domingo, 31 de agosto de 2008

A morte em canção

Se a certeza da morte é algo que incomoda a todos nós, é plenamente natural que haja um vasto repertório de reflexões a respeito dela na produção artística de qualquer país. De fato, são muitos os artistas brasileiros que já se debruçaram sobre esse tema. Se prestarmos atenção apenas no trabalho dos músicos, já encontramos a morte analisada sob diversos ângulos. Alguns falaram dela de forma despreocupada e bem-humorada como, por exemplo, Dorival Caymmi. "É doce morrer nas ondas verdes do mar", disse ele. Ataulfo Alves foi por um caminho parecido e garantiu: "Quero morrer numa batucada de bamba, na cadência bonita do samba".

Outros criaram versos mais melancólicos, como Cazuza que, prestes a morrer, admitia sua fraqueza: "Vida, louca vida, já que eu não posso te levar, quero que você me leve". Sérgio Britto, dos Titãs, musicou o que seriam palavras de remorso grafadas em seu túmulo: "Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer". Chico Buarque narrou em um de seus maiores clássicos os últimos momentos da vida de um homem: despediu-se da família, escalou uma construção, tropeçou, se acabou no chão e "morreu na contramão atrapalhando o tráfego".

Nenhum deles, no entanto, foi tão sensível quanto o mestre Raul Seixas em seu Canto para minha morte. Em parte cantando e em parte recitando, Raulzito fala da morte como "uma das tantas coisas que não escolhi na vida". Ele fala da morte que vem antes da hora ("um escorregão idiota num dia de sol"), das coisas que ficam para trás ("será que ela vai esperar eu apagar o cigarro?") e ainda faz um apelo: "Vista-se com tua mais bela roupa quando vieres me buscar".

Se a morte é capaz de nos assustar, é também capaz de nos inspirar. Termino a postagem com mais um trecho da canção de Raul Seixas. Quem nunca a ouviu, recomendo. É tão bela quanto perturbadora.

"Vou te encontrar vestida de cetim
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar
Eu te detesto e amo
Morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida"

sábado, 30 de agosto de 2008

Preciso de ajuda!


Então, como prometido, volto aqui para contar sobre a entrevista com o Seu Egídio, no Cemitério Municipal de Santa Cruz do Sul.

Mas antes, quero perguntar se alguém conhece uma família que tenha enterrado algum parente no Cemitério Guarda de Deus? Gostaria muito de conversar com estas pessoas, saber de todo o processo, do porquê de ter ido parar em um cemitério para indigentes.

Explico: na entrevista que fiz com o Seu Egídio, descobri mais um ângulo da minha descomunal ignorância. Na minha cabecinha loira, indigentes eram todas aquelas pessoas que morriam e não tinham documentos e ninguém reclamava por elas, logo, sendo não-identificadas.

No entanto, conversando com o administrador, descobri que indigentes são todas aquelas pessoas que se negam a pagar pelo serviço funerário. Como não dá para deixar uma pessoa apodrecendo a céu aberto, a Prefeitura, com uma permuta com algumas funerárias da cidade, paga a necrópcia, o caixão, uma sala para o velamento e a sepultura em um cemitério destinando para este fim. Aproximadamente sete anos depois, o corpo é exumado e um novo indigente ocupa a sepultura.

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Na sexta-feira, fui acompanhada pela Vanessa Britto, que em outras épocas era freqüentadora assídua do local, (mas isso é uma história para o próximo post). O que importa, por hora, é que antes da entrevista me esforcei para tirar algumas fotinhos inéditas para ilustrar o post. Provavelmente, quando a Márcia e a Mariza virem a imagem, vão cair duras de pavor! Mas eu vou melhorar, viu, meninas?


Então, por favor, pensem se vocês conhecem alguma família, e, até mais!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O novo


Não adianta, podem passar anos e mais anos e algo não muda na minha vida: o meu medo pelo “novo”. Toda vez que uma “nova” situação se apresenta, eu me cago de medo. Vai ver porque sou neurótico e sempre fico pensado em tudo que vai acontecer, como essa “novidade” vai mudar a minha vida.

É aquele receio de sempre, aquela vontade de deixar as coisas como estão, mas nada como o “novo” para trazer um dinamismo, um sopro de vida para gente. Você deve estar se questionando o porquê de eu estar filosofando sobre o “novo”, não é? A resposta é simples: para fazer esse “novo” Unicom, surgiram várias coisas “novas”. Uma dinâmica “nova”, sem sala de aula e principalmente, pessoas “novas”.

