quarta-feira, 30 de junho de 2010

Quase pronto

O processo de produção do segundo Unicom deste semestre está chegando aos finalmentes. Na última aula, tivemos a incumbência de revisar o jornal para não deixar passar os pequenos erros (e por incrível que pareça, sempre deixamos alguma "coisinha" passar despercebida). Mais uma vez, a equipe está empenhada para trazer uma edição de qualidade para os ansiosos leitores. Quando passamos pelo bloco do nosso curso, geralmente tem alguém que pergunta: "quando vai sair o Unicom"?
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Dessa vez, tive a felicidade de retratar uma história de amor que, no final das contas, partiu de uma amizade anterior pela internet. É uma longa história. Os outros repórteres não deixaram por menos. Encontraram pautas interessantes e fizeram reportagens incríveis. O Pedro fala de uma profissão que acontece nos bastidores, a Patrícia trouxe a história de uma geração mais nova que ensina a mais antiga, a Rosibel trata de flores, a Luana conta sobre as festas no interior e por aí vai...

terça-feira, 29 de junho de 2010

Escolha quando ver o próximo Unicom

O Unicom está indo para a gráfica amanhã. Os 500 exemplares devem estar à disposição de todos a partir da próxima semana. No entanto, como os alunos da Unisc entram em férias na semana que vem, é porvável que poucos consigam resgatar a publicação.

Mas não criemos pânico. No início do próximo semestre faremos uma espécie de relançamento (se é que isso existe). A ideia é apresentar oficialmente a edição multitemática que estamos finalizando. As informações completas serão divulgadas mais perto da data.

Por ora, fiquem na expectativa, pois o segundo Unicom do semestre promete, mais uma vez.

Como falei que o jornal vai pra gráfica amanhã de manhã, achei um vídeo legal no Youtube que mostra o processo de impressão. Eu já fui ver ao vivo como funciona. É bem divertido. Alguém aí já foi também?


Alma, campo e silêncio

Caso fizéssemos um disco com a trilha sonora oficial do próximo Unicom, jamais poderia faltar a canção De alma, campo e silêncio. Contamos aos pouquinhos por aqui, ao longo das últimas semanas, a curiosa história de Diego e Veridiana. Ambos ligados à cultura nativista, essa música tem um significado especial para o casal. Por quê? Bem, aguarde o jornal.



Ritmo: Chamarra
Letra: Fernando Soares
Música: Juliano Gomes e Éverson Maré
Intérpretes: Lisandro Amaral e Marcelo Oliveira
Violões: Éverson Maré, Cristian Camargo e Luciano Fagundes
Gaita Botoneira: Fabiano Torres
Baixo: Juliano Gomes

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pelas terras do Tio Sam


Em junho de 2008 dei um tempo em tudo por aqui. Queria um tempo para mim, para uma aventura. Eis que então fui de malas e cuia (literalmente!) para os Estados Unidos da América. Eu, como Au Pair (leia-se babá), cuidava de dois guris, Derek (12 anos) e Trevor (11 anos), e morava com eles e com a mãe, Sharon Maddern.

Julho, férias de verão para eles, hora de ir viajar. O destino escolhido era Block Island, uma ilha que ficava a duas horas de carro de onde eu estava morando (Norwalk, CT), mais 40 minutos de balsa. No carro, as duas crianças sentadas atrás, eu e a Sharon no banco da frente. Já estava quase ficando entediada, afinal recém tinha chegado àquela família, não me sentia tão a vontade assim para ficar duas horas no mesmo carro que todos, isso sem contar que ao meu lado estava a minha "patroa".

Fui salva pelo instinto de jornalista (ou pseudo-jornalista). Isso mesmo, sabe aquela curiosidade aguçada que temos e que não nos deixa? Eu tive que perguntar: "Onde tu estavas no 11 de Setembro? Nova Iorque é ao lado (do estado de Connecticut), tu lembras como foi tudo naquele dia?" Para o meu espanto, Sharon tinha mais coisas do que imaginava para contar, e começou a falar tudo sobre aquela manhã. As consequências dos atentados ao World Trade Center haviam chegado à família Maddern. Foram as duas horas de viagem mais produtivas que já tive.

Depois daquela conversa, eu, muito curiosa que sou, fui até o memorial do 11 de Setembro. Me senti angustiada lá dentro, deu vontade de chorar, deu indignação, ódio de quem provocou toda aquela catástrofe! E para minha surpresa, ao voltar do memorial naquele dia, e contando sobre o que vi lá com o "patrão" da minha amiga brasileira (também babá nos EUA) ele revela: "Eu vi tudo do meu escritório, e meu irmão estava lá".

