quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mais um Unicom se aproxima...

O primeiro Jornal Unicom do semestre ainda não chegou "às bancas" e já estamos em produção do próximo. Desta vez, não precisamos de um tema geral, a regra é apenas utilizar a criatividade nas reportagens. A minha pauta é constituida de uma curiosidade, um costume antigo que até hoje é visível.
O tempo para a produção é mais curto e temos que conciliar com outras disciplinas além de trabalho, família e Expocom. Que loucura! Vamos lá...

Você tem medo da solidão?

...aguarde o próximo Unicom!

Pelo prazer de conhecer pessoas

Para um repórter, o desafio diário de contar boas histórias passa, principalmente, pelas fontes. Para mim, o mais interessante disso, é que as próprias fontes são, muitas vezes, histórias incríveis. Na próxima edição do Unicom, os leitores verão na minha matéria que uma das minhas fontes é um senhor de 99 anos. Sim, um ser centenário, mas de uma lucidez e clareza invejáveis. Depois de conversar com ele, novamente tive certeza que o bonito da coisa de ser jornalista é, além de informar, ter a chance de conhecer todo o tipo de gente. 

Se num dia temos a oportunidade de entrevistar a presidente da República sobre educação, por exemplo, no outro estamos falando com a professora primária de uma escolinha do interior, sobre o mesmo assunto. Quero dizer, na nossa profissão, temos o prazer de conhecer pessoas todos os dias, não importa o que façam, onde moram, quanto ganham ou a idade.

E conhecer pessoas, conhecer suas histórias, é o que ajuda o jornalista a crescer. Precisamos disso, dessa coisa humanizada, mas que talvez tenha se perdido um pouco...

terça-feira, 29 de maio de 2012

Medo!

Quando iniciamos as discussões sobre a segunda edição do Unicom levei para a turma duas propostas de pauta. Eles gostaram da mais difícil.
Terça-feira, dia 5, é o prazo de entrega para a revisão. É aí que inicia o itinerário da matéria até as mãos da diagramação (já expliquei como tudo funciona aqui). Minha fonte, a  única que encontrei disposta a falar, só vai poder conversar comigo no dia 3.
Prazo: Espaço de tempo dentro do qual se deve fazer alguma coisa; tempo fixo e determinado.


Eu gosto de ter vários encontros com os entrevistados, de conversar, criar confiança, registrar detalhes... tantas coisas que em apenas um encontro tenho medo de deixar passar. Sem falar que, se a história não for boa, tenho apenas um dia para pensar em outro tema.
Torçam por mim e semana que vem eu conto se deu tudo certo!


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Hora de diagramar

Após assumir o desafio de editar o Unicom, juntamente com a Débora Kist, chegou a hora de algo diferente, mas igualmente provocante: diagramar o jornal. É o momento de rever o que aprendi há alguns semestres anteriores, tanto em aula quanto em projetos com a Mirela Hoeltz. Depois deste semestre, contudo, oficialmente sei que gosto de desafios.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Aqueles que sempre estiveram do nosso lado

Existem pessoas com as quais podemos contar apenas em alguns momentos. Entretanto, existem aquelas que estão presentes em todos os momentos da nossa existência. Sejam bons ou ruins.


Riquezas do interior

Pessoas do mundo inteiro vem ao Brasil para conhecer este lugarzinho no interior do estado.



Foto: J. M. Lanita

Dada a largada para o próximo Unicom

Unicom Memórias na gráfica e o novo já começa a ganhar forma. Dessa vez, não será temático e os prazos serão mais curtos. As matérias devem estar em casa até o dia 5 de junho, o prazo para as revisões e a diagramação é até o dia 19 e a partir do dia 26, o jornal é da gráfica.

As pautas estão lançadas e os novos desafios iniciam-se.

Próxima edição do Unicom: aí vamos nós!

Cargos definidos

Acabamos de decidir os cargos da próxima edição do Unicom:
Editora: Nessa Costa
Sub-editora: Gabi
Editor gráfico: Fabrício
Sub-edição: Daia C.
Editora de fotografia: Daia H
Editora multimídia: Cassi
Produção: Ingrid e Jonara
Revisão: Vanessa K, Débora e Vanessa S.
Editor de áudio: João
Editora de vídeo: Leti e Jonara

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Cedoc e memórias

O Centro de Documentação da Unisc - CEDOC, surgiu com a última edição do Unicom e a temática Memórias. De forma tímida, sem participação. Mas pessoalmente, fiquei encantado com o trabalho de arquivamento realizado por lá. Eis que, por acaso, uma pauta cai nas minhas mãos e eu necessito do Centro. Ainda não pude fazer a pesquisa e não tive a oportunidade de verificar o trabalho da equipe, mas espero que a próxima edição possa conter esse material.

terça-feira, 15 de maio de 2012

A última revisão

O brilho nos olhos de cada um dispensa maiores explicações:

Sabe aquela foto..