A gente se acostuma a sempre trabalhar com as mesmas pessoas, cria uma confiança e um entendimento que não precisa de palavras, então surgem “novas” pessoas e você tem de construir tudo “novamente”, você não sabe se vai funcionar, você não sabe o que vão achar de você. Estava com todas essas dúvidas perpassando meus pensamentos, até conhecer essas pessoas, esses “novo”. Então percebi que, se eu podia estar amedrontado, eles também poderiam. Eles estavam fazendo seu primeiro Unicom, estavam conhecendo pessoas “novas”, descobrindo um mundo “novo”.

Lembrei então, que depois desse medo inicial que o “novo” traz, sempre vem aquela sensação gostosa de conhecer e aproveitar a “novidade”. Porque como já escrevi, o “novo” sempre traz um dinamismo, uma renovação. Nada como sangue “novo” correndo nas veias. Só posso dizer que estou muito entusiasmado e curioso para conhecer mais e mais essas “novas” pessoas.

Prazer em participar


Também foi meio que por acaso que recebi o convite para integrar a equipe do jornal-laboratório do Unicom. Não é por acaso, no entanto, que aceitei o desafio. No jornal do Unicom integro a equipe de diagramação e na Exceção também estou escalada para auxiliar na formação da pauta (por sinal, alguém tem algo para me sugerir?).

O convite veio do professor Demétrio, e pelo pouco que pude conhecer do seu trabalho, é um profissional super antenado com o mercado de trabalho e com a realidade das redações dos meios de comunicação. Isso para mim é muito importante. E confesso, este era um dos meus principais medos em encarar esta graduação, me formo em História no final do ano. Como já atuo num veículo de comunicação, a necessidade de aperfeiçoamento é fundamental.

Agora... Planos mil para a edição que, com certeza, vai arrebentar com os nossos medos mais profundos. Mesmo os mais valentões sucumbem diante do ponto de interrogação que, a meu ver, representa um caixão. A idéia de ruptura (ou não) com um plano, as diferentes formas com que as sociedades passadas e contemporâneas encaram a morte são coisas fascinantes de se pensar.

Ao trabalho!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Entre lápides e fotos do século passado


Bom, então esta é a minha primeira postagem. Podem gritar "Bem-vinda, Ana Flávia!" para mim.

Brincadeiras a parte, posso dizer que caí no grupo que produzirá este Unicom meio que de pára-quedas. Em um encontro meio casual com o professor Demétrio pelos corredores da Unisc, ele me convidou para aparecer na reunião que aconteceria logo mais.

Então, mesmo com o assunto definido e pautas divididas, ainda consegui uma vaguinha para uma participação mais efetiva na produção das matérias. Por sugestão da colega Vanessa Britto, fiquei encarregada de fazer uma matéria sobre a "morte dos indigentes". A mesma colega me deu uma mão enorme ao me ajudar a contatar com as fontes no início desta semana.

Confesso que acho meio estranho esse negócio de ir até um cemitério entrevistar uma fonte. Não que eu tenha medo, ou coisa parecida, mas vocês terão que convir comigo que não é um lugar muito agradável, com todas aquelas lápides e cruzes e fotos tiradas no século passado olhando para mim.

De qualquer forma, nesta sexta-feira, próximo ao meio-dia, irei lá para conversar com o adminitrador do cemitério municipal, o Seu Egídio. Abro um parênteses para a explicação dele: "lá no fim das gavetas, bem em cima, fica a minha sala". Eu tenho ou não tenho razão?

Mas até sexta, a minha tarefa será contatar um dos médicos legistas que cuidam, inclusive, dos indigentes. O pior, é que estes estão brincando de gato e rato comigo: quando eu ligo, não estão. Quando eles ligam, não estou. Mas amanhã eles não me escapam, nem que eu tenha que fazer plantão ao lado do telefone.

Mas então tá. Por hoje é isso. Na sexta-feira volto para contar como foi a minha entrevista e se a resposta ao e-mail que encaminhei agora a pouco para as fotógrafas Márcia e Mariza for positiva, provavelemente já terei fotos produzidas para a matéria para postar. Por enquanto, coloco aqui uma roubada do google mesmo.

Até breve! (E espero que o Sancler tenha ficado feliz com o post! hehe..)

O momento certo

Lembra daquela matéria sobre suicídio, que escrevi junto da Leticia e sobre a qual nós escrevemos aqui no blog? Ela iria entrar no Unicom passado, aquele cuja capa é uma bunda... Mas, simplesmente não era... o momento certo.

Nesse Unicom a matéria parece encaixar-se perfeitamente, como ela tivesse sido pensada somente para ele... escrita especialmente para ele... mas na verdade, é o momento certo.

