segunda-feira, 31 de março de 2014

Tipos de separações

Um lado da cama vazio, jogar uma escova de dente fora e aquela dúvida ao comprar um celular novo: coloco ou não o telefone dele na agenda? Cada separação é uma, mas todas têm muita coisa em comum. E nunca sabemos quando vamos passar por alguma delas. No Unicon você vai poder ler várias reportagens falando sobre os diversos tipos de separações. Separação por internação compulsória será um dos temas abordados. Para saber mais basta ficar atento e conferir o que vem por aí!



domingo, 30 de março de 2014

O depoimento de uma separação

Partição, desunião, divisão, ruptura. O significado da palavra separação nos remete a episódios de perda. Os casos de separação (que nos vem, de forma imediata à cabeça) são acompanhados de histórias tristes, de superação, de dor e sofrimento.
É o caso de Seu Orlei, que teve uma separação forçada de um dos bens mais valiosos da vida, quando tinha apenas 19 anos. Quer conhecer esta história?


Hoje, apresento, em áudio, um depoimento desta história. 
Clique abaixo para ouvir.






LEIA MAIS:
Os bastidores desta entrevista eu já contei aqui e você pode rever nos posts:


Em busca pela fonte, ela entra pela porta

Vem aí o Unicom Separações. Aguarde!



Da música não precisa se separar

Música sempre faz bem e sempre tem uma para o tema que estamos pensando. Não é diferente quando o caso é separações, a temática da próxima edição do Unicom. Em um pouquinho mais de cinco minutos, O Teatro Mágico te apresenta algumas coisas que acabam por se separar de outras e, quem sabe, ainda se transformam noutras. Depois dessa acho que tu não vai mais querer te separar deste som.

Com vocês, O Teatro Mágico.




Para saber mais sobre a trupe que mistura música e arte circense acesse o site ou dê uma conferida na página deles no Facebook.




sábado, 29 de março de 2014

"Só não me passa, tá?"

A ansiedade terminou ainda naquela semana. A fonte respondeu e conseguimos marcar a entrevista somente para duas semanas depois. Materiais reservados, mas, a repórter estava gripada, um desses resfriados motivados pela mudança de temperatura. Entrou em contato com a fonte já que esta precisa de sua voz para seu trabalho e ao marcar outro dia ficou pensando na frase dita pelo entrevistado "só não me passa, tá?". Imagina se a repórter passa a gripe para a fonte e estraga uma semana de trabalho. No dia e hora marcados foi a repórter até a casa do entrevistado. Chegando lá tem a oportunidade de ver parte do trabalho que será divulgado em breve para só depois começarem a entrevista.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Vamos ao trabalho!

É difícil distribuir no papel as palavras quando se trata das emoções das pessoas.

Pessoas que perderam filhos, parentes ou amigos próximos.

Mas depois de iniciar o processo de escrever, parece que nos colocamos no lugar destas pessoas e a escrita vai fluindo.

E é esse sentimento que temos a intenção de transmitir aos leitores do nosso Unicom.

Bom trabalho e ótima quinta-feira a todos!



 

Separação eterna



Seu Orlei se separou de algo que nunca mais vai voltar. Se ele sente falta? Sem dúvida, mas isso já não é mais problema para ele. Ele aprendeu a deixar no passado, viver o presente. Ele venceu.
Quem o ouve contar, mal consegue acreditar. Hoje tudo parece tão fácil. Mas o olhar sincero de Seu Orlei não esconde. O coração dispara quando ele fala. Relembrar esta separação lhe faz encher os olhos de lágrimas.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ao seu dispor

Dispor significa colocar as ideias em ordem.

Anotá-las, na medida em que surgem, ordená-las, quando vão crescendo.

A disposição é o equilíbrio entre a inspiração e a ordem.

Não deixar se carregar pela imaginação excessiva, nem barrar o caminho da reflexão com critérios fechados demais.

Trecho da aula de Jornalismo Impresso II, desta quarta-feira, 26, do professor Hélio Etges e que vale colocar em prática em nossos textos do Unicom.


