quarta-feira, 25 de junho de 2014

C/c: Final de semestre

Não preciso nem dizer que final de semestre sempre é aquela correria, né? É, e dessa vez não foi diferente. Corre-corre pra terminar a mono, estudar para duas provas no mesmo dia, fazer aquela foto bacana pra matéria, terminar aquele outro artigo, ler o livro para a resenha. Ufa! E nessa rotina, poucas vezes paramos pra descansar e assim pensar sobre as coisas que estamos fazendo.


Noviciando

Neste último post sintetizo minhas experiências, na produção das reportagens, em duas imagens:

terça-feira, 24 de junho de 2014

Alunos das escolas municipais de Rio Pardo conhecem o Unicom

Esta acadêmica distribuiu alguns exemplares do Jornal Unicom para seus amigos e uma delas foi a professora de Língua Portuguesa Cláudia Guterres, aluna da Unisc que levou as edições da Revista Exceção e também o Unicom Separações para trabalhar em sala de aula.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Estigma de vice

Na coluna bissemanal que escrevo no jornal Folha do Mate, por muitas vezes me deparo com críticas e elogios. No espaço de sábado, destaquei a passagem do Guarani de Venâncio Aires na era profissional e a sua frustrante batalha na busca pela conquista de um título estadual.

Escrever é terapia

Alguns dias atrás, mesmo com os inúmeros trabalhos, provas e demais afazeres comuns no fim de semestre, reservei um tempo para buscar, sem pretensão alguma, alguns arquivos antigos em meu computador. Nessa onda de procrastinar, encontrei um pequeno texto escrito por mim em 2012. Na época, já havia ingressado no curso de Jornalismo e minha paixão por este mundo só crescia. Hoje, dois anos depois, relendo o texto, percebi que concordo com tudo que a Luísa de 2012 escreveu - o que, diga-se de passagem, é raro, afinal, mudo de ideia há cada instante. O texto falava sobre escrever. Paixão que mantenho desde a infância. Pode parecer óbvio, e é: escolhi o Jornalismo porque amo escrever. Trabalhar na televisão ou no rádio não são minhas prioridades - mas também não descarto tais possibilidades. Eu quero mesmo é escrever. Quero dar sentido ao fatos e colocar no papel o que aconteceu, o que eu vi, o que eu senti.

Aprendizado que fica

Mais um semestre chega ao fim. Para mim, agora, só faltam mais dois antes da formatura. Chego ao 7º semestre do curso com a impressão de que o mundo me espera. E, mais do que isso, de que os últimos três anos foram apenas o começo. Este semestre, em especial, me dei conta, de vez, de que não é brincadeira. Eu vou ser jornalista. Vou colocar no papel aquilo que o mundo quer - ou não - ler. 

Miúdos congelados de um texto - Parte II

[...]Os acumuladores são, segundo a doutora em psicologia, Roselaine Ferreira da Silva, pessoas que guardam objetos de maneira excessiva, ocupando todo ou quase todo o espaço do local onde vivem.

domingo, 22 de junho de 2014

Ensaio

A fotografia me fascina e me estagna de tal forma que sinto até cheiro e sabor olhando para elas. Apesar dessa paixão desenfreada, ainda não domino as técnicas para um bom retrato.

O cemitério mais famoso do mundo pela arte

Já havia postado no blog, sobre a arte que estava presente no Cemitério dos Machado, em Santa Emília, no interior de Venâncio Aires.Estive no local para a produção do Unicom. No entanto, há um lugar muito mais famoso e que é visitado por milhões de pessoas por ano, em virtude da arte cemiterial: é o cemitério Père Lachaise em Paris, na França. O local possui esculturas, túmulos decorados, mausoléus e criptas em diferentes tamanhos. A perfeição nas esculturas é uma das marcas registradas.

Um pouco de história do design

A história do design é muito mais interessante do que imaginava. São tantos pequenos detalhes que dão características as épocas de criação de cada um. Isso chama atenção no livro Layout: o design da página impressa, de Allen Hurlburt.  Vai da raízes do design até a percepção de Gestalt. É complicado fazer o registro das formas de arte que servem como inspiração para os designers. As referências que na maioria das vezes são usadas, surgem por osmose na cabeça do designers e não com explicações que deem uma ideia do que realmente representam.

Angustia

Fim de semestre. O corre corre na finalização dos trabalhos se intensifica. É nessa época que sempre temos o mesmo pensamento: PORQUE NÃO FIZ ISSO ANTES?! Pior ainda, é quando se tem as tarefas domesticas atrasadas assim como os trabalhos acadêmicos.

Há três semanas, o prof. Luiz Araujo deu a tarefa: fazer uma reportagem que abordasse a Copa 2014. Na mesma semana corri atrás das fontes e dos cases. Boa parte deles já me responderam. Estou com o trabalho praticamente pronto. Só que a mania de procrastinar - aprendi essa palavra há pouco tempo. Acho ela legal, por isso, já usei ela em duas postagens - as tarefas insiste em tomar conta do cenário. E agora tenho um dilema... Cortar grama ou finalizar o texto?

A crase da discórdia

Quando escrevemos, inevitavelmente nos deparamos com algumas dúvidas, seja na reforma ortográfica, seja no uso da pontuação, hifens, verbos ou a crase, que elegi como o principal assunto deste post. Vale a observação desta regra, que tem o poder de quebrar a cabeça de muita gente. 

sábado, 21 de junho de 2014

A primeira vez a gente nunca esquece

Mesmo quem não curte muito futebol deve ficar atento aos jogos da Copa do Mundo. É quase inevitável ficar de fora desta 'festa' devido ao bombardeiro diário de informações, seja na TV, rádio, jornais e mídia online. Aproveito o espaço do Blog para contar sobre a minha Copa inesquecível.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Princípios básicos do design

E foram duas semanas de diagramação diária. No mínimo umas 7 horas dedicadas as páginas do Unicom. Isso ainda é pouco, poderia ter sido mais? Sim, alguns dias e noites foram só na frente do computador. Chá, Coca-Cola, chimarrão, café, bolachas, chocolates tudo para manter a concentração e a atenção nos detalhes. Como falei em meu último post, segue mais uma dica de livro aos que se interessarem por diagramação, planejamento gráfico ou até mesmo para tirar algumas dúvidas pequenas em relação a trabalhos simples. Esse é quase uma bíblia para os interessados no assunto. Apresento-lhes Design para quem não é designer, de Robin Williams.

A famosa audiodescrição... Parte 2

Você que ainda não viu a primeira parte da audiodescrição ela está aqui. Agora escutem a segunda parte do jornal em áudio...

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Papel x digital

A leitura é essencial na vida das pessoas e são inúmeras as pesquisas que dão conta dos benefícios dela. A tecnologia também trouxe novas formas de leitura: pelo computador, celular, tablets.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O nascer de uma reportagem


O cheiro adocicado da uva japonesa denuncia a chegada à casa de Irsi Leonita Franz, no interior de Santa Cruz do Sul. Árvores altas – atingem até 12 metros de altura, têm frutos marrons e que, por ficarem bem no topo do pé, passam despercebidos pela maioria. Discretos e pouco conhecidos, assim como o trabalho desenvolvido por dona Irsi na pequena localidade de Linha Felipe Néri, 2ª distrito do município. 

O barato da conotação

Não estou enchendo linguiça. Mas já enchendo, achei interessante compartilhar este texto como exemplo de conotação, já que eu curto muito essa parada.

