Vontade de salvar vidas

Foto: Divulgação


Confira a entrevista realizada com Moisés Sadi Morais, morador de Gramado Xavier, que doou parte do pulmão esquerdo em vida e que deseja ser doador de órgãos após a morte.

Francieli Graff: Por que você decidiu ser doador?

Moisés Sadi Morais: Bom, eu decidi ser doador porque o Artur não tinha mais outra opção, só o transplante mesmo, e tinha um doador que tinha desistido já. Foi quando eu fiquei sabendo e decidi doar.

F.G: Como que a tua família recebeu a notícia, eles concordaram com a doação?

M.S.M: Todos apoiaram a minha decisão, mas a minha esposa foi a que mais apoiou.

F.G: Qual foi o sentimento que tu teve quando tu ficou sabendo que deu certo e que o Artur estava bem?

M.S.M: O sentimento foi de alívio, eu me senti muito bem por poder ter doado e ajudado ele. É um sentimento que não tem explicação.

F.G: Como é que foi a tua recuperação?

M.S.M: Para a minha recuperação eu fiquei uma semana no hospital, e voltei pra casa. Foi normal, as vezes à noite doía um pouco conforme me movia. Depois de um mês eu já comecei a trabalhar. E agora, três meses depois eu estou normal.

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