sábado, 31 de março de 2012

71 anos depois...


Amanhã vou ter o prazer de entrevistar uma moça.
Ela vai falar sobre suas lembranças de um fato ocorrido em 1941.
Sim, a moça que me refiro tem 82 anos.
Confesso que adoro conversar com idosos. Eu sinto prazer, de verdade,
quando faço alguma pauta quando eles são referenciados.
Porém, ao mesmo tempo que gosto, sinto medo. Alguns idosos, assim como muitos
jovens, são de difícil compreensão.
Por isso digo que tenho um desafio: instigar a "moça", que ainda não conheço, a lembrar de pequenos detalhes de 71 anos atrás.

Mãos à obra!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Minha lembrança de Marrocos...

videoComo havia comentado no post anterior, aí está o vídeo da pesquisadora Lamiae El Amrani, falando sobre suas lembranças de sua terra natal.

Quem lia quadrinhos?

Eu lia e continuo lendo muitos quadrinhos. A diferença está, hoje em dia, nos temas. Atualmente os temas são mais sérios, os chamados "quadrinhos para adultos". Mas quando criança, uma diversão garantida era o acervo do Maurício de Souza.

A Turma da Mônica fez parte da minha infância. Lembro de sempre ir no intervalo (o recreio) para a biblioteca, dividir histórias com um colega, que possuia o mesmo hábito. Às vezes perdíamos a noção do tempo folheando as páginas de quadrinhos.

Os Super-Heróis também também eram um atrativo, mas o material era mais difícil de conseguir. E o engraçado mesmo eram as investidas do Cebolinha contra a Mônica. Coisa de criança.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Me dê sua força, pégasus !


Em meados da década de noventa, a programação da tv Manchete era sinônimo de diversão para crianças e apreensão pelos adultos. O principal responsável por isso era o anime Cavaleiros do Zodíaco. Com cenas que seriam censuradas devido à violência, mas com um enredo da eterna luta do bem contra o mal que misturava mitologia grega com valores que ficaram marcados na memória dos pequenos telespectadores daquela geração:lealdade, determinação e abnegação. Tempos áureos em que a dublagem brasileira era levada à sério pelos estúdios Álamo. Saudade do tempo em que desenhos animados tanto divertiam quanto conscientizavam.


Uma viagem a Marrocos

Hoje à noite, assisti a uma palestra muito interessante sobre as relações entre a poesia e a imprensa marroquina, com a pesquisadora, de Marrocos,  Lamiae El Amrani, na Unisc.
Lamiae que está fazendo sua tese de doutorado sobre a Impresa Colonal de Marrocos, e contou brevemente a realidade da mulher de sua terra natal . Pasmem... Só a partir dos anos 70, o país passou a ter referência de mulheres na literatura, e assim, publicar seus trabalhos. Na época, havia apenas duas poetas. 
Atualmente, o pais conta com cerca de 25 profissionais renomados desta área, elas escrevem sobre temas sociais e de certa forma denunciando os abusos sofridos pelas mulheres, como a prostituição e a violência. Outras escrevem sobre amores, decepções amorosas, desejos, tristezas e a sensualidade, este último é o tema de inspiração da Lamiae. 
A pesquisadora revela que a poesia é a fotogria escrita. "É o retrato de Marrocos".
Durante a sua fala, me questionei, qual seria o papel da imprensa? Em um país, em que apenas na década de 70 apresenta ao mundo as suas poetas, imaginei, que haveria uma grande censura. Porém, Lamiae diz que não há censura, as mulheres podem escrever o que querem em seus textos, o que não pode ser citado são assuntos ligados a política, o mesmo ocorre com a imprensa.Acho que aí tem uma grande censura, não é?!
Em contrapartida, a poeta marroquina recebe muito apoio do governo, para divulgar seus trabalhos.
Enfim... poderia passar a noite escrevendo sobre essa maravilhosa troca de culturas de tivemos nesta noite. Resumindo... fiz um vídeo dela falando sobre suas memórias de sua terra natal. Entratanto, aí vem o problema, ela falou em espanhol, podemos utilizar na TV e na Rádio Web, se acharem a ideia boa é claro, alguém se habilita a por legenda? Ou alguém tem alguma outra sugestão para veicularmos o vídeo?
Poderíamos fazer uma volta ao mundo com as memórias dos estrangeiros??? O que acham?
Por hoje é isso...
Ah, antes que eu esqueça, aí vai um trecho de um poema dela, que traduzi:

RETRATO DE UMA VIAGEM

E assim encontramos
num deserto de água,
com redemoinhos de água,
onde enterramos
nossas lágrimas
e nossas memórias pesadas.
Ali, sob a água
nos forçaram a deixar
para encontrar
O oasis
de que todos falam.

