quinta-feira, 31 de março de 2011

Mais uma pecadora


Já tentei me descrever. Já tentei saber quem sou. Já diziam os grandes filósofos, mais vale a pergunta do que a resposta. E se a vida é uma busca contínua de perguntas sem respostas, comprovo que sou uma incógnita. Se penso, logo existo. Se existo é porque sinto. Então, aquilo que sou não se define, mas se sente, sem explicação e nem tão simples assim. Mas, se o impossível é uma questão de pensamento, eu me desafio e me arrisco a dizer quem sou, pois palavras não me limitam mas, ainda assim, descrevem.

Sou apaixonada pela vida. Aliás, para mim, ela é uma festa. Vivo na constante empolgação - como uma criança que irá ganhar um brinquedo novo. Minha grande paixão é o jornalismo. Algo que descobri com pouco mais de 12 anos. Fotografia e crônica, na sequência, despertaram amor à primeira vista. Sou festeira, amo dançar, uma boa caipirinha, Smirnoff Ice, amigos risonhos e pessoas estranhas. Não tenho paciência para monotonia, pessoas mal amadas (ou mal comidas, como preferir) e negativismo. Sonho alto, muito alto – inclusive, sempre quis poder voar. Tenho medo de muitas coisas, mas meus medos nunca me impediram de nada. As dificuldades e inseguranças não costumam falar mais alto que minha vontade e curiosidade, portanto nada me faz desistir.

Meus ídolos não são cantores ou artistas, são meus pais - as duas pessoas mais incríveis que já conheci. Sou bastante sincera e isso é bom e ruim. Fiasquenta, do contra e irônica. Aprecio a arte do duplo sentido, olhar diferenciado, a crítica e um bom chocolate. Sou desajeita, atrapalhada e tenho mil coisas. Posso estar cometendo o maior dos pecados, mas gosto do meu jeito assim.

Falando em pecado, sou pecadora de carteirinha. Sou revolucionária, preguiçosa, daquelas que sonha mudar o mundo e sempre parte com ideias grandiosas e magníficas, mas as reduz em 50% (ou mais) para dormir mais um pouco, beber mais um pouco, namorar mais um pouco. Gulosa, orgulhosa e mais um monte de “osas”. Tenho todos os pecados – alguns mais, outros menos – mas, os modero (quando preciso). O que mais me atrai é a luxúria, que será o tema do meu ensaio nesta edição do Unicom. Tema este com um turbilhão de informações interessantes, e ao mesmo tempo, julgado como o mais tentador dos pecados. Minha missão é tentá-los a essa leitura.

Viviane Moura, a Vivi
Editora de fotografia, diagramadora e repórter nesta edição.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Cá, Caká, Carol

"Oi, meu nome é Carolina, tenho 17 anos, e escolhi fazer jornalismo porque gosto muito de ler, não gosto de matemática nem de sangue, daí me sobrou a comunicação mesmo". Foi assim, no primeiro dia de aula que me apresentei. Meio acanhada, meio sem noção, mas com a certeza de que aquele dia seria uma nova etapa na minha vida.

Agora, quem diria, a menina de 17 anos que não tinha muita certeza sobre o curso no qual tinha se matriculado, chega ao último ano da faculdade com a responsabilidade de ser sub-editora do famoso e premiadíssimo Unicom. E como todos sabem, os 7 pecados será nosso tema. O meu pecado é um dos melhores e compensa quase todos os outros. A gula não deveria ser um pecado, já que ela faz superar todos os outros (inclusive a falta de luxúria).

Pra quem nunca me viu pela Unisc, sou Carolina Biscaglia, mais conhecida como Caká (ou Cá ou
Carol), agora um pouco mais velha e/ou
experiente, natural de Cachoeira do Sul e moradora em Santa Cruz do Sul há 4 anos. Sou a filha mais velha e tive que aprender a dividir tudo com o piá, o que acho que contou muito para meu
carácter já que não sou uma pessoa egoísta. Faço aniversário semana que vem (quero presentes) e como boa ariana sou impulsiva e inconsequente, primeiro faço depois penso. Tenho duas tatuagens (como dá pra ver na foto ao lado) e já tive vários piercings que nunca deram muito certo. Tenho várias manias que chegam a me assustar às vezes. Tipo: olhar embaixo da cama antes de dormir; roer as unhas; achar que certa roupa me dá sorte ou azar; dormir com a TV ligada; beber água gelada ao acordar; estalar os dedos; entre outras bizarrices.