A águia que quase virou galinha


Era uma vez uma águia que foi criada num galinheiro. Cresceu pensando que era galinha.
Era uma galinha estranha (o que a fazia sofrer).
Que tristeza quando se via refletida nos espelhos das poças d'água - tão diferente!
O bico era grande demais, adunco, impróprio para catar milho, como todas as outras faziam.

Arte nas sepulturas


Ao me dirigir até o Cemitério dos Machado no interior de Linha Santa Emília em Venâncio Aires para fotografar o cenário para a segunda edição do Unicom, me surpreendi. O motivo de minha surpresa foi a arte que existe nas sepulturas. Sim, existe arte nesse local, por incrível que pareça.

A famosa audiodescrição... Parte 1

Há 17 anos Unicom é impresso. Centenas de histórias são escritas, lidas e relidas a cada ano que passa. Personagens de todas as regiões aparecem e dão a cada uma das edições, um pouco mais de vida. O Unicom nasceu para ser diferente, é isso que ele vem buscando a cada semestre, durante a disciplina de Produção em Mídia Impressa. Foi pensando nisso que surgiu a audiodescrição. Pensando naqueles que não podem acompanhar a versão impressa do jornal-laboratório. Desenvolvida semestre antes, a ferramenta possibilitou a participação de um novo público. Aqueles que antes não podiam ler essas histórias, agora podem viajar nas páginas do jornal e conhecer todos os detalhes da edição. Agora o Unicom Separações também pode ser ouvido.

Um experiência diferente

Nunca pensei que seria tão bacana editar um áudio de quase três horas, mas foi. Quando me dispus a participar da produção da audiodescrição do jornal Unicom Separações não imaginava também que seria tão trabalhoso, mas recompensador. Eu e as colegas Maria Regina Eichenberg e Vânia Soares fizemos essa parte tão importante e enriquecedora do jornal. Elas dividiram todo ele e intercalaram explicando e descrevendo o que havia nas páginas, além de lerem (e como leram) todas as reportagens completíssimas. Foi preciso algumas tardes no estúdio, muita paciência, voz e um tantinho d'agua apenas para gravar nada mais nada menos do que quarenta, quarenta(?) sim! Quarenta páginas de puro talento, modéstia beeeem a parte!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Não procrastine este post!

Um ano, se não for bissexto, tem 365 dias. Cabe a cada um saber interpretar esses 365. Para muitos são apenas números. Mas que tal vermos como 365 oportunidades, 365 desafios, 365 dias de aflição, ou até, 365 dias de muita emoção. Vivemos em uma sociedade ditadora. Como assim? Isso mesmo... ditadora. Ela dita as ordens; dita tendências; dita condutas; dita o momento. Embora ela seja constituída de milhares de cabeças pensantes. 

Apenas um registro!

 Todos nós somos produtores de cultura, as pessoas se empregam em práticas que não somente reproduzem os repertórios culturais, mas também são capazes de modifica-los e adapta-los, conforme passam pelos fatos ou eventos que constituem a vida humana já que “toda manifestação cultural não pode ser entendida fora do contexto no qual é representada, percebida e interpretada”. (Joanne Martin, 1992).

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Páginas na parede

Hoje foi mais um dia decisivo na produção do Unicom. Depois de revisões e mais revisões a quarta-feira não poderia ser diferente: todas as páginas diagramadas foram para a parede e, para não perder o costume, revisamos tudo.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Sobre ser revisora, repórter e estudante

Além de produzir reportagens, cada aluno da disciplina de Produção em Mídia Impressa também ganhou funções extras neste semestre. Durante a produção do primeiro Unicom, assumi a responsabilidade de ser subeditora ao lado da Eduarda. Agora, na segunda edição, me arrisco a atuar como revisora. O ofício, porém, tem características um tanto peculiares. Ter um certo "poder" sobre os textos alheios é um tanto desafiador. Erros não podem passar despercebidos, assim como alterações muito grotescas não devem ser feitas. É preciso ter um equilíbrio entre o olhar de revisora e a emoção de leitora.]


domingo, 8 de junho de 2014

Hormônio do amor

A produção do segundo Unicom se encaminha para a reta final. A sensação, mais uma vez, é de que estamos dando o máximo de si para que tudo saia da melhor maneira possível. Às vezes, infelizmente, não alcançamos os objetivos aos quais nos propomos. Porém, mesmo assim, a vontade de que tudo dê certo permanece insistente. Nesta edição, o tema que optei por abordar trata de questões acerca de direitos. Direitos da mulher, direitos da mãe, direito da vida.

Para dar uma pequena prévia sobre o que se trata, recomendo que assistam o pequeno documentário "Hormônio do amor", disponível no YouTube através deste link: https://www.youtube.com/watch?v=1IpalnozYKc

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Emoção e áudiodescrição

Quando o UNICOM nasceu, o primeiro ato de todos que fizeram parte deste processo, foi ler o jornal do início ao fim. E dai, as preferências; qual o melhor texto,a melhor diagramação, enfim. Mas, quando partimos para  a áudiodescrição,  no momento da leitura em voz alta, a fala ficou embargada, o peito apertado e em alguns paragráfos, as lágrimas.  Hoje, se fosse resumir o nosso jornal laboratório UNICOM em uma só frase, diria: EMOÇÃO.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pronomes de tratamento

Você, senhor, são duas palavrinhas conhecidas e que fazem parte do nosso cotidiano, sempre que conversamos ou escrevemos para alguém. Como jornalistas, o uso dos chamados pronomes de tratamento são frequentes. Afinal, a cada entrevista, seja ela pessoalmente ou por e-mail, telefone,  Facebook, Skype, elas são empregadas para se dirigir a uma pessoa.
Geralmente, o você e o senhor são os mais usados, pois não são todos os dias que ouvimos um rei, uma princesa, um reitor, um sacerdote ou um papa. Mas se eles existem, devem ser adotados, tanto como forma de tratamento, mas acima de tudo, por respeito a função, cargo, título que ocupa.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Amor...

Falar de amor é algo muito prazeroso. Pelo menos para mim. Sempre gostei muito de escrever e conversar sobre sentimentos, ainda mais quando se trata do amor.  Quando se fala em amor, logo nos vem a mente casais apaixonados, ou filhos e pais. E isso é uma ótima demonstração desse sentimento. Porém o amor vai muito além desses fatos. O amor é uma sensação que surge por diversos motivos. As pessoas podem se apaixonar por coisas que para nós aparentam ser estranha. E podem demonstrar esse sentimento de formas variadas.

Para se inspirar

Música sempre vale a pena. Para ouvir sozinho, para ouvir acompanhado. Para cantar, dançar e, também, para se inspirar.  Música pode ser inspiração para viver e também para escrever, que muitas vezes é o viver de alguém.  Alguém como eu. Que vive de escrever emocionalmente e pretende fazer isso profissionalmente. Escrever é uma alegria, uma diversão, um passatempo e logo, ou até já, uma profissão.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Jornalista e o dicionário

Um dos melhores amigos do Jornalista é o dicionário. Ninguém sabe tudo e as dúvidas sobre uma palavra, tanto de escrita como significado, não podem 'pairar' pelo texto de um repórter. Não é a toa que existem dicionários específicos, pensando, inclusive, nas editorias ou assuntos pré-determinados. A economia, o esporte, política, jurídico são alguns exemplos. O próprio Jornalismo tem seu vocabulário organizado em ordem alfabética.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O papel do jornal


"Há livros que nascem clássicos. Este é o caso do O Papel do Jornal." Assim inicia a apresentação do livro de Alberto Dines, realizada pelo professor José Marques de Melo. É realmente uma obra fantástica, que mostra o papel que um jornal e um jornalista tem diante da sociedade. Podemos afirmar que o livro traz textos vitais para o debate da imprensa, principalmente, da responsabilidade e dos efeitos de uma veículo de comunicação.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

O diferente

O Unicom se propõe a encantar, a surpreender. Para isso, quem o faz, nós, repórteres, temos que pensar no diferente, no inusitado, no surpreendente. Histórias que marcam, emocionam, reflitam, mobilizem, despertem curiosidade. Cabe portanto a nós, o dom de pautar, de enxergar a pauta, de encontrar. Se dermos uma volta na quadra, podemos facilmente encontrar muitas notícias. Em tudo há informação, há o que contar, há um discurso, há uma história.


