe de Cristina

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Unicom impresso!

A versão "palpável" do Unicom já está disponível na Coordenação do Curso!

Foto: Demétrio Soster/Facebook

A primeira edição do Jornal Unicom deste semestre já foi impressa e pode ser retirada na Coordenação do Curso de Comunicação Social. O tema é Profissões Invisíveis. Em breve, disponibilizaremos o jornal em PDF.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dia de avaliação

A noite de quarta-feira foi de avaliações coletivas e individuais sobre o processo produtivo do jornal Unicom. Colocamos as cartas na mesa para discutir nossos erros e acertos. As colocações foram feitas pelos alunos, conforme os cargos exercidos, e pelo professor, que também atuou como editor-chefe. Essas lições serão levadas para a próxima edição do nosso jornal-laboratório, que já está sendo produzida. 
 


 
O resultado da edição temática 2011/2 do Unicom – sobre Profissões Invisíveis – poderá ser conferido já na próxima semana. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Organização Unicom - edição multitemática

Funções definidas.
Let's work!


Tem mais trabalho

Matérias prontas. Fotos bem produzidas. Capa super bacana. Páginas diagramadas. O trabalho está pronto! Que nada! Tem muito trabalho pela frente!

A nossa tarefa de revelar o visível inclui também a apresentação do nosso jornal-laboratório que está de logo novo. O que será que o 'povo' pode esperar para o lançamento? Huumm, é esperar para ver! Hoje à noite será o momento de afinar tudo para mais esse grande momento.

E não pára por aí! A segunda edição, esta que será de multitemática, já está em construção. Hoje também vamos dar o ok para as pautas e o trabalho continua a todo vapor. Grande momento de aprendizado, de experiência prática para a somar em nossa (futura) vida profissional.

Mais uma vez os leitores não vão perder por esperar.

Até mais!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A face invisível da matéria - PARTE 4

Achei que tu fosses mendiga
“A ONG que procurei em busca de um protagonista para minha matéria do Unicom atua em Venâncio Aires há mais de 40 anos. A entidade não investe em publicidade e pouco divulga suas ações. Por isso, é comum os pedintes baterem a porta da entidade em busca de comida e roupas. No meu caso, foi só eu tocar a campainha que Dona Elsida atendeu e disse em meio a um sorriso: ‘Querida, comida e roupas é só a partir das 8 horas’. Embora os pedidos fossem constantes e a maioria dos ajudados soubesse o horário de atendimento da instituição, ter alguém tocando a campainha às 7h30 da manhã só poderia ser pelo mesmo motivo de sempre: buscar ajuda. ‘Achei que tu fosses mendiga’, respondeu ela após ouvir o motivo da minha visita.”
Cristiane Inocêncio


Pimenta nos olhos dos outros
Quando ficou definido que o Jornal Unicom deste 2011/2 seria sobre profissionais "invisíveis", logo soube que não precisaria ir longe para ter a pauta. Bastava conversar com meus colegas, técnicos de áudio da emissora de rádio que trabalho. Era a certeza de ter um assunto interessante e de estar fazendo justiça, digamos assim, com gente que faz um trabalho tão bom e, de fato, quase ninguém conhece. Na hora de buscar ganchos, pensei em perguntar sobre um dia de um deles fazendo transmissão de futebol ou festa no interior. Ou sobre alguma ocasião de tormenta em que a rádio saiu do ar e tudo deu errado. Nem precisei. Enquanto refletia, um destes meus colegas teve de sair do seu dia de folga - que já era uma segunda-feira - para tomar banho de chuva e consertar alguns equipamentos que queimaram por conta de um temporal, tirando o sinal do ar.
Geferson Kern

A face invisível da matéria - PARTE 3

Um senhor de cabelos branquinhos
“Precisei mudar o foco da minha pauta aos 45 minutos do segundo tempo. Havia sido definido que eu entrevistaria a pessoa que corta a grama do estádio Edmundo Feix. Ok. Quando fui atrás da sugestão veio a surpresa: quem cortava a grama do estádio era a mesma pessoa e máquina que cortam a grama do cemitério-parque de Venâncio Aires. Cheguei a me arrepiar. Então tive que pensar em outro assunto e cruzei com o senhor velhinho Não está claro do Guarani. Pois bem, em um sábado de manhã, único dia que posso dormir até mais tarde, dia frio, estava eu em um campo de futebol seguindo um senhor que estava pintando as linhas do gramado. Foi nesse momento que me dei conta que ele tinha todo o valor no contexto do tema do Unicom. Ali estava o meu profissional invisível.”
Vanessa Behling


João precisa se proteger
“Já pensou em ter que olhar todos os dias para um mural com as fotos das pessoas que você não quer encontrar na rua? Elas são sinal de perigo. Pois é, o transportador de valores - na matéria identificado apenas como João - passa por essa situação. Confesso que fiquei um tanto preocupada com a matéria; preparei uma série de perguntas já imaginando que não teria resposta para muitas delas, afinal, João precisa se proteger e uma das maneiras é falando pouco da sua profissão. João já era meu conhecido, sei do seu trabalho e dos cuidados que tem. O que eu não poderia imaginar é que quando eu chegasse em sua casa encontraria a porta aberta e ele dormindo sentado no sofá da sala. Já pensou se eu fosse uma das figuras do mural?”
Jaqueline Lara