Sempre levei o curso de comunicação a passos mansos. Achava que seria como o 3º ano do colégio e quase nunca participava de nada que acontecia. Até que resolvi estagiar no Lab. de Fotografia. Lá fiquei 1 ano e 6 meses. Depois disso, trabalhei na Livraria da Unisc e então participei do Aprendiz na Copa, o que acho até hoje que foi uma das melhores experiências, já que pretendo trabalhar na área esportiva.

Esse ano quero me puxar já que tenho o Unicom e a Exceção na minha vida. Será meu último ano de curso e sinto saudades antecipadas, pois assim como os 17 anos, a vida universitária não volta nunca mais!


terça-feira, 29 de março de 2011

Eu, Renan

Toda equipe, não importa a circunstância, tem sempre um gordinho nerd. Talvez seja culpa de Hollywood, com um sistema de cotas para o tamanho GG em suas produções cinematográficas. Talvez seja graças ao rostinho simpático, afinal, todo gordinho tem seu lado carismático. Ou talvez seja simplesmente por uma ironia do destino que sempre encontra um gordinho para se juntar ao resto da equipe. No caso do Unicom, esse papel é meu.

Para começar, meu nome é Renan Silva, 20 anos, 7º semestre de jornalismo. Saxofonista nas horas vagas. Twitteiro de todos os momentos. Criador de um blog que não possui foco definido, atualização constante ou muitas visualizações. Sou um estagiário mal-remunerado que gosta do que faz.

Já trabalhei de graça em um jornaleco de fundo de quintal que não me fez crescer em nada. Já estagiei em estúdio fotográfico por 3 semanas e fui dispensado por não dominar o photoshop. Gosto de Blues, Jazz, Fox, Samba, Pop, mas toco em banda marcial. Sou uma contradição ambulante, e ainda assim um sonhador que deseja o clichê de mudar o mundo.

Indiretamente, já participei de duas edições do Unicom, ambas em 2010/1. Na primeira, fui cronista. Na segunda, exercitei meu lado mais ácido (ou nem tanto) com uma crítica musical (que de "crítica" não tinha nada). Mas foi apenas agora, em 2011/1, que recebi mais responsabilidades. Primeiramente, repórter/fotógrafo (ou fotógrafo/repórter se assim preferir), algo que todos exercitamos de alguma forma nesta cadeira. Editor multimídia, para cuidar de TUDO - digo, TUDO MESMO - relacionado a este espaço em que você está navegando. Diagramador. Saxofonista oficial. E, por fim, ajudante do assador de carne no churrasco da turma.

Sou um chato, revoltado e incompreendido. Talvez por isso meu tema seja a Ira. Confesso que viajo um pouco em cada um dos outros 6 pecados (principalmente na preguiça), mas a Ira tem, sei lá, aquela coisa, vocês sabem o quê. Talvez essa seja a razão de tê-la escolhido sem a famosa "livre e espontânea pressão". Mas sinto muito, não adianta insistir. Não posso contar mais nenhum detalhe sobre a matéria. Você vai saber mais lendo o blog e o twitter. Por hoje, o boteco fechou. Volte amanhã, e não esquece da gorjeta.

Prazer, Blau

Mas quanta falta de elegância! Chegamos chegando e mal nos apresentamos! Como editora desta edição, começarei os trabalhos de apresentação. Meu nome é Ana Cláudia, mas a maioria das pessoas me conhece por Blau. Tenho 22 anos e estou no curso desde 2007.

Já fui monitora da a4, já participei do projeto Focas do Q?, já trabalhei numa escola de ensino a distância. Hoje trabalho aqui na biblioteca da Unisc.

Como vamos falar dos 7 pecados nesse Unicom, vou me apresentar contando alguns dos meus.
Sou completamente louca por pão de queijo. E massas. E estou morrendo de vontade de comer um nariz entupido.