Jornalistas também tem coração!

É, a arte da entrevista é complicada!

Hoje vou encontrar mais uma fonte, e estou tentando me preparar psicologicamente
pra isso. Fiz mais ou menos um roteiro de perguntas para o caso de eu deixar a emoção
tomar conta, mas na verdade, acho que nessas situações, temos que nos dividir.
Metade razão, metade coração. Sem essa de não se envolver, antes de sermos jornalistas
somos seres humanos, né? E em alguns casos, é importante mostrar que você se importa com
o que a fonte diz, e ''consegue sentir'' o que ela sente.
boa sorte pra mim,
fui :)

quarta-feira, 28 de março de 2012

18 anos sem memória

Vasculhando a internet encontrei uma notícia de 2011 do romeno Spiridon Andronache. Em 1993,  então com 8 anos, Andronache foi largar o lixo na frente de sua casa e foi espancado por uma gangue. Sem memória, ele acabou se perdendo e só foi reencontrar a família depois de 18 anos quando recuperou a memória.  Incrícel não? corre no site para saber mais!

Frase que fala por si

"Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória." (José Saramago)

Hoje é dia do Revisor e do Diagramador!

Olhando as atualizações do Face, fiquei sabendo que hoje, 28 de março, é o dia do Revisor e do Diagramador, função esta que exercerei na proxima edição do Unicom. Resolvi pesquisar sobre esse assunto.
Aí vai um pouquinho da história:

Segundo o decreto-lei nº 972 de 17 de outubro de 1969 que regulamenta a profissão de jornalista, uma das funções que pode desempenhar é a de revisor, sendo responsável por rever as provas tipográficas das matérias escritas pelos repórteres.
O jornalista também pode atuar como diagramador, devendo planejar e executar a distribuição das matérias, fotos ou ilustrações no interior da página de um jornal ou revista.
Hoje em dia, o diagramador, seja de jornal, revista ou livro, atua na área de editoração eletrônica, aproveitando o avanço proporcionado pelo desenvolvimento tecnológico. Ferramentas modernas, como os programas de computador Photoshop, Adobe Pagemaker, CorelDraw!, Quarkexpress, auxiliam na execução do seu trabalho.

O famoso escritor brasileiro Joaquim Maria Machado de Assis foi um dos pioneiros na profissão de revisor.
Nascido em 21 de junho de 1839, filho de um pintor de paredes e de uma imigrante portuguesa, atuou na profissão antes de atuar como escritor e jornalista.
Autodidata que se formou na biblioteca do Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio, seu primeiro emprego foi de aprendiz de tipógrafo aos 17 anos de idade, começando a escrever durante seu tempo livre.
Sua primeira poesia data dos 16 anos. Machado de Assis se consagra, porém, nove anos mais tarde, com o livro "Crisálida". Suas obras mais conhecidas são "Memórias Póstumas de Brás Cubas", "Dom Casmurro", "Quincas Borba" e "Esaú e Jacó".

Voltando ao ano de 2012... Jornal Unicom... Memórias
Meus parabéns as revisoras Gabi Meller e Vanessa Oliveira pelo dia!

Nosso "uniforme"

O dia em que vesti meu primeiro uniforme da escola foi muito emocionante. Hoje, o uniforme está guardado no roupeiro da minha casa, mas na minha memória também. Lembrei dele na última aula, quando escolhemos o modelo da camiseta que vamos fazer para o Unicom temático. Acredito que a camiseta vai ficar muito legal, e, assim como no dia do uniforme da escola, vou vestir a camiseta e ficar emocionada. 

Memória, memória, que faz a gente rir e também chorar. 


Millôr Fernandes: esse vai ficar na memória

Mais um grande partiu. Millôr Fernandes morreu na noite desta terça-feira (27), no Rio de Janeiro. Segundo Ivan Fernandes, filho do escritor, ele teve falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca. 