Pesquisa revela opinião dos leitores sobre o Unicom

O que você acha do Unicom? Mais de cem pessoas responderam essa e outras questões na nova pesquisa realizada pelos acadêmicos da disciplina de Produção em Mídia Impressa 2014/1, ministrada pelo professor Demétrio de Azeredo Soster. Com o objetivo de aperfeiçoar o jornal e atrair, cada vez mais leitores o questionário trouxe 14 perguntas em que o público pôde opinar, comentar, sugerir ideias e temas, além de indicar mudanças nos diferentes aspectos do Unicom.

Somos separados todos os dias

O processo de separação não é fácil.Não falo de processo judicial, mas processo de vida, de emoções.Separar de quem ou de que gostamos nos deixa frágil, mas ao mesmo tempo fortes. No início de todo o processo parece que o mundo acaba, porém o tempo, nosso maior amigo, se encarrega de ajeitar tudo. Mas há outros tipos de separações mais leves, porém, não menos penosa. Toda mãe que ao deixar o filho na escolinha pela primeira vez, acaba desabando, não há outro processo. E o que falar da pessoa que mora sozinha com seu cãozinho de estimação e precisa sair para trabalhar ou estudar? Dos amantes que passam um fim de semana maravilhoso e é chegada a hora de dar um "até breve"? Tudo isso são ciclos enfrentados por nós seres humanos. Situações das quais necessárias e temporárias, um dia tudo isso passa. Mas a separação entre a vida e a morte... essa não há remédio... a ser a esperança que fica de "um dia nos encontraremos".








terça-feira, 25 de março de 2014

Insistir faz bem

Escrever uma matéria sobre um assunto que nem todos, ainda, conseguem aceitar direito, é delicado. É desafiante. E eu amo desafios. Eu gosto da incerteza, do difícil. Gosto de insistir e gosto também do friozinho na barriga em saber que pode ser complicado. Mas, o que eu mais gosto é da minha fé em saber que nada é impossível quando se tem força e coragem de fazer jornalismo de verdade.


A história verdadeira

Escolhida a pauta, o próximo passo é encontrar a fonte. Pergunto, questiono e investigo se alguém conhece uma pessoa que se encaixe na história que quero contar. Consigo uma sugestão, e entro em contato. No primeiro momento a impressão que tenho é de desconfiança por parte do meu case, que me questiona várias vezes de onde veio a indicação de seu nome. Após minutos de conversa, consigo marcar dia e horário para nos encontrarmos.

Eu não me separo...

... de alguém que me faz feliz!
...DO COMPROMISSO DE SER FELIZ!
...DO MEU CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL.
...jamais, das minhas raízes.
...
...do meu gaúchinho
...do Bart, meu cachorro lindo!


...das minhas duas paixões!
... da minha Lilica!

... do projeto gráfico do Unicom!

... da minha companheira de 11 anos, a Filha!
... de meus DVD's de música.
...da minha família!







































domingo, 23 de março de 2014

'Nunca poderão nos separar'

A separação é retratada também na música. Geralmente, com tons românticos e dramáticos! As canções são encontradas na língua portuguesa, inglesa, espanhola, francesa, italiana...no estilo rock (que amo), heavy metal, romântico, hard rock, pop....Enfim, está em quase todos os estilos e idiomas! Trago aqui uma delas e de uma de minhas bandas preferidas! Confiram o clipe de 'Never tear us apart' da banda australiana INXS. A tradução é 'Nunca vão nos separar'. Profundo e romântico! Linda canção dos anos 80!!

video







sexta-feira, 21 de março de 2014

Vida longa ao frio na barriga


Ao pensar na minha pauta para o primeiro Unicom de 2014 já tinha um case em mente. Uma história que fala de fé, de força de vontade e de amor. Por mais que já soubesse quem iria entrevistar, não sabia se esta pessoa gostaria de falar sobre o assunto proposto. Ao receber a confirmação, por outra pessoa, de que ela falaria tive o meu primeiro frio na barriga: momento de ligar e marcar a entrevista. Momento de justificar minha escolha e explicar as minhas intenções. Feito isso, coube-me a tarefa de esperar dia e hora marcados e refletir quais seriam as minhas questões e de que forma conduziria um assunto tão particular.