Sou muito pão-dura, é muito raro eu gastar dinheiro com alguma coisa “desnecessária”.
Sou a rainha da preguiça. Já dormi no sofá porque ir até a cama dava muito trabalho.
Poucas coisas me deixam mais irritada do que chão de banheiro molhado. O que custa secar o pé quando sai do banho?

Tenho invejinha de quem pode viajar e conhecer vários lugares e países diferentes. A preguiça me impede de ser muito vaidosa, mas adoro ler sobre maquiagem, roupas, sapatos... Aliás, do alto do meu 1,555m usar sapatos de salto (e comprá-los) produzem uma sensação muitíssimo agradável.

E a luxúria? Bom, vai ser sobre ela a minha matéria!

Outras aleatoriedades sobre mim: tenho medo de borboletas; não bebo álcool nem refrigerante; tenho nojo de pés; já usei fantasias originais no carnaval; fiz oito anos de teatro; com 7 anos fui campeã estadual de ginástica olímpica; tenho uma coleção de imagens de Santo Antônio.

segunda-feira, 28 de março de 2011

7 Novos Pecados

Você sabia que devido a mudanças ocorridas na sociedade, o Vaticano criou em março de 2008, um conjunto de novos pecados adaptados à era da globalização? Se não sabia, confira abaixo os Novos Pecados:

- Experimentos “moralmente dúbios” com células-tronco: a Igreja Católica defende a ideia de que a vida se forma no momento da formação do embrião. Portanto, condena qualquer tipo de pesquisa científica com embriões humanos e células-tronco embrionárias.

- Uso de drogas: as drogas causam dependência física e psicológica nos usuários e prejudicam o funcionamento harmonioso da família. É uma atitude contra a vida humana.

- Poluição do meio ambiente: a poluição do ar, água e solo trazem prejuízos sérios ao meio ambiente e a saúde das pessoas.

- Agravamento da injustiça social: o capitalismo criou, em muitos países, uma má distribuição de renda, deixando à margem da sociedade grande parcela da população (os excluídos sociais).

- Riqueza excessiva: o capitalismo favoreceu a concentração de renda, muitas vezes, de forma excessiva. Algumas pessoas concentram bilhões de dólares, enquanto outros, não têm se quer o que comer.

- Geração de pobreza: a pobreza e a miséria estão espalhadas pelo mundo. Cometem este pecado àqueles que contribuem para a geração destas condições sociais.

- Violações bioéticas como, por exemplo, controle de natalidade: é considerada violação bioética toda atitude que pretende evitar a geração de vida de forma natural (uso de contraceptivos, cirurgias, aborto, inseminação artificial).

Deixe abaixo um comentário sobre o que você achou dos novos pecados! Você concorda que essas atitudes sejam consideradas pecado?

sábado, 26 de março de 2011

Sete Pecados na Literatura

Como temos visto, os Sete Pecados já foram temas de muitos tipos de obra. Além de filmes e documentários, a Editora Objetiva possui uma coleção chamada "Plenos Pecados". A coleção é composta de sete livros - cada um corresponde a um dos Sete Pecados Capitais. Cada obra foi escrita por um diferente autor consagrado, sendo cinco deles brasileiros, um argentino e um chileno.

A proposta da coleção é analisar os pecados que fascinam e aprisionam os homens ao longo dos séculos, sob um ponto de vista libertador e contemporâneo. Uma das questões mais interessantes que esses  livros trazem, é "como oscilar sem culpa e medo, entre a condenação e a celebração do pecado?".

Os livros são:

- Canoas e Marolas, de João Gilberto Noll (Preguiça)
- O Clube dos Anjos, de Luis Fernando Veríssimo (Gula)
- O Mal Secreto, de Zuenir Ventura (Inveja)
- Xadrez, Truco e Outras Guerras, de José Roberto Torero (Ira)
- A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro (Luxúria)
- O Voo da Rainha, de Tomáz Eloi Martínez (Soberba)
- Terapia, de Ariel Dofman (Avareza)



quinta-feira, 24 de março de 2011

Seven: uma referência dos 7 pecados

Quem tem menos de 18 anos talvez tenha perdido uma das melhores obras do cinema americano da década de 90. Sempre que penso em "7 pecados", a primeira referência que vem à mente é o filme Se7en - Os Sete Crimes Capitais. Lançado em 1995, protagonizado por Brad Pitt e Morgan Freeman e tendo como vilão o serial killer John Doe interpretado por Kevin Spacey, a obra foi meu primeiro contato com o tema.