Foram dois relatos reais, e um ano de vivência com aquele povo que muitos julgam "sem sentimentos", o que constatei como uma falsa visão de quem nunca colocou seus pés por lá. Um país que até hoje sofre pelas perdas daquele dia.

Estas histórias e algumas curiosidades do memorial do 11 de Setembro vocês conferem, em breve, no jornal Unicom em: O 11 de Setembro que você não viu.

Espero que gostem!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Está quase pronto

Hoje tivemos uma manhã muito divertida e produtiva. A turma estava animada em ver o trabalho tomar forma. O nosso querido Unicom está quase pronto. Uma coisa tenho certeza, além de ter reportagens de qualidade, ele está muito bonito.
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Olhamos página por página, detalhe por detalhe. Mudanças ainda virão mas a essência nós já conhecemos. A nossa querida diagramadora ainda tem muito serviço pela frente, principalmente em ajustar as pequenas coisas que foram percebidas pela manhã. Depois disso, ainda temos muita revisão a fazer.

domingo, 20 de junho de 2010

Amigos virtuais, romance real

Os relacionamentos que começam pela internet são cercados de dúvidas. Até que ponto é confiável? Será que em um possível encontro real, será tudo o que eu esperava? Essas são algumas questões levantadas por quem arrisca conhecer alguém dessa forma. Por incrível que pareça, muitos namoros virtuais se transformam em casamento. Para o próximo Unicom, fui atrás de alguns casos para retratar a reportagem sobre o assunto. E para minha surpresa, são mais comuns do que pensava. A distância é outra coisa que não interfere, já que grande parte dos "casais virtuais" moram em cidades diferentes.

Mas, uma história em especial foi a que mais chamou atenção. Diego e Veridiana se conheceram através de um site de relacionamentos, nas comunidades de um tema que os dois gostavam: nativismo. A partir disso, aconteceu um contato inicial, mas depois de algum tempo, as conversas cessaram e se transformaram em apenas uma foto na relação de amigos virtuais. Só depois de um bom tempo, através dos endereços de mensagens instantâneas que haviam trocado, voltaram a estabelecer um diálogo porque os dois tinham o mesmo destino no final de semana seguinte: São Lourenço do Sul. No festival em que estavam, acabaram se encontrando por pura coincidência, já que não tinham combinado nada antes e partir dali, os dois entrelaçaram tentos e estão juntos até hoje.

No jornal que está prestes a sair, você poderá conferir o desenrolar dessa história que tem muitos pontos curiosos. Apesar do conhecimento prévio pela internet, não foi a ferramenta que motivou o início do romance. A produção das reportagens já está na fase final e a diagramação será destaque novamente. Tem tudo para ser mais um grande Unicom. Aguardem.

Conheça a história de Diego e Veridiana em VÍDEO e ÁUDIO.

Ansiedade, curiosidade

Acabei de enviar um email para a nossa responsável pelo planejamento gráfico, a Vanessa, com o título “Últimas matérias do Unicom”. Em anexo foram algumas matérias que ainda precisavam passar pela edição e um texto de opinião, que estava no mesmo barco.

A cada dia que passa e o prazo final da nossa segunda edição se aproxima vai dando um frio na barriga, uma vontade de ver pronto, de saber qual será a reação do leitor. Resumindo em uma palavra, isso é pura curiosidade. E sim, até a editora morre de curiosidade para ver o jornal pronto e tê-lo em mãos. Poder pegar folha por folha, observar cada detalhe impresso não tem descrição que explique.

Eu preciso esperar, pelo menos até a nossa próxima aula, para diminuir um pouquinho da minha ansiedade. Mas garanto, o Unicom 2010/2 vai ficar tão lindo quanto o primeiro, disso eu já tenho certeza.

sábado, 19 de junho de 2010

O mesmo diferente Unicom

A segunda edição do Unicom é diferente da primeira. Fora a obviedade de que são novas reportagens, outra mudança é que ela é multitemática. Mas, também, as duas edições têm muito em comum. Digo isto, principalmente, do ponto de vista estético.

