terça-feira, 31 de maio de 2011

Lançamento do Unicom - Sete Pecados

Uma semana. Esse é o tempo exato até a data de lançamento do tão esperado Unicom - Sete Pecados. Com o apoio das RP's da Agência, Vanessa Britto e Francine Weis, nossa turma organizou uma ação. Se você estiver pela Unisc hoje de noite, terá a oportunidade de receber um convite especial.


Como indica a foto, estamos distribuindo cerca de 150 maçãs, com data, hora e local do lançamento. Para quem quiser conferir o lançamento e já garantir o seu jornal, mas não recebeu o convite, adiantamos para vocês: o evento acontece as 19 horas da próxima terça-feira, 7 de junho, e será no Anfiteatro do bloco 18.

Esperamos todos vocês lá!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Falta pouquinho

Ta chegando o grande dia!

O lançamento do Unicom será único, inesperado e super criativo. A cada aula nossa imaginação vai mais longe, e com a presença da RP Vanessa Britto na última aula fomos além. Tudo para que o nosso primeiro jornal-laboratório seja inesquecível para quem está fazendo parte do processo e para os leitores.

Sinto cheiro de prêmios no ar. Tudo por conta da diagramação, fotografias, arte e textos maravilhosos que preencheram as páginas do primeiro Unicom de 2011. Sem contar as surpresinhas que estamos preparando para a próxima semana. A equipe foi unida e nosso "filho" vai nascer na semana que vem, se tudo der certo, e vai dar :)

Agora é aguadar para o lançamento mais original que essa Unisc já viu minha gente!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Hora do forno

Sabe quando você está com aquela fome tremenda, louco para devorar uma pizza inteirinha em segundos. Aí você vê ela entrando no forno, e fica ali, estático, babando, só esperando o momento certo até o queijo derreter? É exatamente assim que nós, alunos de Produção em Mídia Impressa, estamos. Tudo porque hoje, mais próximo ao meio dia, nosso primeiro (e tão esperado) trabalho na disciplina - o Unicom Sete Pecados, será encaminhado à gráfica.

Depois das muitas revisões, dos dias em claro dos nossos diagramadores, do pessoal que cuidou da fotografia, da diretora de arte, de todo o trabalho dos repórteres em busca de suas pautas e das mudanças que foram acontecendo ao londo do percurso, é hora de aguradar.

Sim, estamos famintos. Mas não somos gulosos (como alguns personagens que você irá conferir no jornal). Estamos apenas esperando o queijo derreter para compartilhar desse resultado com vocês. O Unicom é nosso, mas também é de vocês. Afinal, nosso trabalho não teria sentido se não fossem os nossos leitores. É por isso que tentamos encontrar as melhores histórias para ilustrar o tema proposto: os Sete Pecados!



E hoje ele vai para o forno. Enquanto isso, esperamos ansiosos, famintos e loucos para dividir com vocês o nosso trabalho.
Aguardem!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Primeiras Orgias

O registro mais antigo de um objeto representando o nu é uma peça com aparência nada sensual: a Vênus de Willendorf, encontrada em 1908 na cidade austríaca de mesmo nome, à beira do rio Danúbio, esculpida em calcário por volta do ano 30 000 a.C. Alguns padrões de beleza definitivamente mudaram de lá para cá: a ninfa das cavernas tem peito e quadris enormes, barriga saliente e lábios grossos (veja no quadro ao lado). Há outras peças arqueológicas parecidas, do mesmo período, encontradas na África, Américas e Oceania. Curiosamente, todas com formas exageradas. Provavelmente eram objetos de culto - parte da pornografia da época vinha sob o manto da adoração aos deuses e deusas da fertilidade.

