sábado, 27 de junho de 2009

Último Diz Aí do semestre já está nos murais

A quarta e última edição desse semestre do jornal-mural Diz Aí, distribuidas ontem, dia 26, nos murais correspondentes ao curso de Comunicação Social da Unisc, tem um tom diferente. Ao mesmo tempo esclarecedor e crítico, o tema é a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de abolir a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

A escolha do assunto surgiu numa reunião com todos os monitores da Agência Experimental de Jornalismo, há pouco mais de uma semana. Mas quem colocou a mão na massa foram Ana Cláudia Schuh, Danielle Rubim, Fábio Goulart, Géferson Kern e Luana Rodrigues, e a diagramação ficou por minha conta, Vanessa Kannenberg. Sem esquecer do nosso editor-chefe, prof. Demétrio de Azeredo Soster.

Para fazer download do jornal-mural basta acessar o blog Diz Aí.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Hoje tem festa do DA!!!


Gente, hoje tem festa de reativação do DA e fim de semestre!!!!!! A função toda acontece na Dom King e terá a presença da DJ Day Kersting, DJ Jakson, DJ Liane Haas e DJ Guinther. Haverá também open bar das 23h à meia-noite!!

Ingressos antecipados no valor de R$ 6 podem ser adquiridos com integrantes da diretoria, no DA ou na coordenação!

Contamos com a presença de todos!!!!!!

Jornalismo se mobiliza contra decisão do STF


Desde quarta-feira, 17 de junho, professores e alunos do curso de Jornalismo da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) estão se mobilizando contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que pôs fim à obrigatoriedade da formação superior para o exercício profissional do jornalismo. Além de entrevistas para a imprensa regional, têm sido feitas reuniões explicativas com os alunos de Jornalismo e demais habilitações da Comunicação Social, conscientização dos candidatos a curso de Jornalismo no vestibular da Unisc, (que ocorreu no sábado, dia 20 de junho) e publicado artigos na imprensa regional. A mobilização deve continuar com novas ações na próxima semana.

Para a coordenação do curso, é um retrocesso para o país revogar a obrigatoriedade da formação superior, que tem garantido a qualidade da imprensa nos últimos 40 anos. A profissão que já tem quatro séculos de existência dá suporte a uma das principais instituições sociais, a imprensa, que por sua vez tem garantido a vigilância sobre os poderes e contribuído para a democracia em inúmeras nações.

No dia 24 de Junho, à noite, os alunos do curso de Jornalismo realizaram uma manifestação no campus central da instituição, mostrando sua indignação contra a decisão do STF. Por meio do Diretório Acadêmico, os alunos fizeram uma passeada pelos principais pontos do campus, esclarecendo a comunidade universitária da importância do curso superior na formação jornalista. Distribuíram material, expuseram faixa e fizeram um "panelaço" para chamar a atenção. A imprensa regional deu cobertura e boa parte da comunidade universitária apoiou aplaudindo a manifestação ou verbalizando a indignação contra a decisão do STF.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Fechamento do Unicom

E ae galera! Depois de séculos a editora mostra sua cara novamente!! E dessa vez para dizer que o jornal está no processo final.

Eu, a Fran e a Helo contamos com a ajuda do colega Gelson para finalizar a diagramação do próximo Unicom. Confiram as fotos da noite trabalhosa e divertida.

Ainda não terminamos, falta a revisão! Mas chegamos lá. Até o fim da semana, nem um prazo a mais.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Manifesto será nesta quarta!

Colegas!

Embora a decisão já esteja tomada, não podemos nos calar diante do golpe dado pelo Supremo Tribunal Federal na nossa profissão. Por isso, nesta quarta-feira, às 20h30min, convocamos todos os estudantes para uma passeata pelo campus da Unisc. O local de encontro será em frente à sala do DA, entre os blocos 14 e 15. Vale levar faixas, cartazes, fantasiar-se, e o que mais a criatividade permitir. Lembramos que os alunos que tem aula nesse dia serão liberados neste horário para participar da manifestação.

