terça-feira, 31 de maio de 2016

O Unicom foi premiado!



  

No último sábado, 28, a ex-aluna da Unisc, Évelyn Bartz, responsável pelo nova diagramação do jornal laboratorial Unicom feita no semestre passado, levou o prêmio da Expocom, Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação, na categoria design gráfico.

O Expocom é vínculado ao Congresso de Comunicação Social, Intercom Sul, sediado este ano na Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR, entre os dias 26 a 28 de maio. A próxima fase é o Nacional que este ano será realizado em São Paulo, na Universidade de São Paulo - USP, de 03 a 09 de setembro. 



Évelyn Bartz recebendo o prêmio na categoria Design Gráfico. Foto: Régis de Oliveira Junior

domingo, 29 de maio de 2016

Humildade para reconhecer o erro

Uma das desvantagens do jornal impresso, é que depois do texto estar no papel, não se pode mudar mais nada.
A verdade é que nós, repórteres, também somos seres humanos, e erramos. Às vezes interpretamos uma informação da maneira incorreta e, em outros momentos, cometemos alguns erros de digitação que mesmo que o revisor tenha lido o texto, os erros passam despercebidos. Isso porque o revisor, assim como eu e você, também é humano.
Em momentos como estes, em que erramos e passamos alguma informação incorreta, precisamos ter a humildade para reconhecer esses erros e não jogá-los para outra pessoa. Precisamos reconhecer que não somos perfeitos e nem sempre seremos dez em tudo.
Se, em algum momento, a fonte reclamar do erro cometido, também precisamos ter a humildade de pedir desculpas. Afinal, ser humilde é um quesito básico para que todos nós sejamos reconhecidos como grandes profissionais e seres humanos de bem!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Saber lidar com críticas é necessário


Todas os profissionais de diferentes áreas, em algum momento, foram criticados por alguma coisa que fizeram. No Jornalismo não é diferente. Nem sempre as matérias dos repórteres vão agradar todas as pessoas, ainda mais se o assunto for algo negativo.
As pessoas criticam, reclamam e ameaçam processar. As pessoas criticam uma palavra que talvez tenha sido mal colocada. Criticam o tom e foco da matéria.
Tudo isso faz parte da profissão. Dificilmente as pessoas ligam para o repórter para elogiar e dizer o quanto uma matéria escrita foi legal.
É natural do ser humano mais reclamar e criticar, do que agradecer e elogiar.

A verdade é que as críticas na profissão sempre vão existir. O jornalista lida com diferentes pessoas e é natural que agrade uma e desagrade outra. Tudo deve ser visto não como algo ruim, mas sim, como um aprendizado para que se possa fazer os próximos trabalhos ainda melhores.

domingo, 22 de maio de 2016

Por que escolhemos Jornalismo?


Sempre quando iniciamos um novo semestre, os novos professores questionam o porquê de termos escolhido essa profissão. Até mesmo pessoas de outras áreas nos perguntam: Por que o Jornalismo?
São vários os fatores que influenciam uma pessoa na escolha da profissão.
O Jornalismo é uma área ampla, que oferece um leque de opções de trabalho, como em televisão, jornal, impresso, revistas, rádio, enfim.
Nem todas as pessoas que fazem Jornalismo gostam de falar em frente a uma câmera. Nem todas que fazem Jornalismo gostam de falar em rádio. Mas uma coisa é certa: Todos gostam de escrever.

As pessoas escolhem Jornalismo, porque gostam de informar, porque sentem prazer em contar a história de sua gente; porque gostam de fazer a diferença ao menos dentro da própria comunidade. As pessoas escolhem Jornalismo, porque gostam de falar, mas também gostam de ouvir. As pessoas escolhem Jornalismo, não pelo dinheiro que ganharão com a profissão, mas sim, optam pelo Jornalismo simplesmente por amor. 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Coisas que o Jornalismo proporciona