A face invisível da matéria - PARTE 2

“Eu não gosto disso, tá?”
“Tentem imaginar a cena: ao ficar frente de frente com minha fonte, disparei: ‘Fernando, preciso de uma entrevista contigo’. Ele não esboçou grandes reações, mas respondeu: ‘Não Deka, eu não gosto disso, tá?’. Tá!? Tá, nada! Ele não tinha compreendido que ele já era o meu case do Unicom e que, demorasse o tempo que fosse, eu iria convencê-lo. Fui então buscar um copo de cerveja. Voltei e continuei: ‘O Unicom é temático. E o tema tem tudo haver com o que tu faz.’ Ele olhou para baixo, entrelaçou as pernas, cruzou as mãos, voltou o olhar para mim e continuou: ‘Hum’. Respirei fundo, tomei mais um gole da cerveja e continuei: ‘Não é nada demais. Tu nunca me disse, o que exatamente tu faz lá?’. Ele riu (sim, ele riu) e foi neste momento que, sem ele perceber, estava me contando tudo sobre sua rotina como diplomata.”
Andréia Bueno


Perto da calculadora, longe da lupa
“Sempre quis saber de onde surgiu a minha vontade de seguir carreira no Jornalismo. Sou filha de uma contadora e de um marceneiro e irmã de uma engenheira. Números e cálculos, claro. E as letras? E a curiosidade? Dia desses, conversando com a Marlise – também conhecida como minha mãe - descobri que ela queria ser investigadora. Detetive, sabe? Por coincidência, a profissão que escolhi para abordar na matéria. Durante a juventude, os livros de romance e suspense despertaram-lhe o instinto investigativo. Em sua imaginação habitavam perseguições, esconderijos e descobertas. No entanto, a imaginação de minha mãe passava longe da realidade da época. O fato dela ter saído de casa – e mudado de cidade - para estudar já era um diferencial e tanto. No fim das contas, acredite: ela se formou em Ciências Contábeis. Perto da calculadora, longe da lupa.”
Marília Gehrke


Ninguém deixa rastros
“A preparação da minha pauta foi bastante tensa, mas conseguir carta branca para entrevistar meu personagem compensou a incerteza inicial. Embora não tenha sido possível acompanhar de perto toda rotina de trabalho, por questões de privacidade, pude conhecer pessoalmente os bastidores de um motel. As coisas acontecem de forma rápida para que funcione tudo perfeitamente. Ninguém deixa rastros. Durante a conversa com o personagem, tive que me esconder diversas vezes atrás de folhagens, ou dentro do carro, e permanecer com olhos fechados. Apesar da timidez do entrevistado, fui quebrando o gelo e consegui desvendar detalhes interessantes para revelar aos leitores do Unicom. O maior prazer em trabalhar com o jornalismo é exatamente isso, conhecer histórias e personagens que jamais seria possível em outra profissão.”
Michelli Jülich

A face invisível da matéria - INÍCIO

É complicado escolher qual a melhor face do jornalismo: da apuração à redação, todos os momentos exigem muito do repórter, e são todas muito prazerosos. Para a produção do jornal que você tem em mãos não foi diferente. O desafio de transformar histórias de pessoas invisíveis em reportagens veio acompanhado por situações pitorescas e reações inesperadas. Os bastidores das nossas matérias mostram como o fazer jornalístico pode ser sedutor e surpreendente. E, principalmente, como este processo pode se transformar em uma rotina de aprendizado. Depois de receber alguns “nãos”, ou de trocar o rumo de algumas pautas, trazemos ao leitor um jornal cheio de personagens singulares. Confira o caminho de incertezas e descobertas que os repórteres passaram para chegar até aqui.
Jeniffer Gularte


Minha escolhida começou a rir
“Antes de ir às ruas em busca da protagonista da minha reportagem, já imaginava que não seria apenas mais uma pauta em minha vida, simplesmente por se tratar de uma procura diferente: eu não estava indo atrás de informações exatas para compor uma matéria. Na verdade, minha missão era encontrar uma pessoa com histórias que surpreendessem. Ao avistar de longe uma mulher de um 1,3 centímetros de altura, percebi que ali estava uma personagem que seria no mínimo curiosa para o meu trabalho. O que eu não esperava era o modo como ela recebeu o convite para ser a protagonista da minha matéria. Minha escolhida começou a rir, afirmando que deveria se tratar de uma ‘pegadinha’. A surpresa foi seguida de uma das conversas mais impressionantes que eu podia ter tido e também uma das mais demoradas para ter início.”
Maiara Halmenschlager


