terça-feira, 31 de março de 2009

Descobridor dos 7 mares???

Pra quem não sabe, sábado foram tiradas as fotos dos formandos da Comunicação 2009.1 e eis, uma de taaantas fotos tiradas....

Descobridores dos 7 mares?? Acho que tá mais pra descobridores de novos profissionais...

Um abraçooo!!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Memória seletiva

Gente, tá aí a minha primeira postagem!

Como minha matéria vai contar a história de um ano novo pra lá de azarento, tá sendo muito difícil resgatar as lembranças das pessoas envolvidas, já que o ocorrido foi a 10 anos atrás. O povo tem lembranças muito selecionadas, não conseguem montar o cenário na cabeça com detalhes, e aí que vem a minha dificuldade para descrever com realidade a situação.
Mas estamos aqui para isso, então minha torcida continua para que as lembranças apareçam.
Até mais.

Indiadas na Índia

Hoje dei por conta que ainda não falei muito sobre a minha matéria aqui no blog. Então vamos lá. Vou escrever sobre uma santa-cruzense que há anos viajou à Índia, por meio da Aiesec. Lá, ela se deparou com algumas supresas e com um país um pouco diferente do que estamos acostumados a ver no horário nobre da Rede Globo.

Visto que atualmente a fonte mora na Bélgica, o processo de coleta de informações acontece por e-mail. O único empecilho é que às vezes a resposta demooooora para chegar. Então, nesse período, a paciência se tornou minha grande companheira.

No mais era isso. Não vejo a hora de poder contar essa história de uma forma ainda mais extensa a todos vocês. Enquanto isso, vou ver se há alguma novidade na caixa de entrada do meu e-mail.

domingo, 29 de março de 2009

A perfuratriz


Além de encher a paciência da criatura (leia-se, minha fonte) para que conversássemos mais de perto (cuidado com as interpretações... hehe), precisei contornar alguns imprevistos durante o bate-papo. Primeiro, marcamos ao meio-dia de uma sexta-feira. Ou seja, ficamos sem rango, só no lanche, até porque a sexta é o dia mais corrido na Redação. Segundo, a sala em que nos reunimos (e única disponível naquela hora) faz divisa com a mais nova construção do Grupo. Detalhe (além da foto do entrevistado): entre uma frase e outra, barulhos insuportáveis (tudo bem, nem tanto assim!) de uma perfuratriz interrompiam a narrativa. Mas, insistentes, prosseguimos e fomos além. Consegui mais relatos das indiadas do cidadão, que pelo jeito curte ao máximo os programas de índio. Beleza, gravei tudo. Ou quase tudo, não fosse a fita parar de rodar lá pelas tantas. E agora? Leiam na próxima edição do Unicom.

Eu te conto... mas não expõe o meu nome


E ai colegas de UNICOM,
Eu já estava ficando agoniada com a minha entrevista, pois eu trabalho com a pessoa que entrevistei mas ela estava sempre tão cheia de compromissos que nunca podia parar para me dar a entrevista.
Enfim, convidei-a para vir até a minha casa e ela me contou sobre sua assustadora visita as festas "alternativas" de Santa Cruz do Sul. Foi hilário, eu amei rimos juntas ao lembrar das surpresas e situações pelas quais ela passou. Acho que a matéria vai ficar muitíssimo interessante.
Mas eu estou com um probleminha, eu reli toda a edição do UNICOM que fala da cidade de Santa Cruz do Sul, e como nessa edição a nossa fala sobre personagens e suas indiadas! A minha personagem é ótima a história é hilária e por mais que já passou há alguns anos ainda é lembrada por ela que contou em meio de gargalhadas. Só que ela não quer que eu coloque o nome dela, não posso me indispor com ela pois além de muito minha amiga ela é minha colega de trabalho.
O que eu faço com relação a isso? Posso colocar um nome fictício e colocar um asterisco dizendo que o nome da personagem foi modificado por vontade da entrevistada??
HELP please... fora isso aguardem, que a história é ótima e engraçadíssima!!!
Aguardo a resposta de vocês

Beijos

sábado, 28 de março de 2009

O poço


Acredito que uma dia todo mundo vai ter a sua indiada. Pode ser que ela ainda não tenha acontecido, mas certamente, o grande dia virá. Às vezes é preciso esperar ou viver anos para que determinada coisa aconteça. Hoje, por exemplo, aconteceu algo que eu temia há mais de vinte anos.