Com o tempo, o homem parou de usar eufemismos religiosos para dar vazão às suas taras. Os romanos já não escondiam os verdadeiros intuitos de seus hábitos. Famosos pelas festas de sexo em banhos públicos, eles decoravam as casas com esculturas eróticas. Luminárias em forma de falo não faltavam numa sala de classe alta - o pênis ereto era considerado símbolo da sorte. Nos muros de Pompéia, arqueólogos encontraram grafites com frases obscenas e desenhos de transas. Nas paredes do templo ao deus da virilidade Príapo, em Roma, os fiéis deixavam textos pornográficos. A decoração inusitada foi idéia do imperador Augusto, que governou entre 27 a.C. e 14 d.C., e gostava de que seus súditos venerassem Príapo. Um dos textos é assinado por uma dançarina, que reza pedindo ao deus: "Que uma multidão de amantes fique excitada como a Sua imagem".

Havia até escritor especializado em vida sexual. Em Ars Amatoria ("A Arte de Amar"), Ovídio descreve, intimamente, seu casamento e suas escapadas: "Feliz daquele que esgota o duelo amoroso! Façam os deuses com que isso seja a causa de minha morte." Ovídio elaborou um guia do sexo em Roma, como os que a revista Playboy publica hoje. Há sugestões de como e onde homens e mulheres da capital do império podem encontrar os mais belos parceiros, como abordá-los e como satisfazê-los. Também sugere como um amante deve proceder na cama para aumentar o prazer do outro, com direito a minúcias de especialista.

Ars Amatoria é contemporâneo a um trabalho semelhante, mas que ganhou fama internacional como estrela maior da pornografia. O Kama Sutra, escrito na Índia no século 2 d.C., tem passagens ainda mais detalhadas que as do livro de Ovídio. Na cultuada coletânea compilada pelo nobre Mallanaga Vatsyayana, há descrições de mais de 500 posições sexuais. O estudioso indiano selecionou textos milenares sobre sexo e fez uma defesa da liberdade sexual. Para ele, o sexo faz parte da criação divina, e por isso precisa ser venerado e praticado. Não é à toa que o livro faz sucesso até hoje.

domingo, 22 de maio de 2011

A (indiscreta) história da pornografia

Caros pecadores, o Unicom quase pronto e eu achei um texto fresquinho para vocês. Para aquelas mentes luxuriosas, que adorariam conhecer a história da pornografia, o texto que irei postar aqui e em mais alguns posts nos próximos dias é uma leitura bem interessante - ou excitante, se preferir. Divirtam-se e bom conhecimento.
*trechos retirados da edição 212, da Superinteressante. Autor: Marco Antônio Lopes.

Os gregos se divertiriam muito se visitassem um sex shop. Os habitantes de Atenas, há cerca de 2 500 anos, adoravam ver representações de sexo e nudez. As ruas eram decoradas com estátuas de corpos bem definidos. Nas casas, cenas eróticas enfeitavam vasos. Em procissões, famílias erguiam peças fálicas como se fossem imagens sagradas, cantando hinos recheados de palavrões cabeludos. Depois do evento, muita gente ia para casa fazer festinhas em que o deus do vinho, Dionísio, era venerado na prática.

Os homens tinham outra maneira de se divertir: concursos com mulheres nuas. O que mais chamava atenção era uma específica parte do corpo, "as nádegas de Vênus", que eram avaliadas e recebiam notas de juízes. Para os mais cultos, o teatro contava histórias picantes. Em Lisístrata, de Aristófanes, a personagem principal convoca as atenienses à greve de sexo enquanto durar a Guerra do Peloponeso. "Nenhum amante se aproximará de mim com ereção", brada uma personagem. "Não erguerei ao teto minhas sandálias persas", berra outra. Desesperados, os guerreiros encerram o conflito.

Atenas deixou o protagonismo na história, mas a sacanagem não. Toda civilização deu um jeito de manifestar seus ímpetos sexuais. Coube aos gregos definir a devassidão. O termo "pornográfico" apareceu pela primeira vez nos Diários de uma Cortesã, em que Luciano narra histórias sobre prostitutas e orgias – a palavra pornographos significa "escritos sobre prostitutas". "Aos poucos, qualificou-se como pornográfico tudo o que descrevia as relações sexuais sem amor", afirma o historiador francês Sarane Alexandrian, em História da Literatura Erótica.