Aquilo cortava meu coração
“Descobri que trabalhar em pet shop dá trabalho, mas que pode ser muito engraçado. Acompanhar a rotina do profissional foi uma experiência maravilhosa, presenciei cenas impagáveis. A cachorrada briga com vidro de perfume, vomitando e faz até as necessidades enquanto é secada. Um dos momentos mais graciosos foi quando a minha personagem abria os nós de um cãozinho poodle. Ele gritava, enquanto a minha expressão era de pena. No pet shop, todos me olhavam, riam e, ao ver minha reação, diziam: “Calma, não estamos machucando ele”. Mas, afinal, como queriam que eu ficasse? Aquilo cortava meu coração. É, caros leitores, ossos do ofício.”
Daiane Kalsing

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Na Malhação e em breve no UNICOM

A primeira edição do semestre do Jornal Unicom foi finalizada hoje. Em breve, eu digo muito em breve (agora é questão de semanas) vocês vão poder conferir as reportagens feitas pela galera de Produção em Mídia Impressa.

Como se não bastasse a euforia de ver o jornal com cara de jornal, e poder afirmar: "pode enviar para impressão, está pronto", hoje também tivemos um segundo momento especial durante a aula, fizemos a segunda reunião de pauta.

Sim, já começamos a pensar na próxima edição do Unicom. Se a primeira foi temática, a segunda vai abordar os mais diversos assuntos, e nesta "vibe" tivemos toda liberdade para pensarmos em algo que realmente queremos escrever sobre.

Não pude evitar em pensar em um guri que conheci alguns meses atrás, aqui em Santa Cruz do Sul, que se encantou pela cidade e para minha surpresa (e alegria, porque o cara é gente boa e merece!) está na novela jovem da Rede Globo, a Malhação.

Pedro Bernardo, ou Pedrinho do Cavaco: é esta a pauta que eu quero!

Pela intensa rotina de gravações que ele está tendo pensei que seria meio impossível achar o Pedro on-line para lhe propor a entrevista, mas, ao contrário, ao chegar em casa ele estava no Facebook, on-line e logo me respondeu. Ele topou fazer parte do próximo UNICOM.

Sobre o que vamos falar? Como será feito? Hummm, surpresa, só posso antecipar que ele foi receptivo à ideia, obviamente o melhor está por vir....

Por enquanto, fiquem com o vídeo do Pedro Bernardo que mandou o recado para galera do Unicom (notem que está algo super improvisado, foi gravado com uma câmera digital nada profissional, mas está valendo) !!!!!


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See Ya,
Deka Bueno

sábado, 15 de outubro de 2011

Rotina da minha protagonista

Pra ir deixando os leitores do Unicom com água na boca e ainda mais curiosos, lanço aí um vídeo que fiz enquanto acompanha a rotina da protagonista da minha matéria.

No outro, a própria Neusa, conta em sua palavras como é a rotina de uma rádio-táxi. Lembrando que a produção do Unicom ta na fileira e o material ta quase indo pra gráfico. Enquanto isso, confere aí.


domingo, 9 de outubro de 2011

Ilustre invisível

Se me permitem, uma musiquinha para alegrar o domingo. O que isso tem a ver com o Unicom? Bom... já que falamos de "profissões invisíveis", vamos ouvir a banda de um guitarrista que por muito tempo trabalhou como músico de estúdio. Ou seja, ele gravava um monte de coisas legais nos discos de grandes artistas da época, mas ninguém sabia quem era ele.


"Antes do Led Zeppelin, o guitarrista Jimmy Page foi um prolífico músico de estúdio, participando das gravações de dezenas de músicos de estilos diversos. Durante os anos em que esteve no Led e depois do encerramento da banda, participou ainda de gravações com outras dezenas de músicos e bandas."

fonte: Whiplash!


Tio Jimmy sabe das coisas!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Bastidores - fotos do expediente

Olá, pessoal!

Estamos trabalhando na produção de fotos para o expediente do Unicom.

Que tal acompanhar os bastidores?


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Está no forno

A noite de ontem foi de muito trabalho para a equipe do Unicom temático deste segundo semestre. A edição está "no forno".

É, isso mesmo!

Depois de muito trabalho de produção de textos, fotografias, uma super produção para a capa, ontem o núcleo de PP começou a entregar as primeiras páginas diagramadas com a nova logotipia e esboçando a proposta de um novo layout para as páginas.

Agora, intensifica-se o trabalho de revisão.

Quem está esperando a nossa promessa de revelar o visível, com certeza também vai encontrar um Unicom muito bem preparado em termos de conteúdo e visual.

Falta pouco!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Radioweb Unicom

Olá pessoal! Selecionei um trecho da conversa que tive com o profissional "invisível" escolhido para minha reportagem. Leandro e Castro, o leiteiro, fala sobre a sua rotina de trabalho. Confere aí!


Fique ligado no blog do Unicom que logo voltarei com mais detalhes da conversa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A arte de revelar o ser humano

A jornalista Eliane Brum é expert na arte de revelar o que há de mais peculiar no ser humano.