Desenhista, tradutor, jornalista, roteirista de cinema e dramaturgo, Millôr foi um raro artista que obteve grande sucesso, de crítica e público, em todas as áreas em que se atreveu trabalhar. Ele, que se autodefinia um “escritor sem estilo”, começou no jornalismo em 1938, aos 15 anos, como contínuo e repaginador de “O Cruzeiro”, então uma pequena revista. Ele retornou à publicação em 1943 ao lado de Frederico Chateaubriand e a tornou um sucesso comercial. Lá, criou a famosa coluna “Pif-Paf”, que também teria desenhos seus.

Durante a ditadura militar, fundou, com outros humoristas, o jornal “O Pasquim”. Com textos ácidos, ilustrações debochadas e personagens inesquecíveis, como o Graúna, os Fradins ou o Ubaldo, o semanário entrou na luta pela democracia num dos períodos políticos mais sinistros e turbulentos do país. Ao mesmo tempo que combatiam a censura, Millôr, Henfil, Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ivan Lessa, Sérgio Augusto e Paulo Francis, dentre outros colaboradores do jornal, sofriam com ela. A mesma redação que, em novembro de 1970, seria inteira presa por causa de uma sátira do quadro de Dom Pedro às margens do Ipiranga.

Millôr Fernandes vai ficar na nossa memória, com certeza. Um profissional completo no que se propôs a fazer. Um grande jornalista, referência para nós, aspirantes. Para matar a saudade, sugiro o livro "Humor nos tempos do Collor", em que Millôr, Jô Soares e Luis Fernando Verissimo satirizam um momento da política brasileira a partir da obra de outro mestre, Gabriel Garcia Marquez e o seu "Amor nos tempos do cólera".

terça-feira, 27 de março de 2012

Memórias da cultura brasileira

É impossível falar de Memórias na internet sem lembrar do instigante site Memória Viva. Lá é possível encontrar edições antigas da revista O Cruzeiro, do jornal O Pasquim, entre outros. Além disso, as redes sociais, como o tumblr e o twitter, estão sempre enviando a seus seguidores imagens que fizeram parte da cultura brasileira. Vale cada clique.

Cachoeira dos Anos 30

Sete minutos e cinco segundos de pura nostalgia.
Essa é a sensação que traz o vídeo com imagem e narração sobre a Cachoeira do Sul de décadas atrás. O pequeno filme foi encontrado em uma das salas do extinto Cine Astral entre o final da década de 80 e início da década de 90. O original e uma cópia do filme estão guardados no Arquivo Histórico Municipal. Provavelmente foi gravado para retratar a cidade e ser apresentado durante a 1º Festa do Arroz, que aconteceu em 1941, e que depois passou a se chamar Feira Nacional do Arroz (Fenarroz). A historiadora Ione Carlos explicou que estipulou os anos 30 como data para a gravação da imagem, por causa dos prédios que aparecem no vídeo, principalmente a imagem da construção da Igreja Santo Antônio.

Mais!

Galera!
O Unicom terá mais uma novidade.
No final da aula de hoje, tive uma ideia de um texto, conversei com o Demétrio e ele aprovou.
Só fazer uns ajustes e mãos a obra...
Diagramação e redação, aí vou eu...

Para lembrar o Velho Guerreiro Chacrinha



Estreia amanhã em Porto Alegre documentário sobre Chacrinha Imovision, divulgação/
José Abelardo Barbosa e suas "chacretes"
Seus Bordões:
- Teresinha, uh-uh!
- Quem vai querer abacaxi?
- Vai para o trono ou não vai?
As Frases:
- Na televisão nada se cria, tudo se copia
- Eu vim pra confundir, não pra explicar
- Quem não se comunica, se trumbica
Memórias do Cassino do Chacrinha:
Jurados como Aracy de Almeida, Rogéria e Elke Maravilha ajudavam a criar a anarquia no palco.
As chacretes, dançarinas que acompanhavam o apresentador, reforçam a figura do “velho safado’’. Rita Cadillac e Índia Potira foram as mais famosas.
Baby do Brasil, Fábio Jr. e Aguinaldo Timóteo eram alguns dos habituès do programa.