O sentido da palavra mudou. Hoje, nos dicionários, pornografia é a expressão ou sugestão de assuntos obscenos. E por que a maioria de nós gosta de ver pornografia? O proibido e "o buraco da fechadura" podem explicar esse hábito que há mais de 30 mil anos sobrevive a todas tentativas de repressão em nome da moral e dos bons costumes.

Continua amanhã com a história das orgias ;)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Um gostinho do que virá ...

Para você que não aguenta a curiosidade de ver o Unicom prontinho (e agora tá quase) vou postar algumas fotos produzidas, que não foram as selecionadas para o Jornal, para que vocês tenham um gostinho do que está por vir...





E, claro, que eu não poderia perder de postar as queridas colegas presas nas algemas utilizadas em um ensaio para luxúria...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Homens também depilam

Cabelo cortado e barba feita, a aparência para os homens nunca passou disso. Mas hoje, a relação homem x vaidade vai muito além desses cuidados básicos, e até mesmo superficiais. Alguém já parou para pensar em quanto tempo por dia os homens passam na frente do espelho? A resposta pode ser reveladora.

O que antes era assunto estritamente feminino, hoje já é comum entre os dois sexos. Homens que frequentam salões de beleza, que disputam horários em clínicas de estética e que brigam pela melhor manicure. Sim, eles existem. Talvez sempre existiram, apenas estavam escondidos atrás da pesada máscara de 'durões'. Sem generalizar, claro.

Na verdade, os homens estão percebendo que vaidade não tem nada a ver com o sexo, e sim com o bem-estar da alma e do corpo, do sentir-se bem. É evidente que ainda há muita resistência, uma boa parcela ainda luta para defender seu posto de homem macho. Mas aos poucos eles estão percebendo que estar com uma aparência melhor e em dia com o espelho demonstra um grande respeito pela saúde, tanto física quanto emocional.

E essa vaidade toda não diz respeito somente à estética. Afinal, a moda e suas tendências também estão totalmente inseridas no mundo masculino. Ou vai dizer que você não viu figurando por aí nenhum homem com uma camisa xadrez, super em alta? Eles podem até não admitir, mas é a mais pura verdade. Segundo algumas pesquisas feitas cinco anos atrás com executivos, os homens passavam, em média, nove minutos por dia cuidando da aparência. Hoje, só em frente ao espelho, eles passam no mínimo 20 minutos por dia.

Com tanta vaidade, já começam a surgir centros de estética só para o sexo masculino, com limpezas de pele, depilação e tratamentos de drenagem linfática. Mas eles ainda querem mais! Já existem também lojas de cosméticos voltadas só para eles: tem para homens esportivos, sedutores, clássicos. Não importa o estilo, o importante é sentir-se bem cuidado e em boa forma.


É mulheres, preparem-se para dividir seus espelhos (e produtos) com os homens. Os vaidosos estão à solta.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Inveja 2.0?

Já pensou nos diversos lugares onde o pecado da inveja pode ser observado? Não? Pois na próxima edição do Unicom, que correrá logo mais, você poderá conferir como a inveja se comporta num dos espaços que faz cada vez mais parte da vida de todos os internautas (segundo a última atualização do F/Nazca, em 04 de maio, somos 81,3 milhões de internautas tupiniquins): as redes sociais. Mais específicamente, no orkut e no Twitter, já que o Facebook não apresentou páginas que tratavam do assunto.

Mas, para que tu fiques curioso (a) para saber sobre inveja, e a manifestação da inveja nas redes sociais, vou publicar aqui no blog um texto muito informetivo do Olavo de Carvalho, originalmente veiculado no Jornal Folha de S. Paulo, em 26 de agosto de 2003. Confira:



Dialética da Inveja

A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível mas porque se compõe, em essência, de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio de autovalorização, de tal modo que a alma, dividida, fala para fora com a voz do orgulho e para dentro com a do desprezo, não logrando jamais aquela unidade de intenção e de tom que evidencia a sinceridade.