A leitura de seus livros - entre eles A Vida que Ninguém Vê - auxilia na construção de um texto informativo com aspectos literários.

domingo, 2 de outubro de 2011

E quando ela não vem...segure-se quem puder

Mais que dona de uma profissão invisível, a minha personagem, por aqui...é imprescindível.
Já imaginou uma casa enorme, e cheia de mulher dentro? É bagunça na certa! No domingo, único dia de descanso da "tia", eis como fica a cozinha:

...é carregador de bateria de notebook, leiteira, azeite, talheres e parte do liquidificador em cima do balcão, uma pia cheio de louça suja...e por aí vai. Segure-se quem puder e reze na hora de procurar por um copo ou algo do tipo, pois provavelmente, estará no meio disso tudo!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Unicom - 1ª edição

Quer conhecer a primeira edição do Jornal Unicom?

Vamos voltar no tempo, então: julho de 1997.

O ex-professor e ex-coordenador do jornal Otto Tesche explica a disposição das matérias, charges, enquete, enfim.

Vamos conferir?


Sobre as dificuldades do texto

Em uma segunda conversa com o ex-professor e ex-coordenador do Unicom, Otto Tesche, eu e a colega Jeniffer Gularte pedimos dicas em relação ao texto, que não pode ser estritamente literário, nem somente informativo. Confira:


Ex-coordenador do Unicom fala sobre pautas

Olá, pessoal!

Eu e a colega Jeniffer Gularte conversamos com o Otto Tesche, ex-professor da Unisc e ex-coordenador do Unicom.

Neste vídeo ele fala um pouco sobre a elaboração e execução das pautas.




Atualmente, o jornalista é o responsável pela editoria Regional no jornal Gazeta do Sul.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A produção da capa do Unicom

A tarde de ontem foi dedicada à produção da capa do próximo Unicom.

Utilizamos o Espaço Camarim, no Centro de Santa Cruz, como cenário da foto, feita por César Lopes.

O ator Tiago Machado encarnou o protagonista do retrato. O figurino foi elaborado pela estilista de moda Thaisa Ayessa.

Enquanto não podemos revelar a ideia da capa, confiram, em vídeo, como foi a produção.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Hoje é o dia da CAPA!

Está confirmado. É hoje que a produção da foto de capa da próxima edição do Unicom sai do campo das idéias para virar realidade. A partir das 17 horas, eu e a Deka Bueno vamos cuidar dos detalhes da elaboração dos retratos, que ocorre no Espaço Camarim.

A ideia da foto de capa, discutida exaustivamente na última aula, ainda não pode ser revelada, mas o nosso objetivo é bastante audacioso: fazer com que a primeira página tenha sua essência coberta de subjetividades que traduzem o tema central deste Unicom.

Depois da produção da foto, o trabalho de arte vai passar para as mãos da nossa dupla de PPs Alessandra Angonese e Dudu Peiter. Vamos lá!

Radioweb Unicom no ar: mais suspense

Para atiçar a curiosidade, nada melhor do que dar mais dicas do que está por vir. A galera está envolvida com a finalização dos textos. E o suspense sobre as pautas continua.

Ouve aí!

sábado, 24 de setembro de 2011

Da janela, Neusa conhece Santa Cruz


A foto que abre este post é a imagem que a protagonista da minha matéria do Unicom enxerga há 17 anos, cinco vezes por semana. Na companhia das torres da Catedral São João Batista, ela viu a cidade que lhe adotou crescer, mesmo escondida no palco do seu local de trabalho.

Quando coloquei o pé pela primeira vez no local, que é quase o habitat de Neusa Fontani, a imagem que se vê pela janela me chamou a atenção de imediato.
“Que bonita a vista daqui, Neusa”, disparei.
“É verdade. Eu passo horas olhando para as torres da Catedral”, confessou ela.

Para quem está atrás de peculiaridade e dá um dedinho para ver a fonte revelar suas sensibilidades, ali estava um prato cheio. Há menos de 10 minutos de contato com a fonte, tive certeza como abrir o meu texto: tudo iria começar pela janela. E assim foi. Obrigada Neusa, pela dica.

Quando bate a frustração

O dia: sábado, 18 de setembro de 2011. A hora: 14h. O local: Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. Lá estava eu com bloco, caneta, gravador, câmera digital e uma carga bem grande de vontade para fazer jornalismo e ultrapassar fronteiras.

Voltando um pouco no tempo, em pensamento, lembrei da segunda aula, em que o nosso professor – e editor chefe - Demétrio Soster dizia: “Gurizada, é preciso ampliar horizontes, ultrapassar fronteiras, ir além. Além da sala de aula, além dos portões da Unisc, e, se a ousadia permitir, além de Santa Cruz do Sul". 

E lá estava eu, a 167 km de casa, tentando em primeiro lugar descobrir onde se localizava a Administração do estabelecimento comercial ou o setor responsável pela segurança. Era meu primeiro desafio: descobrir por que não obtive resposta de nada menos que quatro tentativas de contato via e-mail.  Uma senhora muito simpática, funcionária da limpeza, gentilmente me mostrou o caminho até o elevador que me levou ao terceiro andar.

