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Destaques

Lançamento do Unicom Conflitos reúne profissionais para debate com alunos

A nova edição do Jornal Unicom, produzida em cima do tema “Conflitos que transformam”, teve o lançamento oficial na noite dessa segunda-feira, 27, em um evento onde o assunto central da publicação foi debatido. Mediado pelo professor Demétrio de Azeredo Sóster, o debate iniciou após as 19h30, no auditório do Memorial da Unisc, e teve como convidados à mesa o jornalista Rodrigo Lopes, a psicóloga e socióloga Gabriela Maia e o sociólogo e professor Luiz Augusto Campis.
No primeiro momento, os três convidados tiveram a oportunidade de falar sobre conflitos que transformam – para o bem ou para o mal – a partir das perspectivas profissionais e pessoais de cada um. Quem deu início a essa fase foi Gabriela, que tratou majoritariamente sobre questões de gênero e a violência acerca disso. Dando sequência, com uma perspectiva mais sociológica, Campis falou sobre a Teoria do Conflito Social, de Karl Marx, relacionando-a com a realidade. Para finalizar, Lopes fez uma breve apresentação sobre a …

Afinal, quem nunca sonhou em fazer o UNICOM?

Tudo bem que estou há quase seis anos no Curso e já vi algumas (muitas) edições circularem ao longo deste tempo, mas, fala sério, quem nunca sonhou, pelo menos uma vez, em fazer o Unicom? Ter seu rosto estampado num jornal-laboratório tão bem reputado? 

Na última terça-feira, 29, quando me vi nas fotos da “turma do Unicom” pensei: cara, chegou a minha vez. E não é porque é a edição que eu faço parte não, mas, tchê, que edição essa que está chegando!

Novo formato, nova proposta. E o tema? Medos! 

Mas de nada adiantaria se a turma não fosse como ela é. Aqui, com todo o respeito às turmas anteriores, só tem gente fera. Todos determinados a fazer um Unicom diferente de todos já vistos.


Foto: Fábio Goulart                                        

Entrei em contato com alguns ex-colegas de Jornalismo da Unisc, hoje formados, e constatei que essa expectativa em fazer parte do Unicom é praticamente unânime. A Bruna Travi, por exemplo, formada na turma de 2013/2, compartilhava do mesmo sentimento. “Eu tinha muita expectativa. Sempre gostei de fugir das matérias factuais e investir mais no texto diversificado. Via na disciplina de mídia impressa uma oportunidade para explorar esse tipo de texto, com reportagens bem elaboradas”, revela. 

Já a Ana Claudia Schuh, formada em 2012/2, diz que quando os alunos cursam o Unicom “é o momento em que tu se sente "grande" no curso, capaz de fazer um jornal de verdade, não trabalhinho para entregar para professor”, ressaltou. Quando questionada sobre o que mais gostou da disciplina, ela relembra empolgada sobre algumas atividades. “A minha turma foi muito boa. Era pequena, mas a galera pegava junto. Acho que no nosso caso o mais legal foi o Unicom temático e tudo o que pensamos para desenvolver, desde um tema que fosse legal (7 pecados), passando pela capa (fizemos concurso), até a divulgação e o lançamento. Muito amor pelo Unicom!”.

Na edição que a Ana Claudia participou, o Unicom ganhou três prêmios no SET Universitário, evento realizado pela PUC-RS. 

#partiu se inspirar?

Abraços, Júlia.

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