Todos os profissionais da área do Jornalismo são pagos para noticiar, passar informações e contar histórias.
Repórter precisa ser um pouco de tudo: advogado, nutricionista, médico e tantas outras profissões, isso porque é necessário conhecer de tudo um pouco para que se possa fazer algumas matérias.
Nem sempre o repórter faz uma matéria, porque de fato se interessa pelo assunto, mas sim, porque é preciso. Notícia não tem hora para chegar.
Contudo, através de cada texto elaborado, muito se aprende. Além disso, existem aquelas matérias que marcam, que fazem bem e dão uma alegria enorme ao repórter que necessita escrevê-la. Em meio a essas matérias, além do assunto que pode colaborar, o que torna uma pauta fascinante, na maioria das vezes, são as pessoas que o repórter passa a conhecer. Em alguns momentos, a relação deixa de ser apenas profissional e passa a ser de amizade.
Todo o jornalista, em algum momento, criou um laço de carinho com alguma fonte.
Todas essas amizades criadas e todo o aprendizado adquirido são coisas que o Jornalismo, e pode-se dizer que apenas o Jornalismo, proporciona.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Profissionais multiplataformas


 Muito se escuta falar que no Jornalismo as empresas exigem cada vez mais profissionais multiplataformas.
Já passamos de uma época em que apenas é preciso saber escrever. Hoje, o repórter necessita se atualizar, postar informações nas redes sociais, nos sites e tantas outras plataformas. As empresas exigem isso, até mesmo em função da redução de custos, pois economizam quando não precisam colocar um profissional para cada função.
Os leitores, ouvintes e telespectadores querem que as notícias cheguem cada vez mais rápido e sejam de fácil compreensão. Eles querem a informação em tempo real. Devido a isso, os comunicadores também precisam se atualizar e ser ágeis.
Contudo, em meio a essa agilidade exigida, é possível notar que a maioria dos sites de noticiosos, por exemplo, apresentam as mesmas notícias. Quando assistimos a um telejornal, algumas informações já vimos em outros lugares.
Deste modo, alguns veículos de comunicação precisam parar de fazer o feijão com arroz de todos os dias e buscar inovar, ver o que todos os outros meios ainda não viram. As pessoas cansam de verem sempre as mesmas notícias em um mesmo dia.

O Jornalismo exige cada vez mais profissionais multiplataformas, mas, também, o Jornalismo exige, SEMPRE, boas pautas e ideias inovadoras.

domingo, 15 de maio de 2016

Próximo Unicom

Finalizamos o jornal Unicom temático deste semestre, cujo tema foi Marginais. Foram dias de muita dedicação para que tudo pudesse dar certo. Alguns estresses ali, outros lá, mas nada que não fosse possível resolver. Afinal, quando se trabalha em equipe, é normal que surjam alguns desafios, pois cada um pensa diferente. Todos nós somos diferentes.

Estamos em processo de definir as pautas para fazermos o nosso próximo jornal. Quem já definiu qual matéria irá fazer, está liberado para colocar a mão na massa e entrevistar as fontes.
Que todos nós tenhamos boas inspirações, boas fontes e ótimas histórias para contar, até porque contar histórias é uma das coisas mais fascinantes do Jornalismo.
Boas matérias estão por vir e você não pode perder!

Até breve.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O dia da revisão!



O pessoal está a mil na reta final do Unicom. As páginas foram impressas e todos os repórteres já puderam conferir seu trabalho diagramado e, quase, finalizado. O primeiro Unicom do semestre está demorando um pouco mais que o previsto para ficar pronto, mas está ficando lindo!
Tenham certeza que está espera será super válida!

domingo, 8 de maio de 2016

Diferenças à parte.

A "frase tema" do nosso jornal é: Diferenças que geram diferenças, de Gregory Bateson. E ela se adequou a nossa turma de uma forma inimaginável. Diferentes ideias, opiniões, ideais e situações. Deixamos a diferença de lado para fazer um jornal diferente. Reunimos as diferenças, para criar uma situação nova. Nos sentimos diferentes, por estar fazendo a diferença.
Diferença boa essa que criamos. O pensar diferente abriu os olhos de muitas pessoas. O gostar de ser diferente nos trouxe matérias maravilhosas. O ato de não se importar com essas diferenças criou um Unicom especial.
Aprendemos a lidar com a diferença e respeitá-la. Percebemos que todos temos algo diferente, por mais iguais que nos achamos. No fim, agradecemos por essas diferenças existirem, porque, que mundo chato seria essa Terra se fossemos todos iguais!!
A propaganda dizia "Ser diferente, é normal"! Não! Não é normal! E ainda bem que não é.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Uma obra prima do jornalismo