Como é bom ser jornalista

Nessa edição, além de editora, também sou repórter. Então, semana passada fui para Cachoeira do Sul, tirar algumas fotos para ilustrar a reportagem e comer a comida da minha mãe, claro. A entrevista eu havia realizado dias antes, o projeto eu já conheci, só faltava isso mesmo. Mais uma vez, não voltei só com o material, mas com um conteúdo a mais. Com aquela alegria que só o jornalista consegue sentir frente uma história linda.

Ideias que acrescentam

Os termômetros da Unisc marcavam 4ºC. Eram 8 horas da manhã. A turma ia chegando no laboratório para mais uma aula da disciplina de Produção em Mídia Impressa. O frio até podia ser de "renguiar cusco", mas a turma estava ali pronta para mais uma revisão das matérias e para adiantar o que pudesse em questões de produção, distribuição e outros detalhes muito importantes ao pensar o Unicom.


Religiões Afro

Umbanda acredito que a maioria das pessoas sabe seu significado, mas quanto aos bastidores poucos conhecem. Mas a Quimbanda? Ah a Quimbanda...Essa sim, é cheia de mistérios. Estes assuntos serão abordados na próxima edição do Unicom que está quase indo para a forno. Aguardem. Vêm coisas boas por aí...


terça-feira, 27 de maio de 2014

Escrevendo e Aprendendo

Minha matéria produzida para a segunda edição do Jornal Unicom fala sobre o turismo de alguns municípios da região. Quando escolhi a pauta não imaginei que seria tão interessante produzir uma matéria sobre este assunto. Foi após uma entrevista e outra que percebi que sempre temos o que aprender e sempre descobrimos algo novo.


Um gosto por diagramação

Na primeira edição até pensei em diagramar, mas chegou na hora e desisti. Pensei na falta de tempo que teria. Não poderia me dedicar ao projeto gráfico e a edição não seria como a turma esperava. Conversei com o professor sobre meu interesse em diagramar a segunda edição. Mesmo sabendo que ela vem junto com o fim do semestre e que vai ser uma correria total, posso afirmar que vou conseguir me dedicar e me arriscar na diagramação.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Será que o zelador existe?

Escrevi uma crônica sobre a tarde em que fui até o local que é pauta do próximo Unicom!

Será que o zelador existe?

Era uma tarde ensolarada, uma tarde de um dia do mês de maio. O Pedro e sua irmã Nara me acompanharam até o cemitério dos Machado que fica em Linha Santa Emília. O objetivo foi fotografar o local que é pauta para mais um Jornal Unicom da Unisc. Logo quando chegamos foi possível perceber que o lugar não é mais visitado há anos, pelo mato que já toma conta de boa parte das sepulturas. Logo percebemos a antiguidade do sino, dos túmulos que mostram datas de 1800 e mais um pouco de nascimento e de morte dos que ali estão!


domingo, 25 de maio de 2014

Se importar

Não basta apenas se preocupar com o próprio umbigo. Trabalhar em equipe é se importar com todos os textos, com todas as pautas. Não é apenas uma reportagem que faz um jornal. Mas, várias. Muitas pautas, muitos textos, muitas pessoas, muitas funções. Nessa edição, serei subeditora. E estou contente em poder acompanhar de perto todas as reportagens.

É hora da segunda edição

Nessa segunda etapa de produção da disciplina, tenho o cargo de subeditora e repórter. Como a segunda função, estou escrevendo sobre algo muito importante para mim: a agricultura e o futuro da mesma.

Divulgar é essencial

Do que adianta produzir e não espalhar por aí que se está fazendo? Isso, muitas vezes, pode parecer bobagem, arrogante e prepotente. Porém, divulgação de um produto significa não somente sucesso, como importância e orgulho daquilo que se fez.

Os olhos da alma

Não é necessário enxergar para curtir nosso Unicom. Tudo bem que sou uma apaixonada por esse jornal, porém não tem como não se orgulhar dos projetos que ele envolve. A audiodescrição oferecida é mais do que um serviço. É um presente. É uma conquista. É saber que não basta apenas produzir, é necessário se preocupar com todos.

Porque as fontes são as protagonistas

Era uma noite fria. Eu e a colega Maria Regina estávamos na missão de entregar Unicom em diferentes blocos da Unisc. Mas, antes disso, eu tinha outra tarefa importante. Separei dez exemplares, sendo que um deles era personalizado e esperei minha fonte chegar. Esperei um das pessoas que fizeram minha reportagem acontecer, vir ao encontro meu e do jornal.

Por favor, uma tele-Unicom quentinha!

Sempre gostei daquilo que valoriza o ser humano. Então, estar na equipe dos recados personalizados, para a entrega do Unicom, me fez muito feliz. Além de participar da criação das frases, entregar a cada professor, funcionário, reitoria, coordenadores dos cursos da Unisc e chefes de departamento, me fez sentir na pele aquilo que se sabe quando um jornal está em andamento: é para o próximo que se produz.


Em equipe

O jornal ficou pronto. Os elogios vieram. O lançamento passou. Porém, o orgulho de ter feito parte de uma edição tão linda como a do Unicom Separações ainda persiste em meu peito. É tão bacana saber que um trabalho deu mais do que certo. É gostoso ver as pessoas folharem um jornal especial, com pautas diferenciadas, feito por uma equipe unida e esforçada.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Que tal ler o Unicom de uma outra maneira?

Claro que é bom pegar no papel, sentir a textura, o cheio e tudo o mais que só o impresso tem. Mas, enquanto que você não pega o seu, que tal dar uma folheada nele, assim, virtualmente? E mais: assim, você também pode compartilhar com mais pessoas, perto ou longe de você. E aí, vamos tentar?

E chegou o lançamento!

Antes da palestra com o jornalista Tariq Saleh pela 19ª Semana Acadêmica do curso de Comunicação Social (Seacom), ontem, nosso filho foi apresentado publicamente. É, no mínimo interessante poder subir naquele palco, ver muita gente na plateia - professores, amigos, colegas, funcionários, conhecidos ou não - com o Unicom nas mãos, guardando pra ler em casa, ou já se deliciando com ele ali mesmo, na hora. Agora, confere aí alguns registros da noite: :)

Lançamento

Ontem, durante a Seacom, foi o lançamento oficial do Unicom Separações. Subimos ao palco e com uma salva de palmas, sentimos que o nosso objetivo foi alcançado e o dever, cumprido. Que venha a próxima edição!