A porta abriu e milimetricamente a frente havia uma porta grande de vidro e uma plaquinha com o seguinte dizer: “Departamento de Segurança”. Entrei e fui recebido gentilmente por um senhor ao qual expliquei minha intenção. De nada adiantou, fui informado que teria que explicar tudo de novo para outra senhora. Aguardei. Esclareci novamente minha intenção. Nesse momento senti a hostilidade ao ser informado que teria de explicar tudo de novo a uma terceira pessoa. Aguardei.

Surge no corredor um rapaz de uniforme - camisa branca, gravata preta, calça preta e botina -, com um ponto eletrônico no ouvido e rádio para comunicação pendurado no braço. Expliquei tudo de novo, pois esse era o encarregado do departamento. Pensei que fosse a solução dos meus problemas, pois ele foi bastante gentil, até me convidou para sentar. O problema de explicar algo para alguém que vai “antecipar o assunto” ao seu superior é que talvez a informação chegasse desencontrada e este já me receberia com uma idéia pré-formada do que eu realmente queria. E foi absolutamente isso que aconteceu. 

Até ouvi quando a senhora repetiu umas duas vezes um “não sei o que lá” que ela não saberia explicar direito. Ao terminar de me ouvir (e acho que ouviu direitinho) ele fez aquela cara de quem ia dizer um não. E disse. Só que ele começou usando a palavra “infelizmente”.  Porém, a esperança não morreria por ali. Ainda teria um superior a este rapaz que me receberia dentro de algumas horas caso eu aguardasse ou voltasse depois. Aguardei. Para encurtar o relato, ouvi a seguinte explicação:

“O setor de CTV é o mais sigiloso, o mais seguro, absolutamente ninguém de fora do setor entra lá, até mesmo o sigilo sobre quem trabalha monitorando as câmeras é grande”.  Entendi que, naquele momento, o impedimento era maior do que minha vontade, maior do que a ousadia de ir além.

A frustração bateu ao perceber que não haveria argumento suficiente, pois expliquei detalhadamente a intenção do meu trabalho. É bastante triste ver-se às margens da desistência, ver-se vencido pelo tamanho sigilo da profissão invisível a qual eu escolhi para mostrar aos leitores.  Agradeci, pedi desculpa pelo infortúnio, e corri para o aeroporto, fui bem recebido, mas apenas no balcão de informações onde recebi um papel medindo 5 x 7 cm com nome e telefone dos responsáveis pelo setor ao qual me referi. O setor de comunicação do Aeroporto Internacional Salgado Filho. E, acreditem: o que vem por aí, senhores passageiros, é de apertar o cinto e fazer uma boa viagem enquanto leem as páginas do Unicom. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ainda sobre a aventura do motel

Circular por um motel, mesmo que em uma quarta-feira à noite, é, no mínimo, uma aventura peculiar. Mas pra quem tá a fim de fazer bonito e surpreender o público, a indiada valeu a pena.

Pra dar um charme extra às fotos da matéria da colega Michili Julich fomos, eu e ela, até o local para produzir e pensar um retrato que possa atrair o leitor e valorizar o seu texto.

Abaixo segue vídeos e fotos com o "making off" da produção das fotos.






Conhecendo a horta do motel

Para aliviar os comentários da nossa aventura jornalística da noite passada, no motel, referente a produção de fotos para a minha reportagem, resolvi postar algumas dicas do que fizemos por lá.

Esta linda horta ao lado, possui beterrabas, alface, couve e tomate. Os vegetais são servidos na refeições oferecidas pelo motel. O cardápio contém uma boa variedade de pratos e é servido 24 horas. Interessante, não?!

Logo mais, eu e Jeniffer Gularte, vamos postar o vídeo dos bastidores da produção. Aguardeeeeem para muitas revelações. 

Produzir o Unicom é sinônimo de surpresa e aprendizado

Todos deveriam experimentar, pelo menos uma vez na vida, o gostinho de se despir do preconceito, de deixar de lado estereótipos e perguntas feitas, abrir o coração e os ouvidos e ir para as ruas em busca de belos personagens, sem esperar por respostas prontas. Enquanto acadêmica de jornalismo, sinto que isso nos é mais estimulado ao longo do curso ou de repente até já venha no nosso DNA, no entanto, mesmo para nós, aprendizes de jornalistas às vezes essa é uma tarefa complicada.

Porém, com a feitura da minha primeira matéria para o Unicom, descobri que além de complicada, a tarefa também pode ser muito, mas muito prazerosa. A primeira vez a gente não esquece, ainda mais quando somos iniciados de uma forma surpreendente. A busca pela minha protagonista invisível trouxe surpresas e me proporcionou muitos aprendizados, entre eles, a lição de que o importa para muitos não é o reconhecimento dos outros, a opinião dos outros, mas sim a atenção de quem está bem perto.

A minha personagem principal não foi escalada ao acaso e nem precisou fazer testes para conquistar o papel. O trabalho que ela exerce diariamente pelas ruas da cidade e tudo que enfrenta em nome da profissão já são fatores suficientes para que ela automaticamente tenha recebido o direito de ocupar as linhas de uma das páginas do próximo Unicom.