Na vida, algumas leituras são obrigatórias.  Se você é graduando, então, o mergulho no universo das letras torna-se ainda mais essencial, seja qual for o curso. No que tange  ao jornalismo, uma obra que precisa ser vista pelos acadêmicos e profissionais já formados é O Repórter do Século, do mestre José Hamilton Ribeiro.

O Repórter do Século reúne sete grandes reportagens produzidas por Hamilton entre as décadas de 1960 e 1970, que lhe fizeram conquistar o título máximo do jornalismo brasileiro, o Prêmio Esso.  Entre elas,  A Vida por Um Rim, em que é narrada a luta de pessoas que necessitavam de um transplante de rim numa época em que o Brasil ainda engatinhava nesse tipo de operação.  E De que Morre o Brasil”, na qual as histórias de pessoas assoladas por  diversas verminoses país afora  e as dificuldades de tratamento foram o mote da reportagem.

Além delas, o livro traz a famosa cobertura da Guerra do Vietnã, em 1968, através do relato “ Eu estive na Guerra”. Na ocasião, José Hamilton Ribeiro teve uma das pernas amputada após pisar em um campo minado. Esse trabalho não lhe rendeu o Prêmio Esso, porque o regulamento da premiação excluía produções feitas no exterior.


Essas publicações foram veiculadas em vários jornais e, especialmente, na extinta Revista Realidade.  São aulas de senso de apuração, de leveza e respeito ao lidar com pessoas envolvidas em circunstâncias delicadas e de um profissionalismo de altíssimo nível.  O Repórter do Século é um daqueles exemplos cuja leitura flui como um voo livre de um pássaro.



Coleção: Vida de Repórter

Título: O Repórter do Século

Subtítulo: As 7 Reportagens que Ganharam os 7 Prêmios Esso (Não Superadas até Agora) e a Mais Famosa: Vietnã

Autor: José Hamilton Ribeiro

Apresentação: Ricardo Kotscho

Editora: Geração Editorial

Edição: 1

Ano: 2006

Idioma: Português

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Jornalismo vale a pena?

Hoje reproduzo um texto que li no site Coisas de Jornalistas (www.coisasdejornalistas.com.br). É um retrato da atual situação da nossa profissão e, principalmente, um momento de reflexão para nós que estamos na reta final da graduação e uma avaliação aos interessados em cursar essa habilitação.

Confira o texto do repórter Rafe Aguiar:

Vale a pena fazer jornalismo? Talvez sim. Talvez não. É preciso levantar alguns pontos e colocar na balança para ver o que vale a pena para você. O que mais se escuta é que é uma profissão com mercado saturado. Mas que área não está? Faculdade não é sinônimo de emprego assegurado, mas é uma garantia entre outros profissionais de qualquer área. E verdade seja dita: não é tão fácil viver de jornalismo.

As redações estão cada vez mais enxutas com as a demissões em massa, noticiadas nos últimos meses pelos Portais Imprensa e Comunique-se. A violência contra os profissionais da área também é outra temática assustadora. Para complementar a lista de pontos negativos, há a reclamação constante sobre a falta de qualidade de vida que os jornalistas têm, que nos garantiu a 4° colocação de pior atividade profissional no Canadá, segundo o ranking feito pelo site Adzuna.com.

São jornadas de trabalho intermináveis, com o objetivo utópico de alcançar salários astronômicos ou conquistar grande notoriedade em território nacional. Que atire a primeira pedra quem nunca escutou a brincadeirinha “Então você será o próximo William Bonner/Fátima Bernardes?”. Mas a realidade é que há mais oportunidades para estágio, ou empregos que não te dão aquele respaldo que o trabalhador tem direito, como Fundo de Garantia, INSS, e férias remuneradas.