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Palavras de peso

O elogio vindo do nosso mestre de Língua Portuguesa e vice-reitor, Elenor José Schneider, emociona e ao mesmo tempo nos deixa orgulhosos do nosso trabalho. Esta manhã, o professor da disciplina de Produção em Mídia Impressa, Demétrio Soster, recebeu um e-mail que premia mais uma edição do nosso querido Unicom. As palavras valorizam ainda mais o esforço da turma e motivam os próximos colegas a cada vez aperfeiçoar e inovar o periódico.

Eu não me separo!

Como ainda não participei da postagem com o nosso tema, aí vai uma imagem que considero importante e imprescindível para o meu crescimento, tanto afetivo quanto profissional. A família é o pilar para todos os problemas e agruras de nossa vida. E não me separo de jeito nenhum!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Histórias emocionantes


Pude perceber histórias emocionantes no Unicom Separações. Principalmente, aquelas que envolveram despedidas e perdas pela morte que é tão dolorosa e separa as pessoas para sempre na vida terrena. Em tempo, uma das minhas matérias tem como tema central, exatamente isso.  O assunto escolhido para o jornal possibilitou esse leque de ideias e o relato das mais diferentes histórias de vida. Afinal, quem não tem alguma coisa para contar que tenha relação com a separação? Por isso, a leitura é recomendada, pois, com certeza, os leitores irão se identificar com alguma delas.

Puro orgulho!

Já compartilhei no 'Facebook' o meu orgulho e satisfação em ter o Unicom Separações em mãos! Ficou perfeito e como eu imaginava! A turma pegou junto e trabalhou com muita dedicação. Como diz o ditado, a união faz a força! Foram horas de trabalho que incluem as entrevistas, escrita dos textos, a revisão, os ajustes finais como as alterações de títulos e nas fotografias. Foi ótima a primeira experiência do semestre. Esperei muito para fazer parte da equipe do Jornal Unicom! A disciplina de Produção em Mídia Impressa é uma das mais esperadas pelos alunos, porque se tem a real noção de como se faz jornal.

Era surpresa

Na última sexta-feira cheguei na universidade atrasada. Mas a aula ainda podia esperar um pouco. O que eu queria mesmo era ir correndo buscar o meu Unicom. Pela manhã avisaram que ele havia chegado da gráfica. Já era noite e eu ainda não o tinha em mãos. Tempo demais para conter a ansiedade. Porque, sim, a gente sabe como o jornal vai estar, já viu ele no computador e até mesmo as páginas de rascunho impressas. Mas sempre rola aquela ansiedade. Queria tocar. Sentir.

domingo, 18 de maio de 2014

Tudo novinho em folha

Novas funções. Novo jornal. Nova pauta. Novas fontes. Novo aperto no coração. Nova ansiedade. Tudo novo. Tudo novidade.

Sob nova direção

A equipe da disciplina de Produção em Mídia Impressa não para e por isso já está com a segunda edição do Unicom em andamento. Os nomes são os mesmos, mas as funções mudaram. Quer saber quem vai fazer o quê no próximo jornal? Dá uma conferida aqui no post.

sábado, 17 de maio de 2014

Um jornal para ser ouvido

- Letícia, como faço para ter acesso a reportagem?

 - Seu Orlei, eu vou gravar e o senhor pode escutar, pode ser?

 - Sério?  - perguntou surpreso Seu Orlei, que está acostumado a fazer uso de programas de leitura em tela para que possa ter acesso aos textos digitalizados.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Sentimento de dever cumprido

Hoje pela manhã tive o sentimento de dever cumprido. A alegria de ver um trabalho feito com carinho e dedicação sendo apreciado por pessoas até então desconhecidas. Ao subir no ônibus que me levaria para casa, senti o peso dos vários exemplares do nosso Unicom que eu carregava, e logo pensei em como me desfazer da bagagem. Entrei e escolhi o lugar para sentar.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

O Unicom chegou!

Vocês já viram? Já pegaram? Já abriram e leram as reportagens?
Está lindo ou não? Sou suspeita para falar, claro, mas o Unicom está fantástico, galera!


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Enquanto isso, na maternidade...

 Não sei vocês, mas aqui na sala estamos todos ansiosos esperando a chegada do nosso mais novo bebê. Será que vai puxar o pai ou a mãe? O nariz vai ser de quem? E a boquinha? E qual será a cor do cabelo? É, aqui mais parece uma maternidade a uma sala de aula. Mas, enquanto que ele não chega, que tal nos deliciarmos vendo algumas imagens do ultrassom? Confere aí!


terça-feira, 13 de maio de 2014

Tarefas da pós-produção

Uma nova etapa na disciplina começou na última semana: os preparativos para a segunda edição do Unicom de 2014. Apesar do início de um novo ciclo, sempre ficam algumas tarefas de pós-produção a serem feitas e no caso do Unicom Separações não é diferente. Hoje finalizei uma das partes do que será uma das nossas maneiras de divulgar o Unicom assim que ele sair da gráfica. Ficou curioso para saber do que estou falando? Então continue acompanhando o nosso blog, posso garantir que será uma bela surpresa!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

E vem aí a audiodescrição...


Hoje demos mais um importante passo na produção do Unicom Separações: começamos a preparar a audiodescrição. A iniciativa vai muito além de fazer um trabalho de sala de aula bacana, é dar acesso a quem, por algum motivo, não poderá ler as páginas do nosso jornal. É mais do que ler os textos e gravá-los em áudio. É ter a experiência de contar histórias para quem muitas vezes é deixado de lado. O processo exige alguns cuidados: montar um roteiro com o que será contado, descrever cada página e tentar transmitir ao máximo a cada ouvinte a emoção que está contida em cada palavra escrita. Depois, ainda tem toda a edição pela frente. Eis o nosso desafio que iniciou hoje e que em breve vai estar prontinho no nosso blog!

domingo, 11 de maio de 2014

Pesquisas são válidas

Quando pensamos em realizar uma pesquisa para modular a recepção do jornal Unicom, imediatamente indicamos para nossos amigos e familiares para responder as questões referentes a este impresso. Hoje com o resultados em mãos, estamos dando absoluta atenção para cada resposta e na próxima edição, traremos muitas das sugestões recebidas por vocês. Eis a importância de uma pesquisa.É através dela que chegamos aos anseios dos leitores. Vem ai mais uma edição do Unicom. Aguardem.

A ansiedade pelo Unicom!

Na aula da última semana e na de hoje (14 de maio), já discutimos a segunda e última edição do Unicom do semestre! As pautas já foram definidas, as funções e alguns textos já foram lidos pelo professor Demétrio. No entanto, a espera maior e a ansiedade é pelo Unicom Separações! Aguardo com alegria pelo momento de ver o trabalho da equipe finalizado e o esforço e dedicação de cada um impresso nas páginas do Jornal.

Semana acadêmica

Nada mais perfeito do que  fazer o lançamento do jornal laboratório em plena semana acadêmica. Tudo se  encaminha para isso. Nossa equipe está se preparando para o lançamento. O Unicom Separações será mostrado para todos os alunos da comunicação social durante o grande evento. Portanto, não vá ficar de fora. Aproveite os cinco dias de aprendizado e interação e se prepare para ler e se emocionar com as páginas do jornal.

sábado, 10 de maio de 2014

Foco no Unicom

É isso aí galera! Hoje foi dia de produção, esclarecimentos de dúvidas e algumas leituras dos textos quase prontos. Também nos organizamos para o lançamento da primeira edição que ocorrerá junto com a Semana Acadêmica do Curso de Comunicação Social. Enfim, agora é o momento de produção, vamos lá pessoal, mãos a obra!

Para relaxar...