Contamos com a participação de todos!

Diretório Acadêmico dos Estudantes

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Alunos visitam ZH e Jornal do Comércio


Por Alan Zuchetti Monteiro

Manhã nublada, opaca. Vento no rosto, mãos geladas. Ah, também havia a previsão de chuva. Mas nada disso tirou o entusiasmo dos alunos da disciplina de Fundamentos de Jornalismo Impresso que, na companhia da professora Ângela Felippi, saíram da UNISC quarta-feira, dia 17, com destino à capital da província, Porto Alegre. Mais precisamente às redações de Zero Hora e Jornal do Comércio.

No caminho, focas desgarradas juntaram-se a manada, que abrigava também alunos de outras turmas e habilitações. E depois de quase duas horas de sonolência, conversa-fiada e risadas, avistaram os prédios. Ó, a cidade grande, ó, a cidade grande, brincou alguém, lembrando os tempos de escola.

Sob garoa fina, a turma desceu do micro-ônibus rumo à primeira parada, Zero Hora. Antes, fez um tour pelo Espaço RBS, espécie de museu de história do Grupo RBS, que agora se concentra em apenas um prédio, o que proporcionou também uma visita rápida à Rádio Gaúcha. Na redação, não se viu David Coimbra e tampouco Paulo Sant’Anna. O espaçoso andar parecia estar envolto pela calmaria; poucas pessoas – e essas concentradas, silêncio, caso típico pelas manhãs. Conversa vai, conversa vem e, parada pro almoço.

À tarde, o Jornal do Comércio. Descoberta prazerosa, daquelas que marcam. Apresentação, tira-dúvidas e depois conhecemos a pequena e aconchegante redação, sua simpática equipe e o parque gráfico. Tudo funcionando em pleno engajamento e com muito bom humor. Destaque para o caderno Panorama, de variedades, que mesmo fazendo parte de um jornal segmentado à Economia e à Política consegue ser primoroso.

De volta aos vilarejos do Vale, o que fica é a sensação de curiosidade temporariamente saciada; um até breve, vontade de voltar, de fazer parte daquilo, quem sabe?

sábado, 20 de junho de 2009

Jornalistas prometem grande manifestação em Porto Alegre

Apitos e narizes de palhaço estarão na manifestação em defesa do diploma

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e o Núcleo de Estudantes de Jornalismo da entidade marcaram um grande evento em defesa do diploma de jornalista. Estão convocando profissionais e estudantes de todo o Estado para o ato, que será realizado na Esquina Democrática, centro de Porto Alegre, ao meio-dia da próxima quarta-feira, 24.

A manifestação atende à recomendação da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e será feita com faixas, cartazes, bonecos, apitos e narizes de palhaço. Com isto, os manifestantes pretendem mostrar a inconformidade com a decisão do Supremo Tribunal Federal, que considerou inconstitucional a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Jorge Corrêa, vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas, informou que a sociedade, “que também saiu prejudicada com a decisão”, está sendo convidada para participar.

Fonte: Site Coletiva.net


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Breve desabafo

Arrependimento é algo que machuca, acaba com qualquer pessoa. Se ainda houvesse a chance de voltar no tempo e fazer de novo. O grande problema é que não dá. Então, aquela sensação de ter podido praticar uma ação e não outra ou de ter dito aquilo e não isso fica queimando por dentro. E esse processo demora. Cada segundo, minuto e, por conseguinte, as horas parecem intermináveis.