Por muito tempo, as definições de cada pecado e as cenas marcantes do filme foram meus únicos pontos de referência sobre o assunto. Sob a direção de David Fincher (mesmo diretor de "A Rede Social"), Seven abusa da fotografia, do jogo de luzes e da sonoplastia para criar o clima de suspense, levando o espectador para a trama na torcida pela dupla de policiais.

Abaixo vocês podem assistir o trailer:


quarta-feira, 23 de março de 2011

Espelho da alma?

Além de ser o espelho da alma, o olho também é um grande emissor de magnetismo e energia. Desde a antiguidade, os olhos são vistos como a expressão da alma e são considerados um órgão sagrado.

Muitas pessoas emitem através do olhar toda a energia desgovernada que habita em seu interior, e saem por aí, matando plantas, murchando bolos, quebrando objetos, enguiçando máquinas, e por aí a fora.

Muitos consideram o fenômeno do Olho Gordo como pura superstição, mas o tema foi tratado por Lao-Tse, criador do Taoísmo, que viveu há mais de 350 anos antes de Cristo e por Confúcio que viveu 600 anos antes de Cristo, ambos na China.
O Olho Gordo nada mais é do que a canalização, através dos olhos, de uma energia interna gerada pelo desejo de possuir o que é dos outros, ou seja, pela inveja, um dos sete pecados capitais.

Os possuidores de Olho Gordo gostam de estar sempre por perto e saber dos acontecimentos, são solícitos e companheiros, utilizando-se do recurso da aproximação.

Um exemplo curioso de Olho Gordo, é o personagem Zeca Pimenteira, do programa Zorra Total:




A evolução dos pecados através do tempo

É bem verdade que todos já ouvimos falar dos 7 pecados capitais. E também sabemos quais são eles. Mas eles já passaram por algumas modificações, pequenas, de sentido no decorrer do tempo. Quer ver?

O teólogo e monge grego Evágrio do Ponto (345-399) teria escrito uma lista de oito crimes e paixões humanas, em ordem crescente de gravidade:
1. Gula
2. Avareza
3. Luxúria
4. Ira
5. Melancolia
6. Acídia
7. Vaidade
8. Orgulho

Para ele, quanto mais tornasse a pessoa egocêntrica, pior seria o pecado. Portanto, na sua classificação, o maior dos pecados é o orgulho.

O Papa Gregório I (540-604) reduziu a lista anterior a sete itens. Uniu vaidade e soberba ao orgulho, trocou acídia por melancolia e incluiu a inveja. Sua relação listava em ordem decrescente os pecados que mais ofendiam o amor:
1. Orgulho
2. Inveja
3. Ira
4. Melancolia
5. Avareza
6. Gula
7. Luxúria

Posteriormente outros teólogos, entre eles Tomás de Aquino (1225-1274), analisaram novamente a gravidade dos pecados e refizeram a lista. No século XVII, a igreja substituiu a melancolia – considerada um pecado muito vago – por preguiça.
A lista aceita atualmente é a seguinte:
1. Vaidade
2. Inveja
3. Ira
4. Preguiça
5. Avareza
6. Gula
7. Luxúria

terça-feira, 22 de março de 2011

A Equipe do Unicom 2011/1

Bom dia, leitores do Blog!
Para deixá-los um pouco mais por dentro do que anda acontecendo na nossa preparação para o próximo Jornal Unicom, apresento para vocês a nossa equipe - com suas respectivas funções.