Não foi bem uma indiada, mas um fato que me deixou completamente abalada. Hoje à tarde, ao chegar na chácara do meu pai, vi que ele estava debruçado sobre o poço, que fica ao lado da casa. Quando me aproximei ele logo falou: - Nem é bom tu ver o que tem aqui dentro.


Com isso, eu já sabia o que estava lá embaixo, imerso nas águas escuras e frias. Certamente era um gato. Antes de subir, pensei: Qual dos doze bichanos poderia ser? Sim, uma dezena e duas unidades de gato vivem lá. Então, sem querer adivinhar, subi e olhei.


Foi triste o instante em que reconheci o corpo. Mais ainda quando conseguimos trazê-lo para fora do imenso buraco. Nesse momento tive a certeza. O pobre animal era a gata mais velha da turma, uma das mais queridas também.


Carreguei o corpo até a mata, onde foi enterrado. Nesse momento, diversas lágrimas já pingavam sobre a terra repleta de folhas secas. Então, pensei como deve ter sido terrível a morte do animal.


Pensei também como deve ser quando morre uma criança, um jovem ou um adulto nas mesmas circunstâncias. Um fim de vida, no mínimo, cruel. Saí dali triste, calada. Era apenas um gato, mas representava muito para mim.


Só de pensar de quando era criança, quando minha avó ainda morava naquela casa, quando eu ainda acariciava os gatos sobre o poço, quando temia que um deles pudesse cair lá dentro, quando um adulto me dizia que isso era bobagem. Só de pensar nisso cheguei à conclusão de que meus pensamentos e preocupações nem sempre foram tão inúteis e desinteressantes quanto pareciam. Demorou vinte anos, mas agora, finalmente, eu aprendi.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Entrevista com Ortiz

Galera, acabo de voltar da entrevista com o Ortiz, e foi tudo de bom!
Eu e o Urgel - que ressurgiu das cinzas - fomos recebinos da residência do escritor para um bate-papo super legal e descontraído. Temos muitas novidades e revelações das indiadas desse jornalista de aventura pra contar pra vocês! MAS... vocês terão que esperar até o UNICOM sair quentinho pra saber de tudo.

Foi uma ótima experiência e uma tarde muito animada. E como não podia faltar, com algumas indiadas de brinde, como um passeio de ônibus por bairros que nem imaginávamos existir em Porto Alegre e uma espera de quase duas horas na rodoviária porque meu fotógrafo perdido não pegou o ônibus mais cedo. Faz parte, não é mesmo? Já que o tema é indiadas precisamos nos aventurar no processo também.

Então aguardem o UNICOM para saber mais sobre as aventuras de Airton Ortiz ao redor do mundo. Até mais.

quinta-feira, 26 de março de 2009

De malas prontas

E aí povo mais lindo do UNICOM!

Bom, só estou dando uma passada para avisar que o grande dia é amanhã! 
Grande dia do que mesmo??
É a entrevista com o Ortiz!!! SIMMM!!!

Estou muito feliz de poder ir (mesmo com todos os imprevistos) e certamente amanhã voltarei cheia de novidades e louca pra dividir com vocês como foi nosso encontro.

Apesar do susto e um dia inteiro no hospital, no fim deu tudo certo! Só espero que meu fotógrafo sumido resolva aparecer na rodoviária.. hehe URGEL CADE VOCÊ?? :)

Então até amanhã galera! E um ótimo trabalho para todos nós.

Parceria entre Quê?/Unisc já está rolando

Moçada, a foto aí do lado é o registro da primeira reunião deste ano realizada entre os estudantes de jornalismo da Unisc e o pessoal do Caderno Quê?, suplemento jovem do jornal Gazeta do Sul, de Santa cruz do Sul. A idéia, como tem ocorrido já há três semestres, é que os alunos resolvam sozinhos uma edição inteira do Quê?, o que lhes exige domínio de diferentes competências. Mais não posso falar, por enquanto. Na foto, portanto, da esquerda para a direita, estão: Amanda Mendonça, Guilherme Mazuí (editor do Quê?), Luana Backes, Gelson Pereira (editor-gráfico, de costas); Jansle Appel (editor do Quê?); Ana Luísa Rabuske; Lucas Baunhardt; Ana Cláudia Schuh; este que vos escreve e Danielle Rubim. Sentadas à mesa, Márcia Müller, Heloísa Poll e Lívia Maria da Luz.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Ânimo, turma!