Explico. Na nossa primeira edição, mudamos muita coisa no Unicom. Não posso dizer que é um novo projeto gráfico, pois a mudança não foi radical, digamos assim. O formato (29cm x 36cm) e o papel (reciclado) permaneceram os mesmos. Mas pra quem conheceu as edições de anos anteriores, pôde perceber que a disposição dos elementos na página, as fontes dos títulos e textos, os cortes nas fotos, o número de colunas, entre outras coisas, não são iguais.

No entanto, o que esta turma de Produção em Mídia Impressa quer é dar continuidade a este novo jornal laboratório. Portanto, quem folhear a segunda edição vai associar à primeira. Se isto acontecer, nosso objetivo estará cumprido. Pois teremos dado "a nossa cara" para o Unicom.

Aguarde o início de julho, e verás!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Uma vida dedicada à dublagem

O nome Daniella Piquet pode dizer nada para muitos, mas diz muito para alguns. Aliás, para esses alguns (nem tão poucos) é um nome a se reverenciar. Esses alguns são os fãs de desenhos japoneses, como Sakura, Sailor Moon, Samurai-X e Pokémon. Daniella é dubladora e interpretou em todas essas séries. Para quem gosta, é ídolo.

Mas mesmo para quem não gosta, ela tem uma história interessante a contar. Embora jovem, carrega a experiência de quase duas décadas e meia de estúdios.



Ela foi uma de minhas entrevistadas para a reportagem sobre dublagem que deve sair no próximo Unicom. Foi quem me explicou como funciona todo o processo. Confira alguns trechos da conversa, em que ela me conta como começou a carreira e fala sobre alguns aspectos do trabalho:


sexta-feira, 11 de junho de 2010

Era uma vez...no Orkut (Teleweb Ed. VI)

O Diego e a Veridiana foram eleitos por nós do Unicom como casal-ícone deste Dia dos Namorados. É por meio deles, na verdade da história deles, que marcamos a passagem da data aqui no blog.

Começou ontem quando ouvimos o divertidíssimo relato do encontro inusitado dos dois em um festival de música gaúcha. Agora, aderindo à moda da desconstrução narrativa dos filmes e séries modernos, vamos voltar no tempo e assistir à eles contando um capítulo anterior ao festival, que é justamente o primeiro contato que tiveram, curiosamente pela Internet. Ou seja, eles se conheceram por Orkut, encontraram-se ocasionalmente em um festival, e hoje são marido e mulher. A história já é bacana assim. Ouvindo dos próprios, então, fica ainda melhor. Divirtam-se! É um pouquinho longo, mas vale a pena.

Ah, as imagens são do João Cléber Caramez - que descobriu a história e é autor da reportagem que sairá no próximo jornal. A edição do vídeo ficou por minha conta.


Feliz Dia dos Namorados!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Tudo está moderno?


Aí está a foto do meu terceiro dia de entrevista, neste eu não esperei nem por cinco minutos, a minha fonte é quem estava me aguardando. No post anterior eu não dei detalhes da minha matéria, até porque não tinha certeza se daria mesmo certo. Pois, deu certo, e aí na foto quem está conversando comigo é a Irmã Saionara.

Explicando melhor a minha pauta: Jornalista é bicho curioso e não pode ouvir um comentário ou uma pequena história que já quer saber quem é ou o que é. Foi aí que nasceu a minha ideia para o segundo Unicom, eu ouvia falar em freiras modernas que haviam chegado a Rio Pardo para trabalhar no colégio da Congregação, mas nunca as tinha visto e nem conversado com elas.

Agora desenvolvendo a matéria, pude conhecer e conversar, descobri que são super atenciosas e simpáticas, a Irmã Saionara e a Irmã Sônia. E que não se restringem só as atividades do colégio e as missas, elas fazem muito mais. Mas, isso eu não posso contar aqui, aguardem a próxima edição do Unicom para saber o resto desta história bem moderna! Ah, a foto é da colega Luciana Bastos.

O primeiro beijo em São Lourenço

Não sei quanto a vocês, mas tenho a nítida impressão de que a abertura da Copa do Mundo amanhã meio que ofuscou o Dia dos Namorados. Tem-se falado muito pouco a respeito, a menos em comparação com anos anteriores.

Como todos sabem, 12 de junho é sempre reservado aos casais apaixonados. O próximo Unicom ficará pronto bem depois disso, mas não quer dizer que não tenhamos entrado no clima. A repórter Rosibel Fagundes escolheu como pauta a opção mais tradicional (e eficiente) de mimo trocado entre pombinhos: as flores. E entre hoje e amanhã vamos saber mais sobre uma legítima história de amor dos novos tempos.