Que eu saiba, o único invejoso assumido da literatura universal é O Sobrinho de Rameau, de Diderot, personagem caricato demais para ser real. Mesmo O Homem do Subterrâneo de Dostoiévski só se exprime no papel porque acredita que não será lido. A gente confessa ódio, humilhação, medo, ciúme, tristeza, cobiça. Inveja, nunca. A inveja admitida se anularia no ato, transmutando-se em competição franca ou em desistência resignada. A inveja é o único sentimento que se alimenta de sua própria ocultação.

O homem torna-se invejoso quando desiste intimamente dos bens que cobiçava, por acreditar, em segredo, que não os merece. O que lhe dói não é a falta dos bens, mas do mérito. Daí sua compulsão de depreciar esses bens, de destruí-los ou de substituí-los por simulacros miseráveis, fingindo julgá-los mais valiosos que os originais. É precisamente nas dissimulações que a inveja se revela da maneira mais clara.

As formas de dissimulação são muitas, mas a inveja essencial, primordial, tem por objeto os bens espirituais, porque são mais abstratos e impalpáveis, mais aptos a despertar no invejoso aquele sentimento de exclusão irremediável que faz dele, em vida, um condenado do inferno. Riqueza material e poder mundano nunca são tão distantes, tão incompreensíveis, quanto a amizade de Abel com Deus, que leva Caim ao desespero, ou o misterioso dom do gênio criador, que humilha as inteligências medíocres mesmo quando bem sucedidas social e economicamente. Por trás da inveja vulgar há sempre inveja espiritual.

Continua...



Hei, continue acompanhando a "Dialética da inveja" aqui no blog ;]

sábado, 14 de maio de 2011

Finaleira

É passou rápido. Parece que foi ontem mesmo que começamos a escolher os temas, as pautas, tirar as dúvidas, ficar com mais dúvidas, surgiram os desafios e até uma colega nova no meio do percurso.

Agora é a hora da correria, de tudo começar a se encaixar, de surpreendermos quem não acreditava que essa turma pequena iria fazer um jornal lindo e que ganhará muitos prêmios.

Semana que vem ele estará lá. Sendo impresso. E nossas matérias preencheram as folhas de criatividade, de ideias e de belos textos.

A vontade de ver o jornal pronto já toma conta, e vejo que toda a turma se empenhou para que isso acontecesse. E isso que temos mais um jornal pela frente!

E nossa criatividade vai mais além: na semana de lançamento, efetuaremos algumas ações. É só aguardar para ver do que somos capazes!

E vem ai, o Unicom 7 pecados. HOT! HOT!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Boneca da vida real


É cada vez mais comum vermos crianças trocando brinquedos por estojos de maquiagens. Esmaltes coloridos, batons rosados e até mesmo blush. Todos esses produtos fazem parte da diversão desses pequeninos, que muitas vezes, deixam de aproveitar os bons momentos da infância, como correr na rua e se sujar, para se preocupar com a beleza.

Uma pesquisa superficial feita em lojas de cosméticos do Brasil revela que o mercado de beleza para crianças está em alta. A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) foi um pouco mais a fundo e, com base em estudos em vários estados, concluiu que as linhas infantis cresceram mais de 40% em dois anos. Para a Associação, o crescimento representa um movimento de aproximadamente R$ 200 milhões na economia.

Enquanto se trata apenas de uma bricadeira, tudo bem. Mas os pais devem ficar atentos, a partir do momento que a criança deixa de lado as suas obrigações, como os deveres escolares, atitudes mais severas devem ser tomadas. Alguns psicólogos dizem que a menina que vive em função de se maquiar, enquanto o mais adequado para a idade dela seria brincar, significa que essa criança está passando por alguma dificuldade emocional, e deve buscar ajuda.