Criaturas, eis que dou o ar da graça!
Em meio à labuta, dou um tempo nas tarefas para postar neste respeitável (e nosso!) blog.
Bem, o contato com a fonte para a minha matéria já foi estabelecido, e com sucesso. Ainda vamos nos reunir mais vezes, pois quero arrancar o máximo de informações sobre o causo. A propósito, essa mesma fonte renderia matérias para todo o Unicom - edicão Indiadas. Hehe. O que me tortura, no entanto, é a elaboração do ensaio. Sei que dias penosos ainda virão, mas tudo dará certo (espero!).

Ânimo, turma. Afinal, o resultado desse jornal-laboratório será o reflexo da vontade profissional de cada um de nós!

terça-feira, 24 de março de 2009

Todos os nomes do Unicom

Moçada, segue abaixo a distribuição das funções da primeira edição do Unicom deste ano:
Edição - Heloísa Poll
Subedição - Márcia Müller
Diagramação - Alyne Motta
Produção - Bruna Mattos
Fotografia - Urgel Gozizza e Fernanda Zieppe
On-line - Dany Horta
Revisão - Bruna Mattos
Produção - Toda a turma

Tamanhos dos textos

Olá galerinha!!!
Chegou a hora de eu aparecer por aqui.... Meu trabalho é bem diferente, já que é por meio dele que nosso Unicom vai ter uma cara diferente.
Pra isso, tô passando os tamanhos das matérias pra vocês escreverem...

Matérias
Texto = 3.500 caracteres, lembrando que 500 caracteres a mais ou a menos fazem alguma diferença..
Título = Uma ou 2 kinhas, dependendo do que irá na página. Esse é bem variável, mas não façam títulos muuuito longos.
Linha de apoio = Uma ou 2 linhas curtas.

Opinião
Texto = 2.500 caracteres
Título = 1 linha curta

Ensaio
Texto = 3.000 caracteres
Título = 1 linha curta

Indiadas memoráveis

Ae! Saindo do castigo de uma semana de cama, finalmente estou aqui dando o ar da graça. Sim, muita coisa para por em dia ainda, mas como toda boa indiada, vamos devagar e sempre.
Logo logo teremos vídeos bem legais no blog, mas por enquanto, seguindo as idéias das gurias ali embaixo, que tal se você, caro leitor, nos agraciasse contando suas melhores indiadas nos comentários?

Para inspirar, aí vai a minha:

Rotorua-NZ, um domingo qualquer de fevereiro de 2009.
Eu e minha colega de quarto acordamos aí pelas 10 horas da manhã, com a cara amassada e o estômago revirado - o que é típico em um domingo de manhã.
Ligamos a TV e a transmissão do canal indígena local mostrava, ao vivo, imagens do festival nacional de cultura nativa. Um olhar foi sufucuente: isso pedia uma boa indiada.

Uma hora depois, eu e Candis estávamos na beira da estrada com o dedão em riste aguardando uma alma bondosa que nos levasse 200km adiante, onde acontecia o festival. Caroneiras de primeira viagem, enquanto uma mão fazia sinal para os carros, a outra cruzava os dedos para que não entrássemos em nenhuma furada.

Pegamos carona com duas garotas totalmente insanas que de alguma forma miraculosa conseguiram nos deixar em nosso destino a salvo. Chegando lá, mas que surpresa! Faltava apenas uma hora para o festival terminar. Ninguém merece, né? Além disso, não eram permitidas fotos ou vídeos e ao olhar ao redor, percebemos que não havia outras pessoas brancas ao redor. O lindo mar de pele marron que se estendia pelo estádio nos fez sentir quase intrusas lá.


No fim, se já não bastasse toda a indiada, não tínhamos como voltar para casa. Começamos a correr desesperadamente de um ônibus para outro tentando carona com algum dos grupos que estavam se apresentando no festival. Por fim, conseguimos carona com um grupo de pré-adolecentes e fomos fazendo festa até nosso destino. Aprendemos brincadeiras da cultura deles, fizemos competições de "cara feia" e daí por adiante.
A indiada foi grande mas no fim valeu muito! Uma das viagens mais inesquecíveis e gostosas da minha vida.