Não vou contar aqui e nem agora quem é a minha escolhida, a única coisa que posso garantir é que Isabel Dias merece o espaço que recebeu. Entre sorrisos e lágrimas, nossa conversa flui como se fossemos conhecidas de anos e foi a partir daí que fatos especiais foram revelados. Vale a pena conferir!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pimenta nos olhos dos outros...

Quando ficou definido que o Jornal Unicom deste 2011/2 seria sobre profissionais "invisíveis", logo soube que não precisaria ir longe para ter a pauta. Bastava conversar com meus colegas, técnicos de áudio da emissora de rádio que trabalho. Era a certeza de ter um assunto interessante e de estar fazendo justiça, digamos assim, com gente que faz um trabalho tão bom e, de fato, quase ninguém conhece.

Na hora de buscar ganchos, pensei em perguntar sobre um dia de um deles fazendo transmissão de futebol ou festa no interior. Ou sobre alguma ocasião de tormenta em que a rádio saiu do ar e tudo deu errado. Nem precisei. Enquanto refletia, um destes meus colegas teve de sair do seu dia de folga - que já era uma segunda-feira - para tomar banho de chuva e consertar alguns equipamentos que queimaram por conta de um temporal, tirando o sinal do ar.

Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Ê, vida bandida...

O profissional de pet shop

O processo da minha produção de reportagem foi complicada no início. Até encontrar uma fonte que quisesse falar foi meio complicado, mas consegui. E acredito que não poderia encontrar personagem melhor. Fui muito bem recebida no local de trabalho. Apesar de ser um local simples, amor é o que não falta para os "clientes" de Lovani.

Acompanhei o trabalho por dois dias e sempre com diferentes situações para serem observadas e compreender melhor o trabalho do profissional de pet shop. Quantas situações, algumas que dei risada e outras que fiquei com o coração na mão. Mas foi uma experiência muito legal. Estou satisfeita por ter conseguido (acho) passar para o papel o meu trabalho de observação.

Tarefas do Unicom continuam

A reportagem está nas mãos da editora. Assim como as fotos da minha reportagem. Agora é mãos à obra, pensar e fazer o concreto desta edição do Unicom. O semestre ainda não acabou e daqui a pouco vem mais uma edição, mas já aproveito para dizer que esta experiencia é sensacional.

O sábado que passei naquele estádio de futebol acompanhando o trabalho de um senhorzinho de 61 anos não foi perdido, com certeza não, muito pelo contrário. Vai ser dificil esquecer todo esse processo de pensar em tema, coletar as informações, fazer as fotos, lapidar as ideias e colocar em prática as novidades desta edição. Só tenho a dizer: este Unicom vai ser o máximo...aguardem, logo logo estará nas mãos de vcs.

Ela é a mulher da água

Confesso que construir os textos para essa edição temática do Unicom está sendo um desafio. Mas um desafio pra lá de especial. É uma oportunidade de enxergar mais do que está à frente dos olhos. Para nós, futuros jornalistas, um grande exercício do olhar. E para quem vai degustar as páginas do Unicom... isso só quem ler vai poder dizer. Então aguardem.


No vídeo abaixo um pouco de uma das minhas reportagens. Ela é "mulher da água". Mas eu descobri que é bem mais do que isso!


Para acertar nos detalhes

É pessoal, a equipe do Unicom está mandando bem. Estamos em pleno processo produtivo, finalizando os textos e vem coisa boa por aí. Apesar do mistério, do suspense em algumas matérias e que o tema geral transmite, acreditamos que o público já começa a imaginar qual será o resultado. E pra equipe que está finalizando os textos e ainda resta alguma dúvida, quem sabe o vídeo da professora Clarice Speranza ajuda a acertar nos detalhes. São dicas que, junto com as orientações do nosso editor-chefe, vale a pena conferir!


Em mais um radioweb, os preparativos para o Unicom temático

Está aí mais uma edição do nosso Radioweb Unicom.

Aqui alguns integrantes da equipe mostram um pouco dos preparativos desta edição temática. O mistério está no ar!


E vem mais por aí. Continue acompanhando o nosso blog!

Radioweb Unicom - 2ª edição

Boa noite, pessoal!

Apresento-lhes a segunda edição do radioweb Unicom. Desta vez - ainda sem revelar a profissão escolhida - selecionei trechos do bate-papo com um dos cases da matéria. Vamos ouvir?



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Os desafios do texto do Unicom

Depois de passar alguns dias dedicada à produção do texto para o Unicom e ao instigante desafio de produzir um material à altura do nosso premiado jornal-laboratório, fiz um breve depoimento sobre esse processo.

Pois tão difícil quanto apurar e colher a essência do entrevistado é colocar isso no papel de forma que possamos envolver o nosso leitor.

Abaixo, segue meu relato!

Núcleo de PP explica mudanças no logo

A nova identidade do Unicom começou a ser traçada pelo Núcleo de PP, representado pelos estudantes Alessandra Angonese e Luís Eduardo Peiter, editora gráfica e subeditor gráfico, respectivamente.