Nesses dias, quando tudo parece ser motivo para se arrepender de algo, a única coisa que vem à cabeça é a de sair correndo, fugir para um lugar onde ninguém posso recriminar, apontar ainda mais o erro ou lançar aquele olhar mortal. O fato é que nada disso adianta. Tudo continua exatamente igual. O erro continua guardado, saltitante na memória. Só fica a ausência de coragem para encarar a realidade e aceitar a crueldade que é errar.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Não tá morto quem luta, quem peleia

Caros, caras, por meio deste post torno pública a promessa que fiz ontem na abertura de uma de minhas aulas assim que soube da, digamos assim, decisão do STF: se, ao longo destas quase três décadas de profissão, nunca quis ser e nunca fui outra coisa senão jornalista, basicamente por amar sobremaneira esta profissão, daqui para a frente buscarei sê-lo com ainda mais propriedade.

Isso para que fique cada vez mais claro, aos que estão chegando e que por mim passarem, que encontram-se diante de uma profissão com pelo menos 300 anos de tradição, que tem corpo docente qualificado, pesquisa, publicação nacional e internacional relevantes, representatividade científica e institucional (refiro-me à SBPJor, ao FNPJ, Fenaj, sindicatos etc.), e que é, portanto, digna de respeito.

Disse a meus alunos, ainda, - e o faço novamente agora -, que mais do que se perguntar se precisam ou não de formação universitária para exercer o jornalismo daqui para a frente, eles devem exigir que seus cursos de jornalismo, à revelia da instituição ou instância, lhes ofereçam cada vez mais qualidade; que seus professores estejam cada vez mais habilitados a exercer a docência em jornalismo, para que, por meio deste conhecimento, eles, os aprendizes, tenham cada vez mais condições de se tornarem jornalistas, distinguindo-se, por seu conhecimento e vontade, dos que não estão habilitados ao exercício da profissão, por não conhecê-la, e reiterando, assim, a diferença que o STF não soube compreender.

Como diz o verso daquela música cujo autor não lembro, “não tá morto quem luta; quem peleia”. Então é preciso lutar ainda mais, brigar ainda mais. É nisso que acredito. É isso que irei fazer. O conhecimento, uma vez mais, será a minha arma.

Um grande abraço a todos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

É muito azar

Será que é só comigo que essas coisas acontecem??
Se existe algo que possa dar errado, acredite.. DARÁ!
Estou numa maré de azar que nem eu acredito! Fora todas as coisas que deram errado até agora, recebo um e-mail da Bruna dizendo que nem ela e nem o profe conseguiram abrir o arquivo minha matéria ontem!

Murphy só pode ser meu amigo porque não há outra explicação!

bjs,
Patrícia

terça-feira, 9 de junho de 2009

Uma dica


Nessas minhas breves pesquisas sobre o mundo dos shows particulares para mulheres, na internet, conheci o site do Clube das Mulheres, localizado em São Paulo. Confesso que nunca havia dedicado o meu tempo a esse tipo de conteúdo. Então, quando naveguei um pouco entre os links, percebi nas páginas que há somente profissionalismo. Nada de baixarias e constrangimentos. Por isso, fica a dica para aqueles que têm curiosidade no assunto (importante: não ganhei comissão pela publicidade. Hehehe).

Making of

Pessoal, resolvi postar no blog algumas fotos da minha entrevista. Eu, a Fernanda e o Léo nos divertimos bastante. E agora a gente sabe tudo sobre arma! hehehe...




Eu entrevistando o Bizarro!!



Pose para a foto I



Pose para a foto II

Lembrando pessoal que as armas estavam descarregadas e que na oficina do Bizarro não existe nenhum tipo de munição!!

Aguardem mais fotos no próximo Unicom!

Um pro outro

É engraçado esse negócio de casamento, né? O meu entrevistado da matéria "Dos palcos a boléia" é o Kiko, que nasceu em meio ao teatro e sempre sonhou em ser motorista. Ele encontrou a Dona Marise lá na minha cidade há 35 anos. Hoje, ela está cega há três anos, vítima da diabete. Essa mulher, a exemplo do marido é um exemplo de superação. Mesmo sem enxergar, ela faz todas as tarefas domésticas (todas!). Inclusive ferver leite e fritar batatinha. Mas ela já está acostumada até mesmo às repreensões do marido. "Eu sei fazer isso. Eu não viro o leite no fogão porque ponho o ouvido perto escuto o barulho. Não viro. Na hora de fritar batatinha, a mesma coisa" - garante Dona Marise. O kiko não gosta que ela faça isso. E a interrompe:"É perigoso, tu sabe que não pode, tchê".