As crianças sempre cultivaram um grau de vaidade, almejando ser adulto antes do tempo. Que menina nunca vestiu os sapatos de salto da mãe e se borrou toda de batom? Qual garoto nunca tentou se barbear vendo os quase invisíveis pelos no rosto ou exibiu os projetos de músculos diante do espelho? “Em proporções moderadas, a vaidade infantil é perfeitamente normal e até reflexo de uma auto-estima positiva. O problema é quando esse comportamento passa dos limites”, afirma a psicóloga Fabiana Colombari, atuante na área clínica e educacional.

Motivos de sinal vermelho para os pais:
- começar a valorizar mais a aparência que os estudos.
- deixar de comer, justificando que precisa emagrecer.
- gastar toda a mesada em roupas e cosméticos.
- preocupar-se excessivamente em ser o mais popular da escola.
- começar a dar palpite em suas roupas.

Portanto, fique de olho se seu filho/filha anda trocando os brinquedos por espelhos e se preocupa mais com a aparência do que com a infância. Tudo no seu devido tempo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Um pecado de capa

E quem disse que fazer um jornal não tem seu lado divertido não conhece certas peculiaridades do jornalismo e da comunicação como um todo. A manhã de hoje foi divertidíssima e rendeu bastante. E não tem sol, nem trânsito que atrapalhe as nossas façanhas (literalmente). Muita comida, evidente, não pode faltar – e como come esse povo.  O empenho foi em prol da produção das fotos da capa e contracapa do Unicom, Sete Pecados.

Mal posso esperar para pegar o Unicom prontinho e ver materializada esta capa que, a meu ver, será um verdadeiro pecado. Ficaram curiosos? Aguardem e, por enquanto, confiram os bastidores da produção de hoje.



quarta-feira, 4 de maio de 2011

Vaidade sem idade

Salões de beleza são mais comuns do que imaginamos. Mas como esse de dona Laura, são raros. Há mais de 40 anos na ativa, ela segue até os dias de hoje "fazendo a cabeça" de suas clientes, literalmente. Entre o chimarrão e a conversa sobre seus filhos e netos, elas não perdem tempo e dão uma levantada no visual.

A cadeira é antiga, o secador mais ainda, mas nada disso importa. A confiança dos longos anos de salão não separam Laura das suas fiéis clientes. A prova mais do que clara de que para cuidar da aparência e se sentir bem, não tem idade.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A capa pecaminosa

Ontem encerrou o prazo para o envio das sugestões de capa para que hoje a turma escolha qual delas vai ser usada nesta edição.

Recebemos ao todo oito sugestões muito interessantes e padecemos para escolher. A vontade era fazer um jornal com oito capas diferentes. Para que a escolha fosse justa, utilizamos um equipamento de última geração chamado palmômetro, que mede a quantidade de palmas dadas a cada uma das sugestões.

Brincadeiras à parte, depois da votação duas capas causaram uma grande dúvida na turma. Por isso, decidimos unir as ideias e aplicar um conceito na capa e o outro na contracapa. Agora, dependemos da autorização dos criadores para aplicarmos.

Infelizmente, vocês vão ter que esperar até o lançamento do jornal para descobrir qual foi a nossa escolha.

domingo, 1 de maio de 2011

Últimos detalhes

É isso mesmo pessoal, a primeira edição do Unicom 2011 - Sete Pecados está quase pronta. Últimos ajustes nas matérias, ilustrações encaminhadas, material opinativo chegando e a capa presentes a ser escolhida. O prazo, como todos sabiam, era até hoje. Pelas boas ideias que vimos até agora, teremos uma difícil tarefa nas mãos.

Mas ainda não estamos satisfeitos. A correria continua, e a angústia de ter a reportagem aprovada também. São horas sem dormir pensando no título mais adequado, na melhor foto e em bons cases. Os colegas estão aí para confirmar. Só vamos relaxar no momento em que tivermos o Unicom prontinho, em nossas mãos. Antes disso, nada de descanso.

Que estamos (muito) ansiosos, não podemos negar. Dá um friozinho na barriga só de imaginar o nosso jornal acabado, fechadinho e lindão. Enquanto esse momento não chega, trabalhamos duro, sempre pensando no melhor para vocês, leitores. Aguardem, o Unicom Sete Pecados está chegando!