A primeira mudança diz repeito ao logotipo do jornal. Por que mudou? Confira no vídeo:


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Como o Unicom chegou onde chegou

Pessoal, postei no dsoster.jor um texto em que analiso as três premiações - um recorde - do Unicom no 24º SET da PUC, onde tento entender, na condição de professor responsável pela disciplina que gerou todos os prêmios até aqui, total de sete, como o Unicom chegou onde chegou.

Reproduzo, abaixo, o primeiro parágrafo:

"Aos que, como eu, trabalham com jornalismo-laboratório em nível de graduação, sabem a importância que os prêmios têm para os produtos que desenvolvemos a cada novo semestre; processos nem sempre fáceis, por vezes tensos, permeados por dificuldades as mais diversas, sobretudo prazerosos e instrutivos sob muitos pontos de vista. (...)"

É importante que todos leiam.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Entre mordidas e arranhões

Assim como os demais colegas já escreveram, minha pauta trata sobre o profissional que lava os bichinhos no pet shop. Confesso que quando recebi a missão de fazer essa pauta, achei que ela não fosse render. Fiquei pensando, como vou fazer uma história legal com essa pauta.

Felizmente a minha impressão estava errada, e, quinta-feira,quando realizei a entrevista, percebi que o assunto se tornaria uma bonita matéria.

Observar o tratamento e os cuidados que os cães e gatos tem é muito interessante. Fazer jornalismo é descobrir o novo sempre e acreditar que você consegue uma bonita história por mais simples que seja.

Como é estar escondido em meio a multidão

Como outros colegas já relataram, contar a vida de alguém e tornar isso interessante para um grande público, não é fácil. E não é mesmo. A situação fica ainda pior quando a vida da pessoa em questão é repleta de sofrimento, desilusao, frustrações e sentimentos que reduzem a cada dia a auto-estima de quem precisa fazer qualquer coisa para sobreviver, mesmo que honestamente.

O primeiro contato que fiz com a fonte da minha matéria foi emocionante, surpreendente e revelador. No entanto, mesmo enquanto acadêmica de Jornalismo, não consegui deixar de lado o meu envolvimento com aqueles olhos emaranhados, não comsegui deixar de me envolver com aquela fala mansa e tão sincera.....

Talvez uma das coisas que eu mais tenha vivenciado e aprendido nesta experiência é que jornalista também é ser humano!!

Quer participar do próximo Unicom?

Galera, lembrando que o jornal Unicom é multidisciplinar, portanto feito por pessoas não só da disciplina de Produção em Mídia Impressa, a nossa editora Lisane Marques gravou um vídeo pra convidar todos os alunos do curso de Comunicação Social e Fotografia da Unisc a fazerem parte desta edição.


Textos de opinião, fotografias, desenhos, reportagens...tá valendo!

Interessado em publicar seu trabalho nas páginas do próximo Unicom?

Mande um e-mail para dsoster@uol.com.br ou lisane_marques@hotmail.com

Conheça a galera do Unicom 2011/2

Saiba quem faz parte da turma de Produção em Mídia Impressa deste semestre e a função que cada um irá exercer no primeiro Unicom.

O trabalho de quem faz o jogo acontecer

A busca pela melhor maneira de colocar no papel a vida de alguém não é fácil. Além disso o trabalho desta pessoa é mais complicado ainda pra contar. Uma das minhas pautas fiz com uma pessoa encantadora. Acompanhar o trabalho de alguém que começa às 6h30 da manhã até as 17hrs num sábado inteiro e frio, foi o máximo para mim. Criamos uma afinidade que, desde então, mantemos contato.

Sem gravador, sem papel e caneta, para não intimidá-lo, ele ía realizando suas tarefas e eu caminhando ao seu lado, apanhando dados e informações. O tempo passou rápido. Uma semana depois sentei na tarde linda de sol na Capital Nacional do Chimarrão e iniciei o descarregamento das informações coletadas. Fluiu, quando ví já havia passado dos 3 mil caracteres. Depois da avaliação do querido professor Demétrio fiquei mais contente ainda. Apenas algumas colocações há mais no texto serão necessárias. Ótimo.

Detalhe gente: o professor Demétrio leu a minha matéria no momento em que o curso estava sendo contemplado com 14 prêmios com os melhores trabalhos universitários. Parabénnnsss ao Curso de Comunicação Social.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Nunca saia sem guarda-chuva


Nunca saia sem um guarda-chuva. Principalmente se estiver chovendo.Foi em uma sexta-feira sem sol e marcada por uma chuva fina que fui em busca da minha matéria que, confesso, me rendeu mais do que eu esperava.

Sexta geralmente é o dia em que os afazeres da semana se acumulam na nossa cabeça, e as probabilidades de algo render diminui. A correria logo ao acordar, as anotações básicas revistas no bloquinho, a caneta reserva colocada na bolsa. Sai de casa com "quase" tudo em mãos. Quase, chegando lá, ao descer do carro e caminhar algumas quadras, a roupa e os meus cabelos me mostraram algo que a minha ansiedade em buscar as informações não tinha me apontado. Estava chovendo!. Chuva, frio e uma repórter molhada. Nada como uma boa impressão.