Precisamos agora voltar a essa matéria, atualizá-la, torná-la viva novamente... é como voltar a nossa casa depois de muito tempo fora. É a mesma casa, mas nós estamos diferentes... E é isso que nos motiva a fazê-la dar certo, a retornar a ela, ao invés de deixá-la para todo sempre na gaveta. Algumas pautas, às vezes, só precisam de tempo, ou melhor, do momento certo.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

E o Unicom continua


Mais um semestre em andamento e já estamos envolvidos em produzir mais um Jornal Unicom. E nós estamos com muita vontade de fazer um jornal bem bacana, com um super conteúdo, aos moldes do que já foi feito anteriormente. O legal é que para esta próxima edição, uma nova galera se juntou aos nomes já conhecidos. E pelo que se pôde perceber, é uma turma bastante entusiasmada que vai dar um novo gás ao Unicom. A foto, tirada pelo professor Demétrio, mostra parte desse grupo.

sábado, 23 de agosto de 2008

Quando você vai morrer? (Atualizado)


Você já imaginou qual será o dia da sua morte? Como será? Se estará só ou acompanhado? Ninguém gosta de pensar nisso, não é? Por que será que certos assuntos nos incomodam tanto? Como por exemplo, o dia da nossa morte. Dúvidas que perpassam toda nossa vida... e que só acabam com a nossa... bem, você sabe...

Para quem ficou interessado em descobrir a data da sua morte indico este site: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=616

Para quem quer achar seu Índice de Massa Corporal indico http://www.copacabanarunners.net/imc.html

? Como funciona: Baseado em algumas estatísticas do IBGE, o MDig desenvolveu este script pra dizer o dia em que estatisticamente você vai passar desta pra melhor.

Não se preocupe, isso é apenas uma hipótese que não leva em conta inúmeros fatores, como acidentes, etc. Vale mais como uma brincadeirinha mórbida do que qualquer outra coisa...

Mas só por curiosidade? Que dia você vai morrer???

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Sobre novas aquisições e grandes expectativas


Escrevo para dizer que estou vivo, mas preciso afirmar que estou diferente. Foi uma semana em Gramado, convivendo num mundo de celebs, flashes, tapetes vermelho. Foi uma semana de muito aprendizado, principalmente para mim, que sempre fui tímido nessa coisa de TV... tive de correr para cima e para baixo com o microfone para produzir vários vídeos para web... entrevistei celebs, grande diretores e futuras promessas de sucesso. Aprendi como nunca e agora voltei para a realidade, para aprender mais e diferente com o Unicom e a Exceção.

Voltei com o desejo de mais, de diferente. Infelizmente não pude comparecer a última reunião, aquela onde muitas das novas caras foram apresentadas, o que contribui para me deixar ainda mais curioso. Dessa vez é diferente. É o pessoal de sempre, mas há novas aquisições. O time ganha novos reforços e o trabalho agora é se entrosar. Conhecer o outro, trabalhar junto, ganhar e criar confiança. Só posso dizer que estou com grandes expectativas e que espero muito em breve conhecer o novo pessoal. Até...

O Unicom 2008/2 está rolando

Moçada, o Unicom 2008/2 já está rolando, e, a julgar pelos primeiros indícios, vai bombar. Ontem, 18, tivemos uma reunião muito produtiva na Unisc, onde, além dos confirmados, apareceram colegas das disciplinas iniciais, leia-se Fundamentos de Jornalismo e Introdução à Comunicação. O tema, por hora, é segredo, mas posso adiantar: vai ser legal! Grande abraço a todos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Inscrições ao SET estão abertas


Moçada, já estão abertas as inscrições para o SET Universitário da PUC, que este ano se realiza de 22 a 24 de setembro. Segundo o site, pra quem ainda não sabe, "o SET Universitário é um evento que estimula a troca de experiências entre alunos, professores e profissionais das áreas de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Audiovisual, Cinema e Vídeo. Realizado desde 1988 pela Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em duas décadas tornou-se uma referência para estudantes e profissionais".
Podem ser inscritos trabalhos nas sub-categorias artigo, caricatura, cartoon, charge, crônica, fotografia, assessoria de imprensa (projeto, boletim informativo impresso e boletim informativo digital), projeto gráfico – jornal, projeto gráfico – revista, publicação impressa – jornal, publicação impressa – revista, publicação impressa – projeto experimental, reportagem impressa, jornalismo online – projeto multimídia, jornalismo online – weblog, reportagem de rádio, programa de rádio – documentário, programa de rádio – radiojornalismo, programa de rádio – radiorevista, dramaturgia em rádio (textos de ficção, exclusivos ou adapta dos), rádio web (propostas radiofônicas para internet)Reportagem de TV, telejornal e programa especial de TV.
Os alunos podem inscrever trabalhos desenvolvidos no segundo semestre de 2007 ou no primeiro semestre de 2008. Vamos nessa?

sábado, 9 de agosto de 2008

Acadêmicos da Unisc no Festival de Cinema de Gramado


Os acadêmicos do curso de Comunicação Social vão fazer a cobertura do 36º Festival de Cinema de Gramado durante a próxima semana. Uma equipe da Unisc TV e das agências de jornalismo e produção em mídia audiovisual vão produzir conteúdo sobre o Festival, assim como do Cine Social, Cine Ambiental e do Gramado Cine Vídeo, sendo que neste último, vários trabalhos do curso da Unisc foram selecionados.