As vezes me pergunto se isso só acontece comigo!
Compartilho aqui uma memória que não é minha.. é da minha mãe!
Porém, muitas vezes já me peguei pensando, '' quando foi essa foto? aonde eu estava quando tirei? ''
É mais ou menos assim que funciona quando o assunto somos eu e minha mãe!
As memórias parecem se fundir mesmo quando não dizem respeito a mesma pessoa!

Vem aí um Unicom pra ficar na MEMÓRIA!
Aguardem! está demais!

A minha memória


Todos temos uma memória inesquecível. Uma das minhas é de duas semanas de muita diversão de aprendizado no Rio de Janeiro. As pessoas da foto são estudantes de Comunicação Social de vários cantos do país. Aprendi com eles além de técnicas audiovisuais, que pessoas desconhecidas podem se tornar um refúgio quando se está longe da família.

Mexe, mexe, mexe com as mãos, pequeninas


Mili, Pata, Cris, Vivi, Bia, Tati, Mosca e Binho. Aposto que você, nascido na década de 90, se recorda desses nomes. Esses 8 pequenos personagens integravam a telenovela infantil Chiquititas, exibida e produzida magistralmente pelo SBT.

Chiquititas foi uma das novelas mais longas da dramaturgia brasileira, com 5 temporadas. A estreia ocorreu em 28 de julho de 1997 com a temporada "Remexe" e permaneceu no ar até 2001 com a "Sempre Chiquititas". Com o sucesso da novelinha, os atores mirins (hoje, grandalhões) se tornaram sucesso em todo o Brasil, arrancando gritos, suspiros e aplausos da galerinha.

Veja, abaixo, uma foto mostrando como os personagens eram e como estão atualmente, e o clipe da música "Remexe", a trilha sonora cantada a plenos pulmões pela criançada dos anos 90.




     

Lembranças de uma infância feliz!

No vídeo, programas infantis, desenhos animados, músicas, brinquedos, alimentos... de uma época extremamente feliz: a minha infância.



 


Fazer uma reportagem é fácil

Quando comecei na disciplina de Mídia Impressa a procupação era só uma: pautas. Que tipo de matéria seria interessante, como produzir, como escrever. Agora, fechando o primeiro Unicom, eu digo que fazer uma reportagem é muito fácil, o difícil, o trabalhoso, é fazer o jornal inteiro.
Antes de passar pela produção do Unicom, eu não me preocupava com o conjunto do jornal. Quer dizer me preocupava, mas não compreendia que isso também seria tarefa minha e de todos os colegas. Apesar de definirmos funções, o trabalho em grupo foi fundamental, ainda mais se tratando de uma edição temática. Depois da matéria pronta é que o trabalho começa. São incansáveis revisões e correções. Além disso pensar em ações, analisar a diagramação e o grande problema: a capa. Capa definida, busca de figurinos, produção fotográfica, edição, avaliação e aceitação. Ufa. E aí, quando tudo parece parece pronto, mais revisão e correções, que o diga a nossa diagramadora Daia Carpes.
O Unicom memórias está no forno, e logo estará nas mãos de vocês.

Tecnologia para resgatar memórias

Para confirmar a origem do meu sobrenome contatei um parente muito, mas muito distante que mora na Itália. Perguntas simples originaram respostas gigantescas. Mas sempre é bom saber um pouco mais sobre nossas origens. Eis aqui o diálogo via Facebook:


  • Jonara Raminelli
    10 de Maio
    Jonara Raminelli
    • Giovani ciao! Mi chiedo quale sia l'origine del nostro cognome, il significato e ciò che regione d'Italia. grazie mile
  • Giovanni Raminelli
    11 de Maio
    Giovanni Raminelli
    • In base ai miei studi, tutti i Raminelli hanno un'origine veneta. In particolare, dalla seconda metà del 1400, da Arquà Polesine (Rovigo), quando ancora si chiamavano “Paccale” o "De Paccale". Poi uno di loro venne soprannominato “Raminello” e dalla fine del 1500, primi anni del 1600 il soprannome diventò il cognome vero e proprio.