Editor-Chefe: Prof. Demétrio Soster
Editora: Ana Cláudia Schuh
Sub-Editora: Carolina Biscaglia
Coord. de Produção: Ana Luiza Rabuske
Editor Online: Renan Silva
Editora de Fotografia: Viviane Moura
Diagramadores: Viviane Moura e Renan Silva
Revisores: Carolina Lopes, Yaundé Narciso e Augusto Hoffman
Repórteres: Ana Cláudia Schuh, Ana Luiza Rabuske, Augusto Hoffman, Carolina Biscaglia, Carolina Lopes, Marluci Drum, Renan Silva, Viviane Moura e Yaundé Narciso.
Diretora de Arte: Viviane Hermann

Agora devidamente apresentados, nosso foco se volta para a temática dos Sete Pecados.
Ah, e não esqueçam, mandem suas sugestões para o concurso "Um Pecado de Capa". Queremos a participação de todos!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Um pecado de capa


Como já falamos por aqui anteriormente, o primeiro Unicom de 2011 será temático e vai falar sobre os 7 pecados capitais. Tratando-se de uma turma de jornalismo, nossas habilidades artísticas não são muito desenvolvidas. Por isso, queremos convidar alunos do curso de comunicação para que desenvolvam a capa. É o concurso "um pecado de capa".

Os alunos que quiserem fazer parte do Unicom 7 pecados devem enviar uma sugestão de capa (relacionada ao tema, é claro) que, se eleita, será aplicada na versão impressa. Os materiais devem ser enviados em pdf. ou Jpeg de alta qualidade para o e-mail JornalUnicom@gmail.com até o dia 1º de maio. Com os trabalhos que não forem escolhidos, faremos uma exposição no dia do lançamento.

Então, envie seu material, participe. Você pode ser capa do Unicom.



Até as princesas pecam..

A maioria de nós cresce vendo os filmes sobre princesas, onde elas são perfeitas, lindas e no final encontram um príncipe, casam-se e são felizes para sempre. Mas claro que como todo mundo, porque justo as princesas não pecariam? Abaixo segue cada pecado dessas moças "perfeitas":

Avareza, Ariel: Ariel foi a escolhida por nunca estar completamente satisfeita com tudo aquilo que ela tinha embaixo do mar.

Gula, Branca de Neve: Branca de Neve foi a escolhida pra representar a gula pois foi graças a uma mordida na maçã que ela morreu.

Inveja, Sininho: Sininho não é uma princesa, mas é a melhor garota Disney pra representar esse pecado, por causa da inveja que sente do relacionamento entre Wendy e Peter.

Ira, Jasmine: Jasmine foi escolhida para a Ira por causa de sua natureza agressiva, que botava pretendentes pra correr com seu tigre de estimação, Rajah.

Luxúria, Cinderela: Cinderela foi a escolhida para simbolizar a luxuria pois depois que ela dança com seu príncipe, ela não consegue deixar de querer vê-lo novamente.

Preguiça, Bela Adormecida: Aurora foi a escolhida não só por ser “adormecida”, mas pq viveu até seus 16 anos numa cabana, sem fazer nada além de cantar para os bichinhos da floresta.

Vaidade, Bela: O nome já entrega, Bela não poderia ser outro pecado! Gaston e toda vila a conhecem simplesmente por sua beleza.




domingo, 20 de março de 2011

Contra as tentações dos 7 pecados

Para todo ponto, há um contraponto. Sendo assim, com os sete pecados não poderia ser diferente. Para proteger as pessoas contra as tentações dos sete pecados capitais, originaram-se as sete virtudes. As sete virtudes são derivadas do poema épico Psychomachia, escrito por Prudêncio, intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa.

Existem duas variações distintas das virtudes, reconhecidas por diferentes grupos. Ordenadas em ordem crescente de santicidade, as sete virtudes sagradas são:

  • Castidade (latim: castitas) — opõe luxúria.
Auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.

  • Generosidade (latim: liberalitas) — opõe avareza.
Despreendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.

  • Temperança (latim: temperantia) — opõe gula.
Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de uma prática de abstenção.

  • Diligência (latim: diligentia) — opõe preguiça.
Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com a própria fé.

  • Paciência (latim: patientia) — opõe ira.
Serenidade, paz. Resistência a influências externas e moderação da própria vontade.

  • Caridade (latim: humanitas) — opõe inveja.
Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.

  • Humildade (latim: humilitas) — opõe soberba.
Modéstia. Comportamento de total respeito ao próximo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Qual é o seu pecado?

Depois de muitas ideias, finalmente, a pauta foi decidida: Os Sete Pecados! Sim, um tema amplo e de muitos questionamentos. Afinal, quem nunca perguntou para si: "qual será o meu pecado?". Querendo ou não, todos pecamos. Seja no ato em si, seja por pensamento. Uns mais, outros menos. Uns assumem, outros negam. Seria motivo de vergonha pecar? De onde vem o conceito pecado?