E para quem está tão ansioso quanto eu para ver o Unicom  Separações, e não sabe mais o que fazer, aí vão dois blogs que eu adoro, que me ajudam a aliviar o peso dos dias e o melhor, que falam sobre jornalismo:

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Boas notícias



Confesso que vim para a Unisc hoje só para ver o Unicom. Para quem não sabe, a impressão de teste está pronta. E linda. Depois de mais um revisão, o nosso jornal-laboratório irá voltar para a gráfica. Só que agora, será a última e definitiva impressão.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Que venha!

Depois do fechamento da primeira edição é hora de puxar as mangas e rumo ao segundo Unicom. Hoje pela manhã a aula foi muito produtiva, após fazermos uma auto-avaliação e refletir sobre o que já foi feito, buscando aperfeiçoar o que esta por vir e após uma discussão de pauta acirrada é hora de correr contra o tempo. É o momento de mostrar que a experiência da primeira edição faz diferença.

Uma nova gestação

Unicom Separações chegou em sua fase final: a impressão. E como jornalista não pode ficar parado, já começamos a pensar na próxima edição. O Unicom desta vez não tem um único tema. Tem vários. Esses assuntos foram escolhidos hoje. Pautas e mais pautas foram surgindo ao longo da manhã e, com a ajuda do sempre atento professor Demétrio, foram desenvolvidas e ficaram prontas para os processos seguintes. 

Separação de 20 anos!

Há 20 anos, fui separada de minha avó Relinda. Em 15 de abril de 1994, ela partiu aos 60 anos. Eu tinha sete anos. Convivi pouco com ela, mas foi tempo bastante para eu sentir saudades todos os dias. Realmente, a forma mais dolorosa de se separar é pela morte. É algo definitivo que traz sofrimento.

Refletir sobre o que produzimos

Aceitar críticas é uma das tarefas mais difíceis para nós. Criticar é fácil, mas estar do outro lado ouvindo ou lendo algo sobre nós é outra história, bem diferente. Porém, mesmo sendo difícil é um desafio avaliarmos nossos erros e acertos na vida. E é exatamente essa avaliação, ou melhor autoavaliação que nos foi proposto na aula de hoje. Afinal, nosso jornal já está em sua última etapa, e já fizemos tudo o que podíamos em relação as nossas matérias.

A ansiedade toma conta

E depois de revisar, revisar, revisar e mais uma última vez, revisar, o Unicom Separações parece finalmente estar pronto para impressão. E é nessa fase que começa aquela angústia, uma ansiedade louca de ver as palavras impressas no papel. Depois de meio semestre escolhendo cuidadosamente cada detalhe que iria fazer parte deste jornal, chega embrulhar o estômago saber que ele está tão perto de ficar pronto. E embora eu e o resto da turma já saiba que cara ele vai ter, vê-lo impresso vai ser uma emoção e satisfação imensa... É doloroso, mas só resta esperar...

Uma etapa chega ao fim

A primeira etapa, isto é, a primeira edição do Unicom já está no forno, mas nem por isso relaxamos, pelo contrário, é hora de arregaçar as mangas e mergulhar nos trabalhos novamente. Respiramos fundo, tomamos um fôlego, e já estamos pensando em novas pautas, nova estrutura organizacional, nova capa enfim...estamos encarando mais este desafio no semestre que se encaminha para o fim.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Diagramadores



Nenhuma publicação vai para impressão sem passar pela diagramação. Uma área que exige talento, dom e dedicação, como em qualquer outro processo produtivo de um jornal ou revista. Eles, os diagramadores, são raros, logo, são minoria.
Basta observarmos os cursos de Jornalismo ou os anúncios crescentes de vagas para a função. De uma turma de futuros comunicadores, raramente encontramos alguém que goste, verdadeiramente da diagramação e queira seguir esta área. Ainda mais com tantos apocalípticos prevendo o fim do impresso.

As redações ainda são formadas por mini-setores e os textos são 'montados' por equipes de diagramadores. Na Folha do Mate, onde eu atuo, são três os profissionais responsáveis pelo setor. Dois deles são da fase antiga, quando a editoração não era eletrônica, mas sim, manual. Eles são do tempo em que as letras eram recortadas e coladas. Do tempo que régua e lápis eram os principais instrumentos de trabalho. Mas a tecnologia chegou e eles foram aprendizes do tempo. Hoje não imaginam o processo inverso.

Eu, que trabalho no jornal há quase cinco anos, acompanho a dificuldade de encontrar profissionais completos, que saibam escrever, fotografar, diagramar. Porém, sabemos da tendência do profissional multifunções. Mas ainda são raros. Eu mesma, sei muito pouco de diagramação e não me arriscaria a finalizar uma página e deixá-la pronta para ir para a gráfica. Mas, na medida do possível, me arrisco a dispor conteúdo em algumas páginas, pois admiro a função e gosto de observar projetos gráficos.

E, foi por isso, que fiquei encantada quando no primeiro encontro da disciplina de Produção em Mídia Impressa, uma colega expressou o seu interesse pela diagramação. 
Me desculpem, mas foi a primeira vez, em sete anos na Unisc, que ouvi uma colega manifestar esse gosto, publicamente. Até então, essa foi uma preocupação minha ao pensar no planejamento do primeiro Unicom do ano.  
- Quem será que sabe diagramar? - pensei no primeiro encontro da disciplina.

Foi então que me surpreendi com a Martina Scherer, que eu não conhecia, até então. 
Ufaa, ter um diagramador ou melhor, uma diagramadora, não foi um problema. 
Com funções definidas, as semanas foram de muito planejamento para todos, principalmente para ela. Se tem alguém que  ouviu muito neste período foi a nossa diagramadora, não é mesmo? Arruma aqui, faz assim, melhora aqui, muda ali, ajeita lá.
Agora, depois de muito trabalho, o Unicom Separações está a caminho da gráfica. Um trabalho árduo e de muito carinho realizado por uma grande equipe.

sábado, 3 de maio de 2014

Adotando matérias

Cada repórter tem a sua matéria. Cada reportagem é filha única, de um pai ou de uma mãe. Junto com outros cargos - como editor, subeditor e outros - me arrisco a dizer que sou meio mãedrasta de todas elas. Afinal, todas passaram pela minha mão, pelos meus olhos, pelos meus cuidados.

domingo, 27 de abril de 2014

Estou curiosa

Além de nervosa agora estou também curiosa. Curiosa para ver a capa, tocar nas folhas e sentir o Unicom Separações em mãos. Será um momento de muita alegria e que nunca vai se separar de mim, das minhas lembranças e do meu coração. Que ele chegue logo!

sábado, 26 de abril de 2014

Programete #3

E vem aí a terceira edição dos Programetes, dessa vez com a produção do Fábio Felicio  e participação da Andressa Bandeira e da Vania Soares. A edição é de Bianca Cardoso. Escuta aí....

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Valeu a pena?