Um motorista-ator que vive com uma dona de casa cega há três anos. Kiko e Marise: pessoas normais dentro da suas diferenças. Diferentes que se consideram normais. Parece que nesceram um pro outro. Ah.. a filha mais nova deles é jogadora de futebol de salão (foi goleadora da última competição que participou).

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Lição de vida: garoto de ouro

Poucas são as profissões que nos oferecem o contato com verdadeiros exemplos de vida... Depois de Maria Leoni, a dona de casa que transformou o primeiro dos três apertados cômodos de sua residência numa biblioteca para a comunidade do Bairro Parque São Jorge, em Rio Pardo, conheci a história do garoto de ouro, Alexander Schoeninger. Aos 12 anos (vésperas de completar 13), o santa-cruzense conquistou a primeira das medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Ele ficou entre os 80 melhores do País (os 300 primeiros ganhavam o ouro).

Tudo bem, até aqui não é novidade para muita gente, afinal, foi divulgado nos meios de comunicação da cidade. Mas o que a maioria não sabe (eu também não sabia) é que o menino é fissurado por futebol e seu apelido na escola é Pato. Segundo ele, que mora com os pais e irmãos em São Martinho, no interior do distrito de Monte Alverne (longe pra dedéu), em Santa Cruz do Sul, é porque seu jeito de jogar se parece com o de Alexandre Pato, jogador do Milan e noivo da atriz Sthefany Brito. Ao contrário de Pato, Alex não tem pretendentes nem está de casamento marcado. Mas assegura: deseja se tornar uma espécie de Pato no futebol, com estilo próprio.

Outra: sua ida ao Rio de Janeiro para receber a premiação, em abril deste ano, marcou seu primeiro encontro com o mar, ainda que a distância. Você poderá conferir todos os motivos pelos quais Alex é considerado um garoto de ouro na próxima edição do jornal-laboratório UNICOM.

Fotos no Flickr


E aí galera!!

Estou passando só pra avisar que tem fotinhos novas no FLICKR do UNICOM! É só seguir o link ali do lado ;)
Estou preparando um vídeo bem legal que fiz com o pessoal no clube de modelismo. O pessoal deu show lá final de semana!
Aguardem!

Acaso do destino

Em nenhuma das vezes que as funções de cada um foram definidas eu pensei em fazer fotos. Mas, por um acaso do destino acabei fazendo as fotos de duas matérias da próxima edição do Unicom. Primeiro, fui com a Heloísa lá no Arroio Grande... era uma noite fria demais, mas a gente se divertiu.
Depois, fui com a Fernanda pra Rio Pardinho... Enchi as minhas botas novas de barro, mas me diverti um monte e ainda provei uma cachaça das boas!
As fotos ficaram boas, melhor do que eu esperava!
Confiram no próximo Unicom!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O desafio de cortar palavras

Temos uma pauta, escrevemos a matéria e quando vamos conferir os caracteres passaram de 1.000. Que desafio cortar 1.000 letras, sinais de pontuação....Na terça-feira, durante a aula, já estava acontecendo o problema de cortar palavras, ninguém quer tirar nada de suas matérias. Apesar de ser difícil, sabemos que este é um dos nossos deveres. Temos que entregar as matérias na terça, dia 9, e eu estou neste exato momento lutando para tirar 537 caracteres do meu pingue – pongue. Vários colegas deverão estar na mesma situação. Foi a profissão de jornalista que escolhemos, então: mãos a obra.