Somos Multimídia

Com as pautas já encaminhas e algumas reportagens prontas, na aula de hoje nos concentramos em maneiras legais de divulgação:
Para a Radio A4 foram gravados programetes com os slogans que escolhemos para representar a edição temática. Em breve vai rolar na programação da Unisc Tv a nossa vinheta e mais algumas surpresinhas.
Pelo campus da Unisc a galera vai ver a produção do jornal circulando com as camisetas (te liga que algumas vão ser sorteadas) da primeira edição.
A turma tá se puxando pra que o jornal fique na memória.

Do you remember?

O blog estava precisando de uma trilha sonora. A música de um dos meus cantores favoritos, Jack Johnson, traduz um pouco da aula de hoje.

Do que você se lembra?


segunda-feira, 26 de março de 2012

Em busca de uma memória

Normalmente nas segundas-feiras eu estou disposta e "no pique" para começar a semana. Já hoje a coisa é diferente. Estou fisicamente cansada depois de um produtivo final de semana. Isso porque o sábado pela manhã e o domingo inteiro dediquei à minha pauta do Unicom.
Meu tornozelo inchado é resultado da aventura. Caminhei no meio do mato, almocei olhando para o nosso Rio Jacuí, visitei restaurante, minimercado de interior e até mesmo cemitério. Tudo isso para resgatar momentos, histórias e memórias escondidas.
O motivo? A história? O tema? Daqui a algum tempo eu conto!

Não deixe de acessar o blog para descobrir. :)

Fonte de inspiração

Após o encontro com as minhas fontes (cheio de aventura, diga-se de passagem) e a transcrição das entrevistas, é chegada a hora de começar a escrever minha matéria para o Unicom temático. Ideia vai, ideia vem e eis que surge a vontade de reler o livro O olho da rua, da gaúcha Eliane Brum. Nele, a autora apresenta histórias cotidianas, de pessoas simples, despercebidas.

O olhar delicado de Eliane propicia aos leitores, um misto de emoções. Você ri em alguns textos e chora em outros. Das dez reportagens contidas no livro, duas merecem atenção (na minha opinião). A primeira é "A casa de velhos", que também é uma das reportagens preferidas da autora. A outra é "Vida até o fim", uma reportagem que emociona e faz "repensar a vida".

O olho da rua é um livro repleto de sensibilidade e emoção. Uma excelente fonte de inspiração para nós, estudantes de Jornalismo, que desejamos contruir textos de qualidade.


É HORA DE TRABALHAR!

Contato feito! agora é mãos à obra!

Tenho pensado bastante sobre como abordar minhas fontes, meu assunto
é consideravelmente delicado e requer muito tato para conseguir chegar onde preciso!
Nem sempre as lembranças são fáceis. Muitas vezes elas tem o poder de deixar os olhos
transbordando, o coração apertado.
O jeito vai ser sentir, sentir junto com a pessoa que vai estar ali comigo, dividindo suas lembranças e sentimentos. E até acho que isso vai ser bem fácil. O problema é conseguir medir, até onde posso mostrar que sou de carne e osso, e me comovo com alguns fatos, e por outro lado, saber a hora de parar e ouvir. Ouvir para não deixar escapar nada. Ver para não deixar escapar nada.
Essa vida de jornalista exige um bocado de atenção!
- vambora!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Lembrar é preciso...

..pois tudo o que somos foi obra do que vivemos!

Jornalista até debaixo d'água


Já teve aqueles momentos que estava debaixo do chuveiro e de repente teve uma ideia boa ou se lembrou de um case perfeito para a reportagem do Unicom, mas não tinha como anotar? Seus problemas acabaram.

A marca Aquanotes criou um bloco (velho companheiro dos jornalistas) de papel à prova d’água, junto com um lápis. É só grudar as ventosas que já vêm no tal bloco e pronto. Veio a ideia, pega o lápis e anota, sem medo de o papel molhar.

quinta-feira, 22 de março de 2012

O superjornalismo

Na manhã desta quinta-feira (22), tivemos a oportunidade de conhecer e conversar um pouco com o jornalista Luiz Antonio Araújo. Ele é editor de Cultura e repórter especial do jornal Zero Hora . Enviado pelos veículos da RBS ao Paquistão, cobriu a guerra do Afeganistão em 2001. “Binladenistão”, seu primeiro livro, foi finalista do 52º Prêmio Jabuti de Literatura em 2010.