quinta-feira, 20 de março de 2014

A hora de ouvir

E finalmente, me sento diante dela, ansiosa, confiante, disposta a parar o tempo por alguns minutos para dedicar-me única e exclusivamente para ouvi-la. Olho às perguntas mas não preciso delas, sei o que quero questionar, até imagino o que ela possa contar...Mas surpreendo-me, e surpreendo-me por que ela tem mais a dizer, mais do que as minhas expectativas podiam sequer imaginar. E me fascina, esse ciclo, me cativa.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Ansiosa pelo resultado

Sentir na pele o arrepio de esperar pela resposta da fonte. Pedir ajuda para pessoas que nunca viu na vida. Ligar, mandar mensagem, tentar todas as formas de contato e não obter êxito em nenhuma. Procurar a contextualização através de outros meios. Fugir do que já foi contado sobre o assunto. Superar o medo de falar do desconhecido. Isso tudo é só um pouco do que passa pelo pensamento de uma repórter que procura ansiosa pelas respostas de sua pauta.

Uma doença destrutiva

Difícil entrevistar alguém que perdeu um familiar e ainda mais um filho. No caso de minha fonte nesta manhã chuvosa de quarta-feira um pai que travou uma batalha durante quase três anos para salvar sua filha com leucemia¹, uma doença gravíssima que a atingem o sangue e possui origem na medula óssea.

A emoção durante a entrevista foi inevitável. A partir de agora é encontrar inspiração para distribuir essas palavras emocionantes nas páginas do nosso jornal.

Em 2012, no Brasil, o INCA estima que houve cerca de 4.500 homens e 4.000 mulheres afetados. Em 2010 a leucemia causou cerca de 6000 vítimas. Ainda segundo o INCA, em 2008 ocorreram no mundo cerca de 351 mil casos novos e 257 mil óbitos por leucemia.



Um processo de aprendizagem

Minha pauta foi um pouco difícil de definir, ao mesmo tempo, que pensava em inúmeras possibilidades, não conseguia decidir entre nenhuma delas. Até que um dia conversando com uma amiga a ideia pareceu cair do céu, naquele exato momento. Aos poucos comecei a enxergar uma estrutura para minha reportagem, e aquele pensamento indeciso deu lugar a uma imensa curiosidade sobre o assunto. O tema que escolhi foi separação judicial, mas não separação entre casais, separações que envolvem crianças, para compreender melhor os casos que utilizarei na reportagem conversei com o Juíz de Direito Titular do juizado da Infância e Juventude e Segunda Vara judicial da comarca de Rio Pardo, Osmar de Aguiar Pacheco, que proporcionou durante sua entrevista uma série de conhecimentos sobre um assunto que até pouco tempo não me preocupava em explorar. É a partir desta experiência de produção pela qual estou passando, que percebo a cada dia o quanto é importante o conhecimento e também novas experiências. Assim como na minha reportagem, penso que eu e todos os outros colegas que também estão empenhados neste trabalho, estamos passando por um processo de novos aprendizados, novas ideias, novos desafios, e também de grande satisfação por fazermos o que gostamos. Até agora, aprendi entre outras coisas que a partir do momento que aprendemos coisas novas não conseguimos ser indiferentes, e isso que é o bacana! Tudo que aprendi de novo durante a produção de minha reportagem de alguma forma me tocou, ou através de sentimentos, atitudes ou até mesmo na forma de pensar.



Nos separamos todos os dias



Separações acontecem todos os dias. Dia após dia, semana após semanas, meses, anos. Sempre estamos nos separando de algo. Seja por escolhas erradas, certas, por vontade própria ou não. É praticamente inevitável. Não falo aqui apenas separações de marido e mulher. Falo das separações corriqueiras que, muitas vezes, nem nos damos conta.

Palavra que dói!


Palavra que dói, que deixa sofrer, que deixa marcas profundas. Algo que as pessoas não querem passar; mas, às vezes faz parte do destino e é difícil fugir!
Pode ser pela morte, por divórcio, por uma viagem, por uma briga, por um desentendimento que pode causar a separação irreversível. Também pode ser por tantas outras coisas! Até a música mostra e traz certa dramatização! Qual que é mais dolorida? Depende como ocorreu e qual foi o motivo!
Por que essa palavra existe? Por que nos faz sofrer tanto? Por que causa uma mudança radical na vida de quem vive?