A torcida contra a escolha para esta carreira será grande. E em partes, há razões para isso. Fazer jornalismo não é passar quatro anos em frente à uma câmera aprendendo a dar boa noite e como controlar sua voz e expressão facial. São cerca de oito semestres (dependendo da grade da faculdade que o universitário escolher) de estudos a respeito de temas como as mídias, teorias da comunicação, estudos da linguagem, fotografia, história, arte, cultura, entre tantos outros temas.

Se o seu sonho é fazer jornalismo, você precisa ter noção de que o gosto por leitura, escrita, dar opinião são apenas alguns dos pré-requisitos para quem quer se tornar um profissional. Ser jornalista é uma questão de instinto, de saber olhar e ver o mundo com olhar crítico. Ser auto-crítico. Para fazer uma matéria, o jornalista mergulha em um universo de informações para se aprofundar e conseguir falar sobre o assunto com clareza, deixando o repórter com uma bagagem cultural grande.

O piso salarial, que varia de região, mídia e tempo de trabalho, e não é o maior atrativo da profissão. O piso salarial mais alto, na teoria, é pago pelos Jornais e Revistas do Interior, com jornada de trabalho de 5 horas diárias, que fica na faixa R$ 2.235,00, segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Os dados regionalizados e categorizados podem ser conferidos no site da Fenaj. Porém, em estados como Amazonas, Amapá, Rondônia e Roraima não há um valor estabelecido.

A questão do salário é importante, mas é preciso lembrar que isso não é uma exclusividade do jornalismo, e muito menos é resultado de crises políticas e/ou econômicas. A desvalorização é apavorante. Haverá casos de que o jornalista tenha que se submeter à situações desagradáveis, como trabalhar de graça ou recebendo um salário mínimo (às vezes até menos). Mas não há males que não tenham soluções: para esses casos, os jornalistas podem apelar para uma infinidade de freelances que o mercado pode oferecer.

Outro mito é a falta de rotina. Jornalismo é fazer mais do mesmo. Só que o resultado vai do profissional, pois sempre há uma nova perspectiva para um mesmo fato. A verdade é multilateral e se baseia sobre o certo e o errado. Senso crítico, curiosidade e atenção são ferramentas essenciais para obter esse sucesso.

Passar sufoco, receber ameaças e propostas, correr riscos de vida, coisas que às vezes a rotina nos proporciona, fazem o jornalismo ser tão emocionante. Jornalismo é uma paixão pela vida e amor pela humanidade, unidos por um idealismo concreto, que te dará forças para brigar pelo meio ambiente, a ciência, a cidadania ou os direitos humanos. Jornalismo é um um estado de espírito permanente, e não ocasional, uma atitude ética. Muitos se enganam com o falso glamour e o poder da profissão.

A internet é uma alternativa interessante para o jornalismo. Com a ajuda das redes sociais, é possível você alcançar o seu público alvo, seja ele quem for e onde estiver. Mas, para isso, é preciso de investimento e muito estudo. Ou, fazer algo que viralize, como acontece com Youtuber. A Kéfera, por exemplo, já chegou afirmar que ganha mais do que alguns atores da Rede Globo. Ou seja, há esperança de você conseguir ser um jornalista consagrado, nem que seja na internet.

Se você leu até aqui sem perder a fé, eu tenho uma péssima notícia para te dar: você está apaixonado por essa profissão. A melhor parte é apenas “ser” jornalista. Se envolver com uma outra realidade ao fazer uma matéria, o aprendizado conquistado a cada dia, novas histórias que são ouvidas. E o nosso trabalho é o mais reconhecido. Sim, aquele seu texto do impresso que virou banheiro para o cachorro do vizinho foi admirado por alguém.