Quem quiser dar uma conferida, fiz um vídeo com algumas imagens da indiada. É só clicar no link.

Até a próxima galera

no orkut

Seguindo a linha da Heloísa, trago as indiadas do pessoal do orkut. Faço parte desse comunidade há algum tempo. "Programa de Índio? Eu já fiz!" conta historinhas curtas de indiadas. Sobre os mais variados temas, nos mais variados lugares... uma delas, tem muito a ver com o nosso tema: história desastrosa, sutentada pelo bom humor. Independente da veracidade do acontecido, é engraçado! Confira:

Eu dou aula pra alunos adolescentes (de 7ª e 8ª série)
Um dia chamei uns alunos meus pra sair (alunos e alunas)... Fomos a uma cidade q fica a 25 km d onde moramos... Tem ônibus coletivo q leva até lá. Fomos a um circo massa q tava lá...
Na hora de voltar...
Perdemos o ônibus...
Era o último q passava no dia
Ficamos 2 horas e meia andando pelas ruas da cidade sem ter como voltar pra casa.
Ninguem tinha crédito no celular, nem dinheiro pra pagar um táxi. Sentimos fome, frio, medo... Tudo q imaginar... rsrsrsrs
Até q conseguimos ligar pra um amigo q foi nos buscar...
Q perrengue
Mas qdo eu entrei na sala de aula na outra semana, nós caimos numa crise de riso q nem Freud explica... Ou seja, foi MARA...

Para outras histórias como essa, confira a comunidade

sexta-feira, 20 de março de 2009

No Google














Pessoal,

por curiosidade, hoje pesquisei um pouco sobre a temática do próximo Unicom (Indiadas), no Google. Na verdade, digitei algumas expressões para ver no que dava. Eis que surge a história abaixo:

"Fui com uma namorada na época para o Paraguai e mais um de meus irmão (tenho 4) e o primo da guria fazer compras.Aquilo foi o inferno! O ônibus era o pior dos piores,saiu numa sexta-feira, chacoalhando como liquidifucador, seus bancos só reclinavam um pouquinho, o banheiro era um horror. A viagem levava 20 horas de Porto Alegre até Porto Strossenes(acho q é assim q se escreve), é a primeira cidade depois da ponte da amizade (fronteira). Daí você descia do Ônibus e tinha quatro horas para fazer as compras e sempre a tarde caia uma chuva(ioró) que vem do nada e lava toda aquela terra vermelha e fica um lodo, você escorrega o tempo todo. Adivinha quem caiu e ficou todo cheio de lama e não tinha onde tomar banho ou trocar de roupas? Eu.Mais vinte e tantas horas para voltar e eu com sono, fome e estava todo sujo.Voltamos domingo no começo da tarde e eu jurei nunca mais voltar .Dormi todo domingo e uma boa parte da segunda.
Abraços do padeiro gaúcho".

Há ainda uns três relatos de onde selecionei este. Se interessar, o link está aí:
Qual foi seu pior programa de Índio?

quinta-feira, 19 de março de 2009

Visitas à nossa turma

Registro da visita dos colegas Letícia Mendes Pacheco e Sancler Ebert à nossa turma, esta semana. A dupla fez parte do grupo que, nos últimos semestres, deu forma ao Unicom. Manhã bem proveitosa esta.

Nomes selecionados ao Quê? 2009/1


Moçada, eis os nomes selecionados à primeira edição do projeto Quê?/Unisc neste primeiro semestre. Aos que ficaram de fora, saibam estes que todos os testes estavam bons, mas, infelizmente, o número de participantes é limitado. Ou seja, liguem-se que semestre que vem haverá mais. Aos que participam desta edição, a primeira reunião será às 16 horas do dia 26, uma quinta, na Gazeta do Sul. Abraço a todos.

terça-feira, 17 de março de 2009

Desligue o farol - parte II


Como prometido, aqui estou para contar o restante da minha saga.

Bom, com disse no último post, infelizmente minha mãe não estava na Unisc para me lembrar de desligar os faróis. Já que o carro não ligava, a grande solução na qual pensei foi: - Vou ligar para minha mãe! Em instantes o celular dela tocava, lá em Vera Cruz.

A ligação foi em vão. Por mais que pareça, mães não são tão superpoderosas e ela não conseguiu fazer mágica. Nesse tempo, já eram 11h 20 (lembro que meu dentista era às 11h 15). Depois de tentar o pai e o namorado, e receber uma resposta negativa de ambos quanto à disponibilidade de um salvamento ao vivo, o jeito foi deixar o carro no estacionamento e pegar um ônibus.