Isso e muito mais nós vamos descobrir juntos, ao longo da produção dessa edição do jornal-laboratório 2011/1. Confesso que eu, como muitos, me enquadro no grupo dos adeptos ao Pecado da Preguiça. Sim, preguiça antes mesmo de acordar, no momento em que durmo 'mais 15 minutinhos' depois que o despertador toca. Preguiça de fazer até mesmo os trabalhos acadêmicos, seguindo aquela máxima 'não faça hoje aquilo que você pode fazer amanhã'. A tal da procrastinação!

Para ilustrar um pouco mais a preguiça como Pecado Capital, deixo aqui um vídeo que faz parte de uma série produzida pelo canal History Channel. Para os que se interessarem em saber mais, existe diversos capítulos da mesma produção espalhados pelo youtube. O de hoje tem como foco a preguiça.


E aí, qual é o seu pecado?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Os 7 pecados de acordo com o dicionário Aurélio

Ira : 1. Cólera, raiva, indignação. 2. Desejo de vingança.

Preguiça: 1. Aversão ao trabalho; negligência, indolência. 2. Morosidade, lentidão, pachorra, moleza.

Luxúria: 1. Viço ou exuberância das plantas. 2. Incontinência, lascívia, sensualidade. 3. Dissolução, corrução, libertinagem.

Vaidade: 1. Qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro. 2. Desejo imoderado de atrair admiração ou homenagens. 3. Presunção, fatuidade. 4. Coisa fútil ou insignificante; frivolidade, futilidade, tolice.

Inveja: 1. Desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. 2. Desejo violento de possuir o bem alheio.

Gula: 1. Excesso na comida e na bebida. 2. Apego excessivo a boas iguarias.

Avareza: Excessivo e sórdido apego ao dinheiro; esganação. 2. Falta de generosidade; mesquinhez.


Espero que estas definições ajudem, nós pecadores, a evitar os mesmos, ou não.

terça-feira, 15 de março de 2011

Como na montanha russa

Hoje depois da primeira reunião de pauta do Unicom, tamanho era meu entusiasmo que saí em êxtase, ansiosa.  Com um “medinho” e ao mesmo tempo provocada. Conclui que posso comparar a experiência que vamos viver com andar de montanha russa. Antes de tomar coragem de ir frente, pensamos e repensamos as possibilidades. Encaramos o obstáculo e escolhemos o possível acento que iremos nos postar.  Analisamos a angulação, o foco e discutimos a possibilidade com o chefe e/ou equipe e dividem-se as funções. 

O friozinho na barriga surge, mas a excitação por aquele brinquedo magnífico fala mais alto e, em seguida, já estamos bem firmes no brinquedo, nos preparando para a partida. A primeira subida é uma das mais críticas. “O primeiro passo”, as abordagens e primeiras angústias. O frio na barriga se expande pelo corpo todo e logo mal sentimos nossos pés. Eles não tocam mais o chão. Até pensamos “Devo desistir?”, mas não há o que fazer, o carrinho já está no alto. Estamos tão envolvidos com aquela pauta que só conseguimos ir frente e ficarmos imaginando a próxima volta, ou etapa. 

De repente, a velocidade multiplica e você mal consegue gritar naquela descida radical, seu corpo está dominado pela adrenalina. E mal se tem tempo de respirar, já surgem novas curvas, inclinações,... Seu corpo fica ao contrário e volta ao normal com tamanha velocidade que você mal consegue acreditar. São coisas que você descobre, pessoas que conhece, chuvas e contratempos que te pegam de surpresa. Seu sangue ferve. Seu coração a mil. E mesmo com aquele “medinho de morrer”, você não quer parar. 