Tivesse eu, visto a previsão do tempo antes ou, me preparado melhor, não sei. Mas para a alegria de vocês, caros leitores, a matéria saiu apesar da chuva e por sorte minha fonte não se importou com a minha aparência. Minha matéria não será sobre "as últimas chuvas" na nossa região, nem sobre "o que levar na bolsa". O Unicom vai trazer em suas páginas muitas outras ousadas "revelações". Aguardem!

A vida atrás dos espelhos

A preparação da minha pauta foi bastante tensa, mas ter acesso ao meu personagem me deixou muito feliz. 

Embora não tenha sido possível acompanhar de perto toda rotina de trabalho, por privacidade máxima, pude conhecer pessoalmente os bastidores do local.

As coisas acontecem de forma rápida, literalmente, para que funcione tudo perfeitamente. O trabalho não deixa rastros é o mais discreto possível.

Durante a conversa com o personagem, tive que me esconder diversas vezes atrás de folhagens ou dentro do carro e permanecer com olhos fechados.

Apesar da timidez do entrevistado, fui quebrando o gelo e, em uma conversa descontraída, acabei conhecendo detalhes interessantes para revelar no Unicom.

O maior prazer em trabalhar com o jornalismo é exatamente isso, conhecer histórias e lugares que jamais teríamos acesso. Agora é hora de dar um acabamento delicado ao texto, para que todos possam usufruir de uma boa leitura! ;)

Morte do leiteiro - Carlos Drummond de Andrade

Pessoal... venho dar a primeira dica sobre a minha reportagem. O trecho do poema a seguir fala da rotina de um jovem leiteiro e de seu fim trágico. No caso da história que contarei nas páginas do jornal Unicom, o fim não é do personagem mas da profissão que ele exerce.

A morte do leiteiro (Carlos Drummond de Andrade)

"Há pouco leite no país, é preciso entregá-lo cedo.
Há muita sede no país, é preciso entregá-lo cedo.
Há no país uma legenda, que ladrão se mata com tiro.
Então o moço que é leiteiro de madrugada com sua lata
sai correndo e distribuindo leite bom para gente ruim.
Sua lata, suas garrafas e seus sapatos de borracha
vão dizendo aos homens no sono que alguém acordou cedinho
e veio do último subúrbio trazer o leite mais frio e mais alvo da
melhor vaca para todos criarem força na luta brava da cidade [...]"

Confira o poema completo aqui.

Quanta expectativa

Mais do que identificar boas histórias, saber contá-las é fundamental.
O nosso Unicom já está criando formas, delineado por muitos personagens, revelando o que nos passava despercebido.

Confesso que desde que definimos nossas pautas muitas vezes me peguei desenhando a história em meus pensamentos. Já voltei da entrevista com um de meus personagens das minhas pautas e ao chegar em casa pensava comigo:

- Poxa, como eu não perguntei isso!

Mas não deixei por isso mesmo. Voltei a conversar e afirmo: a segunda conversa valeu muito mais do que a primeira. Acho que isso é resultado da confiança com a fonte e de mostrar a ela a importância da sua história. E isso pesa muito na hora de colocar tudo no papel. Sempre procuro me colocar no lugar da fonte:

- Será que ela vai gostar do que vai ler? E o público, vai curtir a história?

Quanta expectativa!

Não demora muito e você vai poder degustar a edição temática do Unicom. Mas enquanto isso, pistas do que vai ser a edição impressa aqui no blog do Unicom!

Coisas de aprendiz

Hoje pela manhã acordei mais ansiosa do que o normal. Pedi uma folga no trabalho e, mesmo com uma vontade enorme de tomar um cafezinho com a "vó", não consegui tomar um gole sem pensar na entrevista que havia marcado com minha fonte. Muitas dúvidas foram surgindo e a insegurança se fez presente.

- Coisa difícil isso de ser jornalista né Lisane???

Dúvida da minha avó que, vendo meu nervosismo, se pôs a indagar.

- Mas vocês têm que ir falando assim com as pessoas... sem mais nem menos?? E se ele não quiser
falar, o que tu vai fazer??? Não leva essa máquina (fotográfica) que ele vai ficar com vergonha, daí sim que tu não vai conseguir!!!

Minha avó sabe como ninguém fazer indagações e eu sabia como ninguém que aquela não era a hora!!!! :/

Dei tchau e arredei o pé antes que ela pedisse para ir junto e, acredite, ela faria isso!!!
Enquanto eu seguia em direção a casa do meu entrevistado revisava na caderneta se não estava faltando nenhuma pergunta.

Exatamente três quilômetros após entrar na estrada de chão, lá estava eu, nervosa, tímida, insegura e louca pra achar as respostas para as perguntas que minha avó fez no café da manhã. Coisas de aprendiz...

Por hora era isso...

Fiquem todos ligados no blog que logo eu volto com detalhes da entrevista.
;)