Andei o mais rápido possível até a parada. Felizmente havia três ônibus à espera de passageiros. E eu, como uma pessoa de muita sorte, escolhi o errado. Quando ele começou a andar, às 11h 30, me desesperei, pois vi que o roteiro era o mais complicado e comprido de todos! Fazer o que né?

Enquanto andava pelas ruas de Santa Cruz do Sul, liguei para o consultório com o intuito de comunicar o meu "pequeno" atraso. A moça disse: - Não mais que cinco minutos, ok?
Então, além da ansiedade que a lerdeza do motorista causava, tive que conviver com aquela frase dos cinco minutos me atormentando.

Finalmente desci do bus. Caminhei o mais depressa possível (vale lembrar que, como peguei o bus errado, desci numa parada mais longe da clínica) e, quando estava a duas quadras de tirar o meu aparelho, quem eu vejo dobrando a esquina??? A minha dentista!!!! O que isso quer dizer??? Que ela não me esperou!!

Não vou citar aqui quais os sentimentos que tomaram conta de mim naquele momento por questões de censura. Por fim, todo o esforço foi por água abaixo. Meu pai, que naquele horário já havia saído do serviço, me pegou pelo caminho e foi comigo até a Unisc. Empurramos o carro e, incrivelmente, ele funcionou! Cheguei em casa, empurrei a comida de uma vez só para dentro do estômago, escovei os dentes e segui para o trabalho. Mas dessa vez fui de carona, para evitar que mais um farol permanecesse ligado.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Desligue o farol


Minha indiada mais recente está prestes a completar uma semana de vida! Curiosamente, um dia após decidir com o grupo qual seria o tema do próximo Unicom, eis que o destino me prega uma peça.


Às 11h 15 eu tinha dentista marcado. A felicidade era tamanha, pois ali estava a chance de tirar o aparelho definitivamente. Como a aula iria até às 11h 10, minha mãe, na noite anterior, ofereceu o carro para que tudo ficasse mais fácil.


Saí de casa pela manhã e ganhei a estrada rumo a Unisc. Ainda lembro, como se fosse ontem, minha mãe dizendo para não esquecer de ligar os faróis, já que estava um pouco nublado. Tudo certo. A ida não teve imprevistos.


Cheguei na Unisc, estacionei o carro e segui para a aula. Lutei a manhã toda com as pálpebras que teimavam em fechar. Venci e continuei atenta às explicações do professor. A aula havia acabado e segui até o carro. A excitação era tamanha. Dentro de alguns minutos a dentista libertaria meus dentes das inúmeras celas pequenas.


Abri a porta do carro, coloquei a bolsa sobre o banco do lado e virei a chave. Mas aí é que está a questão. A chave virou e nada aconteceu! Sabem por que? Pelo simples fato de não ter uma mãe para dizer: - Heloísa, desliga os faróis.


Quer saber o que aconteceu depois? Leia o post de amanhã!


E começou nossa indiada

Como vocês já devem saber, o assunto do nosso próximo Unicom é sobre as indiadas. E quem não tem uma história engraçada e desastrada para contar? Fui atrás de uma dessas e de minhas fontes.
Logo veio as risadas. O fato que vou contar é sobre uma viagem de uma família grande em uma caminhoneta, onde só caberiam duas pessoas bem acomodadas, mas eles deram um jeitinho e foram entre mais pessoas.
A viagem aconteceu ainda na década de 70 e as pessoas que participaram dela até hoje se lembram e riem muito.
Ao longo da semana trago mais informações.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Uma baita indiada

Na nossa reunião de pauta, quando ficou decido que a temática seria indiada logo me veio a mente várias histórias, mas nenhuma tão engraçada quanto a da lua de mel, entre amigos, no camping. Quando falei com minha fonte, ele ficou surpreso e me disse: “nossa, teremos que ficar um dia todo para eu te contar tudo”. Pelo que pude perceber histórias que não faltaram nesta lua de mel nada agradável para a noiva.

Demorou, mas to aqui...

Dae, pessoal!