      In quell’epoca i Raminelli erano agiati, benestanti, proprietari di mulini ad acqua sul Castagnaro, di case e di terreni molti dei quali concessi a livello. Alcuni di loro furono consiglieri della Comunità di Arquà Polesine, si ebbero tre sacerdoti: don Giovanni Battista nel 1600 (a Frassinelle), don Benedetto (a Bosaro) nel 1800 e don Antonio (a Milano) nel 1900. All’epoca della Repubblica di San Marco, un certo Giovannetto ricoprì la carica di capitano, un altro nel 1700 fu cassiere del Dazio Macina per la zona di Rovigo. A metà del 1600 circa, un certo Giovanni Raminelli (mio omonimo…) vendette i beni che teneva in quella zona e si trasferì a Noventa di Piave. Da lui hanno avuto origine tutti i Raminelli che vivono nelle province di Treviso, Venezia e Pordenone. Nei secoli la presenza di famiglie Raminelli nel Triveneto si è consolidata e varie diramazioni hanno finito per far dimenticare le tracce del passato e delle prime origini. Molti poi, tra la fine dell’Ottocento e i primi del Novecento sono emigrati: in Brasile sono numerosissime le famiglie Raminelli. Molti hanno avuto fortuna e sonso risorti dalle loro ceneri di miseria e di povertà. Ormai sono alla 4^ generazione. Altri Raminelli sono emigrati in Svizzera, altri in Francia, altri in Belgio, altri ancora (almeno un nucleo) in Estonia. C’è poi la questione di quelle famiglie che hanno il cognome che finisce in “a”. I Raminella, dunque, sono nostri parenti? Direi proprio di sì, perché quelli che abitano nella zona di Taglio di Po (Rovigo), grazie ad uno studio del Dr. Budri (di Arquà Polesine, ora deceduto, ma che io ho fatto in tempo a conoscere negli anni 80 del Novecento) sono direttamente collegati al ceppo originario dei Raminelli, e hanno mantenuto la distinzione della vocale finale per evidenti necessità di riconoscimento e identificazione degli individui che magari erano contemporanei e portavano lo stesso nome: Antonio Raminelli e Antonio Raminella, ad esempio). Esistono nuclei Raminelli e Raminella al di fuori del Veneto o del Triveneto anche in altre regioni dell’Italia.



      Il mio, per esempio: mio nonno viveva a Papozze (dove un nucleo dei Raminelli aveva preso corpo a metà del Settecento da un certo Domenico, proveniente da Arquà e che aveva sposato una certa Elisabetta Frezzati appunto di Papozze). Lasciò la sponda veneta alla fine dell’Ottocento quando qui nel Ferrarese (io abito a Serravalle – dove inizia il delta del Po) ci fu la grande bonificazione dei terreni dopo la disastrosa rotta di cui parlò anche Riccardo Bacchelli, nel famoso romanzo “Il Mulino del Po”. Faceva il fabbro ferraio. Ebbe 14 figli (ma solo 7 sopravvissero) ed io sono il figlio più giovane del figlio più giovane di mio nonno. Attraverso FB sono in contatto con qualche altro Raminelli: con Federico che vive in Piemonte (anche lui di origini venete), con Gabriella (di Milano, che ora però vive in Canada) e con suo fratello Alberto. Su FB c’è anche un Gruppo chiamato appunto “Raminelli” ma a parte i pochi che si sono iscritti non “funziona” come mezzo di collegamento e di coinvolgimento. Forse bisognerebbe fare qualche cosa d’altro, riuscire intanto a ritrovarsi anche se in pochi, e vedere di fare da lievito per ingrandire il gruppo. Molti anni fa provai a contattare qualche Raminelli che ancora vive in zona veneta. Non mi si degnò neppure di una risposta…e ci rimasi malissimo, perché non cercavo altro che la possibilità di ricostruire – per quanto possibile – una fetta di storia della nostra famiglia. Se ora si apre questo spiraglio con il vostro interesse e con la possibilità di non perdere i contatti che le nuove tecnologie ci mettono a disposizione riusciremo sicuramente a non perdere una occasione propizia.



      Un caro saluto a tutti i Raminelli!!!

      GIOVANNI RAMINELLI (Serravalle - Ferrara Italia)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Uma lembrança...