O fala dele trouxe questões muito importantes para nós, ainda tentativas de jornalistas. Uma das questões que chamou minha atenção, foi a afirmação dele sobre o momento do jornalismo que seria o superjornalismo. Araujo disse que esse é o momento do repórter se sobressair, uma vez que hoje qualquer pessoa, com um celular nas mãos, é capaz de tirar uma foto, escrever umas linhas e publicar nas redes sociais ou blogs. Ele afirmou que a internet não pode ser a culpada pela falta de contextualização que o jornalista dá sobre um assunto. Portanto, ela é uma ferramenta para ampliar a discussão e alargar os olhares. Uma informação falha não se deve ao meio, mas ao profissional que a abordou.

Para a próxima edição do Unicom, estamos desde já exercitando essas dicas, para que além de boas matérias como resultado final, as práticas de escrever, pesquisar e discutir também sejam entendidas como parte importante do processo.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Momento nostálgico II

Seguindo a linha da Daia sobre desenhos: ao meu ver, Pateta e Max é um dos melhores. A música de abertura se tornou inesquecível.
Era tão bom acordar cedinho e assistir Disney Cruj e os desenhos animados mais legais daquela época. Dá uma saudade tão grande que chega a doer.

video

terça-feira, 20 de março de 2012

Cine Memória

Quando penso em romance eu lembro do... Titanic!
Lembro que queria muito ir ver no cinema, cheguei a implorar pros meus pais, mas minha mãe (que seguia rigorosamente a censura indicada) não permitiu. Dois anos depois da estreia (quando o filme já tinha no currículo 10 Oscars) ganhei o VHS no meu aniversário de 11 anos! Entrando na fase da pré-adolescência, fantasiei durante meses (tá bom, anos) com a clássica cena entre Jack Dawson (Leonardo DiCaprio) e Rose Bukater (Kate Winslet).
Uma das cenas imortais do cinema *-*
O roteiro, baseado na história do Titanic, um navio transatlântico construído na Irlanda do Norte que na trágica noite de 14 de abril de 1912, durante sua viagem inaugural, chocou-se com um iceberg no Oceano Atlântico e afundou duas horas e quarenta minutos depois (levando com ele 1.523 passageiros) foi a pior catástrofes marítimas de todos os tempos. Ironicamente, o Titanic provinha de algumas das mais avançadas tecnologias disponíveis na época e foi popularmente referenciado como "inafundável". Em 1931, foi inaugurado o Memorial das Mulheres do Titanic, um monumento, em Washington, uma homenagem aos homens que deram suas vidas pelas de suas mulheres. James Cameron se inspirou na obra quando dirigiu a cena (em 1996 ano em que o filme foi produzido) que com certeza é lembrada por todos que assistiram o longa. Uma bela homenagem né?

Memorial das Mulheres do Titanic, Washington, EUA.

Maravilha-te, memória!

Essa poesia me fez lembrar da pauta, e claro, do conceito desse Unicom temático.
É, o Fernando Pessoa sabe das coisas.

Maravilha-te, memória! (Fernando Pessoa)

MARAVILHA-TE, memória!
Lembras o que nunca foi,
E a perda daquela história
Mais que uma perda me dói.

Meus contos de fadas meus -
Rasgaram-lhe a última folha...
Meus cansaços são ateus
Dos deuses da minha escolha...

Mas tu, memória, condizes
Com o que nunca existiu...
Torna-me aos dias felizes
E deixa chorar quem riu.

Prédio do museu de Venâncio Aires é tombado


Fiquei muito feliz quando soube dessa notícia. O Edifício Storck, onde funciona o Núcleo de Cultura de Venâncio Aires (NUCVA) e está armazenado todo o acervo do museu, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul (Iphae/ RS). Nesta quarta-feira (21), uma cerimônia fará o comunicado oficial.

O prédio foi construído em 1929 e há 15 guarda o acervo do museu. Fui voluntária da Casa de Cultura de Venâncio Aires em 2004 e naquele ano tive a oportunidade de conhecer o trabalho feito pela equipe coordenada pelo doutor Flávio Seibt, idealizador do museu, e pela professora Angelita da Rosa. O material do museu é riquíssimo e guarda a história não só de Venâncio Aires, mas de outros municípios da região. Numa parceria com a Unisc, o NUCVA foi o responsável, por exemplo, pela restauração da Igreja de Santo Amaro, General Câmara, uma das mais antigas do Estado, e que também foi tombada.