Queria dizer que minha crônica já está pronta, recheada de humor. Queria também compartilhar com vocês o meu primeiro contato com a minha fonte (Matéria sobre o Clauber "Bié". A vida dele é uma indiada em permanente construção). Isso me faz pensar que não exista uma pessoa mais "figuraça" que ele. O cara já foi de tudo na vida: ator, ciclista amador, pedreiro, radialista, palhaço de circo, vendedor... e por aí vai (quero deixar espaço pro resto da turma aqui no blog). Quando liguei pra ele hoje e disse que queria fazer uma matéria sobre a vida dele, o cara ficou tão faceiro, que pensei que o coitado tivesse com problemas mentais. "Cara... eu vou ver se tenho um material (fotos) de um jornal do Uruguai, quando eu interpretava o Pit Bitoca", adianta ele (hhahauahuaah). Tomara que eu consiga extrair o máximo dessa(s) história(s).

E assim como eu, tenho certeza que o pessoal tá trabalhando com força máxima pra encher o Unicom de histórias engraçadas e "matar" de rir os leitores (o tema ajuda!). É isso aí... até mais!

O primeiro de muitos

Enfim, meu primeiro post nesse novo cenário do Unicom! A próxima edição do jornal-laboratório promete histórias inusitadas e, por que não, um tanto engraçadas. Pelo menos é o que visualizei na nossa "reunião de pauta", onde o grupo decidiu relatar as indiadas que ocorrem por aí.
A expectativa também é grande. Produzir um jornal do início ao fim não é tarefa fácil, mas creio que, ao ter o produto em mãos, a sensação de orgulho e objetivo cumprido compensam todas as dificuldades. Em breve, contarei as etapas de produção da minha matéria e os desafios de exercer, pela primeira vez, a função de editora de um jornal. Espero que você, leitor, também faça parte desse novo trabalho, com comentários, críticas (construtivas de preferência. Hehehe) e sugestões. Por enquanto fico por aqui. Até a próxima!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Especialização trabalha assessoria em comunicação

Prestem atenção neste post, pessoal: "O Departamento de Comunicação da Universidade de Santa Cruz do Sul está oferecendo a especialização em Assessoria em Comunicação Política, que se inicia em abril de 2009.
A especialização visa capacitar profissionais da área de Comunicação e afins para atuarem na comunicação política, em câmaras de vereadores, assembléias legislativas, governos federal, estaduais e municipais, editoria de política das redações dos veículos de comunicação, agências de publicidade e marketing que trabalham com política ou setor público, e é única no Rio Grande do Sul.
Conta com professores de diversas universidades gaúchas com experiência na comunicação política, com titulação de mestres ou doutores e com pesquisa em comunicação política.
O curso tem duração de dois anos, com aulas presenciais, quinzenais, às sexta-feiras e sábados, no campus de Santa Cruz do Sul.
As inscrições vão até o dia 22 de março. No link, mais informações sobre inscrições, valores, docentes e disciplinas".

segunda-feira, 9 de março de 2009

Dia de escolher nomes ao Quê?

Logo mais, das 9 às 11 horas, haverá seleção dos nomes interessados em participar da edição 2009 do Caderno Quê?, parceria entre a Unisc e a Gazeta do Sul. Na Agência Experimental de Jornalismo. As entrevistas, hoje, são com Guilherme Mazuí, aluno de jornalismo e editor do Quê? (Terei aula logo mais). Na quinta pela manhã seremos eu e ele.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Fiúza fará oficina na Unisc

Prestem atenção neste e-mail que recebi da coordenação, por relevante:
"O Curso de Comunicação Social da Unisc convida a todos para a aula inaugural com o jornalista Guilherme Fiúza no dia 16 março, às 19 horas, no Anfiteatro do Direito.
Fiúza é jornalista da Revista Época e autor de vários livros, entre eles, "Meu nome não é Jonnhy", um livro-reportagem sobre a história de João Estrela, o playboy carioca que se tornou um dos traficantes mais famosos do país.
"Meu nome não é Jonnhy" virou filme de grande sucesso e a transposição da linguagem do livro-reportagem para o cinema será o tema da palestra do jornalista".
Há mais novidades sobre este mesmo assunto: neste mesmo dia, mas às 14h, haverá uma oficina com o Fiúza. As inscrições estarão abertas a partir do dia 03 de março na coordenação do curso. Vagas limitadas (15). Requisito para a oficina: ter lido o livro "Meu nome não é Jonnhy".
Eu aproveitaria.