Sim, valeram a pena os dias de trabalho e de cansaço. Valeram a pena todos os passos pelo caminho traçado. Cada momento vivido nessa louca correria em busca de um objetivo em comum, valeu a pena! E agora é necessário seguir em frente, buscar nossos objetivos com muito esmero e dedicação, para encontrar o novo. Mais um dia terminando, mais um etapa vencida, com ou sem dificuldade, o que importa é o resultado. Que venha o próximo Unicom!!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O arquivo pdf

O final de semana chega depois de uma semana de pura felicidade em relação ao Unicom. Ao ver as páginas na parede a sensação foi boa, mas como fiquei em Santa Cruz para aproveitar e adiantar trabalhos nada poderia ser melhor do que acordar no domingo de sol e ser surpreendida por um arquivo pdf lindo, esperando para que seja novamente revisado. Afinal, nunca é tarde para revisar.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

É chegada a hora

O Unicom já tem cara, já tem corpo e conteúdo - de qualidade. É tão bom ver o trabalho tomando forma, fincando lindo, crescendo! Hoje a equipe do Unicom 2014/1 vivenciou um grande momento. Foi a hora da verdade: colocamos todas as páginas diagramadas na parede da sala. Editores, revisores, repórteres, produtores, o editor-chefe, enfim, todos olhamos o Unicom de frente. Olhamos, fizemos ajustes, concordamos e discordamos em vários itens. A edição que foi para a parede não foi a mesma que saiu. Essa, é melhor do que a outra e vai melhorar, ainda mais, quando for a edição final. Enquanto os novos ajustes são feitos pela diagramadora, nós aguardamos, ansiosos, pois sabemos que está chegando a hora. A hora do Unicom sair da sala de aula e tomar os corredores do curso de Comunicação Social da Unisc. Se na semana passada já faltava pouco, agora então...



Camisetas...

A manhã de hoje foi repleta de correções e revisões nas páginas do Unicom, mas a maior surpresa foi a chegada das camisetas. Ficaram lindas :D



Dever cumprido

Quando a turma "pega junto", cumpre prazos e tem muitas ideias o resultado chega no dia do fechamento da edição.

Programete #2

E vem aí a segunda edição dos Programetes, dessa vez com a produção da Andressa Bandeira  e participação do Fábio Felicio e da Vania Soares. A edição é de Bianca Cardoso. Escuta aí....

Dead line!

Chegamos ao fim da linha.

No quadro da sala está escrito: Fechamento (mesmo) do Unicom.

O editor suspira e nos cobra a revisão final do nosso jornal.

Os colegas estão preocupados e 'ouriçados'

É apenas o teste inicial do que nos espera quando o negócio for pra valer.

É o apaixonante jornalismo, seja no impresso, no rádio, na Internet ou na TV.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Uma experiência única

Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também define-se o jornalismo como a prática de coletar, selecionar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de comunicação. Através da disciplina de Produção em Mídia Impressa que tem por objetivo contribuir para a formação acadêmica no sentido de aperfeiçoar as técnicas de redação jornalística por meio de atividades semelhantes às desenvolvidas no dia-a-dia de um jornal, tivemos a oportunidade de produzir nosso primeiro jornal em equipe. A partir desta experiência aprimoramos na prática os conhecimentos teóricos, adquiridos no decorrer da nossa vida acadêmica, entendemos o processo de produção de jornal-laboratório, planejamos a produção, produzimos matérias de acordo com as regras do jornalismo impresso desde a elaboração da pauta, passando pela ilustração até o texto final, incluindo reportagens especiais, entrevistas e cobertura jornalística, planejamos e executamos a edição e a diagramação. Enfim, após o empenho de toda a galera nosso jornal experimental está prestes a ser distribuído.

Dois Unicom em um semestre

No começo pareceu difícil quando soubemos que iríamos fazer duas edições do jornal laboratório da disciplina Produção em mídia impressa, em apenas um semestre.   Fiz a Revista Exceção e precisei de apenas uma reportagem.  Porém, até o momento fiz três entrevistas  e todas elas foram muito gratificantes. Não foi  nada difícil, pelo contrário, aprendi bastante na busca pelas fontes, ao fazer as fotos e com as trocas de ideias junto a turma e professor. Agora já me preparo para a segunda edição, pautando e produzindo, para em breve largamos mais uma tiragem deste que é o melhor jornal universitário do Brasil o UNICOM.

Preocupações

Aquilo que já me preocupava desde o primeiro dia se tornou realidade na primeira versão da minha reportagem. Não estou acostumada a fazer textos literários e isso apareceu ali, em uma matéria redondinha. Começo, meio e fim mas sem a parte dos detalhes mínimos.

Que a bolsa estoure

Eu já participei da produção de outras edições do Unicom por causa da A4 - Agência Experimental de Comunicação. Porém, desta vez, fazendo o Unicom da disciplina, parece tão diferente. Criar um jornal com tantas mãos e com uma manhã por semana dedicada, exclusivamente, para isso, é excitante. Não tem como não pensar a todo momento no nascimento do nosso filho. Eu quero pegá-lo no colo. E, diferente da maioria das outras gestações, não vejo a hora dos outros poderem segurá-lo também.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Quase lá!

Hoje pela manhã foi dia de produção, revisamos os textos e a diagramação. O Unicom separações 2014 está chegando galera. Entre as diversas reportagens, confiram a que preparei especialmente para você! "Um passado que deixou marcas"

Vídeo do Programete

E o vídeo do 1º Programete do Unicom Separações está pronto. A produção é da Vania Soares, com a participação da Andressa Bandeira e do Fábio Felicio. As imagens da Ana Cláudia Müller e a edição, de Bianca Cardoso. Confere aí...

Trabalhando...

Hoje pela manhã nossa aula de Produção em Mídia  Imprensa foi super produtiva. Gravamos mais um programete para o blog, a Bianca está a mil editando o vídeo e toda a turma fez fotos para o expediente. Abaixo uma provinha da produção.

Saudades...

Como nosso assunto é separação, a palavra saudade está muito próxima e tem a ver com os textos do primeiro Unicom. Vale ler um trecho de um pensamento da escritora Clarice Lispector.

A Copa das Copas

A Copa do Mundo está aí. Paralelo ao jornal Unicom, estou trabalhando na construção de um suplemento da Copa do Mundo de 2014.

O material tem 24 páginas e traz a história de todas as Copas, os campeões, vices, seus artilheiros, os craques, curiosidades, os convocados de Felipão, os modernos estádios, entre outros destaques.

O Brasil busca o hexacampeonato mundial e mais, tenta a afirmação após as duas tentativas frustradas de título em 2006 e em 2010. Joga ao lado do torcedor brasileiro.

A última e única vez que isso ocorreu foi em 1950, no inesquecível Maracanazo, com vitória do Uruguai, de virada, sobre o Brasil, na maior decepção de todas as competições até então realizadas.

Como diz o slogan adotado pelo governo de Dilma Rousseff para promover o sucesso do evento, todos nós esperamos a "Copa das Copas".

Reportagens regadas de emoções

Para fazer o Jornal Unicom precisei ir em busca de cases que tinham se dedicado por longos num mesmo trabalho. E achei. Pessoas que trabalham 30, 28, 26 e 14 anos em áreas como educação, comunicação e agricultura.Ouvir estas histórias foi muito emocionante, em algumas vezes tive que disfarçar minha emoção e claro, que ao digitar e ler o texto em voz alta, não fiquei indiferente aos seus relatos.Agora é aguardar e conferir as reportagens, que antes de ser um trabalho de jornalismo, tem sentimentos de uma aprendiz de  repórter.