Diferente das crianças de hoje, que vão ter muitas e muitas fotografias para mostrar aos seus filhos e netos, minha mãe guarda apenas uma única foto de quando era pequena. Uma verdadeira lembrança para ela, que consegue reviver o passado e guardar na memória os momentos de sua infância. 
 
 
 Meu tio e minha mãe







sexta-feira, 11 de maio de 2012

Unicom diagramado

Finalmente o Unicom está com todas as páginas diagramadas.
Capa, contra, matérias, expediente...só faltam alguns pequenos e ajustes. Agora é gráfica!!!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Um pouco sobre minha origem

Minha origem paterna é germânica, os Beskows são originários da Pomerânia uma região histórica e geográfica situada no norte da Polônia e da Alemanha na costa sul do Mar Báltico e da Prússia Oriental, província correspondente ao extremo-leste do Império Alemão. Hoje o território está dividido entre Polônia, Lituânia e Rússia. Os Wolff e os Strassburger também fazem  parte dessa minha origem.

Revirando fotos antigas, encontrei uma raridade familiar: um casamento no qual estavam presentes meus bisavós paternos,Elizabeth Wolff Beskow e Albino Beskow ( a quinta e a sexta das pessoas que estão sentadas da direita para a esquerda) e o meu avó, Honório Beskow( o sétimo de pé da direita para a esquerda), enquanto garoto em uma foto tirada na década de 30, em torno de 1937.

A Memória é divina!


Na Grécia Antiga a memória estava recoberta de um halo de divindade, pois se referia à deusa Mnemosyne, mãe das Musas que protegem as artes e a história.

A Deusa, por Danti Gabriel Rosseti

Mnemosyne, filha de Urano (o Céu) e de Gaia (a Terra), era uma Titânica (primeira geração de divindades da Grécia).  Foi dada a ela a responsabilidade de dar nome a todos os objetos e foi dela que os humanos receberam o dom do diálogo e da memória.
Zeus, depois de derrotar os Titãs e se estabelecer como divindade suprema, temia que seus feitos fossem esquecidos. Para imortalizar sua história o Deus seduziu Mnemósyne durante nove noites. De cada noite nasceu uma musa: Calíope, a musa da poesia histórica, Clio musa da história, Euterpe musa da música, Erato musa da poesia lírica, Terpsícore musa da dança, Melpomene e Talia musas da tragédia e da comédia, Polímnia musa dos hinos sagrados e Urânia musa da astronomia.
A memória então é a mãe da arte, da religião e da ciência.
Ainda segundo a mitologia grega na hora da morte podemos escolher dois caminhos: beber a água do rio Lethe, o rio do esquecimento,  que cruzava o Tártaro (morada dos mortos) e apagar todas as dores terrenas e renascer para reaprender as lições que faltaram, ou cometer os mesmos erros; beber do cálice de Mnemósyne e ter uma eternidade de conforto e paz, alcançando a onisciência (capacidade infinita de saber).
Aqueles que eram fiéis a Mnemosyne recebiam a proteção da Deusa contra o esquecimento. Em uma época em que a oralidade era a única forma de registro a memória era essencial para a sociedade. A deusa dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de lembrá-lo para a coletividade. Tinha poder de conferir imortalidade aos mortais, pois quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Que Mnemosyne nos proteja então!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A memória da família Stockey


Agora foi a minha vez de pedir um help para meu avô, o seu Guilherme Stockey, mandei um e-mail para ele contar a história da nossa família.

Segue o texto na íntegra feita pelo vovô, e algumas de suas fotos:


A Família Stockey

Conta nossa história que durante a Guerra das Duas Rosas, na Inglaterra, um cidadão com nosso nome fugiu para a Alemanha, motivo de um bairro de Hagen, Capital de Nord-Rheinland-Westfalen ser chamado de “Am Stockey”. Foi ele o fundador do ramo alemão dos Stockey, nome espalhado por muitos recantos do mundo.
Veio a Primeira Guerra Mundial. Carl e Fritz, irmãos, foram convocados. Fritz tombou como herói, na frente contra a Rússia. Karl voltou, cursou Técnico Agrícola e estava bem empregado. Com a hiper-inflação de pós-guerra, veio a propaganda de empresa brasileira, procurando por gente disposta a adquirir lotes, no Oeste de Santa Catariana, ocupados por mata virgem. Havia obrigação contratual para proceder ao desmatamento. Lá foram Karl, o Wilhelm Lichtenhagen com a esposa e um casal de filhos. Isto em 1924. Karl casou com Henriette em 1926.
Ficaram 10 anos no meio da mata. Nasceram os primeiros três filhos. Pagaram tudo que deviam, viagens e terras. Karl foi contratado pela Prefeitura de Ijuí (RS) para gerenciar a Colônia Modelo que prestava assistância técnica aos pequenos agricultores da região. Karl recebia instruções da BEYER, o que muito o ajudou.
Sobreveio a Segunda Guerra Mundial. A Família Stockey brasileira estava pronta para regressar à Pátria. Com a Guerra, Karl disse que “Uma guerra chega! Não quero outra!” Perdeu metade do valor da passagem e ficou. Foi administrador da Repartição Agrícola do Colégio Sinodal de Candelária (RS) onde ia comprando as fêmeas de vacas da raça Holandesa que o Governo alemão doara ao Colégio. Nasceu a quarta filha do casal Karl-Henriette. Com a produção do tambo de leite, primeiro em Santa Cruz do Sul e depois em Cachoeira do Sul, eram satisfeitas as necessidades da casa e do estudo dos filhos. Com a mudança para Cachoeira do Sul, Karl tratou de adquirir sua propriedade rural que manteve até o fim de seus dias.
Os filhos Guilherme, Emmy, Carlos Waldemar e Erika seguiram todos seus próprios caminhos. Guilherme Distribuía o leite pela manhã e à tarde, em Santa Cruz do Sul, auxiliado pela irmã Emmy. Carlos Waldemar preferiu a mecânica e Erika permasneceu em casa, ficando, no final, com toda a propriedade outrora do pai.  Guilherme seguiu nos estudos, após o Ginásio, na Escola Técnica de Agricultura. Foi funcionário da Secretaria da Agricultura do Estado, fez concurso para Fiscal da CREAI do Banco do Brasil, aposentando-se em Cachoeira do Sul. Ainda cursou o Superior de Economia, com pós em Economia na PUC e especialização em BASIC. Ainda foi professor da Faculdade de Economia de Cachoeira do Sul.
Os parentes e afins do primitivo casal Karl-Henriette já contam mais de uma centena. Nos últimos anos, é mantida correspondência por e-mail com os parentes da Alemanha que, depois de 80 anos redescobriram seus parentes brasileiros. Está sendo organizada a árvore genealógica de toda família Stockey-Lichtenhagen bem  como de seus pósteros. 

Família Stockey – Um exemplo a ser seguido!









De Roza para Rosa...

Como já foi contado no post anterior, neste Unicom nós vamos falar também de origens.
Nas páginas do jornal todo mundo vai conhecer um pouco da minha origem. Apenas 50% de mim. Os outros 50% que completam meu DNA tem origem espanhola:
O sobrenome Roza é um toponímio (nome que é originada de um local) para as famílias que cultivavam rosas na Espanha. O cultivo da flor fez a família migrar para terras portuguesas.

Rosas simbolizam amor, respeito, coragem e paixão.
No Brasil colônia os Roza foram "aportuguesados". Nessa época os Roza que nasceram em terras brasileiras formaram a nova família Rosa. Complicado né?
Já os Roza da minha família, lutaram pela grafia correta e conseguiram mantê-la até minha avó: Maria do Rozário Silva da Roza. Foi a última Roza. No cartório, além da data do nascimento, o sobrenome da minha mãe também foi grafado errado. Desde então somos Rosa.

Origens

Além das memórias de personagens e lugares, o Unicom está recheado também com as memórias dos próprios repórteres. Cada detalhe do jornal resgata uma história, um passado, um olhar. Quer exercício melhor e mais fascinante do que esse? Sou suspeita, mas estou encantada com o que estou descobrindo sobre meus colegas, suas reportagens e sobre mim também.

Para desvendar mais uma memória, aí vai a origem "controvertida" de um dos meus sobrenomes.


