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Destaques

Lançamento do Unicom Conflitos reúne profissionais para debate com alunos

A nova edição do Jornal Unicom, produzida em cima do tema “Conflitos que transformam”, teve o lançamento oficial na noite dessa segunda-feira, 27, em um evento onde o assunto central da publicação foi debatido. Mediado pelo professor Demétrio de Azeredo Sóster, o debate iniciou após as 19h30, no auditório do Memorial da Unisc, e teve como convidados à mesa o jornalista Rodrigo Lopes, a psicóloga e socióloga Gabriela Maia e o sociólogo e professor Luiz Augusto Campis.
No primeiro momento, os três convidados tiveram a oportunidade de falar sobre conflitos que transformam – para o bem ou para o mal – a partir das perspectivas profissionais e pessoais de cada um. Quem deu início a essa fase foi Gabriela, que tratou majoritariamente sobre questões de gênero e a violência acerca disso. Dando sequência, com uma perspectiva mais sociológica, Campis falou sobre a Teoria do Conflito Social, de Karl Marx, relacionando-a com a realidade. Para finalizar, Lopes fez uma breve apresentação sobre a …

Eu não me separo!

Agora mesmo havia um debate aqui sobre o que as pessoas não se separam. Eu me pus a pensar... Obviamente, os primeiros pensamentos remetem às pessoas em que somos apegados. Nossa família, nossa mãe, pai, irmãos, avós, tios, amigos, namorado(a). Depois os animais de estimação: cães, gatos, peixes, periquitos. Não necessariamente nessa ordem, cada um com suas prioridades....
Mas ao parar para pensar, realmente, do que não me separo nunca, objetos eu quero dizer, percebi algo. Existem inúmeros, que não somente eu, mas provavelmente muitas pessoas, não se separam. Meu notebook, por exemplo, levo-o comigo para a Unisc, para meu trabalho, uso-o diariamente em casa. Quando vou viajar levo-o, mesmo que não tire ele da mala para nada. Tem também o celular, o meu é bem velhinho, mas que para quem tem um bom, provavelmente  desempenha as mesmas funções do meu notebook. Outros objetos dos quais nunca me separo: minha carteira, meus fones de ouvido... Em janeiro de 2012 ganhei uma tornozeleira, um presente simbólico, mas que nunca mais tirei e está ali quietinha na minha canela desde então. Talvez o mais importante objeto do qual eu nunca me separo: a minha aliança! Presente do meu querido namorido, e que só sairá dali, quando outra estiver por vir, uma dourada e que irá para a mão esquerda. 
 E há apenas mais um, do qual eu nunca gostaria de me separar, mas muitas vezes, preciso. Não poderia chamá-lo de objeto, ele é bem mais do que isso, ou ao menos simboliza muito mais. E mesmo quando não estou ao seu lado, lhe levo comigo no coração. Meu fiel companheiro, querido e amado. Com quem compartilho minhas lamúrias e meus momentos de alegria: Meu lindo violão...



É isso minha gente! E vocês? Do que nunca se separam?



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