Já não é surpresa que a matéria do repórter João Caramez trata de um relacionamento que começou num scrap e terminou em contrato de matrimônio, com um monte de encontros e desencontros no meio. Hoje vamos ouvir o Diego relatando um dos capítulos mais significativos (e divertidos) dessa novela. Ele e Veridiana haviam conversado apenas por Orkut e MSN, e acabaram se encontrando em um festival de música gaudéria, em São Lourenço do Sul. Veja só como a aproximação entre os dois se deu por lá:



E aguarde que amanhã tem VÍDEO com mais uma história do casal!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Vai uma flor aí?

Você provavelmente, em algum momento da sua vida, já presenteou alguém com uma flor ou até mesmo alguma planta. Elas sempre são uma boa opção de presente quando a intenção é agradar. E no dia dos namorados comemorado no próximo sábado (12), não é diferente. As flores das mais variadas espécies, regiões e tamanhos possibilitam sensações maravilhosas como surpresa, alegria e bem estar de quem as recebe.

As flores, em geral, podem transmitir calma e harmonia através de suas cores e aromas. Elas expressam palavras, sentimentos e emoções. São consideradas armas poderosas na hora de conquistar, pedir desculpas e também serem ofertadas em momentos tristes. As flores simbolizam o afeto, o amor e a amizade. Elas são bem vindas em qualquer momento, não somente em datas especiais.

Flores serão um dos assuntos da próxima edição do Unicom, mais precisamente o mercado de flores em Santa Cruz do Sul. O material vai abordar curiosidades relacionadas a origem e espécies destas maravilhas que encantam tanto quem presenteia, quanto quem as recebe.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Abaixo às legendas!

Lembro muito bem do meu espanto no dia que me contaram que o Chaves não era brasileiro, e sim mexicano. Foi um choque, afinal eu o assistia todos os dias depois do almoço, e ele falava em português.

Compreende-se. Eu era uma criança - e talvez um pouco idiota. Mas o fato é que aquela dublagem era natural para mim, assim como muitas outras, de muitas séries, desenhos e filmes que eu gostava de assistir. O experiente dublador Nelson Machado, em entrevista a mim, disse uma verdade incontestável: todo mundo cresce com a dublagem. Mas é também verdade que, geralmente, a partir de uma certa época, começamos a nos sentir incomodados com as vozes jogadas para cima dos nossos astros favoritos. Além disso, nossas preferências mudam, e muitas vezes a única opção é a legenda. E a dublagem acaba se transformando em algo que procuramos evitar. Ou mesmo detestar: há uma comunidade no Orkut chamada "Eu odeio filme dublado", com mais de 300 mil adeptos.

Lógico que Nelson Machado, com suas quatro décadas de estúdio, defenderia de um jeito de outro a dublagem, e condenaria as legendas. Mas seus argumentos não são nada frágeis. Pelo contrário, fazem todo o sentido. Vale a pena ouvir.



Confira ainda o trecho da entrevista em que Nelson Machado denuncia o desrespeito das empresas aos diretos dos dubladores, e também o recado que ele gravou à Unisc encarnando o personagem Quico.

E aguarde que tem mais no próximo Unicom!

OBS. Além de talentoso, o Nelson é um cara muito legal. Por isso, deixo como dica assistir aos programas produzidos e apresentados por ele na TV Capricórnio. E o contato dele para palestras e eventos é pelos telefones 11 26751310 e 11 83375168, ou pelo e-mail aurea@projetobazar.com.br, com Aurea.

domingo, 6 de junho de 2010

Pavio curto e Goela larga

O pavio curto e goela larga em questão é Osvaldo, um típico metropolitano estressado, que vocês já conheceram no Unicom Hábitos. Ele vai voltar no próximo jornal, então aqui vai uma breve biografia do desenho. Quem nos contou sobre ele foi o seu desenhista, o Pepe Fontanari.

Há pouco mais de um ano, quando o Pepe trabalhava na Agência TaoS, surgiu o desenho de um representante dos moradores das grandes cidades. Chato, ranzinza, gritão e que cospe quando fala. No início ele não tinha nome, depois, segundo o desenhista, quem o batizou foi o nosso editor de arte, Henrique Scherer.

O Osvaldo é criação da cidade grande, e se torna carismático por que faz o que, muitas vezes, gostaríamos, mas deixamos de agir assim por pudor.

Quem gostou do Osvaldo pode conferir mais no blog do Pepe.