Spilimbergo - Antiga família de Friuli. As notícias sobre sua origem são muito controvertidas. Crollalanger no seu Anuário da Nabreza Italiana (l.889), refere que os estudos mais modernos a respeito dessa linhagem tem mudado singularmente as opiniões que se formam a partir da leitura dos historiadores friulanos antigos, os quais queriam que os feudatários de Spilimbergo tivessem vindo da Hungria; um dos muitos castelos de origem e de nome germânico no Friuli, figura no testamento feito por Henrique II, duque de Carintia, e formava parte da herança deixada por ele em favor de Ottakero de Stiria (1.122). Alemães sem dúvida também pelos nomes de batismo aparecem os feudatários dessa terra e dos quais se tem clara referência no seculi XIII. A família está inscrita no Elenco Oficial da NObreza Italiana com títulos de (mf.) (Nobre flia de Friuli) conde palatino (m.) senhor de Zuccala e terras anexas (m.)

Com a palavra: O "táta"



Vinheta: Pablo Melo
Imagens: Luis Habekost
Produção e edição: Cassiane Rodrigues

terça-feira, 8 de maio de 2012

Importantíssimoooo

Galera, postei uma face uma ideia de expediente. Vejam o que acham...

Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro

Composta por Kiko Zambianchi, " Primeiros erros" é um dos maiores clássicos do Rock Nacional. Na voz de Dinho Ouro Preto e entoada por gerações é a representação da eterna procura da felicidade após um passado traumático. A espera de um dia ensolarado em meio à tempestade.

"Eu tinha uma galinha...

...que se chamava Marylou, um dia fiquei com fome e papei a Marylou.
Marylou, Maryloooou."


Uma pensamento qualquer

"Lembranças vem e vão,
memórias vem e ficam,
e experiências marcam
nossas lembranças, e
enfeitam nossas memórias".

Rafael Valladão

sábado, 5 de maio de 2012

Em busca do tempo perdido

Muitos filmes já foram lançados sobre como ações acontecidas no passado refletem em nosso futuro. Estrelado por Wagner Moura e Alinne Moraes, o filme "O homem do futuro" retrata a história de um cientista João/Zero (Wagner Moura)que é o retrato da infelicidade após ter sido humilhado publicamente há 20 anos durante uma festa da universidade,onde perde Helena (Alinne Moraes), uma antiga e eterna paixão. Quando uma experiência científica possibilita que volte ao passado, ele tenta reescrever sua própria história a partir do dia fatídico. Embora, João acredite que esteja fazendo algo para salvar seu futuro, mexer no passado pode trazer consequências inesperadas e nem sempre agradáveis.Uma bela iniciativa do cinema nacional. Recomendo. Abaixo o trailer do filme e a versão de " Tempo Perdido" da Legião Urbana cantada por Wagner e Alinne, a música que marcou a geração de seus personagens nos anos 90.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Febre dos anos 90

Lançado no Japão, em 1996, o Tamagotchi se tornou febre entre as crianças da época. O brinquedo consistia em cuidar de um animalzinho virtual. Comida, banho e carinho eram alguns do cuidados dispensados ao bichinho. O aparelho possuía tela de cristal líquido e era comparado com um animal de estimação de verdade.

Hoje em dia, o Tamagotchi já possui sensor infravermelho, em que os brinquedos podem se comunicar entre si e até produzir filhotes. Quem nunca carregou pra lá e pra cá um brinquedinho desses, que atire a primeira pedra.

Ê saudade...


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Riqueza de memórias



Todo o trabalho que se exerce, seja ele qual for, deixa na memória momentos que não voltam mais. Na profissão de jornalista, as lembranças são variadas e, muitas vezes, inesquecíveis. Na manhã de hoje tivemos o prazer de receber na Unisc o jornalista Rodrigo Lopes.
Um profissional que leva na bagagem memórias tristes, engraçadas e algumas que são contadas em um livro. A minha super dupla Nessa comentou que poderíamos ter feito uma resenha sobre o livro "Guerras e tormentas: diário de um correspondente internacional". Realmente, seria uma ótima ideia. Tomara que todos nós possamos um dia carregar na bagagem memórias parecidas com as de Rodrigo, um exemplo de profissional.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ayrton Senna e a memória



Ao ler a respeito dos 18 anos da morte de Ayrton Senna, eu lembrei das palavras do nosso sábio entrevistado do Unicom Memórias, ao explicar que quanto mais carga emotiva um fato possui, maior é a chance dele ser lembrado.

"Todo mundo lembra onde estava, com quem estava e fazendo o que o dia em que morreu uma pessoa muito famosa. Por exemplo, para quem tem idade suficiente, Ayrton Senna. O dia em que ele morreu todo mundo sabe com quem estava e etc. E ninguém tem ideia do que fez no dia anterior ou na semana seguinte."