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Destaques

Editorial: Peças que não se encaixam

Olá!

Seja bem-vindo ao nosso Unicom. Digo nosso, porque mesmo que ele já tenha passado por tantas mãos e ainda será de tantos outros acadêmicos, neste momento ele nos pertence. Logo mais, você vai conhecer o rosto de cada um de nós e já lhes adianto: certamente somos peças que muitas vezes – se não todas – não se encaixam. Afinal, como diz o velho ditado: ninguém é igual e cada louco tem as suas manias. O que é a mais pura verdade!

E é em meio a essa confusão de características que surgiu a primeira edição do nosso jornal-laboratorial do segundo semestre de 2017: o Unicom Conflitos que transformam. Sabe aqueles momentos que as peças do quebra-cabeça realmente não encontram sintonia? Pois então, é disso que estamos falando! As marcas verdes, nas reportagens, são para trazer ou despertar a esperança dentro de nós.

A cor rosa, simboliza a inspiração que precisamos para superar ou mudar situações não tão bonitas das nossas vidas. Nas próximas postagens lhe convidamos para conhecer as h…

Ser jornalista é: ver pauta em todo lugar

 Dia desses estava lendo o texto Ser jornalista: Não é uma questão, é uma certeza escrito pela, então, estudante de jornalismo, Andressa Galiego. O texto, dentre outras coisas, dizia que diferentemente de outros ofícios, um profissional de jornalismo não deixa de sê-lo aos finais de semana ou aos feriados, pelo contrário, aproveita esse tempo para adquirir mais algum conhecimento sobre qualquer assunto, já que deve saber um pouco de tudo, embora nunca esteja totalmente informado.

É verdade, de fato. Mas o que ocorre, também, é que o jornalista vê uma possível pauta em todo o lugar. Qualquer coisa pode virar um texto. Até mesmo um diálogo. Aliás, depois da criação das redes sociais, como gostam de escrever os diálogos do cotidiano, esses jornalistas…

E, não surpreendentemente para mim, me vi ultimamente em várias situações dignas de uma nota. Que renderiam um bom comentário ou uma boa crônica. Passei um mês sem celular e não vejo a hora de escrever sobre essa experiência. E é assim que acontece. Situações que todo mundo passa, acontecimentos que todo mundo vê, mas que só um foca, com seu jeitinho todo especial de transportar o universo da ponta da caneta para o papel, consegue descrever e incrementar a tal ponto de o fato se tornar de interesse universal.

Porque ser jornalista é diferente. A gente respira jornalismo até quando está dormindo. Aliás, acho que o sonho da noite passada rende uma crônica...

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