sexta-feira, 21 de março de 2014

Vida longa ao frio na barriga


Ao pensar na minha pauta para o primeiro Unicom de 2014 já tinha um case em mente. Uma história que fala de fé, de força de vontade e de amor. Por mais que já soubesse quem iria entrevistar, não sabia se esta pessoa gostaria de falar sobre o assunto proposto. Ao receber a confirmação, por outra pessoa, de que ela falaria tive o meu primeiro frio na barriga: momento de ligar e marcar a entrevista. Momento de justificar minha escolha e explicar as minhas intenções. Feito isso, coube-me a tarefa de esperar dia e hora marcados e refletir quais seriam as minhas questões e de que forma conduziria um assunto tão particular.



Hoje, aproximadamente às 19h, foi o momento escolhido para escutar a tão admirável história. Desde a minha saída de casa até o meu destino final ele apareceu novamente: o frio na barriga. Optei por escutar um CD alegre do Diogo Nogueira que estava no carro para aquecer aquela sensação desconfortável. Mas nem isso adiantou. O frio seguia me acompanhando no momento de tocar a campainha, no momento de esperar a porta se abrir e no momento de fazer a primeira pergunta. No final da entrevista, após agradecer pela disponibilidade, vi que todo aquele frio tinha sido substituído por uma sensação de tranquilidade e por uma mente cheia de expectativas. E confesso: já fiquei com saudade do frio na barriga!


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