Sete trabalhos nas categorias ficção, documentário, videoclipe e programa de TV estão concorrendo ao Galgo Alado, troféu concedido aos vencedores do Gramado Cine Vídeo. Confira abaixo a listagem dos trabalhos da Unisc em Gramado:

"Veja a Lua", videoclipe (Universitário Brasileiro, Mostra Competitiva)
"Unisc Repórter", programa de tv (Universitário Brasileiro, Mostra Competitiva)
"Desafinados", ficção (Universitário Brasileiro, Mostra Paralela)
"Na trilha", programa de tv (Universitário Gaúcho, Mostra Competitiva)
"Se preciso for", videoclipe (Universitário Gáucho, Mostra Competitiva)
"No silêncio, o céu", ficção (Universitário Gáucho, Mostra Competitiva)
"Vidas em cena" (Universitário Gaúcho, Mostra Paralela)

A cobertura do Festival poderá ser acompanhada através do portal http://hipermidia.unisc.br/gramado/ e do programa Unisc Notícias, da Unisc TV.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Semana de luta em defesa do diploma


Repasso mensagem que recebi, por e-mail, do colega Jorge Correa, do Sindicato dos Jornalistas, sobre o calendário gaúcho de luta em defesa do diploma de jornalismo.

6 de agosto - quarta-feira
14h - Reunião na Universidade Católica de Pelotas - UCPel - em Pelotas, com Salvador Tadeo, primeiro secretário do Sindicato, e Carlos Machado, delegado regional.

7 de agosto - quinta-feira
17h - Reunião com o reitor da Univates e palestra sobre a obrigatoriedade do diploma em Lajeado, com Jorge Correa, segundo vice-presidente, e Marco Antônio Chagas, primeiro tesoureiro.

11 de agosto - segunda-feira
19h - Palestra e mobilização na Ulbra, em Canoas, com José Maria Rodrigues Nunes, presidente do Sindicato, Antônio Barcelos, diretor, e Celso Schröder, vice-presidente da Fenaj.

18h - Reunião com o reitor da Unisc e palestra sobre a obrigatoriedade do diploma em Santa Cruz do Sul, com Jorge Correa, segundo vice-presidente, e Marco Antônio Chagas, primeiro tesoureiro.

12 de agosto- terça-feira
19h - Palestra e mobilização na Unisinos, em São Leopoldo, com José Maria Rodrigues Nunes, presidente do Sindicato, Antônio Barcelos, diretor, e Celso Schröder, vice-presidente da Fenaj.

19h30min - Palestra no Centro Universitário Metodista / IPA, em Porto Alegre, com Léo Nuñez, segundo secretário do Sindicato.

13 de agosto - quarta-feira
14h - Ato público e caminhada em Porto Alegre.Concentração às 14h na Praça da Matriz e caminhada rumo ao prédio da Justiça Federal, com presença da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, UEE, universidades, centros e diretórios acadêmicos.

14h - Ato público em Pelotas, com com Salvador Tadeo, primeiro secretário, e Carlos Machado, delegado regional.

19h - Palestra e mobilização na Feevale, em Novo Hamburgo, com presidente José Maria Rodrigues Nunes, segundo secretário Léo Nuñez e diretor Antônio Barcelos.

19h30min - Palestra sobre a obrigatoriedade do diploma na UPF, em Passo Fundo, com Marco Antônio Chagas, primeiro tesoureiro, e Gilda Pinheiro, delegada regional.

18 de agosto - segunda-feira
19h - Palestra sobre a obrigatoriedade do diploma na unidade da UFSM em Frederico Westphalen, com o segundo vice-presidente Jorge Correa.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

E a bola já está rolando...

Da esquerda para direita: Pedro, Daia, Mazui, Gelson, Leticia, Sancler e Demétrio.


Dentro do espírito do post anterior, podemos dizer que hoje foi dada a largada para mais uma partida emocionante... Tivemos nossa primeira reunião para discutir a produção do Jornal Unicom e da Revista Exceção. Definir a equipe (que ainda está aberta para aqueles que estão interessados em participar), pensar em algumas pautas, estudar o funcionamento de ambos projetos durante o semestre e as datas de lançamento. Tudo isso será mantido em segredo, por enquanto. Mas em breve devemos contar as novidades.

PS: Também temos de comemorar, nosso blog atingiu 10 mil acessos!!!