Miúdos congelados de um texto - Parte I

[...] Riba, apelido de um andarilho, também lamenta a separação dos filhos. Ele tinha emprego e casa. Foi apresentado ao crack por um amigo. Experimentou pensando que seria homem suficiente para controlar seus impulsos. A pedra acabou quebrando a hombridade do senhor de 42 anos, mas com aparência de um ancião de cento e poucos anos. Riba não sabe muito bem como tudo aconteceu. Quando percebeu, estava

Ilustração

Já estou com o friozinho na barriga. Nervosa e ansiosa para ver o nosso jornal pronto. Mesmo com o processo de produção a caminho de sua reta final, ainda me surpreendo com detalhes que surgem em minha querida matéria. Por ter escolhido não utilizar foto, optei por uma ilustração. Mas não uma simples ilustração. Eu queria algo que expressasse exatamente o sentimento de minhas fontes. Nesse momento surge a ideia. Entro em contato, explico o quero e em menos de uma semana recebo o resultado. Sinto-me realizada ao ver que a ideia deu certo. Mas fico surpreendida com a emoção que senti ao ver a imagem. Me questiono: como uma criança consegue expressar tanto sentimento em um simples desenho? E mesmo sem resposta, desejo ser grata pelo aprendizado que esse processo tem me concedido, e principalmente por ter uma família ao meu lado.


terça-feira, 15 de abril de 2014

Nervosa


Estou começando a ficar nervosa. Friozinho na barriga e curiosidade tomam conta de mim. Será que vão gostar? Será que ficou bom? Tá muito grande? Muito curta? O que vão achar, céus? Espero que gostem porque valeu a pena. 

Valeu a pena escrever cada linha da reportagem e contar a história de que espero ninguém se separe. A história que acaba para sempre voltar a começar. Sempre que alguém abrir um Unicom Separações. Sempre que alguém dedicar um tempinho para se separar do mundo ao seu redor e ler.
                                                                                      Confira aqui o começo dessa história. 
Foto: Andressa Bandeira.                






Na reta final

Reportagens: OK. Revisão: OK. Fotografia: OK. O nosso jornal já passou pela gestação e está pronto para nascer. Não, espera, ainda faltam duas partes. A diagramação, que vai deixá-lo lindo - como se fosse filho do Brad Pitt - e, finalmente, o parto. O nascimento do nosso, tão esperado filho!

Eu não me separo!

Agora mesmo havia um debate aqui sobre o que as pessoas não se separam. Eu me pus a pensar... Obviamente, os primeiros pensamentos remetem às pessoas em que somos apegados. Nossa família, nossa mãe, pai, irmãos, avós, tios, amigos, namorado(a). Depois os animais de estimação: cães, gatos, peixes, periquitos. Não necessariamente nessa ordem, cada um com suas prioridades....
Mas ao parar para pensar, realmente, do que não me separo nunca, objetos eu quero dizer, percebi algo. Existem inúmeros, que não somente eu, mas provavelmente muitas pessoas, não se separam. Meu notebook, por exemplo, levo-o comigo para a Unisc, para meu trabalho, uso-o diariamente em casa. Quando vou viajar levo-o, mesmo que não tire ele da mala para nada. Tem também o celular, o meu é bem velhinho, mas que para quem tem um bom, provavelmente  desempenha as mesmas funções do meu notebook. Outros objetos dos quais nunca me separo: minha carteira, meus fones de ouvido... Em janeiro de 2012 ganhei uma tornozeleira, um presente simbólico, mas que nunca mais tirei e está ali quietinha na minha canela desde então. Talvez o mais importante objeto do qual eu nunca me separo: a minha aliança! Presente do meu querido namorido, e que só sairá dali, quando outra estiver por vir, uma dourada e que irá para a mão esquerda. 
 E há apenas mais um, do qual eu nunca gostaria de me separar, mas muitas vezes, preciso. Não poderia chamá-lo de objeto, ele é bem mais do que isso, ou ao menos simboliza muito mais. E mesmo quando não estou ao seu lado, lhe levo comigo no coração. Meu fiel companheiro, querido e amado. Com quem compartilho minhas lamúrias e meus momentos de alegria: Meu lindo violão...



É isso minha gente! E vocês? Do que nunca se separam?



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Nasceu...

Foram horas e horas de dor e angústia, um aperto no peito, a sensação de que eu precisava dizer algo, mas ainda não sabia bem o que queria dizer...


fonte:google.com

Conversei com inúmeras pessoas, ouvi histórias, escutei a vida inteira de algumas pessoas em alguns minutos. Vi o pranto, vi as lágrimas, mas também vi sorrisos.  Haviam cicatrizes que não estavam completamente curadas e outras que há muito estavam deixadas de lado, escondidas nas profundas gavetas da memória, e do coração. Me emocionei, foi lindo. Era tanta informação que demorei a processar. Foi difícil organizar tudo em algumas linhas. Escolhi as histórias, aliás, tive que escolher, por mim colocaria todas, acho que daria um Unicom inteiro, mas precisei conter-me. Escolhi as que mais mexeram comigo. Não digo que eram as mais bonitas ou mais especiais, todas eram vidas, todas mereciam algumas linhas, mas precisei escolher. Foi um trabalho árduo, mas consegui. 
Depois de escolher quais histórias eu queria contar veio a parte mais difícil, resumi-las. Ou melhor, cortá-las. Resumi-las parece algo muito fácil e bonito. O que eu fiz foi terrível, mas claro, por uma boa razão, precisava fazer, caso contrário meu texto ficaria extenso demais. Então peguei todos aqueles relatos, todas aquelas alegrias e tristezas, todos aqueles detalhes e os transformei em um texto. Texto? Não é bem um texto, está um pouco diferente, o formato, eu quero dizer. Mas ainda assim faz o principal, conta uma história, opa, uma não, várias.
Depois de enxugar os relatos e guardar somente aquilo que mais importava, joguei as palavras no papel: de início saíram meio tortas, embaralhadas, não sabiam bem o que faziam ali, mas reorganizei-as. Algumas foram embora irritadas, outras vieram animadas por poderem participar. No final, pareciam que tinham nascido para estarem ali. E eu quando as vi, todas em ordem, todas combinando umas com as outras, não aguentei e tive que mostrá-las a outra pessoa. Que por sorte também gostou, que coisa mais linda, foi uma festa! 
Agora que está tudo pronto, só falta esperar. Elas estão ansiosas, só o que pensam é em sair daquela tela e irem parar no papel. As palavras, quero dizer. Não aguentam tanta espera. Nem eu. Quero vê-las impressas, abraçadas ao papel, agora é tudo em que posso pensar...

Depois de muito sofrimento, finalmente nasceu...




Direto da redação

O Unicom é um jornal laboratório produzido pelos alunos da disciplina de Produção em Mídia Impressa. O tema da primeira edição de 2014 é separações! E você, alguma vez já parou para pensar do que você não se separa? Fiquem ligados está rolando uma enquete no mural do bloco 15 para saber sua opinião. Participem! Além disso, logo, logo o Unicom está chegando, com histórias que vão surpreender você!

O primeiro Programete

E já está pronta a primeira edição do Programete do Unicom Separações. A produção é da Vania Soares, com a participação da Andressa Bandeira e do Fábio Felicio. Edição de Bianca Cardoso. Ficou muito bacana, vale a pena conferir... Ouve aí!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Novas possibilidades

“Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder. Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos. Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.” (Paulo Coelho) Sendo assim, muitas vezes para mudarmos precisamos fazer escolhas. Essas escolhas podem gerar algum tipo de separação. Deste modo, o termo separação não pode ser associado a algo negativo, pois é através dela que surgem novas possibilidades.