Aos poucos a velocidade vai reduzindo e você percebe que está terminando. Se sente em êxtase e ao mesmo tempo com a sensação “Foi só isso? nem foi tão difícil assim”. O brinquedo pára e fica aquele gostinho de quero mais. Você já nem pensa nas dificuldades que teve no começo, no medo e das vezes que nem conseguiu gritar. Nisso se baseia a rotina de um jornalista. É aquele desejo incontrolável de "dar mais uma voltinha". Logo você irá a brinquedos maiores, com curvas mais assustadoras e nem o céu será seu limite. A vida se tornará um grande parque de diversões e suas reportagens serão reflexos disso.

segunda-feira, 14 de março de 2011

A edição dos 7

Sete é um número mágico. São os dias da semana, os Arcanjos do Trono de Deus. São as cores do arco-íris, as artes e as notas musicais. Sete são os "chakras" do corpo humano e o tempo que dura cada fase de mudança de personalidade. Sete é o número da criação. E também o número de pecados capitais. Pecados estes que irão invadir cada página da próxima edição do Unicom.

A primeira edição de 2011 traz como tema "Os 7 pecados". Ira, preguiça, luxúria, vaidade, inveja, gula e avareza serão as nossas pautas, e o inusitado será o nosso foco. O que vai sair dessa mistura toda, só em maio para sabermos. Até lá, acompanhem o desenvolvimento do nosso trabalho aqui pelo blog e pelo nosso twitter.

Mas já que estamos falando em pecados - e cá entre nós, somos grandes pecadores - conte pra gente, qual o seu pecado preferido? Seria a preguiça, naquelas manhãs frias de inverno? Ou a gula diante de uma mesa farta? Talvez a luxúria (o pecado que mais desperta a imaginação)? Deixa um comentário e contribua com o blog.

Por ora é isso. Continua acompanhando o blog para ficar por dentro dos bastidores do próximo Unicom. Abraços, pecadores e pecadoras de toda a blogosfera.

As boas ideias

Cheguei agora da aula e as cabeças estão a mil. Passamos uma boa parte do curso esperando a nossa vez de fazer o Unicom e, agora que ela chegou, queremos manter o nível de trabalho que as equipes das últimas edições alcançaram. E aí nos deparamos com um problema clássico: como fazer diferente? Como fazer algo bom? De onde vamos tirar boas ideias?

Em meio a links que vejo no twitter, encontrei esse vídeo:


Espero que os inúmeros e-mails trocados pela turma nos ajudem a ter boas ideias para fazermos mais uma edição caprichada do Unicom.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Quanto ao tempo

Nada mais clichê, banal e sem graça do que falar do tempo. Não digo o tempo no sentido de mudanças climáticas, aquelas chatas conversas de elevador em que dois vizinhos encontram-se e, pela falta de assunto, comentam sobre o quanto esfriou de repente. Essa conversa também é chata. E manjada. Mas o tempo a que me refiro é bem mais simples, embora seu significado seja bem mais subjetivo e complexo. Falo sobre o tempo de espera. O tempo que dura e perdura.

Pois foi esse tempo que me separou da produção do Unicom desde que entrei na faculdade. Já no primeiro semestre os olhos brilharam e a vontade de participar do projeto despertou. Mas aí veio o tempo. Aquele tempo de espera. O necessário para o amadurecimento pessoal e profissional. Esse maldito tempo que separa um jovem bicho do sonho de participar de um projeto diferenciado.

É claro que, como alguns talvez se lembrem, já participei do Unicom como colaborador. Mas são duas coisas muitos distintas. Escrever material opinativo sem acompanhar a evolução do periódico é bem diferente do trabalho com a preocupação diária por fazer um jornal que mantenha o nível das edições anteriores.

Mas, se o tempo é responsável pelo meu amadurecimento, ele também o é pelo do jornal. Sim. O Unicom cresceu. Aquele bebê, um lindo garotinho de cachos negros, olhos claros e sorriso sapeca, aquele moleque que muitos dos que aqui estão viram crescer, agora chegou a um nível bem mais maduro. Certamente eu ainda não estava maduro o suficiente para o Unicom. Mas a impressão que tenho é que agora ele está maduro o suficiente pra mim.

Ainda há tempo até a finalização da próxima edição. Serão cerca de dois meses de trabalho. Mais dois meses de espera até ver o filho nascer. Mas ao menos tenho a certeza de que as próximas semanas serão de trabalho duro e dedicação. E mesmo, dois meses não são nada perto de uma vontade que dura e perdura no tempo.