Novamente, fiquei muito feliz com a notícia. O tombamento do Edifício Storck é mais uma forma de manter viva a memória da nossa comunidade.

Momento nostálgico

Um dos melhores desenhos animados, na minha opinião, é O Fantástico Mundo de Bob. Adorava ficar esperando o Bob surgir na tela da TV com a sua bicicletinha. A música da abertura também é muito legal. O desenho é da década de 90.

O destino das fontes

Quem faz jornalismo já ouviu de algum professor ou editor: "Se a tua fonte já tem uma certa idade, cuidado. Entrevista logo, porque sabe como é...". Eu sempre prestei atenção na lição, mas, por outro lado, parecia algo distante. Eis que hoje de manhã, minha dupla Jonara Raminelli, chega com a notícia de que o nosso case se foi. Morreu, bateu as botas, passou dessa para uma melhor (assim se espera).

Fica aqui a lição: pautas caem e fontes morrem. Literalmente.

O gosto da infância

A minha infância teve gosto de chocolate. Chocolate da Turma da Mônica. Era uma delícia. Eu, assim como muitas outras crianças, costumava tirar a parte branca, que vinha com o personagem da Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão, para comer por último. 

Não ficou por muito tempo no mercado, mas era muito saboroso e sempre vinha com uma figurinha para colecionar.


E a vida vai passando!


Falando na infância..
uma foto minha bem pequeninha, só pra recordar os bons momentos!
Aqueles que a gente guarda com carinho na memória!
Eu de sapatilha, indo pra ginástica! *.*

Eu tive um Aquaplay

Impossível pensar em memórias sem pensar na infância. Entre Barbies e Susies tive um Aquaplay rosa do Mickey e da Minnie.

Pra quem não lembra, o brinquedo é um recipiente, em plástico transparente, com água dentro. Um botão (ou dois, de acordo com o modelo) na base acionava um mecanismo para realizar a tarefa do jogo.

As tarefas variavam de acordo com o modelo. Por exemplo, no meu o objetivo era acertar as argolas "biscoitos" no mão dos personagens.

Tempo que não volta, mas que as memórias resgatam.

Recordar é viver



Gosta de música do anos 70,80 e 90? Então corre lá no site. O programa "Recordações" da rádio a 102 FM te proporciona isso. Garanto que é bacana!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Homenagem ao tema do próximo Unicom

Acho que o grande poeta, Carlos Drummond de Andrade, pressentiu que faríamos um Unicom temático sobre Memórias, e escreveu um poema sobre o assunto.



Memória
             Carlos Drummond de Andrade

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.

Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.

Sua memória tem cheiro?

Nesse fim de semana visitei a minha afilhada, Larissa. E a pequena de três anos, me mostrou o presente que havia ganhado... Uma boneca com cheiro de morango.
Logo a minha memória viajou através do tempo, e lembrei-me da minha infância. Da coleção das bonecas Moranguinho que eu guardava em meu quarto.
Como diz a publicidade dos anos 80: “A coleção perfumada que a  gente não esquece”. 

Amanhã é o dia!


Coloquei a cachola para pensar... pensar... pensar... com o intuito de criar algo novo na diagramação, porém sem sair dos padrões já estabelecidos nas últimas edições. Um pouco difícil, né??
Amanhã veremos se vai dar certo...

Recordações


Lembro da minha infância rodeada por bonecas que hoje foram substituídas pelo computador. Desde a roupa suja de brincar na terra até o xingão, sempre necessário. Daquele puxão para amarrar o cabelo, minha mãe adorava me deixar igual a uma japonesa. Do dever de casa com exercícios um pouco complicado. Das bermudas super curtas com aqueles olhos de bady boy (as meninas sabem do que cito) e não pode faltar as leggings presas nos tornoselos... como nós eramos chiques. Do balanço preso na árvore e do tombo depois de várias "balançadas". Fui fã de Chiquititas e adorava olhar Punk a levada da breca. As fotos de criança que sempre ficavam uma graça. Foi-se a infância, veio a adolescência e hoje nos tornamos adultos e recordações não faltam. Lembrar do que vivemos é uma sensação incrível, de bem estar,  nostalgia, uma saudade gostosa. Como é bom recordar!