Desafios jornalísticos


O processo de construção de uma reportagem requer uma dose extra de cuidados e, sobretudo, muita atenção. Durante as pesquisas iniciais realizadas para definir a pauta e suas propriedades, deve-se estar sempre atento para os possíveis desafios de operacionalizar a ideia. Não me refiro, aqui, a “podar” as opções mais mirabolantes – em um primeiro momento -, mas sim considera-las a partir de suas particularidades; individualizar cada situação nos auxilia a pensar de maneira larga acerca do tema a ser abordado.

Status

A cachola está cheia. Agora, o desafio é traduzir, de forma  atrativa, as histórias coletadas.


Sempre é hora de produzir

A chuvinha calma e o céu acinzentado não separaram os acadêmicos de Produção em Mídia Impressa das suas tarefas para o Unicom. Hoje foi o primeiro dia de aula voltado a produção do jornal e hora de colocar as mãos na massa. Confira as fotos:

Sintomas de uma gestação

Hoje faz um mês de gestação. Já sentimos náuseas pela ânsia de esperar, tontura pelos movimentos intensos em busca das fontes, acordamos no meio da madrugada à procura do bloquinho de anotação para que a matéria não nasça com "cara" de incompleta. Começamos a pensar em todos os preparativos, em cada detalhe, pensamos nas melhores fotos para registrar todo o período e nos vemos sorrindo ansiosos por conhecê-lo de verdade.

Do beco ao luxo


Minha pauta para a primeira edição do Unicom 2014/1 foi, um tanto, desafiadora. Nela, descrevo a dor e as magoas da perda da dignidade e honra de alguns usuários de drogas. Entre os becos do subúrbio e alamedas de bairros nobres, as histórias se repetem com alguma peculiaridade, é claro, mas o fim é sempre dramático.
O maior desafio foi abordar as fontes. Tentei, primeiramente, procurar um NA (Narcóticos anônimos), mas não consegui conciliar os horários. Então, fui a campo coletar as narrativas. Tive que visitar, mesmo que com muito medo e receio, um mundo muito próximo, uma realidade “vazia” que todos fazem questão de não perceber. Tirei meus antolhos sociais e me debrucei para ouvir o que poucos querem saber. Dá medo ser jornalista, mas é um medo bom, um medo construtivo, inspirativo, com gostinho de quero mais. Agora, o medo se resume a boa aceitação da reportagem!
A separação do medo foi diminuta, infelizmente. No entanto, será sempre assim. Pois são ossos do ofício.



segunda-feira, 17 de março de 2014

Escutar...

Eliane Brum fala em "Heróis e Vilões não cabem na reportagem" que para desvendar as narrativas do outro exige uma postura de humildade. A começar pela consciência de que somos seres falhos. O instrumento do repórter é a escuta.Nós futuros jornalistas temos escutado? temos a humildade e a postura para ver os atos falhos?Para a autora é a qualidade da escuta que garante uma boa reportagem.Nossas reportagens precisarão ter bons ouvidos.Bom trabalho a todos.




quarta-feira, 12 de março de 2014

Para contar uma história

O destino – para quem acredita nele – é mesmo algo curioso. Achei incrível o post “Em busca da fonte, ela entra pela porta”, da colega Leticia Wacholz. Engraçado, não? Letícia sempre volta para sua casa, em Venâncio Aires, no ônibus amarelo. Naquele dia, quinta-feira da semana passada, decidiu pegar a van. Letícia não tinha case para sua matéria do Unicom. Até que decidiu pegar a van. Seu case também precisava voltar para casa e escolheu a van. Assim como Letícia, pelo menos desta vez, não quis o ônibus amarelo.


Um convite que intimida

Dizem que é fácil... Dizem que é fácil ser jornalista. Escolher um só tema, elaborar a pauta, pesquisar o assunto, encontrar alguém, decidir quais perguntas, questionar, ouvir, escrever a matéria. Mas como escrever a matéria, ouvir, perguntar, quando ainda não há quem queira contar? E pior: e se há alguém, se há uma fonte, mas o repórter não consegue encontrar as letras, juntar as palavras, despir a vergonha para convidá-la. "Mas é um assunto delicado" - ele pensa.