Todo dia é dia de separação

Está rolando em algumas salas e laboratórios do bloco 15 de Comunicação Social (claro) um cartaz que faz o seguinte questionamento: Você se separou de quem hoje? Nosso tema do Unicom deste semestre é sobre separação das mais diversas. Mas no decorrer do semestre começo a entender que todo dia é dia de separação. Da nossa cama, da nossa caneca do café, dos nossos filhos, do conforto e aconchego do nosso lar e outros acessórios. E a conclusão que cheguei é que a vida é feita de separação a cada minuto, a cada hora, a cada dia, mês e anos somos afastados daquilo que gostamos. E a rotina  impede de refletirmos sobre estes momentos de desagregação.Se ligue na próxima edição do Unicom para saber mais sobre este tema que promete.Até breve...

... (reticências)

A divisão não é fácil. Afastar-se da zona de conforto nem sempre é um retiro tranquilo. Na vida, fica marcada a divisória deste afastamento. Aí temos uma secessão, ou seja, o antes e o depois do desmembramento. Mas, essa cerca que invade e nos separa da rotina é necessária.  Pois ela aguça, reinventa, traz a evolução dos sentidos. Assim, um novo horizonte surge e a partição já não é lembrada.

Então, fica a dica: Nem toda SEPARAÇÃO é ruim

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Minhas separações

Pensando no questionamento "Você já se separou hoje?" percebi que já me separei de muitas coisas na vida. Me separei dos meus dentes de leite, das minhas barbies e dos episódios de Power Rangers. Me separei das minhas meias coloridas até os joelhos e de um razoável número de cachorros e gatos que tive. Me separei do meu pai e dos meus avós. Também me separei do meu colégio e dos grupos de dança e teatro que fazia parte. Me separei da ideia de morar em outra cidade para cursar Jornalismo. Dentre essas e outras tantas separações pude concluir uma coisa: o quanto elas fazem a gente amadurecer, independente da amplitude de cada uma em nossas trajetórias. E para quem se perguntou do que eu me separei hoje, já sei responder: me separei das ideias guardadas na mente e vim aqui escrevê-las.



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Guerra e separação

Sou uma pessoa apaixonada por cinema e música. Vejo que amo muito mais  'Hollywood'. Meus preferidos são os longas de suspense, terror e drama. Os filmes de guerra costumam ser cheios de emoções e com cenas fortes. A separação aparece em muitos deles. São os judeus separados dos alemães, são filhos separados de pais....

Além do céu e da terra

Em outro momento, um dos post teve como tema o que o Espiritismo e a Umbanda pensam sobre a separação pela morte. Há cerca de 20 dias, entrevistei o pároco da Igreja Católica de Venâncio Aires, Marcelo Carlesso. O meu objetivo era saber como o Catolicismo explica as separações das pessoas por meio da morte que é tão temida. Como muita calma, falou de forma clara e precisa que há o corpo físico e o eu que é formado pela maneira que pensamos e agimos.

O lado espiritual!

A separação vai muito além de um divórcio. Quando a gente pensa na palavra, geralmente, esse significado é vem na mente da gente. Ela também é explicada pela religião. Isso mesmo, porque quando as pessoas partem do plano terreno há a separação do corpo e da alma.

Dia produtivo

A manhã da última quarta-feira 09 de abril foi muito produtiva para a turma de Produção em Mídia Imprensa no laboratório de informática.  Os alunos estavam a mil na finalização dos textos para o jornal laboratório Unicom. Os revisores, a diagramadora, a editora e os repórteres passaram a manhã bastante afoitos e animados com as produções. Nosso Unicom Separações está tomando forma. Aguardem.




Na rua, na chuva, na fazenda ou no laboratório de rádio

Unicom é texto, é fotografia, é ilustração, é blog, e é também áudio. Além das edições com audiodescrição, neste semestre, a publicação temática também está nas ondas do rádio. Vania Soares, Fábio Felicio, e eu, Andressa Bandeira, estamos encarregados de produzir programetes sobre o primeiro Unicom de 2014.

Ousar é permitido

Me apegar com a matéria já é normal. Sempre acontece. Talvez isso aconteça com todos repórteres que, realmente, gostam da pauta. E, sobretudo, ficam feliz em contar histórias. Independente da história. O ato de escrever já é, por si só, recompensador. Mas, ousar ao escrever pode ser mais excitante do que se imagina.

Oportunidade

Já pensou que bacana ver o teu texto publicado?
























Escolha certa

Muitas vezes as escolhas que fizemos nos levam a caminhos desconhecidos. Arriscar-se, sair do óbvio e ir além amedronta. Por vezes, causa desespero. Mas recompensa. Afinal, quem seremos se não nos aventurarmos em busca do novo? Não poderemos chegar a lugar algum se não dermos o primeiro passo. Poderia falar por horas sobre o motivo destas afirmações, mas prefiro não divagar. Quando defini o tema da minha reportagem, senti um misto de agonia, ansiedade e entusiasmo. Sabia o que havia pela frente, mas não sabia onde chegaria com aquilo. Estava revirando um assunto delicado, muito próximo e, mesmo assim, distante de mim. Conhecia a história, mas não tinha certeza se poderia contá-la. Enfim, pude. E contei.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

7 de abril, Dia do Jornalista


Gabriel García Márquez: "Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte".

Feliz Dia do Jornalista!

























Dica de filme

De que a vida é feita de separações, nós já sabemos. Mas de quais tipos estamos falando? Essa edição do Unicom, pretende abordar as separações diferentes, aquelas que podem acontecer de uma hora para outra, sem aviso, sem pedir licença ou que podem levar dias e até mesmo anos para se concretizar. Das mais sutis até as que deixam marcas profundas.

Uma entrevista diferente!!

Eu fico super feliz quando entrevisto uma pessoa importante e conhecida que não faz parte das pautas do dia a dia. E para o Unicom que vai abordar o tema separação, eu pude viver isso! Uma das entrevistadas que vai aparecer em uma das matérias será a atriz norte-americana, Christine Elise McCarthy! Ele ficou super conhecida no papel de Kyle no filme 'Brinquedo Assassino 2' de 1990.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

A história de Henrique

Ontem tive a oportunidade de conhecer o Henrique. De cara pude ter uma noção de que se tratava de uma criança doce: amável, abraçava o avô, Hugo, o tempo inteiro. Sorria quando via algo que o agradasse. Ficava faceiro diante dos brinquedos que ocupavam um dos cantos do shopping. Comia seu jantar com tranquilidade, a menos que algo mais atrativo passasse diante de seus atentos olhos azuis. Entretanto, quem avista de fora - sem prestar atenção - não percebe o que realmente acontece no universo do pequeno Henrique.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Quase lá

Falta uma semana para a entrega das reportagens para a revisão. Enquanto isso os repórteres finalizam os textosm diagramação começa a trabalhar e o pessoal da produção continua com as atividades, que são muitas. Resumo da história: ainda temos muita coisa pela frente para deixar essa edição do Unicom digna de muitos leitores!



Trechos da reportagem Era cedo para dar adeus...


"Levou todas as lembranças em apenas uma caixa. Antes de sair dali, com as recordações nas mãos, e a sala vazia, parou por alguns instantes para se despedir em silêncio daquela sala que ali viveu tantas emoções. Olhou para a janela e se lembrou de quantas coisas passaram por aquela aresta. Olhou os fantoches e enxergou cada momento dividido entre ela e seus pequenos, os livros expostos na estante, cujas muitas mãozinhas os tinham tocados".


"Ficaram seqüelas. Seqüelas muito fortes que não sei se  apagarão”  


"A notícia foi dada de forma fria e direta; sem muitas explicações. Fui separado daquilo que mais gostava de fazer".

Trechos dos tres entrevistados. Aguarde.