Mesmo que pareça impossível, o jornalista é quase um heroi. Ele pode mudar o mundo com o poder do seu bloquinho de anotações (ou gravador, para os mais moderninhos). Ser sempre bem informado, poder escrever um livro contando as histórias que você ouviu. Jornalismo não é uma condição temporária, é um estado de espírito.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Teoria e prática



O desafio de aliar teoria e prática na academia é um dos momentos mais motivadores dentro do processo ensino-aprendizagem. A possibilidade de executar os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo dos semestres do curso é sem dúvidas, muito gratificante.
Redação, fotografia, produção, diagramação, edição, revisão, audiodescrição. Aqui podemos sentir a rotina da prática jornalística. Relembrar os conceitos de aula sobre a importância da organização, dos prazos, dos critérios de noticiabilidade, da precisão da informação, da busca sempre necessária pela ética, um dos princípios norteadores da profissão.
Pautas, fontes, histórias, revelações, sensações, sorrisos, lágrimas, sonhos, medos, coragem. Na rua, os personagens que dão forma para nossas matérias transformam nosso mundo e, consequentemente, também o mundo de quem, logo ali na frente, vai ler nossa matéria.
No processo para transformarmos a teoria em prática, dedicação, responsabilidade e comprometimento são os guias, e é claro, amor a aquilo que se faz.

A perda de um ícone do jornalismo esportivo

Nesta semana, o jornalismo esportivo brasileiro perdeu um grande nome. O jornalista Teixeira Heizer faleceu aos 83 anos por complicações cardíacas e deixou um vasto legado, principalmente no telejornalismo.
O profissional foi um dos responsáveis por iniciar as transmissões esportivas na Rede Globo. Além disso, ele atuou em diversos veículos de comunicação no eixo Rio-São Paulo como Diário da Noite, Diário de Notícias, Última Hora, O Dia, Placar, Veja e Estado de S. Paulo.
Heizer começou com as transmissões esportivas em 1965, no jogo entre Brasil e União Soviética. Mais recentemente, o jornalista contribuiu na criação de novos programas na grade da Rede Globo. O profissional, foi responsável por publicar o livro Maracanazo - Tragédias e Epopeias de um Estádio com Alma e A Outra História de Cada Um, lançado no dia 2 de abril de 2016.
O jornalismo brasileiro perde uma referência no âmbito esportivo e fica a memória de uma pessoa responsável pelo início das transmissões de jogos de futebol na TV.

Contar uma história que lhe agrade

A missão de contar histórias e levar informações é uma das missões do jornalista. Na hora de pensar na pauta para o Unicom, gastamos algum tempo até chegar naquele assunto que encaixasse no tema e que nos agradasse.
Não adiantava pensar em uma pauta que não fosse satisfatória para fazer, que fosse um peso e virasse apenas uma meta para cumprir. No meu caso, consegui encaixar a história de uma família que eu admiro e um esporte muito bacana.
Espero que os leitores do Unicom tenham prazer em ler a minha reportagem, pois eu curti muito produzi-lá.

Desafios do trabalho em grupo

Na graduação, passamos grande parte do período trabalhando em disciplinas teóricas e quando chega o momento de praticar alguns problemas aparecem. Em cadeiras como radiojornalismo, impresso e telejornalismo, há possibilidade de formar grupos menores de trabalho e, normalmente, questões como afinidade acabam juntando os integrantes.
Nas disciplinas para a produção da Exceção e do Unicom, a turma inteira desenvolve o trabalho em conjunto. Essa característica faz com que os problemas apareçam, mas também é a hora de todos serem mais compreensíveis pelo fato de ser uma reprodução da vida profissional.
Trabalhar em grupo é um desafio para todos, o resultado do seu esforço depende da atuação dos demais. É preciso haver união, compreensão e diálogo.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Datas. Atrasos. Desespero. Alívio.

O Unicom está atrasado. Depois de muitas conversas, discussões (construtivas) e ideias, o Unicom finalmente está na reta final. Está sendo finalizado a diagramação.
Nós, como muitas outras turmas, estamos sentindo na pele como realmente funciona uma redação. Matéria que cai, foto ruim, matéria que não tem assinatura, "cadê o título", e tantos outros pequenos e grandes detalhes que surgem de acordo com o avanço do jornal.
Mas nem tudo é desastre. O lado bom de tudo isso? A turma que pega junto e não se importa em não dormir para ter um jornal lindo com a nossa assinatura, a sororidade e a fraternidade de colegas que antes mal se falavam. O aprendizado tirado disso tudo está sendo maravilhoso.
O Unicom cresceu e nós, crescemos com ele.