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Destaques

Lançamento do Unicom Conflitos reúne profissionais para debate com alunos

A nova edição do Jornal Unicom, produzida em cima do tema “Conflitos que transformam”, teve o lançamento oficial na noite dessa segunda-feira, 27, em um evento onde o assunto central da publicação foi debatido. Mediado pelo professor Demétrio de Azeredo Sóster, o debate iniciou após as 19h30, no auditório do Memorial da Unisc, e teve como convidados à mesa o jornalista Rodrigo Lopes, a psicóloga e socióloga Gabriela Maia e o sociólogo e professor Luiz Augusto Campis.
No primeiro momento, os três convidados tiveram a oportunidade de falar sobre conflitos que transformam – para o bem ou para o mal – a partir das perspectivas profissionais e pessoais de cada um. Quem deu início a essa fase foi Gabriela, que tratou majoritariamente sobre questões de gênero e a violência acerca disso. Dando sequência, com uma perspectiva mais sociológica, Campis falou sobre a Teoria do Conflito Social, de Karl Marx, relacionando-a com a realidade. Para finalizar, Lopes fez uma breve apresentação sobre a …

Unisc recebe Guilherme Fiúza

Moçada, o semestre ainda não se iniciou oficialmente mas as boas novas nos atropelam: dia 16, nossa aula inaugura será com o jornalista Guilherme Fiúza (o currículo está aí embaixo). Para quem não se deu conta, é o mesmo Fiúza que freqüentou as páginas da edição do ano passado da Exceção, cujo conteúdo pode ser baixado por aqui em PDF. Além de valer como hora atividade, penso que todos - alunos e professores - devemos aproveitar esta oportunidade de ver de perto e aprender com o Fiúza, cujo trabalho mais conhecido é o livro "Meu nome não é Johnny" (Record, 2004), também em filme, com Selton Melo e Cleo Pires.
O currículo do rapaz: Guilherme Fiuza, jornalista formado pela PUC-RJ, nasceu no Rio de Janeiro em 30 de maio de 1965. Desde 1987 atua como repórter, editor e articulista. Trabalhou em "O Globo", no "Jornal do Brasil", no site "No". e assinou um blog de política em "NoMínimo", classificado entre os dez mais lidos do país. Assina um blog na revista "Época" (www.guilhermefiuza.com.br).
É autor dos livros "Meu nome não é Johnny" (Record, 2004, 8ª edição), que deu origem ao filme assistido por 2 milhões de espectadores, "3.000 dias no bunker" (Record, 2006, 3ª edição), sobre os bastidores do Plano Real, e "Amazônia, 20º andar" (Record, 2008), a história real de uma mulher que saiu da cidade para tentar salvar a floresta e ganhou o mundo.
Eu estarei lá. E vocês?

Comentários

  1. eu tbm! preciso de horas complementares para me formar...

    brincadeirinha! :P

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