Lição de vida


Você imagina uma pessoa ter força de vontade para, aos 76 anos, aprender a ler, escrever e ainda falar em português? Agora imagine que a professora dessa pessoa é sua bisneta de 10 anos, que nasceu com problema de visão. Pois é, para produzir o Unicom me deixou muito animada, acabei presenciando essa história de vida, que não se vê em qualquer lugar.

Jeni é aluna da 5ª série do Ensino Fundamental. Sua mãe, ainda grávida, contraiu um vírus que afetou sua visão, e Jeni somente identifica objetos bem de pertinho. Há um ano e meio, teve a ideia de ensinar sua bisavô de descendência alemã a ler, escrever e falar em brasileiro.

Assisti a uma das aulas diárias de aprendizagem que a “professora” Jeni ministra em uma sala de aula improvisada na casa da família na localidade de Vila Paraíso, em Paraíso do Sul. A matéria completa dessa minha experiência estará na próxima edição do Unicom. O que posso adiantar é que antes dona Bronilda só sabia escrever seu nome, e fez isso pela primeira vez quando assinou sua aposentadoria. Agora já lê, juntando as sílabas, faz contas de soma e subtração e já sabe pedir suas mercadorias em português no supermercado.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Onde começa o espetáculo

Assistir filme em sala de cinema é uma experiência das mais prazerosas. O escurinho, a tela grande que preenche todo o nosso campo de visão, o som que enche os ouvidos, os efeitos especiais, etc. Tudo é envolvente e divertido nesse ritual, já praticado há mais de cem anos.

O que geralmente não passa pelas nossas cabeças é que para o filme estar ali diante de nossos olhos é necessário um trabalho pesado. Não, não estou me referindo às filmagens. Falo da pessoa que faz com que o filme rode ali, naquele momento, diante de nós. É que fazer um filme rodar na sala de cinema é bem mais complicado do que como o fazemos em casa: botar o DVD no aparelho e dar um play. A grande maioria das salas ainda projeta os filmes em película, o que exige em primeiro lugar máquinas grandes e caras, e depois profissionais que saibam muito bem mexer com elas. Não são nada fáceis as senhoras.

Mas eu só sei de tudo isso porque acompanhei, durante uma tarde, o trabalho de montagem e projeção de filmes nos bastidores do Cine Santa Cruz. O resultado estará nas páginas do próximo Unicom. Sabe aquela janelinha lá no fundo da sala, de onde sai uma luz azulada que vai dar na tela, e onde às vezes vê-se umas carinhas? Pois é, foi lá que eu estive, e onde pude conhecer um processo mecânico que se cristaliza no espetáculo do cinema.

Ou seja, mais um desses lugares onde só o jornalismo nos leva...

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Hoje foi dia de entrevista

A produção do Unicom acontece aos poucos. Hoje foi um dia de entrevista. Depois de marcar com o casal Diego e Veridiana, o próximo passo era ouvir a história que tinham para contar. Nesta véspera de feriado, a pauta sobre os relacionamentos que começaram na internet e que se mantém até hoje começou a ser desenhada. A entrevista se desenrolou muito bem. Na sequência, disponibilizaremos outros materiais aqui no blog, como vídeos e áudios. Você poderá conferir nas páginas da próxima edição do Unicom, os relatos curiosos que a dupla conta sobre essa relação iniciada, em partes, pelo meio virtual.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O Feedback do Léo

Se é pra falar sobre o que andamos fazendo aqui no blog, estou com sérios problemas. Pois, de momento, estou apenas no âmbito das ideias - e mirabolantes, por sinal. Estas ideias, como não são relacionadas a matérias, portanto não têm bastidores, são relacionadas a diagramação. Sobre a qual não posso contar. Se não perde a graça, né?

Mas na reunião de hoje de manhã, na qual estivemos eu, Marília, Pedro, João e Demétrio, e mais tarde o Henrique, uma pergunta do profe Dê me fez lembrar que não comuniquei a todos sobre o feedback do Leonardo Brasiliense em relação ao Unicom Hábitos. Assim, cá estou para me redimir.

O Léo, como o chamamos nos bastidores, pra não dizer o nome inteiro, me mandou um e-mail no dia 22 de maio, às 16h45. Começou assim:

Vanessa, eu li o Unicom "na época", mas com a correria do lançamento em Poa só agora estou baixando a poeira e colocando os emails em dia, no que inclui...

O resto da fala está na montagem que fiz, logo abaixo, com uma foto tirada no dia do lançamento.