Música no Diálogos da Comunicação

Na próxima terça, 9, às 14h30, acontece mais uma edição do projeto Diálogos da Comunicação. Para esta ocasião está agendada a participação do professor Gerson Rios Leme, intitulada "Música e tecnologia". Gerson examina as transformações que estão ocorrendo nos campos da música associada a tecnologia gerando novas possibilidades e contextos artísticos.

Sua fala é produto da sua dissertação de mestrado associada a pesquisas nos campos da música, da tecnologia, da educação e comunicação social. Constrói um panorama acerca dos modos como lidamos com recursos tecnológicos em variados campos do saber, bem como destaca pontos importantes em relação ao consumo de bens tecnológicos, além de discutir a base da construção tecnológica dos indivíduos no contexto atual.

O Diálogos da Comunicação é uma promoção do Departamento de Comunicação Social. O encontro com o professor Gerson acontece dia 09 de junho, às 14h30min, na sala 1507.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A amizade de um livro


Quando completei 21 anos, em abril deste ano, ganhei um dos presentes mais preciosos que alguém já me deu. O melhor de tudo é que esse "mimo" tão especial foi ofertado por um grande amigo recente, Sancler. Ainda lembro a surpresa que tive quando recebi o pacote rosa e pesado. Descolei a etiqueta e, por um segundo, senti o mundo em minhas mãos.

No exato momento em que tirei o objeto de dentro da jaula de plástico, vi Eliane Brum a sorrir. Ali, na casa de vidro, bastava abrir "O olho da rua" para imergir nas maravilhas da repórter que, às vezes, parece de mentira. No primeiro instante, o sorriso denunciava minha satisfação. Depois, quando Sancler revelou brevemente o que as páginas poderiam me proporcionar, só consegui agradecer com duas palavras costumeiras.

Hoje, depois de ler mais alguns parágrafos e de me apaixonar ainda mais pelas histórias reais retratadas de forma tão singular, decidi confessar o meu amor por esse presente mágico. Mesmo que a última história tenha relatado o amanhecer de uma mulher esfaqueada pelo marido, na vagina, me senti alegre. Fiquei contente pelo simples fato de conhecer aquela nova realidade, poder contá-la agora e ter a certeza de que bons livros e bons amigos são essenciais na vida de cada um. Agora, na minha em especial.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

De passagem


Antes de ver o meu nome abaixo, não se apavore, pois não vou escrever sobre nenhuma tragédia (acho que meus últimos posts foram meio macabros. Hehe). Gostaria de relatar, brevemente, que a entrevista oficial que realizei com a minha fonte, na quinta-feira passada, foi bem especial. Primeiro porque reforcei a minha teoria de que calcinhas bege não devem existir. Segundo porque, a partir dali, minha matéria começou a ganhar mais consistência. Terceiro, devido ao fato da entrevistada ter agradecido por ter escutado a sua história. Por fim, a entrevista foi bem válida pelo fato de ter me transportado para uma realidade que antes eu só conhecia de muito longe. Mas isso tudo você vai poder conferir no próximo Unicom. Aguarde!

A foto acima é do local onde tudo aconteceu. Créditos: Gabriela Brands

Os gringos sumiram


Falar sobre o Brasil, nunca foi algo fácil. Vivemos em um pais de mil caras e mil e uma tradições diferente. O Brasil são vários países em um só. Todas as religiões, cores e mitos estão aqui.
Mas não é assim que passamos a nossa imagem. Os gringos que vêm para o nosso pais procuram por festas, mulheres ou homens fáceis. Praias lindas biquinis pequenos, macacos e muito futebol.
O legal de tudo isso é que eles se surpreendem aqui, com relação a muitas coisas, as nossas tecnologias, o desenvolvimento economico.
Mas eu só não sei aonde esses gringos estão, pois eu estou sempre conhecendo pessoas de fora do pais em Santa Cruz do Sul, mas nas ultimas duas semanas eles não estão dando sinal de vida.
Se alguém ver um gringo por ai, por favor avisem pois eu acho que o frio espantou eles de Santa Cruz do Sul.