Como fazer uma boa foto.

Pessoal estas dicas são do Blog Dicas para fotografia:


A pauta toma forma

Primeiro as boas-vindas, as primeiras discussões. Depois escolhe-se o tema, as funções de cada um e aí a pauta, sobre o que cada um de nós escreverá. Nos olhos de quem procuraremos o brilho das boas histórias, que vozes precisamos ouvir para nos guiar. Aonde devemos ir.

Melhorar o que já está bom

Unicom. Um jornal-laboratório que faz parte da história do curso de Comunicação Social da Unisc desde 1997. A cada edição melhor, a cada edição mais jornalístico. Com o intuito de apresentar um jornal ainda melhor, nós, alunos da disciplina de Produção em Mídia Impressa do 1º semestre de 2014, estamos desenvolvendo uma pesquisa para conhecer a opinião de nossos leitores.

terça-feira, 11 de março de 2014

Sair do lugar-comum

Chega a tão esperada disciplina de Produção em Mídia Impressa. Aquela que sempre me interessou porque como o impresso é uma de minhas paixões, produzir o Unicom é uma das melhores experiências em todo o Curso. A vontade de produzir, ir atrás das fontes, o frio na barriga. Tudo isso dentro de uma disciplina apenas. A discussão inicial foi quanto ao tema da primeira edição. Tivemos um bombardeio de ideias, encheu-se o quadro branco do laboratório de informática com palavras das mais diversas áreas e que vem carregadas de uma imensidão de ideias de abordagens. Foi um momento divertido apesar de decisivo.

Era uma vez uma disciplina

Eu fecho os olhos e recordo da minha infância, brincando de apresentar telejornais. Abro os olhos e percebo que agora estudo para ser uma jornalista. Em um dia você está prestando vestibular, no outro já é o primeiro dia de aula. As coisas costumam passar em um ritmo acelerado, difícil de compreender todos os detalhes. Lembro que, logo no início do curso, eu soube que faria "a disciplina do Unicom". Faz pouco tempo que descobri o verdadeiro nome da mesma: Produção em Mídia Impressa. Mas, é assim mesmo: tudo que é feito com qualidade, se torna conhecido.

Diagramação: uma paixão desconhecida

Muitas vezes, quando falo para as pessoas que estudo Jornalismo, a primeira reação é: “Ó, então tu quer ser igual à Fátima Bernardes?”. Depois de explicar, educadamente, que agora quem apresenta o Jornal Nacional é a Patrícia Poeta, eu digo: “Não, não sou muito desta área do Jornalismo. Prefiro ficar atrás de um bloquinho, de um microfone, até mesmo das câmeras, ou atrás de um mouse e uma tela de computador”.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Em busca da fonte, ela entra pela porta

Deixei o anfiteatro do Direito, onde ocorreu a palestra da jornalista Eliane Brum, ainda mais inspirada, apaixonada pelo Jornalismo. Foi emocionante. Eram 22h05min. Estava a caminho do estacionamento da Unisc para pegar o ônibus e voltar para casa, na Terra do Chimarrão.


Jornal Laboratório

http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/rebej/article/viewFile/3950/3708

Encontrei um  artigo sobre jornal laboratório. Achei Interessante.





quarta-feira, 5 de março de 2014

Primeiros passos



Começar é sempre difícil. Escrever as primeiras palavras na folha, assustadoramente, vazia por exemplo. Dar início a uma nova fase, uma nova dieta, uma nova tentativa de mudar de vida. Nunca é fácil. Sempre provoca aquele frio na barriga, sabe?


terça-feira, 4 de março de 2014

NEW JOURNALISM

O Novo Jornalismo começou a  ser falado no anos 60, mais precisamente em 1966.Porém, no século XIX, surgiam as premissas sobre New Journalism.  Um dos pioneiros foi Tom Wolf  e  Joseph Pulitzer um dos grandes nomes do N.J.