O nascer de uma reportagem


O cheiro adocicado da uva japonesa denuncia a chegada à casa de Irsi Leonita Franz, no interior de Santa Cruz do Sul. Árvores altas – atingem até 12 metros de altura, têm frutos marrons e que, por ficarem bem no topo do pé, passam despercebidos pela maioria. Discretos e pouco conhecidos, assim como o trabalho desenvolvido por dona Irsi na pequena localidade de Linha Felipe Néri, 2ª distrito do município. 


Foto: Henrique Scherer
 Dona Irsi é o case da minha matéria no 2º Unicom do semestre. Sabe aquela pessoa simples, mas feliz? É ela. E na simplicidade da sua casa, me recebeu. Quer dizer, nos recebeu. Eu, meu pai (vulgo motorista e fotógrafo particular da filha) e minha mãe (copiloto e palpiteira). Eu conheci a família Franz quando era pequena e morava em Monte Alverne, também interior de Santa Cruz. 

Destes tempos guardo histórias de várias pessoas e a dela foi uma que eu quis contar. O contato foi fácil, o acesso também. Acredito que se a matéria começa assim, tem tudo para dar certo. E deu. Escrevi mais do que deveria e, mas entre cortes e recortes, ficou super bacana (modéstia à parte, obviamente). O resultado? Você confere na edição, ora. Afina, não vou contar tudo aqui, né? :)

 

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