quarta-feira, 29 de junho de 2016

Nos páreos de Cachoeira

Naquela tarde de domingo, o tempo estava instável em Cachoeira do Sul. Havia chovido durante parte do dia, mas alguns raios de sol  ainda se esforçavam para ultrapassar as barreiras impostas pela nuvens.  A tarefa para o referido dia era produzir uma reportagem para a segunda edição do jornal Unicom. Para isso, voltei a um local que fez parte da minha vida em diversos dias dominicais da infância: o Hipódromo do Amorim.

Lembro-me de ir ao  local - conhecido também como "prado" -  com meus pais  para assistir às corridas, comer pipoca e me divertir, mesmo sem entender  praticamente nada sobre o funcionamento daquele espaço. O retorno foi marcado por uma nostalgia, mas o sentimento foi temporário, já que havia um trabalho a fazer. Em um tempo marcado pelo encerramento das atividades de jockeys club Brasil e Rio Grande do Sul  afora, o Hipódromo do Amorim resiste com firmeza, apesar de dificuldades que volta e meia insistem em aparecer.

O público do passado era enorme. Com o tempo, deixou de assistir aos páreos, mas agora está retornando. Grandes espetáculos estão voltando, entende-se corridas e mais corridas. Consequentemente, as apostas também.  Seja qual for o valor, é a sorte que recebe a chance de mostrar o seu poder. E desta forma, gerar renda, lazer  e alegria. Ou então, descontentamento e prejuízo. É um universo mágico, marcado pela valiosa preservação cultural.  E o contexto completo dessa história você vai conferir na próxima edição do jornal Unicom. Em breve, nas suas mãos!



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