Olá galera!

Nos últimos anos, o jornalismo literário tem se tornado cada vez mais presente em alguns veículos de comunicação. Esse tipo de escrita atraente conta os minuciosos detalhes de uma história, de uma cena que, em um texto do dia a dia de um jornal, passam despercebidos.
Um exemplo de profissional que faz uso desse tipo de linguagem é a jornalista, escritora e documentarista gaúcha, Eliane Brum, nascida em Ijuí.
Entre os seus livros mais conhecidos, está o ‘A vida que ninguém vê’. A obra é fantástica, e é um conjunto de crônicas-reportagens escritas sobre o olhar de Eliane Brum.
 Na obra, a profissional relata histórias de pessoas humildes da sociedade que, muitas vezes, devido a isso, não ganham espaço nos meios de comunicação, como jornais. No ‘A vida que ninguém vê’, Eliane dá importância às fontes e mostra que independente da classe social, status e cargo em uma sociedade, as pessoas merecem atenção e carregam em suas bagagens da vida muitas histórias fascinantes que valem a pena serem contadas.  

No fim dos anos 90, Eliane escrevia uma coluna publicada  todos os sábados  no Jornal Zero Hora. Esta se chamava ‘A vida que ninguém vê.’ O livro recebeu esse nome, porque reúne 21 histórias publicadas nessa coluna de Eliane.


Que este Unicom também contemple muitas histórias fascinantes de pessoas que merecem espaço e atenção pelos exemplos que transmitem aos demais seres humanos. 

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